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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Inscrição para o Provab está aberta; médicos terão bolsa mensal de R$ 8 mil

Começou ontem (2) o período para os municípios aderirem à segunda edição do Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica (Provab). O programa pretende estimular a atuação de profissionais na saúde básica em municípios que têm carência de pessoal na área.
 
Os gestores interessados em receber médicos pelo programa terão até o dia 1º de fevereiro para fazer a inscrição no site do programa. Esta versão do Provab tem como novidade o pagamento de uma bolsa mensal de R$ 8 mil pelo governo federal para os médicos, além da obrigatoriedade de o profissional fazer uma pós-graduação, com 12 meses de duração.
 
As cidades citadas na Portaria nº 1377/2011 terão prioridade na contratação desses profissionais. Para estimular a ida para essas áreas, é oferecida pontuação adicional de 10% na nota dos exames de residência para os médicos que tiverem bom desempenho no primeiro ano de atuação no programa.
 
Os municípios serão responsáveis pelo acompanhamento da atuação dos profissionais na unidade básica de saúde. Os médicos também vão ser tutoreados por instituições formadoras, por meio de supervisores remunerados pelo Ministério da Saúde com bolsas no valor de R$ 3 mil.
 
Na primeira versão do programa, das 2 mil vagas abertas para médicos, apenas 366 estavam preenchidas em dezembro de 2012.
 
Fonte SaudeWeb

Unimed BH aposta em TI para oferta de trabalho médico

O aumento do acesso da população aos serviços de saúde suplementar frente a uma defasagem da rede assistencial aponta para um maior volume de queixas dos beneficiários com relação ao tempo para marcar consultas e à espera em pronto-atendimento. Paralelo a isso, a Unimed-BH identificou a oportunidade de desenvolver uma plataforma que oferece ao cliente a facilidade de marcação de consultas pela internet.
 
O sistema promove, em tempo real, o acesso do usuário aos horários disponíveis na agenda dos médicos cooperados, das unidades próprias e das clínicas credenciadas que aderiram ao agendamento online. Hoje, dos 3,5 mil médicos elegíveis para a ferramenta, 1,2 mil já têm agenda disponibilizada no sistema.
 
“Temos uma média de 40 mil marcações de consultas por mês via web, número considerado impossível no cenário anterior, em que havia um ambiente de insatisfação em relação a uma percepção equivocada quanto à oferta por consulta dos médicos”, revela o diretor de provimento de saúde da Unimed-BH, Luiz Otávio Fernandes de Andrade.
 
De acordo com o executivo, a mídia e os clientes reclamavam da falta de agenda para determinadas especialidades, fato não comprovado pelo censo de disponibilidade de consultas realizado pela cooperativa. “Ligamos, como clientes ocultos, para 100% dos médicos cooperados e pedimos as disponibilidades e, com isso, percebemos que havia, sim, agenda. O que acontece é que os usuários buscam atendimento por referência ou por ordem alfabética nos guias da Unimed-BH, e ambos são mecanismo errados.”
 
Com essa conclusão, a cooperativa viu a necessidade de criar a ferramenta online, em parceria com o suporte de informática. O projeto piloto, iniciado em 2010 e com entrada operacional em janeiro de 2011, hoje é considerado um sucesso, principalmente por dar alternativas aos clientes para marcação de consulta para o mesmo dia ou dentro do prazo legal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
 
Atualmente, a Unimed-BH tem 220 mil clientes cadastrados e quase 530 mil consultas marcadas. “O que está ocorrendo é um crescimento consistente dos número de marcação de consultas. Temos um recorde de 2,2 mil agendamentos em um dia; aos domingos são 700 consultas agendadas. A grande maioria dos agendamentos ocorre durante a noite ou de madrugada”, conta Andrade. A ferramenta permite ao cliente escolher médicos por região e tempo de formação, entre outros.“Conforme o número de agendamento via internet aumenta, cresce também a adesão dos profissionais cooperados, que são treinados para usar a ferramenta”, destaca.
 
Implantação tecnológica
Considerado um projeto 30% de tecnologia e 70% de comunicação e operação, o agendamento online exige o desenvolvimento de uma ferramenta tecnológica moderna, pois envolve sigilo e segurança, por ter a base de dados dos clientes consultada em tempo real.Para Andrade, é preciso pensar e ter infraestrutura de segurança de dados que seja suficientemente para apoiar a operação. “Tão importante quanto isso é a estratégia de implantação de comunicação, porque é preciso mostrar a ferramenta para o médico e tê-lo treinado de forma adequada antes de entrar em contato com o usuário”, avalia.
 
Oferta de trabalho
A criação e oferta de trabalho médico aos cooperados são considerados os principais benefícios do sistema, já que as agendas que estavam ociosas acabam sendo encontradas e ocupadas pelos usuários. Em segundo lugar está a tranquilidade de garantir acesso e disponibilidade junto ao cliente.
 
“Isso traz uma percepção de diferencial competitivo muito grande. Do ponto de vista da ANS, estamos aderindo à resolução 259, que estabelece os prazos máximos para oferta de consultas. É uma situação altamente vantajosa para as pontas”, considera.
 
Outro aspecto, considerado menos perceptivo pelo executivo, é a redução de custos, avaliada em R$ 100 mil por mês. “Reduzimos a necessidade de ter posição de call center a partir do momento que criamos essa ferramenta, o que resultou em uma economia muito significativa.”
 
De acordo com Andrade, a Federação das Unimeds do Estado de Minas Gerais também adquiriu a ferramenta e a colocou à disposição em todo o Estado. “Em um futuro próximo, todos os clientes terão acesso ao mecanismo de busca de atendimento em toda Minas Gerais”. As Unimeds Vitória e Florianópolis também aderiram ao agendamento online.
 
A TI e o planejamento estratégico
Os executivos de TI da Unimed-BH são responsáveis por administrar os recursos tecnológicos e garantir a disponibilidade das informações, assim como que as ações de tecnologia estejam alinhadas com os objetivos estratégicos e o planejamento determinado pela cooperativa.
 
A TI, antes uma gerência na Unimed-BH, hoje é uma superintendência, sendo o segundo escalão da cooperativa, para garantir que haja um alinhamento das estratégias, dos recursos e do planejamento global.“Temos um comitê diretivo do qual fazem parte cinco superintendências, sendo uma de TI, pois entendemos que no setor de serviços a tecnologia é uma ferramenta extremamente importante no modelo de gestão”, conclui Andrade.
 
Fonte SaudeWeb

Emergência do Hospital Getúlio Vargas será reaberta

 
O Hospital Getúlio Vargas Filho, o Getulinho, no Rio de Janeiro, deve reabrir a emergência nesta quinta-feira (3).
 
A princípio o atendimento será como hospital de campanha, de acordo com o novo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PT), que pretende fazer um choque de gestão.
 
De acordo com o político, foram contratados, através da parceria com o estado, médicos, pediatras e enfermeiros. Além disso, será iniciada uma obra ampla na estrutura do hospital.
 
As dívidas da administração anterior somam mais de R$ 100 milhões. 

Fonte SaudeWeb

Internações por acidente de trânsito custaram R$ 200 milhões ao SUS

A violência no trânsito reflete diretamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2011 foram registradas 155 mil internações em todo Brasil relacionadas a acidentes de trânsito, o que representou um custo de mais de R$ 200 milhões. Só no estado de São Paulo, foram realizadas 41.591 hospitalizações nesse ano, o que custou R$ 58,6 milhões aos cofres públicos.
 
De acordo com o Ministério da Saúde, esse valor leva em conta apenas as internações na rede hospitalar pública, sem considerar os custos dos atendimentos imediatos às vítimas feitos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (SAMU), nas Unidades de Pronto Socorro e Pronto Atendimento e na reabilitação do paciente com consultas, exames, fisioterapia, dentre outros.
 
Projeto Vida no Trânsito
O Ministério da Saúde intensificou as ações do projeto Vida no Trânsito. Lançado de forma pioneira em Curitiba (PR), Palmas (TO), Teresina (PI), Campo Grande (MS) e Belo Horizonte (MG), o projeto está, atualmente, implementado em todas as capitais e também em Campinas (SP) e Guarulhos (SP).
 
No último mês de setembro, o Ministério da Saúde autorizou o repasse de mais R$ 12,8 milhões para os 26 estados e o Distrito Federal aplicarem no Vida no Trânsito. Desse montante, foi destinado o valor de R$ 1 milhão para São Paulo. No total, já foram liberados R$ 27,7 milhões para investimentos no projeto.
 
Fonte SaudeWeb

Anvisa deve publicar este mês nova análise sobre uso da sibutramina

Brasília – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve publicar ainda este mês uma nova análise sobre o uso da sibutramina no mercado brasileiro. O órgão deve decidir se mantém a autorização para o uso do medicamento no país.
 
Em 2011, a agência decidiu banir os emagrecedores à base de anfepramona, femproporex e mazindol, os chamados anfetamínicos. Já a sibutramina permaneceu liberada, mas com restrições. Pacientes e médicos precisam assinar um termo de responsabilidade, que deve ser apresentado junto com a receita no momento da compra. Profissionais de saúde também são obrigados a informar à Anvisa problemas apresentados pelos pacientes.
 
A proposta inicial dos técnicos da agência era banir o medicamento no país, pois estudos internacionais mostram que o uso da substância aumenta os riscos de problemas cardiovasculares e de alterações no sistema nervoso central. Mas, após nove meses de debate, a equipe técnica mudou de posição e, no último relatório, defendeu a permanência do uso e da venda do remédio no Brasil. No prazo de um ano, o órgão voltaria a analisar a manutenção da sibutramina no mercado brasileiro.
 
De acordo com a Anvisa, a sibutramina ajuda a perder, no mínimo, 2 quilos de massa corporal em um período de quatro semanas. O tratamento é indicado para quem tem Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou acima de 30 e não sofre de doença cardíaca. O prazo máximo de utilização do remédio é dois anos.
 
Desde o anúncio da proposta de tirar os emagrecedores do mercado, sociedades médicas se posicionaram contra a ideia. A Associação Brasileira de Estudos sobre Obesidade (Abeso) defende que, sem esses medicamentos, pacientes obesos ficam sem possibilidade de tratamento.
 
Fonte Agência Brasil