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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Concurso Prefeitura de Itapecerica da Serra - SP

A Prefeitura de Itapecerica da Serra, Estado de São Paulo, abriu concurso público Nº. 053/12-DRH para preenchimento de 03 vagas de nível médio/técnico e superior. As contratações serão em regime Estatutário e Celetista com salários que variam de R$ 936,00 a R$ 1.280,00, respectivamente, por jornadas de 20, 30 a 40 horas semanais. Confira o edital.

Será reservada 5% das vagas às pessoas portadoras de necessidades especiais.

As inscrições serão realizadas do dia 27 de agosto até às 17 horas do dia 6 de setembro de 2012, através do site www.omegaitu.com.br.

A taxa de inscrição é de R$ 30,00 e R$ 45,00.

As provas serão realizadas no município de Itapecerica da Serra/SP, sendo que a data, horário e local serão divulgados oportunamente por edital de convocação, através da Imprensa Oficial do Município de Itapecerica da Serra, no painel de editais da Prefeitura e nos sites www.itapecerica.sp.gov.br e www.omegaitu.com.br.

O gabarito oficial deverá ser divulgado em até 03 dias após a realização da prova, na Imprensa Oficial do Município de Itapecerica da Serra, no painel de editais da Prefeitura e nos sites www.itapecerica.sp.gov.br e www.omegaitu.com.br.

O concurso terá validade de 02 anos, contados a partir da data de sua homologação, que será publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo e na Imprensa Oficial do Município de Itapecerica da Serra, podendo ser prorrogado por igual período.

Edital / Publicações

Novo teste permite diagnóstico de ataque cardíaco em uma hora

Técnica que detecta mudanças em marcador padrão de infarto do miocárdio agiliza e melhora tratamento de pacientes com dor no peito

Cientistas do University Hospital Basel, na Suíça, desenvolveram um teste sensível capaz de diagnosticar o ataque cardíaco em apenas uma hora em pacientes com dor no peito.

A abordagem, que detecta mudanças mínimas em um marcador bioquímico padrão para infarto do miocárdio pode agilizar e melhorar o tratamento de pacientes nas emergências.

"Há uma demanda por novas ferramentas que podem ajudar a triagem rápida de pacientes com ataque cardíaco, especialmente já que as emergências têm ficado mais cheias", afirma a pesquisadora L. Kristin Newby.

Quando um paciente chega ao hospital com dores no peito, a primeira coisa que os médicos fazem é detectar ou descartar um ataque cardíaco. O padrão para diagnóstico da condição se baseia em avaliação clínica, eletrocardiográfica, e medição de um marcador bioquímico chamado troponina (ou CTN). Sem um teste rápido para o marcador, pode levar 3 horas ou mais para verificar se há aumentos nos seus níveis.

A equipe, liderada por Tobias Reichlin, desenvolveu e validou um algoritmo projetado para ajudar os médicos rapidamente a detectar ou descartar o ataque cardíaco.

Eles recrutaram 872 pacientes que chegaram à emergência com dor torácica aguda. Ataque cardíaco foi o diagnóstico final em 147 (17%) dos mesmos.

Eles testaram o algoritmo em metade dos pacientes e validaram na metade restante. O algoritmo usou dados gerais e alterações absolutas nos níveis do marcador bioquímico dentro da primeira hora.

Quando eles validaram o teste no segundo grupo de pacientes, dentro de uma hora eles descartaram o ataque cardíaco em 60% deles e detectaram a condição em 17%, 23% foram classificados como sendo zona de observação.

Eles descobriram que a sobrevivência após 30 dias foi de quase 100%, 98,6% e 95,3% para os pacientes classificados como sem ataque cardíaco, zona de observação, e com a condição, respectivamente.

Segundo os pesquisadores, o uso do algoritmo permitiu uma classificação correta e rápida dos pacientes que deram entrada no hospital com dor no peito. "Esta nova estratégia pode evitar a necessidade de acompanhamento prolongado e coleta de sangue constante em pacientes com dor torácica", conclui Reichlin.

Fonte isaude.net

Orientações sobrea dministraçãode antibióticos não chegam aos postos de saúde do RS

Após equipes de saúde reclamarem da falta de orientação da aplicação da 1º dose em crianças, governo anuncia divulgação de norma

Os estabelecimentos de saúde do Rio Grande do Sul receberão uma norma de aplicação da primeira dose de antibióticos em crianças. A anúncio foi feito nesta semana pelo secretário estadual da Saúde, Ciro Simoni, após ser informado de que a política enfrenta falhas, pois as equipes de postos de saúde reclamam da inexistência de orientação nesse sentido.

Dentro de uma semana, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) marcará agenda com Secretário Municipal para orientar as gerências distritais em Porto Alegre.

Em setembro do ano passado, Simoni garantiu o apoio da SES à campanha Antibiótico 1º dose imediata, levada a cabo por UNICEF/Ministério da Saúde/Pastoral da Criança, com apoio sindical. O objetivo é fazer com que os pais recebam o medicamento nas Unidades Básicas de Saúde e a primeira dose seja ministrada nas crianças ainda lá, por médico ou profissional de enfermagem. Depois, os responsáveis devem ser instruídos a dar em casa o restante do remédio corretamente.

" A norma precisa chegar a todos os municípios de maneira direta, porque medicação há. Falta orientação, mas vou conversar com meu pessoal e elaborar uma estratégia" , relatou o secretário. " No ambulatório do Hospital Conceição, onde trabalho, isso também não está ocorrendo. E sabemos como é importante ministrar antibiótico o quanto antes" , disse a secretária-geral do SIMERS, Ana Maria Martins.

Fonte isaude.net

Tipo de cultura celular determina ação terapêutica de tecidos artificiais

Descoberta pode levar a tecidos mais eficazes para reparar vasos sanguíneos danificados por doenças cardíacas e câncer

Investigadores do Massachusetts Institute of Technology, nos EUA, descobriram que a eficácia de tecidos artificiais criados para o tratamento de doenças depende da forma das células que o compõe, determinada pelo tipo de suporte no qual essas células cresceram.

A pesquisa pode ajudar os cientistas a entender porque alguns implantes de tecidos funcionam melhor que outros na reparação de vasos sanguíneos danificados por doenças como aterosclerose em certos pacientes.

O trabalho também vai permitir a criação de implantes ainda mais eficazes para essa e outras doenças, incluindo o câncer.

Laura Indolfi e seus colegas testaram vários ' andaimes' em laboratório a fim de determinar o que os torna mais eficazes que outros na produção de tecidos artificiais para o tratamento de lesões dos vasos sanguíneos.

Em particular, eles verificaram células endoteliais cultivadas em suportes de superfícies planas e aquelas cultivadas em andaimes tridimensionais mais porosos.

Os resultados mostraram que as células cultivadas em estruturas 3D tenderam a ser mais eficazes na reparação de danos e supressão da inflamação.

As descobertas podem ajudar os cientistas a manipular os andaimes para cultivar células sob medida para aplicações específicas e ajudar a aperfeiçoar suportes existentes de tecidos artificiais.

 
Fonte isaude.net

Menina de 11 anos vive no escuro por causa de doença rara

Sara é obrigada a brincar à noite para prevenir o aparecimento de um câncer

Sara, uma garota de apenas 11 anos que mora em Joinville, sofre de uma doença rara —chamada xeroderma pigmentoso, que a obriga a viver na escuridão. Crianças acometidas por essa falha genética são conhecidas como "crianças da lua".

Como o próprio nome sugere, elas só podem brincar durante a noite, vão à escola com roupas especiais, têm que ficar no escuro no próprio quarto e passam a maior parte do tempo dentro de casa.

Os pais da menina precisaram adaptar a casa com janelas menores, cortinas especiais e lâmpadas de baixa potência para impedir que a luz do sol invada o ambiente e prejudique a saúde da filha. As mudanças na rotina da família começaram quando Sara tinha dois meses, idade que os sintomas deram os primeiros sinais.

Segundo os médicos, uma das causas da doença é que seus pais são primos de primeiro grau, o que aumenta as chances dos filhos nascerem com problemas genéticos. Além disso, os especialistas reforçam que todo o esforço de viver no escuro é necessário porque ela tem 1.000 vezes mais chances de ter câncer de pele.

Veja na reportagem!


Fonte R7