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sábado, 27 de outubro de 2012

Justiça adia prazo para fim de contrato de 255 médicos de cooperativas

Brasília - O juiz da 1ª Vara do Trabalho de João Pessoa, Arnóbio Teixeira de Lima, determinou que os contratos do governo do estado da Paraíba com cooperativas médicas termine dia 19 de dezembro. Esta decisão suspende a ordem do Tribunal Superior do Trabalho que determinou o dia 23 de outubro para o fim das atividades dos 255 médicos cooperados.
 
As cooperativas prestam serviços de saúde a sete hospitais da Paraíba em especialidades de média e alta complexidade, como cirurgia e anestesia. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), essa modalidade de terceirização foi proibida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho em 2006.
 
O MPF chegou a recomendar que o Ministério da Saúde mandasse a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) para temporariamente suprir a lacuna deixada pelos médicos cooperados. Segundo o site do Ministério da Saúde, FN-SUS presta “assistência rápida e efetiva às populações em território nacional e internacional, atingidas por catástrofes, epidemias ou crises assistenciais”
 
Apesar da recomendação do MPF, de acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba a intervenção não será necessária, já que o governo do estado publicou edital de seleção pública para a contratação de 255 médicos.
 
O MPF ressalta que, embora alertada há mais de um ano sobre a iminência do trânsito em julgado, tanto pelo procurador da República Duciran Farena, quanto pelo Ministério Público do Trabalho e outras entidades, como o Conselho Regional de Medicina, a Secretaria de Saúde da Paraíba não tomou as atitudes necessárias para diminuir os efeitos da suspensão do atendimento por esses médicos.
 
Fonte Agência Brasil

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Bactérias da boca podem causar doenças no organismo

O que doenças como osteoporose, diabetes, obesidade, problemas cardiovasculares e até parto prematuro têm a ver com a boca? Muita coisa.
 
De acordo com um estudo publicado no British Medical Journal, as placas dentárias podem aumentar em até 80% o risco dessas doenças.
 
Isso ocorre porque a bactérias alojadas na gengiva se deslocam pelo organismo e se instalam em determinados órgãos prejudicando seu funcionamento.
 
Fonte R7

Queima do diesel pode causar câncer

Um estudo recente da Organização Mundial de Saúde constatou que a fumaça da queima do óleo diesel contém substâncias cancerígenas.
 
O órgão alerta que é preciso adotar os mesmos alertas contra o fumo passivo. De acordo com o estudo, muitos casos de câncer de pulmão podem estar relacionados com à queima de diesel.
 
A fumaça afeta pedestres, tripulação de navios e até mesmo trabalhadores que operam maquinaria pesada.
 
Ainda segundo a OMS, além de atingir o pulmão, os gases emitidos com a queima de diesel também podem causar tumores na bexiga.
 
A poluição pode acelerar perdas cognitivas em mulheres entre 70 e 80 anos elevando os riscos de diabetes, AVC, anemia e outras doenças do sistema respiratório e circulatório.
 
Fonte R7

Coquetel de bactérias elimina patógeno causador de infecções hospitalares graves

Testes com ratos mostram que mistura de seis espécies de bactérias suprime C. difficile e reduz uso excessivo de antibióticos
 
Cientistas do Reino Unido desenvolveram um coquetel de bactérias capaz de eliminar infecções causadas pelo patógeno Clostridium difficile. O trabalho deve ter um impacto significativo no controle e no tratamento de infecções hospitalares graves no futuro.
 
O líder da pesquisa Trevor Lawley e seus colegas do Wellcome Trust Sanger Institute analisaram uma estirpe de C. difficile, conhecida como O27, que estabelece uma infecção persistente e contagiosa que é muito difícil de tratar com antibióticos.
 
C. difficile pode causar inchaço, diarreia, dor abdominal e é um fator que contribuiu para mais de 2 mil mortes no Reino Unido em 2011. A bactéria vive naturalmente no corpo de algumas pessoas onde outras bactérias intestinais suprimem e evitam sua propagação. Se uma pessoa é tratada com antibiótico, as bactérias naturais do corpo podem ser destruídas e o intestino pode se tornar invadida por C. difficile. A cepa agressiva de C. diff analisada no estudo tem sido responsável por epidemias na Europa, América do Norte e Austrália.
 
Utilizando modelos de ratos, os pesquisadores descobriram seis bactérias naturais que eliminam esta estirpe altamente contagiosa de C. diff. Três das bactérias não haviam sido descritas antes.
 
"Tratamos camundongos infectados com esta forma persistente de C. diff com uma série de antibióticos, mas eles sempre recaíram a um alto nível de contágio. Em seguida, tentamos tratar os animais com transplante fecal, fezes homogeneizadas a partir de um rato saudável contendo as bactérias. Esta abordagem suprimiu a doença rapidamente e de forma eficaz, sem recorrência, na grande maioria dos casos", afirma Lawley.
 
Segundo os pesquisadores, a combinação de seis espécies de bactérias suprimiu de forma eficaz C. difficile em camundongos, restaurando a diversidade bacteriana do intestino. "Nossos resultados abrem o caminho para reduzir o uso excessivo de tratamento antibiótico e aproveitar o potencial natural de comunidades microbianas para o tratamento de infecção por C. difficile e outras doenças potencialmente associadas aos desequilíbrios microbianos", concluem os autores.

 
Fonte isaude.net

Scanners de segurança de aeroportos podem danificar bombas de insulina

Exposição a equipamentos causa danos eletromagnéticos em aparelhos usados por diabéticos para a gestão da doença
 
Pesquisa publicada na revista Diabetes Technology & Therapeutics revela que scanners de corpo inteiro ou de raios-X usados para garantir a segurança de aeroportos podem alterar o funcionamento de equipamentos usados por diabético como a bomba de insulina e dispositivos de monitoramento contínuo da glicose.
 
O estudo sugere que as pessoas com diabetes podem apresentar uma declaração do próprio médico para evitar possíveis danos causados pela exposição a equipamentos de imagem nos aeroportos.
 
Quando uma bomba de insulina ou outro dispositivo de monitoramento contínuo de glicose é passado através de um scanner de corpo inteiro ou de raios-X, ou outro equipamento de imagem, existe o risco de que o motor possa apresentar defeitos eletromagnéticos.
 
Há pouca pesquisa publicada sobre o impacto da tecnologia de imagem sobre dispositivos usados por diabéticos, embora os fabricantes tenham realizado inúmeros testes relacionados em seus produtos e ofereçam recomendações a respeito de que tipo de equipamento pode causar interferências.
 
Algumas fabricantes afirmam que os dispositivos podem passar com segurança através de detectores de metal, mas que devem ser removido ao se passar por um scanner corporal de aeroporto.
 
Segundo algumas empresas, se uma pessoa optar por passar através de um scanner de corpo inteiro, deve remover a bomba de insulina e o dispositivo de monitoramento de glicose e não enviar os dispositivos através da máquina de raios-X.
 
"Dado o aumento do uso de dispositivos como a bomba de insulina, não só nos EUA, mas em todo o mundo, com centenas de milhares de pessoas que utilizam esta tecnologia, parece fundamental que mais pesquisas sejam financiadas para entender melhor e potencialmente reparar esse problema", afirma Irl Hirsch, editor sênior da Diabetes Technology & Therapeutics e professor da Universidade de Washington, nos EUA.

 
Fonte isaude.net