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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Prefeitura de Itapiranga - SC abre concurso público

A Prefeitura de Itapiranga, Estado de Santa Catarina, através da empresa AMEOSC, publicou os editais N°s 05/2012 e 06/2012 de concurso público e processo seletivo destinado ao preenchimento de 42 vagas para profissionais de níveis médio e superior.
 
Os salários variam de R$ 929,61 para o cargo de Técnico de Enfermagem Socorrista, R$ 1.450,79 para professor não habilitado, R$ 1.748,92 para professor habilitado e de R$ 11.488,80 para o cargo de médico. A carga horária varia de 10 a 40h semanais.
 
As inscrições estarão abertas até o dia 09 de novembro de 2012, das 8h às 11h e das 13h30min às 16h30min, nas dependências da Prefeitura Municipal de Itapiranga - SC, no Setor de Recursos Humanos, situada na Praça das Bandeiras, 200.
 
O valor da Taxa de inscrição será de:

R$ 50,00 Professor Habilitado;

R$ 30,00 Professor não Habilitado;

R$ 100,00 Ensino Superior;

R$ 50,00 Ensino Médio.
 
As provas serão aplicadas a todos os candidatos provavelmente no dia 24 de novembro de 2012, das 8h30min às 11h, tendo como local as dependências da Escola Municipal FUNEI, sito a Rua Matriz, na cidade de Itapiranga - SC. O gabarito oficial será divulgado na data prevista de 27 de novembro de 2012, a partir das 15h.
 
O processo Seletivo terá validade por até 31 de dezembro de 2013.
 
Já o concurso público terá validade por 02 anos, a contar da data de publicação e homologação do resultado final, podendo ser prorrogado nos termos da Constituição Federal.

Prefeitura de São José do Cedro - SC lança edital de processo seletivo

Já está disponível o edital 01/2012, que dispõe sobre a realização de processo seletivo para preenchimento de várias vagas no quadro de servidores da Prefeitura de São José do Cedro, em Santa Catarina. As oportunidades são para candidatos dos níveis fundamental, médio e superior e o salário oferecido poderá ser de até R$ 1.451,00 em carga horária variada de 10, 20 ,30 e 40h semanais.
 
O certame será executado através da empresa AMEOSC - Associação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina.

As inscrições estarão abertas até o dia 19 de novembro de 2012, (somente nos dias úteis) das 8horas às 11 horas e das 13 horas e 30 minutos às 17horas, na Secretaria Municipal de Educação e Cultura de São José do Cedro, sito à Rua Santa Maria, nº 22, na cidade de São José do Cedro (SC).

O valor da taxa de inscrição será de:
R$ 40,00 Professores Habilitados: Ensino Superior e Ensino Médio;
R$ 30,00 Professores Não Habilitados, Auxiliar de Ensino, Monitor de Creche;
R$ 25,00 Auxiliar de Serviços Gerais e Merendeira.

As provas objetivas serão aplicadas a todos os candidatos na data provável de 01 de dezembro de 2012, no horário compreendido entre as 8 horas e 30 minutos e 11 horas, nas dependências do CEMEG – Centro Municipal de Educação Girassol, sito à Rua Nereu Ramos, nº 106, São José do Cedro – SC. O gabarito será divulgado na data prevista de 03 de dezembro de 2012.

O processo seletivo terá validade somente para o ano letivo de 2013.

Prefeitura de São Miguel do Oeste - SC abre vagas

Foi Re-Ratificado o edital de processo seletivo N° 023/2012 da Prefeitura de São Miguel do Oeste, Estado de Santa Catarina. O certame destina-se ao preenchimento de vagas, para contratação temporária de Professores e demais funções, para o ano de 2013, e compor reserva técnica para ocupação de vagas que venham a surgir no decorrer do prazo de validade deste certame.
 
As vagas ofertadas são para cargos de todos os níveis de escolaridade, com vencimentos de até R$ 1.582,58 em carga horária de 10 a 40h semanais. O certame será realizado através da empresa AMEOSC - Assosciação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina.
 
Inscrições
As inscrições serão realizadas até o dia 21 de novembro de 2012, das 07h30min horas às 12h30min, na Secretaria Municipal de Educação, na cidade de São Miguel do Oeste (SC).
 
Cargos e Taxas
- Manipulador de Alimentos, Aux. Serviços Gerais, Auxiliar de Creche e Aux.Sala: R$ 20,00, por inscrição.

- Assistente Administrativo Educacional: R$ 25,00;

- Professores , Especialista em Assuntos Educacional: R$ 35,00.
 
Provas e Gabaritos
As provas serão realizadas provavelmente no dia 25 de novembro de 2012, das 8h30min às 11horas, nas dependências da EMEIEF Marechal Arthur da Costa e Silva, Bairro Salete e no Instituto Federal de Santa Catarina IF-SC, B. Jardim Peperi São Miguel do Oeste, SC. O gabarito será divulgado na data prevista de 26 de novembro de 2012.

Até que a morte os separe

Por Sandro Scárdua
 
Existe uma frase atribuída a Max Nunes que diz o seguinte: “Há uns casais que se detestam tanto que não se separam só pra um não dar esse prazer ao outro”. Pois nas relações comerciais e profissionais parece que algumas vezes acontece a mesma coisa.
 
O casamento entre prestadores de serviço e os intermediários de serviços médicos, chamados popularmente de operadoras de planos de saúde (sim, caro leitor, são intermediários na prestação de serviço), já ruiu há algum tempo. Ele vinha sobrevivendo a crises consecutivas, cada uma mais grave que outra, até que se extinguiu. Não há mais simpatia. Nem respeito. Nem consideração. Igualzinho como entre duas pessoas que um dia imaginavam construir algo de concreto e de benefício mútuo, mas que percebem que não é bem assim que as coisas são.
 
Duvida? Olhe ao redor. A despeito do aumento em números reais da quantidade de usuários de planos de saúde no nosso país, a qualidade do serviço prestado pelos atuais “players” do mercado fica muito a desejar. Todo mundo sabe disso. O índice de insatisfação dos usuários e prestadores subiu na mesma proporção em que as relações entre as operadoras, prestadores (principalmente médicos) e usuários azedou.
 
Esses últimos, agora reféns de uma escolha feita pelo RH da empresa em que trabalha e que na maioria das vezes não tem o poder de decidir que operadora sua empresa irá escolher para fornecer o tal plano de saúde, ou não têm informação suficiente para estabelecer juízo de valor nessa escolha; já não sabem a quem recorrer. Até porque é sabido por todos que o custo de levar a termo qualquer contestação judicial a respeito de uma atitude considerada inaceitável pelas operadoras para com um usuário ainda assim é compensada pela manutenção de estratégias que visam impedir ou dificultar o acesso aos seus serviços. Os prêmios (mensalidades) anunciados são ridículos e irreais, baseados em cálculos atuariais tendenciosos e inflados por um senso de oportunismo que até hoje ninguém se atreveu a regular.
 
Os profissionais, notadamente os médicos, parecem se comportar como numa relação de namoradinhos adolescentes: se não fizer isso, eu faço bico. Se não me pagar como eu quero, eu paro de atender um, dois, dez dias, não importa. Se não me der condições para atuar dentro que eu considero mais adequado do ponto de vista de liberdade de ação, eu também não quero mais brincar.
 
Toda relação tem suas regras, escritas ou não, que se traduzem, nesse caso, em contratos, termos de ajuste os mais diversos, e em atitudes tácitas baseadas na ética e no bom senso. Há, sem sombra de dúvida, uma quebra de todos esses paradigmas. Sonegar uma remuneração justa é apenas um desses aspectos.
 
Assim sendo, por que permanecer mantendo a aparência de um casal que se dá bem, quando o que ocorre é o oposto? Já não é chegada a hora da categoria, através de suas entidades representativas, assumir unilateralmente a falência deste modelo de relacionamento, que em última análise acaba por nos tornar cúmplices dessa não disfarçada ação espoliadora sobre aqueles aos quais juramos servir com nosso talento e dedicação? Que tal pensar na possibilidade de voltar às origens e ser um pouquinho, só um pouquinho, novamente um profissional liberal?
 
As operadoras de planos de saúde certamente também têm seus motivos para estar insatisfeita nessa relação. Os médicos são manipuladores, algumas vezes mal intencionados, e em diversas circunstâncias forjam números e situações para justificar suas ações, em troca de um potencial ganho paralelo. Médico é humano. Seres humanos erram. São passíveis também de deslizes desprezíveis. Mas enquanto esses representam uma fração de um universo amplo, as práticas contestáveis de gerenciamento clínico e operacional das empresas, principalmente das líderes de mercado (assim intituladas em função do número de usuários) saltam aos olhos pela ganância e pelo afastamento de seus princípios, valores e missão. Para estas, não custa lembrar que a razão de sua existência está calcada na existência dos próprios médicos. Se estes não existem, não existe operadora.
 
E há quem acredite que a implantação de “modernas técnicas gerenciais”, como as advindas de empresas estrangeiras (muito em pauta recentemente), pode ser solução para o problema, simplesmente porque são um sucesso enquanto corporação em seus países, com seus públicos, suas legislações e sua cultura. Vamos ver.
 
Então, por que o casamento persiste? Para isso teríamos que recorrer a uma construção histórica que justificaria o atual estado de coisas, assim como explicar a interdependência dos setores públicos e privados na prestação de serviços em saúde, o que foge ao objetivo deste post. Mas deixo aos que me lêem que façam suas reflexões.
 
“Chama-se casamento de conveniência o casamento entre pes­soas que de modo nenhum convêm uma à outra.” (Jean-Baptiste Alphonse Karr).
 
Fonte SaudeWeb

Checklists eletrônicos ajudam a prevenir erros médicos

Segundo estudo, checklists eletrônicos ajudam a reduzir erros, mas a garantia da conformidade de medição está no compartilhamento de informação de saúde
 
Quando funcionários de hospitais usam um checklist eletrônico para registrar as medicações dos pacientes, há menos probabilidade de erros medicamentosos do que quando escrevem históricos de medicações à mão, segundo a descoberta de um novo estudo.
 
Apesar do estudo não incluir um grande número de pacientes, contribui para a evolução e entendimento da conformidade de medicação – uma exigência do Estágio 2 do Uso Significativo (Meaningful Use Stage 2), do programa de incentivo EHR do governo americano.
 
A conformidade de medicação é o processo de comparar novos pedidos com as medicações que o paciente já está tomando. Discrepâncias entre os dois podem resultar em interações medicamentosas adversas. O estudo de checklist, publicado na Perspectives in Population Health Management, aponta que por conta dos históricos médicos serem difíceis de reunir, 25% das prescrições em uso não são registradas nos registros hospitalares e 61% dos pacientes tomam um ou mais remédio que não estão registrados.
 
Segundo a Agency for Healthcare Research & Quality (Ahrq – Agência de Pesquisa de Saúde e Qualidade), estudos mostraram que a discrepância de medicações ocorre com cerca de um terço de pacientes no momento da admissão, proporção semelhante na transferência de uma área de cuidado para outra; e 14% acontecem na hora da alta do paciente do hospital. Muitas dessas discrepâncias ocorrem porque os médicos não têm ciência das atuais medicações do paciente e têm que confiar no paciente para saber os nomes dos remédios no momento da admissão.
 
Apesar de inúmeros estudos apontarem melhorias na conformidade medicamentosas por meio do uso de ferramentas de TI, a Ahrq aponta que seus efeitos em resultados clínicos continuam obscuros. O estudo de checklist é um esforço para cobrir essa abordagem.
 
Resultado do Estudo
O estudo focou em pacientes idosos, admitidos em um grande hospital no Texas (EUA). Os 64 pacientes selecionados para o estudo tinham 65 anos ou mais, tomavam cinco ou mais remédios e passaram pelo menos uma semana nos hospital. As medicações tomadas previamente pelos pacientes foram todas registradas no EHR do hospital como base. Os enfermeiros questionaram os pacientes sobre seus remédios e documentaram suas respostas, algumas vezes à mão e outras em um checklist eletrônico no EHR.
 
O estudo mostrou que a documentação eletrônica reduziu os erros medicamentosos, principalmente por causa dos alertas que ajudaram os enfermeiros a corrigir seus registros. “As descobertas do estudo sugerem que a implementação de sistemas de registro eletrônico para aumentar a precisão dos históricos de medicações do pacientes, identificando, assim, as doses incorretas e a frequência de medicações prescritas”, concluiu o autor do estudo.
 
Jordan Battani, da empresa de consultoria CSC, disse à InformationWeek HealthCare, que o estudo de checklist destaca a fraqueza na conformidade em medicação, mostrando a dependência dos hospitais em relação à memória dos pacientes. “Na maioria dos cenários durante a internação em um hospital, é provável que esses sejam as principais fonte de dados”.
 
Checklists eletrônicos podem ser úteis para assegurar o que o paciente disse, corrigir seus erros e eliminar erros relacionados à escrita à mão ilegível. Mas a melhor forma de melhorar a conformidade de medicações é aumentar o uso de compartilhamento de informações de saúde. “Sozinho, o EHR ajuda alguns, mas o que realmente virará o jogo é o compartilhamento efetivo de informações”.
 
Enquanto os hospitais esperam que o compartilhamento efetivo de informação de saúde surja em suas comunidades, Battani adicionou, devem considerar tirar vantagem do histórico de medicação do cuidado ambulatorial – baseados em prescrições registradas em farmácias ou de pedidos por correio que estão disponíveis por meio do Surescripts. “As farmácias têm ótimas informações sobre quando as prescrições foram realizadas e preenchidas”.
 
Entretanto, “hoje, não temos um mecanismo efetivo para juntar essa (preenchimento farmacêutico) informação e colacá-la dentro do EHR em hospitais”. Os dados não incluem prescrições preenchidas em farmácias de hospitais.
 
Ken Kleinberg, um consultor da The Advisory Board Co., sugeriu outro método para melhorar a precisão dos históricos de medicamentos em hospitais. Cerca de metade dos hospitais dos Estados Unidos já realizam administração de medicação por meio de código de barras no leito. Poderiam usar essa mesma tecnologia para escanear os códigos de barra em frascos de comprimidos que os pacientes trazem de casa. Isso identificaria quais medicações os pacientes estão tomando e também poderia mostrar uma potencial interação medicamentosa.

Fonte: Ken Terry InformationWeek; replicada pela InformationWeek Brasil
 
Por SaudeWeb