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sábado, 18 de agosto de 2012

Sucos para hidratar o corpo

Em dias secos, aposte nessas receitas para ajudar o organismo a enfrentar a baixa umidade

Quando o índice de umidade relativa do ar está inferior a 30%, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda cautela.

Nos dias mais secos, hidratar-se adequadamente é essencial para evitar prejuízos à saúde. O clima favorece crises respiratórias e até problemas mais graves como o infarto .

Para repor os sais minerais e se hidratar de maneira rápida, a nutricionista Lucianna Jardim, da Way Diet - Nutrição Exclusiva, do Rio de Janeiro, indica sucos com morango e cenoura. A fruta é fonte de vitamina C e antioxidantes, evitando o envelhecimento da pele e o legume é rico em betacaroteno e compostos fenólicos como o ácido caféico.

E se além de hidratar, a ideia é acelerar o metabolismo, vale apostar em um suco termogênico. Lucianna indica misturar maçã, salsão, aipo e gengibre.

“O aipo e o salsão são ricos em fibras e vitamina C e têm ação diurética – fator super importante para as mulheres, pois elas têm tendência à retenção de líquido”, diz.

Já a nutricionista Betina Ettrich, de Porto Alegre, recomenda o mix de abacaxi, água de coco, hortelã e suco de limão. Entre as frutas, na hora de batê-las, prefira melancia, melão, abacaxi, maçã, cenoura, goiaba e banana, que são basicamente compostas por água.

Veja a seguir receitas de sucos diversos que ajudam a hidratar:

Suco de morango e cenoura: bata 5 morangos, 1 cenoura e 200ml de água de coco (ou de água pura).

Suco de maçã, salsão, aipo e gengibre: bata 1 maçã, 1 talo de apio e 1 de salsão e uma colher de sopa de gengibre ralado.

Abacaxi, hortelã, limão e água de coco: bata 300 ml de água de coco, 2 fatias médias de abacaxi, 4 folhas de hortelã e o suco de meio limão.

Suco de melancia com limão: bata uma fatia pequena de melancia com o suco de um limão.

Suco de erva-doce e pera: bata 1 pera com 300ml de chá de erva-doce.

Suco de melão, mel e água de coco: bata 200ml de água de coco, 1 colher (de café) de mel e uma fatia de melão.

Chá mate com limão: bata 200ml de chá mate com o suco de 1 limão. É uma ótima pedida para hidratar rapidamente e refrescar.

Suco de banana com maçã: bata uma banana nanica com uma maçã e 200ml de água de coco. Se preferir, use leite desnatado em vez de água de coco.

Suco de melancia com capim cidreira e laranja: bata 1fatia pequena de melancia, o suco de 2 laranjas, 2 folhas de capim cidreira e coe antes de servir.

Suco de maçã verde, mel e limão: bata 1 maçã verde, 1colher (de café) de mel e o suco de um limão.

Suco de goiaba com água de coco: bata 200ml de água de coco com uma goiaba vermelha.

Suco de abacaxi com hortelã: bata 2 fatias de abacaxi com 3 (ou mais) folhas de hortelã.

Fonte iG

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Acidentes domésticos: crianças precisam de atenção redobrada

No início, ainda bebês, elas ficam quase todo o tempo no colo, o que facilita o controle dos pais. Mas logo que começam a engatinhar e andar, as crianças precisam de atenção redobrada. Isso porque um ambiente doméstico pode ser perigoso para os pequenos, que não têm muito controle sobre seus movimentos e equilíbrio. Maria Amparo Gomez Descalzo, pediatra do Hospital Santa Catarina, indica os acidentes domésticos mais comuns com crianças e que levam os pais ao pronto-socorro (PS).

“Quanto menor a criança, mais acidentes podem acontecer dentro de casa. Isso porque elas estão em movimento, mas ainda não controlam sua força física nem têm muito equilíbrio. E os pais têm de prestar muita atenção, pois apesar de saberem que algo pode ser perigoso, elas não têm o discernimento para entender a extensão do perigo e são naturalmente muito curiosas”, explica a especialista.

Maria Amparo diz que os acidentes mais comuns nessa fase são as quedas, seja de pequenas alturas – de cima de cadeiras ou tropeções em desníveis dentro de casa – ou de alturas mais perigosas, como um lance de escada, por exemplo. “E o corpo delas ainda está em formação, a cabeça ainda é o membro mais pesado em relação ao resto do corpo, e normalmente elas acabam batendo em quinas – por falta de controle e reflexo para desviar – ou então, quando caem, o primeiro membro a atingir o chão é a cabeça.”

Isso deixa os pais apreensivos, pois bater a cabeça é algo potencialmente perigoso. O medo é que uma queda ou uma batida possa gerar uma concussão ou um traumatismo craniano. “É o que mais vemos no PS. Mas nem sempre é algo grave: pode gerar apenas um ‘galo’ e choro. O problema é quando há alguma alteração no comportamento da criança: se ela desmaiar, apresentar quadro de vômito ou sonolência excessiva, aí sim é preciso ficar atento”, explica a pediatra.

Além da queda, outro perigo potencial, mas com crianças um pouco mais velhas, são os objetos puxados de cima de móveis pela casa. As crianças podem ficar curiosas com algo que esteja em cima da mesa da cozinha, por exemplo, e puxar a toalha em sua direção. Caso haja algo pesado, o objeto pode cair e machucá-la. “Já tivemos caso de crianças que se machucaram ao puxarem para si uma televisão de plasma, que é mais ou menos leve, mas que tem vidro em sua composição, o que pode levar a um acidente sério”, exemplifica Maria Amparo.

Esconde-esconde
Outra situação que pode levar a acidentes secundários são as brincadeiras de esconde-esconde em cômodos da casa onde as fechaduras são automáticas (como aquelas de modelo americano) ou onde a abertura se dá apenas de um lado, como as fechaduras de banheiro. “A situação em si não é perigosa, mas caso a criança não consiga abrir por muito tempo, ela pode ficar nervosa e se machucar. Já vimos crianças que se machucaram tentando pular a janela do banheiro para tentar sair do cômodo”, exemplifica a médica.

A cozinha também é outro lugar que deve acender o sinal amarelo nos pais: alimentos e líquidos quentes em panelas, por exemplo, devem ficar fora do alcance dos pequenos. O ideal é que as crianças fiquem longe do percurso dos alimentos enquanto se prepara uma refeição: entre o fogão e a pia, ou entre a cozinha e a mesa de jantar, por exemplo.

Intoxicação e superdosagem
A curiosidade infantil também pode causar acidentes envolvendo produtos químicos ou remédios. Embalagens coloridas e chamativas são uma tentação. “Os pais estão mais atentos, mas ainda são comuns acidentes envolvendo produtos químicos e de limpeza. São acidentes muito graves, pois podem comprometer o trato digestório e, além da dor, podem deixar sequelas para o resto da vida”, alerta Maria Amparo.

Outra tentação para as crianças são os remédios. Afinal, xaropes com sabores diversos são irresistíveis e tomar apenas uma colher deixa as crianças querendo mais. Esses medicamentos são adocicados, com sabores que se assemelham ao de chicletes. Se os pais bobeiam, a criança pode arranjar um jeito de tomar todo o vidro do remédio. A superdosagem pode acarretar problemas diversos.

“E os remédios em forma de pílula devem ser trancados em lugares menos acessíveis. Crianças podem confundi-los com balas. Ou, então, por uma simples questão de querer imitar os pais, elas podem ingerir essas medicações destinadas a adultos”, explica a pediatra.

Esses remédios são fabricados em dosagens muito maiores do que seus similares infantis. É preciso que os pais fiquem atentos e controlem rigorosamente tanto o local onde estão guardados esses remédios, como a quantidade ingerida: caso esteja faltando um frasco ou algumas drágeas, por exemplo, é bom questionar a criança.”

Outras situações, apontadas por Maria Amparo, que podem gerar transtornos para a saúde das crianças ou mesmo levar a situações mais graves são:

• Engolir objetos
Esse tipo de acidente pode acontecer especialmente na fase em que as crianças estão engatinhando. “Isso é bastante comum e todo pai observa: as crianças levam tudo que pegam à boca. Peças de brinquedos e outros objetos sólidos são perigosos, pois podem ficar presos na traqueia”, diz a pediatra, que alerta para que os pais estejam sempre atentos à indicação da faixa etária dos brinquedos que estão acessíveis aos filhos.

• Balas e doces sólidos
Similar aos acidentes envolvendo objetos sólidos, as balas também podem causar acidentes e levar a complicações. “Bala, de preferência, somente as mastigáveis e preferencialmente após os 3 anos de idade”, diz.

• Redes de proteção
Os pais também devem estar atentos não somente em colocar as redes de proteção nas janelas de casa, mas também se os locais de convivência dos filhos – como a casa dos avós ou dos tios – também têm esse tipo de equipamento de segurança. As crianças habituadas a janelas protegidas podem acabar se confundindo e se envolvendo em algum acidente grave.

• Piscinas
Um minuto de desatenção de quem cuida da criança e um desastre pode ocorrer: os acidentes em piscinas podem ser extremamente graves. “Mesmo que a imersão na água ocorra por pouco tempo, pode haver diversas complicações para a saúde da criança. Nesses locais, onde há piscina por perto, os pais e cuidadores devem redobrar as atenções”.

Fonte O que eu tenho

“Neurose” com o próprio peso pode engordar de verdade

Novo estudo mostra que ficar “neurótica” (ou neurótico) com a balança pode, na verdade, engordar.

“Se achar gordo, mesmo quando não se é, pode na verdade fazer com que jovens magros engordem quando atingirem a idade adulta”, afirma Koenraad Cuypers, da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega. O estudo, publicado no periódico Journal of Obesity, foi feito com base em uma pesquisa de saúde realizada com quase 1,2 mil adolescentes entre 1995 e 1997 e refeita entre 2006 e 2008, quando esses jovens tinham entre 24 e 30 anos de idade.

Metade dos participantes mantiveram o peso considerado saudável quando atingiram a idade adulta. Mas, entre aqueles que estavam em sobrepeso, os pesquisadores encontraram uma clara diferença: 59% das meninas que atingiram o sobrepeso na idade adulta achavam que eram gordas durante a adolescência. No geral, dos adolescentes – tanto meninas, como meninos – que se achavam gordos, 78% estavam com excesso de peso. Os dados se basearam nas medidas da cintura e índice de massa corporal (IMC).

Segundo a autora, estudos similares feitos anteriormente também mostraram resultados semelhantes. Para ela, existem diferentes – e complexas – razões que podem explicar porque se achar gordo pode engordar. Uma resposta seria o estresse psicológico de tentar atingir um corpo ideal, muitas vezes irreal. “O estresse psicológico está relacionado com o ganho de peso”, afirma.

“Outra explicação pode ser que os jovens que se vêem como gordos muitas vezes mudam seus hábitos alimentares, pulam refeições, por exemplo. E sabe-se que isso pode levar à obesidade”, diz Cuypers.

Outro resultado mostrou que nem mesmo a prática de esportes (muitos adolescentes que se achavam gordos praticavam atividades físicas regularmente) compensou o efeito negativo de se perceber acima do peso.

Modelos e não “supermodelos”
Para a pesquisadora, esta dificuldade em conseguir enxergar o peso corporal real é um resultado do apelo midiático em cima de um padrão de beleza baseado em corpos, muitas vezes, excessivamente magros. E o número grande de mulheres, em relação aos homens, que se achavam gordas quando jovens e que atingiram o sobrepeso na fase adulta não surpreendeu, já que o apelo para ser magra é maior justamente para o público feminino.

“As normas sociais do que é um um corpo bonito e saudável devem mudar. Assim os jovens terão uma visão, um modelo, mais realista do que é normal. Na escola, por exemplo, deve-se conversar com as crianças sobre o que são formas normais do corpo e mostrar que todos os tipos de corpos são bonitos como são. E por último, mas não menos importante, os meios de comunicação devem deixar de enfatizar o corpo das supermodelos como ideal e perfeito, porque não é”, finaliza.

Fonte O que eu tenho

Fitomedicamentos no Brasil: Biodiversidade abundante, investimentos escassos

Por Luiz Francisco Pianowski

Na atual conjuntura econômica do Brasil, que não mede esforços para reverter a insistente balança comercial deficitária, soa como contrassenso a falta de incentivo e atenção dispensados à indústria de fitomedicamentos. O resultado é que, a despeito da abundância de nossa biodiversidade, a indústria nacional ainda precisa recorrer à importação de espécies, em função de regulamentações pouco adequadas à realidade, que, na prática atuam como verdadeiros bloqueios ao desenvolvimento do setor em nosso país. E a partir daí toda a cadeia acaba por ser truncada – desde a pesquisa até a produção industrial, seja qual for o laboratório em questão.

Diante desse cenário, os desafios rumo ao desenvolvimento e produção de fitomedicamentos no Brasil a nível industrial tornam-se enormes, mas mesmo assim devem ser enfrentados, em nome da diminuição das importações e da multiplicação de possibilidades para o desenvolvimento de novos produtos genuinamente nacionais, consolidando um parque industrial 100% brasileiro. E aqui vale a ressalva: sempre falamos em uso sustentável da biodiversidade para produção de fármacos nacionais.

Do ponto de vista das pesquisas, é preciso haver melhorias na jurisdição do setor. Hoje, a legislação referente ao acesso ao patrimônio genético brasileiro é imprecisa, e gera insegurança em muitos profissionais, diminuindo o interesse pelo trabalho na área. Já do ponto de vista industrial, são os processos de manejo florestal que precisam de ajustes, principalmente com relação aos empregos gerados e manutenção das florestas.

A construção de uma via industrial e tecnológica capaz de reduzir drasticamente a dependência de insumos farmacêuticos estrangeiros requer interação e diálogo entre os diversos setores da cadeia de produção: é preciso melhorias e regulamentação no manejo agrícola, certificação das plantas, fortalecimento das politicas de produção e desenvolvimento nos laboratórios, interação entre instituições públicas e privadas, e valorização, por parte do Estado, nas pesquisas e inovações.

Fonte SaudeWeb

Paranoia digital: como gerir a segurança da informação na saúde?

Por Thaia Duó

Executivos do setor discutem como melhorar a gestão da TI diante do cenário digital considerado apreensivo por hospitais e operadoras

A confidencialidade dos dados e da informação é um tema antigo e extremamente crítico para hospitais e operadoras de saúde por uma simples questão: quanto mais digital as pessoas se tornam, mais facilitam que a informação circule.

Em clima de compartilhar experiências, executivos do setor reuniram-se na IT Mídia na manhã desta quinta-feira (16/08) para debater a gestão eficaz da segurança da informação do paciente. A única certeza? Que o digital é preocupante.

Mas como pode um sistema eletrônico ser mais intrigante para a TI do que os milhares de papeis físicos empilhados nos corredores dos hospitais, por exemplo?

Essa “paranoia digital” na verdade não é reconhecida como tal pelo setor. “Não acho que seja paranoia, é questão de entendimento dos riscos associados, dos deveres, do que pode ou não fazer. E essa questão de maiores riscos está internamente, é extremamente crítico”, considera Arlen Feitosa, gerente de segurança da informação e compliance do Hospital Albert Einstein.

É muito mais do que adotar novas tecnologias, envolve conscientização dos colaboradores. O digital, segundo a advogada especializada em Direito Digital Patricia Peck gera mais rastreabilidade e contribui para o crescimento da prova jurídica em determinados casos.

“Tem riscos que eu não tenho como evitar como, por exemplo, a má conduta de um indivíduo, mas tenho como provar que não houve negligência nem conivência, o risco não é meu, não é do meu negócio. Por isso tem que conscientizar e delimitar. Wi-fi é um exemplo de algo que não é do nosso negócio, é apenas para ser benefício para o cliente, então terceiriza. Não precisa estar no seu IP”, aconselha.

Digital X Fraude
A fraude corporativa é um câncer que existe em praticamente todas as organizações. O percentual de organizações e a maneira como cada empresa é afetada variam de pesquisa para pesquisa. A Kroll Advisory, em recente trabalho, indica que 74% das companhias latinas americanas são afetadas por fraudes corporativas.

Um estudo internacional do Reino Unido mostra que quanto mais uso de papel e interferência humana no processo sempre mais risco de fraude. Patricia destaca: “Isso não quer dizer risco de vazamento”. De acordo com a especialista, o digital quando vaza gera um nível de potencialização de risco bem maior.

Para ser efetiva no combate a fraude é mandatório que a organização considere o processo de segurança da informação e que a tecnologia seja auditável.

“Precisamos que as políticas de SI sejam organismos vivos. O Metrus é um exemplo de instituição que antes de ser operadora é um fundo de pensão e por isso temos dois agentes reguladores e somos auditados, em média, sete meses ao ano”, diz Efrain Saavedra, coordenador de TI do Metrus. “A tecnologia é falível, para isso processos de auditoria e de conformidade caminham juntos e possibilitam que a segurança da informação seja das pessoas para que elas possam ser nossos auditores no dia a dia. Isso garante não muito mais que integridade.”

De fato os participantes do debate concordam de forma unânime que a paranoia digital não existe. O que está havendo é a descoberta do potencial de dano e a busca por soluções. O momento é de amadurecimento e compreensão do cenário para Klaiton Simão, gerente de TI do Hospital Samaritano de São Paulo.

Para Simão, o que deve acontecer daqui pra frente é uma adequação dos papeis em relação aos cidadãos, sociedade como um todo e ao governo, cada um entendendo melhor qual seu papel e suas responsabilidades.

“Minha percepção como cidadão é que há uma leniência por parte do judiciário em relação a crimes virtuais. Falta uma legislação firme que represente efetivamente uma preocupação por infrator. Hoje o violador esta se sentindo tranquilo e seguro para praticar seja lá o que for, porque na pior das hipóteses ele vai ter que morrer com algumas cestas básicas”, conclui.

Cenário
A verdade é que alguns anos atrás quando se falava de prontuário eletrônico havia receio se aquele dado uma vez informado podia ser alterado. Sempre havia esse temor, de acordo com Claudio Giuliano, da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).

“Naquele momento, essa era uma paranoia com certo sentido, que poderia acontecer. Uma norma que o CFM criou é evitar que isso pudesse acontecer que hj é requisito de segurança obrigatório. Por outro lado ainda há uma grandíssima quantidade de prontuário médico em vários lugares. Em consultórios é ainda pior o cenário. Eles não usam banco de dados ou usam um muito simples. Isso gerou certa paranoia justificada sobre esse assunto, com advento da Internet e popularização da mídia social”, conta Giulliano. “A paranoia é sim um fato real. Existe o poder danoso de uma informação ser popularizada”, considera.

Milton Alves, diretor de TI e facilities do Hospital Infantil Sabará, também presente no debate, conclui: “A responsabilidade nossa é muito maior, pois estamos herdando a responsabilidade que os hospitais durante séculos deveriam ter resolvidos para não chegarmos nesse momento paranoico.”

Fonte SaudeWeb