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sábado, 25 de agosto de 2012

Chinesas criam o ´face-kini` para proteger o rosto do sol

Uma forma de se proteger dos raios solares, que estão cada vez mais perigosos, é ficar em casa ou passar várias camadas de protetor solar. Mas na China, há uma opção pra lá de inusitada – o famoso "Face-Kini". Trata-se de um traje de praia que cobre o corpo inteiro.


O nome descreve a máscara que envolve o rosto e parece uma balaclava. O visual começou a ser utilizado no leste chinês, na província de Shandong, pela população que precisava se proteger dos males causados pelo sol.


Inventada há sete anos, o "Face-kini" agora está sendo produzido em massa e pode ser encontrado em várias lojas pela China.
Fonte iG

Exame de papanicolaou também para homens

Câncer de ânus
 O exame de papanicolaou, feito em mulheres para rastrear câncer do colo do útero, já vem sendo realziado em homens para detectar lesões causadas por HPV e diagnosticar câncer de ânus precocemente. No Hospital das Clínicas (HC), da Universidade de São Paulo (USP), os médicos do ambulatório de proctologia e DSTs, há cerca de seis anos, fazem o papanicolaou anal em homens.

Fábio Atui, proctologista do ambulatório do HC, diz que o tabu sobre o assunto é uma barreira para a maior conscientização sobre o exame. E no Brasil o exame ainda não é comum, mas nos Estados Unidos é bastante conhecido, afirma.

O teste é feito numa população com maior risco de ter a doença, como pessoas com HIV, imunossuprimidos (quem fez um transplante, por exemplo), quem faz sexo anal (homem ou mulher) e pessoas com histórico de lesões genitais por HPV.

Apesar de raro, o câncer de ânus tem se tornado mais frequente. Atualmente, ocorre 1,5 caso em 100 mil pessoas. Um dos fatores é a sobrevida maior de pacientes com HIV, que têm maior risco de desenvolver lesões pré-cancerosas. Uma proteína do HIV estimula a expressão do HPV. E por causa da maior exposição ao vírus, a doença é mais comum entre homens homossexuais.

O exame não precisa ser feito em homens héteros sem HIV, porque o risco de câncer é bem menor. Mas, quem tem uma lesão por HPV pode ter câncer anal, porque não dá para afirmar que ao tratar a lesão evita-se o câncer.

Luisa Villa, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, afirma que as ferramentas de detecção precoce do câncer anal são importantes, dado o aumento da incidência da doença. No entanto, não há pesquisas suficientes para dizer que o papanicolaou é um exame de rastreamento desse tipo de câncer. Ela diz: ainda precisamos de estudos para confirmar que o teste é uma ferramenta preventiva como é o papanicolaou para a mulher.

Fonte Corpo Saun

Ginkgo Biloba: uso da semente para diversos tratamentos

Ginkgo biloba 3 Ginkgo   Ginkgo bilobaA árvore ginkgo é uma das espécies mais antigas do mundo. Sua semente é usada há muitos anos pela medicina chinesa tradicional e também pode ser utilizada como alimento, ocasionalmente.

Indicações
O extrato de folhas da árvore ginkgo é utilizado para o tratamento de várias doenças e situações, como asma, bronquite, fadiga e zumbido.
Atualmente, muitas pessoas usam o extrato de folhas da árvore ginkgo com a esperança de melhorar quadros de falta de memória, prevenir e melhorar a doença de Alzheimer e outros tipos de demência, diminuir a dor intermitente nas pernas causada pelo estreitamento das artérias e tratamento de disfunção sexual.

Como é usado
O extrato é retirado da folha da árvore de ginkgo e utilizado para comprimidos, cápsulas e chás. Atualmente, o extrato também é usado em produtos dermatológicos.

O que a ciência diz
Vários estudos sobre a eficiência do ginkgo biloba foram feitos, para diferentes situações. Entre as doenças mais pesquisadas estão: demência, perda de memória, dor nas pernas e zumbido.
 
Um estudo do Centro Nacional para Medicina Alternativa e Complementar (NCCAM-Funded, sigla em inglês) classificou a substância ginkgo EGb-761 ineficaz para reduzir a demência ou doença de Alzheimer. Uma análise mais aprofundada dos dados colhidos neste estudo também classificaram esta substância incapaz de retardar os efeitos do declínio cognitivo, pressão arterial e hipertensão. Neste ensaio clínico, os pesquisadores analisaram mais de 3 mil voluntários, com mais de 75 anos que tomavam cerca de 240 mg diários de ginkgo biloba, por 6 anos.
 
Alguns estudos menores obtiveram resultados mais promissores ao demonstrar que o ginkgo biloba pode ajudar na memória; enquanto outra pesquisa, patrocinada pelo Instituto Nacional do Envelhecimento (EUA), analisou mais de 200 adultos com mais de 60 anos de idade, que tomaram extrato de ginkgo por 6 semanas e não conseguiram nenhuma alteração.
 
Quanto à função de ajudar na dor intermitente das pernas, causada pelo estreitamento das artérias, alguns estudos demonstram que o ginkgo pode melhorar o quadro. Em contrapartida, outros estudos não encontraram resultados significativos.
 
No tratamento para zumbido nos ouvidos, não há pesquisas que comprovem nem descomprovem a eficácia do ginkgo biloba.

Efeitos colaterais e precauções
Os efeitos colaterais do uso de ginkgo podem ser: dor de cabeça, náusea, desconforto gastrointestinal, diarreia, tontura e reações alérgica na pele.
 
Exitem alguns estudos que ligam o uso de ginkgo ao aumento do risco de sangramento em pessoas que utilizam remédios antigoagulantes, tenham distúrbios hemorrágicos ou que tenham cirurgia próxima ao uso.
 
Consulte o médico antes de iniciar o uso de ginkgo biloba.

Fonte Corpo Saun

Terapia familiar é mais indicada para tratar anorexia

Uma pesquisa da Universidade de Stanford em parceria com a Universidade de Chicago, ambas nos Estados Unidos, comparou dois tipos de tratamentos para anorexia nervosa, a terapia familiar e a terapia individual.

No estudo realizado com 121 pacientes, na faixa etária de 12 a 18 anos, com ambos os sexos, a terapia familiar foi duas vezes mais eficaz no tratamento da doença do que a terapia individual. Aqueles que tiveram apoio e acompanhamento de pais e irmãos se recuperaram mais rapidamente e melhor.

Ester Zatyrko Schomer, psicóloga clínica e terapeuta familiar do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares (Ambulim) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, concorda com a pesquisa e confirma que tratar a família toda é mesmo mais eficaz do que acompanhar apenas o paciente com transtorno.

De acordo com a psicóloga, a rotina familiar pode ter relação com a determinação ou a continuidade da doença. E com a participação da família na terapia, cada indivíduo descobre o que pode e precisa fazer para ajudar na recuperação.

Uma pessoa com anorexia é capaz de desestabilizar toda a casa. Em geral, quando os pais procuram ajuda para os filhos, eles mesmos já estão precisando de apoio e não sabem mais como proceder. Por isso, se sentem impotentes e cansados dos conflitos, das agressões das duas partes e da perda do diálogo entre os familiares.

A forma mais comum do tratamento familiar coloca o paciente, irmãos e pais na mesma sessão. A primeira lição que os pais aprendem é que eles não são e nem devem se sentir culpados. Todos os integrantes da família devem estar abertos ao diálogo, esquecer as cobranças e fazer acordos para um bom resultado no tratamento, afirmam os psicólogos.

Os especialistas alertam que sem orientação, muitas vezes as famílias tomam rumos errados e prejudicam o doente e fazem com que o transtorno se agrave.

Fonte Corpo Saun

Saiba mais sobre: Doença de Alzheimer