Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



sábado, 22 de setembro de 2012

MS quer reduzir pela metade mortes por acidentes de trânsito até 2020

Padilha assina pacto pela redução de mortes nas estradas em ação do governo durante Semana Nacional do Trânsito
 
O Ministério da Saúde pretende reduzir pela metade, até 2020, o número de mortes por acidentes de trânsito. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da assinatura do Pacto Nacional pela Redução de Acidentes (Parada - Um Pacto pela Vida), nesta sexta-feira (21), em Brasília, juntamente com a presidente Dilma Rousseff e o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.
 
A iniciativa faz parte das ações da Semana Nacional de Trânsito, que tem como tema " Não exceda a Velocidade. Preserve a Vida" e pretende reduzir o número de mortes nas ruas e estradas do Brasil. Além das autoridades, estiveram presentes personalidades como Emerson Fittipaldi e Cissa Guimarães.
 
O Pacto Nacional pela Redução de Acidentes prevê uma série de ações preventivas para combater a violência do trânsito. A principal medida é realizar campanhas permanentes de conscientização, que antes eram sazonais. " Nosso propósito é selar o compromisso do governo com a paz no trânsito. Não podemos deixar de valorizar uma das coisas mais importantes: a vida. Cada vez mais nos tornamos um país de classe média, com novas alternativas de transportes, o que exige maior responsabilidade" , destacou a presidente Dilma Rousseff.
 
Em 2010, 42.844 pessoas morreram nas estradas e ruas do país. Dentre as internações provocadas pelo trânsito, as maiores vítimas foram motociclistas, seguidos pelos pedestres.
 
Fonte isaude.net

Composto encontrado naturalmente nos mirtilos reduz a pressão arterial

Pessoas que tomaram doses elevadas do ingrediente duas vezes ao dia por oito semanas apresentaram redução da pressão sanguínea
 
Cientistas da University of Mississippi, nos EUA, descobriram que um composto encontrado naturalmente nos mirtilos reduz a pressão arterial em adultos.
 
Os resultados, apresentados pela American Heart Association, revelam que doses elevadas do ingrediente pterostilbene, a ser comercializado com o nome de pTeroPure®, reduziu os níveis de pressão sanguínea dos participantes.
 
A equipe de pesquisa avaliou a eficácia do composto em 80 pacientes com níveis elevados de colesterol (colesterol total de 200 ou maior e / ou LDL - colesterol ruim - de 100 ou mais).
 
Duas vezes por dia, durante seis a oito semanas, os participantes receberam doses elevadas (125 mg), ou baixas (50g) de pterostilbene, pterostilbene com o extrato de uva (100 mg), ou um placebo.
 
Os investigadores avaliaram a pressão sanguínea, o peso corporal e os lipídeos no sangue dos pacientes, no início e no fim do estudo.
 
"Nós notamos redução da pressão arterial sistólica e diastólica em pacientes que receberam a dose elevada de pterostilbene e diminuição da pressão arterial sistólica em pacientes que receberam o composto com extrato de uva", afirma o líder da pesquisa Daniel M. Riche.
 
Riche e seus colegas concluíram que altas doses de pterostilbene podem levar a diminuições significativas na pressão arterial de adultos com colesterol elevado.
 
Fonte isaude.net

Cientistas da Suécia criam modelo tridimensional detalhado do pé humano

Sistema que usa tecnologia de computador para modelar de ossos a tendões vai permitir fabricação de aparelhos ortopédicos melhores
 
Cientistas da Glasgow Caledonian University, no Reino Unido, desenvolveram o modelo tridimensional mais avançado do pé humano.
 
O sistema utiliza tecnologia de computador para modelar ossos, articulações, ligamentos, músculos e tendões que compõem o pé.
 
Ele vai permitir a fabricação de aparelhos ortopédicos melhores e mais eficiente e deve cortar o tempo de recuperação de condições que atingem os pés e tornozelos.
 
O trabalho é parte do projeto a-footprint, que visa desenvolver um novo processo de design e fabricação de aparelhos ortopédicos, utilizando novas técnicas de impressão 3D.
 
"Antes desse modelo 3D, a maioria dos modelos de computador do corpo humano terminava em um retângulo preto. O pé humano era muito difícil de ser modelado devido a sua complexidade. O novo projeto abre portas a uma enorme gama de aplicações que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas", afirma o coordenador do projeto Jim Woodburn.
 
Estima-se que 200 milhões de europeus sofrem de problemas que atingem o pé e o tornozelo. O novo modelo deve conduzir a aparelhos ortopédicos com maior eficiência, reduzindo o tempo de recuperação e eliminando os sintomas.
 
Segundo a equipe, o modelo, com um nível de detalhe anatômico sem precedentes, também vai levar a mais informações sobre o funcionamento dos músculos da perna.
 
Fonte isaude.net

Privação de sono afeta saúde dos ossos e atividade da medula óssea

Estudo ajuda na compreensão da falta de sono sobre a osteoporose e a incapacidade em reparar danos ósseos com o envelhecimento
 
Falta crônica de sono afeta a saúde dos ossos e a atividade da medula óssea, de acordo com pesquisadores do Medical College of Wisconsin, nos EUA.
 
Estudo, feito com camundongos, pode ajudar na compreensão do impacto da privação de sono sobre a osteoporose e a incapacidade em reparar danos ósseos com o envelhecimento dos seres humanos.
 
Após privar os animais de sono, a pesquisadora Carol Everson e seus colegas notaram anormalidades nos marcadores séricos do metabolismo ósseo dos ratos, o que os levou a realizar medições diretas de parâmetros ósseos, desta vez em ratos que enfrentaram restrição de sono recorrente durante grande parte da vida adulta.
 
Os resultados mostraram um desequilíbrio dramático entre a aposição e reabsorção óssea, marcado pelo impedimento da formação óssea sem redução da absorção. Além disso, a gordura na medula vermelha (medula responsável por produzir sangue) é reduzida e as células geradoras de plaquetas dobram em número, indicando alterações na plasticidade da medula.
 
"Se os mesmos processos forem desencadeados em humanos, isso pode causar pior reparação de micro lesões das atividades da vida diária, introdução de processos de osteoporose, e alterações nas células progenitoras que podem afetar a predisposição a doenças", afirma Everson.
 
"Com o estresse aumentado devido a problemas no trabalho, financeiros e outros, a maioria das pessoas experimenta dificuldades em dormir. Apesar de sabermos que a perda de sono pode afetar a saúde em geral, pouca informação específica está disponível sobre como isso altera a saúde dos ossos", afirma o editor da revista Experimental Biology and Medicine Steven R. Goodman.
 
Segundo Goodman, os resultados indicam que a privação de sono em ratos atrapalha a formação óssea, reduz a gordura na medula vermelha e aumenta os níveis de plaquetas. "Se isso acontecer também em seres humanos, este trabalho terá grande impacto na nossa compreensão da privação de sono sobre a osteoporose e a incapacidade para reparar danos no osso com a idade", conclui.

 
Fonte isaude.net

Pessoas criadas na zona rural têm duas vezes mais risco de Alzheimer

Pesquisa revela ligação entre campo e doença, no entanto, razões para associação permanecem desconhecidas
 
Crescer no campo pode dobrar o risco de doença de Alzheimer, sugere pesquisa realizada pela Universidade de Edimburgo, nos Reino Unido.
 
A pesquisa revela uma ligação entre a área rural e a doença e mostra que as pessoas criadas no país, e não aquelas que se mudaram para lá mais tarde na vida, enfrentam os maiores riscos de demência.
 
No entanto, as razões para essa associação permanecem um mistério. O estudo foi publicado no Daily Mail.
 
"Nós realmente não sabemos o mecanismo por trás dessa ligação. Pode ter a ver com o acesso a cuidados de saúde, exposição a alguma substância desconhecida, fatores socioeconômicos, ou uma série de outros fatores", afirma o líder do estudo Tom Russ.
 
Estudos anteriores analisaram como as taxas de doenças variam entre as áreas urbanas e rurais, mas os resultados foram inconclusivos devido a diferentes definições do que constitui a vida na cidade ou país.
 
Para obter uma imagem mais clara, pesquisadores reuniram os resultados de dezenas de estudos de todo o mundo, que remonta há várias décadas.
 
O trabalho foi projetado para fornecer uma melhor indicação global dos riscos e benefícios do estilo de vida e sua influência sobre a doença de Alzheimer.
 
Os resultados, publicados no International Journal of Epidemiology, mostraram que ser nascido e criado na zona rural mais do que dobrou o risco de doença de Alzheimer mais tarde na vida.
 
A equipe agora pretende investigar a razão para essa ligação, na esperança de encontrar uma maneira de proteger as pessoas contra os riscos.
 
Fonte isaude,net