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sábado, 12 de janeiro de 2013

Revelamos o segredo da dieta que parece milagre

Com preços salgados e marcação cerrada nos pacientes, médico argentino diz já ter "secado" 50 mil pessoas em todo o mundo
 
Danielle emagreceu 15kg em três meses, Tatiana perdeu 27kg em seis meses e Amélia se livrou de 43kg em nove meses. Nenhuma delas se submeteu à cirurgia bariátrica, ou tomou remédios. O que espanta em suas histórias, além do emagrecimento rápido e significativo, é a ausência de qualquer outro aparato, químico ou físico, que possa ter levado essas mulheres a perderem tanto peso em tão pouco tempo. Em comum, a gerente de marketing, a estilista e a pedagoga dividiam o objetivo – perder peso – e o sentimento de que esta seria a última tentativa em busca de um corpo mais magro e saudável.
 
Pílulas, academia, dietas, consultas ao endocrinologista, ao nutricionista e receitas “infalíveis” já haviam sido tentadas, sem sucesso. O que mudou a vida das três, segundo elas, foi o método criado pelo terapeuta argentino Máximo Ravenna, que alia psicologia, psiquiatria, restrição e reeducação alimentar com exercícios físicos controlados.
 
Os resultados obtidos com esses quatro pilares são o maior chamariz do centro terapêutico, que funciona como um spa. Com três unidades no País (Salvador, Brasília e São Paulo), desde que se instalou por aqui, calculam os diretores, já foram atendidas mais de 14 mil pessoas. Em todo o mundo, o número soma 50 mil.
 
O principal diferencial, diz Ravenna, é levar em consideração a subjetividade de cada indivíduo e tratar também o psicológico.
 
“Além de seguir uma dieta, realizar atividades físicas e acompanhar a saúde, a pessoa participa de grupos terapêuticos em que é possível falar sobre seu vínculo alimentar, dificuldades e conquistas, reconhecendo a obesidade como um problema que não é só seu”, afirma.

Ao conversar com seus pacientes, Ravenna tem uma postura dura e assertiva. Em seu livro "Entre abrir e fechar a boca" o médico relata o caso da paciente Natália, desgostosa com a própria aparência:

"Aparentemente existem muitas coisas que você não sabe, Natália: não sabe do que você tem medo, não sabe se quer ter filhos, não sabe que vida teria gostado de levar, não sabe por que não pode emagrecer... Não são questões pouco imporantes. No entanto, parece que obedecer é a única coisa que, sim, você sabe fazer."
 
Em um encontro com pacientes durante o lançamento do mesmo livro, em São Paulo, disparou após ser perguntado sobre o efeito sanfona: "É um efeito ligado à mudança de comportamento, a pessoa não é um gordo feliz e nem um magro tranquilo. Falta certeza sobre qual lugar você pertence e ainda existe o sentimento de querer ser invisível, ou melhor, de não querer ser visto assim, gordo."
 
No livro, "A Teia de Aranha Alimentar" o médico defende que todos estão presos a algum tipo de compulsão – seja por cegueira, distração, ignorância, angústia, ou simplesmente por acaso – o que impede de encontrar o caminho para o emagrecimento. Descobrir o que está levando a pessoa a comer e porque a comida tornou-se uma grande fonte de prazer é um dos focos.

Na prática, são três os objetivos que norteiam o projeto: corte (de calorias e de atitudes e pensamentos que possam levar à compulsão), medida (diminuir as porções e encontrar a medida adequada) e distância (ações para não voltar a comer em excesso).
 
Comprometimento também é uma peça fundamental. Ao manifestar interesse no método, não basta se inscrever e pagar a salgada mensalidade – são R$1300 no plano básico, incluindo todos os acompanhamentos médicos, menos a alimentação.
 
Estar disposto a seguir as orientações nutricionais e comparecer aos grupos terapêuticos é essencial. Alegar falta de tempo, trânsito pesado ou horas extras não é permitido. A marcação é cerrada e faltar não é uma opção. É preciso ajustar o horário de trabalho com a agenda da clínica: na sexta-feira, por exemplo, o único grupo terapêutico do dia começa às 8h15, inviável para quem precisa entrar às 9h.
 
“É preciso dar prioridade ao emagrecimento, decidir e se entregar”, frisa Camila Nunes, gerente da clínica paulista e ela mesma uma ex-obesa.
 
O passo seguinte é identificar, por meio de um exame de bioinpedância, a quantidade de água, gordura e músculo presente no corpo para então definir a meta de emagrecimento. O tempo é curto e o resultado aparece rápido. As mulheres perdem de 5% a 7% do peso logo no primeiro mês, enquanto os homens podem chegar a até 10% do próprio peso. Mas esse resultado varia também de pessoa para pessoa.
 
Até chegar ao peso ideal, não é possível tirar folga da rotina de dieta hipocalórica e hipossódica, exercícios de resistência e terapias individuais e em grupo. São indicadas quatro refeições por dia, num total de apenas 800 calorias. No cardápio, cortam-se carboidratos complexos, açúcares, gordura e o álcool.
 
“São retirados os alimentos com alto índice glicêmico, que se transformam em glicose e energia. O corpo precisa aprender a gastar a gordura”, explica Camila.
 
“Tudo isso contribui para estabilizar o comportamento da secreção de insulina, geradora da sensação de fome, evitando picos e, dessa forma, ativando mecanismos de saciedade. Assim, o paciente adquire tranquilidade para realizar a dieta, o que viabiliza a decisão de emagrecer a cada momento”, diz o médico.
 
Nesse período, a abstinência química e emocional é grande e são comuns sintomas como dor de cabeça, sonolência, irritação e falta de concentração.
 
“A comida tem uma grande força química, ou seja, nosso organismo fica viciado. Um estudo recente de um pesquisador norte-americano prova que alimentos como pão e milk-shake de chocolate, por exemplo, atuam no cérebro humano sob os mesmos critérios de dependência química de usuários de cocaína. Acreditamos que mantê-los distantes, na etapa de eliminação de peso, é mais eficaz e confortável do que permiti-los em pequenas porções”, completa Ravenna.
 
Com medo de cair em tentação, é normal que os pacientes se afastem do convívio social. Festas de família, aniversário, happy-hour com os amigos e outras situações em que o apelo da comida seja muito intenso costumam ser evitados.
 
A atitude não é recomendada pelo médico, mas ele admite que essa pode ser uma saída enquanto a pessoa não se sentir confortável para dizer não à extravagância alimentar. Com o tempo, relata Ravenna, diante dos resultados e com a confiança fortalecida, a decisão de se manter no processo torna-se mais fácil, num movimento em que o paciente decide pelo projeto de ser magro, sem mais o jogar na caixa das frustrações e insucessos.
 
Por esse mesmo motivo, muitos almoçam e jantam na própria clínica, onde os pratos são preparados de acordo com as orientações das nutricionistas. Cada refeição custa, em média, R$40.
 
A malhação, embora indicada, não é pesada. Os exercícios são apenas os de resistência, como musculação, ou alongamento, como pilates e ioga. Correr ou caminhar de forma intensa são desaconselhados.
 
“Porque o organismo deixa de gastar a gordura e procura outras formas de obter energia”, explica Camila Nunes. A ideia é apenas tonificar os músculos para que não haja a temida flacidez, comum em métodos de emagrecimento rápido.
 
Manutenção
Ao alcançar o peso ideal, a dieta deverá ser readequada. É a fase de maior insegurança: depois de emagrecer muito retirando alguns ingredientes, é natural que a reinserção dos mesmos no cardápio traga um pouco de ansiedade e medo, sentimentos tratados na terapia. A reintrodução destes alimentos é feita aos poucos e acompanhada. O objetivo é identificar qualquer possível alteração de conduta provocada por alimentos que tendem a ser "gatilhos" alimentares.
 
Atente-se
Dietas muito restritivas, como a recomendada pelo método, pode gerar o famoso efeito rebote, ou seja, ao voltar à alimentação, o organismo responde acumulando ainda mais gordura do que o necessário. O corpo entende como se aquele momento fosse um período atípico de doença ou escassez de alimento e tenta se recuperar para “voltar ao normal”.
 
Fonte iG

Dieta rica em fibras pode impedir progressão do câncer de próstata

Alimentos ricos em fibras como cereais impedem progressão do câncer de próstata em pacientes diagnosticados em fases mais precoces da doença.
Alimentos ricos em fibras como cereais impedem progressão
do câncer de próstata em pacientes diagnosticados em fases
 mais precoces da doença
Fibra não permite que os tumores da próstata criem novos vasos sanguíneos necessários para abastecê-los com energia
 
Uma dieta rica em fibra pode ajudar a controlar a progressão do câncer de próstata em pacientes diagnosticados em fases mais precoces da doença. É o que revela estudo de pesquisadores da Universidade do Colorado, nos EUA.
 
A taxa de ocorrência de câncer de próstata em culturas asiáticas é semelhante à taxa em culturas ocidentais, mas no Ocidente, o câncer de próstata tende a progredir, enquanto em culturas asiáticas não. O recente estudo, publicado na revista Cancer Prevention Research, mostra que a resposta pode ser uma dieta rica em fibras.
 
O estudo comparou ratos alimentados com hexafosfato de inositol (IP6), um dos principais componentes de dietas ricas em fibra com ratos de controle que não receberam o composto.
 
Em seguida, os pesquisadores usaram a ressonância magnética para monitorar a progressão do câncer de próstata nesses modelos.
 
"Os resultados do estudo foram realmente bastante profundos. Vimos uma redução drástica no volume do tumor, principalmente devido aos efeitos antiangiogênicos de IP6", afirma a pesquisadora Komal Raina.
 
Basicamente, a alimentação com o ingrediente ativo de uma dieta rica em fibras impediu os tumores da próstata de criar novos vasos sanguíneos necessários para abastecê-los com energia. Sem esta energia, o câncer de próstata não pode crescer. Da mesma forma, o tratamento com IP6 abrandou a taxa em que o câncer metaboliz a glicose.
 
Os mecanismos possíveis para os efeitos da IP6 contra o metabolismo incluem a redução de uma proteína chamada GLUT-4, que é fundamental para o transporte de glicose.
 
"Os pesquisadores têm procurado variações genéticas entre povos asiáticos e ocidentais que poderiam explicar a diferença nas taxas de progressão do câncer de próstata, mas agora parece que a diferença pode não ser genética, mas está na dieta", conclui Raina.
 
Fonte isaude.net

Paciente virtual pode preparar melhor médicos para prevenir o suicídio

Dr. Adriana Foster, responsável pela pesquisa
Foto: Georgia Health Sciences University
Dr. Adriana Foster, responsável pela pesquisa
Pesquisa indica que alunos que interagem com 'Denise' serão mais capazes de avaliar o risco de suicídio em pacientes reais
 
Cientistas da Georgia Health Sciences University, nos EUA, descobriram que um paciente virtual chamado Denise que pode ajudar os médicos a avaliar o risco de suicídio de cada paciente real no futuro.
 
"Os médicos de cuidados primários tendem a ser a linha de frente no atendimento a pessoas com doença mental, de modo que precisamos aplicar o mesmo tipo de esforço educacional na avaliação do risco de suicídio que aplicamos no reconhecimento de um ataque cardíaco", explica a pesquisadora Adriana Foster.
 
Segundo Foster, a avaliação do risco de suicídio deve ser imprescindível e ela espera que Denise, mãe e esposa procurando atendimento psiquiátrico para insônia e transtorno de humor, possa ajudar.
 
Suicídio está ocorrendo mais cedo e com mais frequência nos Estados Unidos do que nunca. Taxas aumentaram até 25% na última década, para 12,4 por 100 mil indivíduos por ano. É a segunda principal causa de morte entre estudantes universitários e terceira para pessoas com idades entre 15 e 24 anos, de acordo com a Fundação Americana de Prevenção ao Suicídio. Cerca de 20% dos alunos do ensino médio relatam ter considerado seriamente o suicídio nos últimos 12 meses.
 
O novo trabalho com estudantes de medicina está ajudando a determinar se a oportunidade de fazer perguntas difíceis sobre o risco de suicídio para um paciente virtual (simulado por computador) pode ajudar as famílias reais a evitar esta tragédia.
 
Quarenta estudantes de medicina do segundo ano assistiram a um vídeo de um médico entrevistando um paciente com um transtorno de humor. A entrevista incluiu uma avaliação de risco de suicídio. Outros 40 alunos entrevistaram Denise eletronicamente.
 
Mais tarde, todos os alunos vão para o centro de habilidades clínicas entrevistar um ator interpretando um paciente com transtorno de humor. Um subgrupo vai também interagir com um segundo ator com problema de saúde mental diferente. Estes atores são treinados para retratar e denunciar sintomas associados a uma determinada condição.
 
"Esperamos que esta abordagem possa ajudar futuros praticantes a lidar com questões realmente difíceis, como o suicídio, psicose, ansiedade e depressão", observa Foster.
 
Os pesquisadores acreditam que os alunos que interagem com Denise serão mais capazes de avaliar o risco de suicídio em pacientes padronizados. Se eles estiverem certos, os pesquisadores querem compartilhar Denise com outros estudantes de medicina.
 
"A maioria dos suicídios não acontece do nada e a maioria dos indivíduos suicidas está aberta à intervenção. A maioria das pessoas é realmente ambivalente sobre isso e procura ajuda, tornando a avaliação do médico e a atenção da família e dos amigos ainda mais importante. Há vários estigmas que supões que amigos e familiares nunca devme falar. Mas quando você é um médico, muitos de seus pacientes vão ter esses tipos de transtornos, além de distúrbios físicos. Queremos que nossos alunos estejam preparados e não tenham medo de fazer perguntas", conclui Foster.
 
A equipe pretende ainda estudar o impacto a longo prazo de Denise sobre os alunos.
 
Fonte isaude.net

Ultrassonografia deve ser conduzida por médicos, diz CFM

Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, do CFM, explicou que a ultrassonografia implica conhecimento de anatomia, fisiologia, patologia e mesmo técnica cirúrgica e, por isso, deve ser realizada por médicos
 
O emprego de algumas técnicas radiológicas e imagenológicas – como a ultrassonografia, por exemplo – requer alto nível de treinamento e deve ser conduzida por médicos. Esta foi a posição do Conselho Federal de Medicina (CFM) durante audiência pública na Câmara dos Deputados, no dia 6 de dezembro, que discutiu o PL 3.661/12, que regulamenta o exercício de atividades radiológicas.
 
Representando o CFM, o conselheiro Aldemir Humberto Soares, especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, explicou que a ultrassonografia implica conhecimento de anatomia, fisiologia, patologia e mesmo técnica cirúrgica, pois há procedimentos endoscópicos, transvaginais, que são invasivos, e procedimentos intervencionistas guiados por ultrassom, como biópsia de tireoide, fígado, rim, próstata etc. “Hoje a ultrassonografia é uma especialidade médica reconhecida e estabelecida no mercado, que requer seis anos de graduação mais especialização que varia de três a quatro anos, ou seja, um preparo de até dez anos. Por isso, a nossa ultrassonografia ganhou alto reconhecimento no mundo. Ela tem a vantagem de ser exame sem radiação, e muito barato dentro do contexto de imagem”, explica.
 
Durante a reunião, a entidade criticou alguns pontos do PL, como a autorização para que bachareis em ciências radiológicas, tecnólogos em radiologia e técnicos em radiologia empreguem algumas técnicas como a ultrassonografia.
 
O representante do CFM destacou ainda que a Radiologia é uma das áreas da medicina que apresentou o maior desenvolvimento técnico-científico. A entidade entende que a profissão de técnico em radiologia é fundamental na atualidade e deve ser adequada ao atual nível da especialidade de radiologia.
 
“Estamos em um nível muito alto de qualidade de exame, de equipamentos, procedimentos e técnicas que o tradicional curso de técnico não atende mais. O nível superior pode ser reconhecido e regulamentado no nível tecnológico, mas não deve trazer confusão e desencontro entre as diversas profissões, deixando sempre claro os limites entre cada uma. O que buscamos é que todos tenham o seu espaço, progridam e melhorem em função da população, e que prestemos um serviço melhor”, defendeu. A audiência foi proposta pelos deputados Benedita da Silva (PT-RJ) e Eleuses Paiva (PSD-SP). “Cada profissão tem obrigações e deveres de acordo com seu conhecimento e habilidades adquiridas. Me preocupa muito quando começamos a ultrapassar os limites para os quais cada profissional é treinado e capacitado”, destacou Paiva.
 
Também participaram representantes do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Associação Brasileira de Física Médica, Comissão Nacional de Energia Nuclear, Instituto Federal de Santa Catarina, Conselho Federal de Biomedicina e Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia.
 
Fonte SaudeWeb

Atualizada resolução sobre especialidades médicas

Novo texto traz mudanças para o reconhecimento de programas de residência médica, tempos de formação e regras sobre o funcionamento da CME
 
O Conselho Federal de Medicina (CFM), por meio da Resolução 2005/12, atualizou a Resolução 1.973, que estabelece critérios para o reconhecimento de especialidades e áreas de atuação na medicina, e a forma de concessão e registros de títulos.
 
Um novo relatório da Comissão Mista de Especialidades (CME), referendado na sessão plenária de novembro, manteve a lista das 53 especialidades médicas vigentes no texto anterior. A nova redação, no entanto, trouxe mudanças para o reconhecimento de programas de residência médica, tempos de formação e regras sobre o funcionamento da CME. Como novidade, foi incluída a Toxicologia Médica na relação das áreas de atuação reconhecidas no país.

A CME tem a finalidade de deliberar sobre o reconhecimento de especialidades médicas e as áreas de atuação. Também propõe as inclusões ou exclusões.
 
Veja os destaques da Resolução 2005/12
 
ADAPTAÇÃO DOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA
• Foi estabelecido o prazo de dois anos para adaptação dos programas de residência médica às mudanças determinadas pela resolução. Antes, a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) somente autorizava os programas de residência médica nas especialidades e áreas de atuação listadas na diretriz.
 
ALTERADOS TEMPOS DE FORMAÇÃO
• Alguns tempos de formação também sofreram mudanças. A especialidade Cancerologia/Cancerologia Clínica teve sua formação alterada de dois para três anos.

• Também tiveram o tempo de formação aumentado de um para dois anos as seguintes áreas de atuação: Cardiologia Pediátrica, Endocrinologia Pediátrica, Gastroenterologia Pediátrica, Nutrição Parenteral e Enteral Pediátrica, Nutrologia Pediátrica, Pneumologia Pediátrica e Reumatologia Pediátrica.
 
NOVA ÁREA DE ATUAÇÃO
• A área de atuação Toxicologia Médica foi incluída, com interface nas especialidades de Clínica Médica, Medicina Intensiva, Pediatria e Pneumologia.
 
INTERFACES MAIS AMPLAS
• A área de atuação Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista foi estendida também para médicos especialistas em Pediatria com certificado de área de atuação em Cardiologia Pediátrica.

• A área de atuação em Dor foi estendida também para especialistas em Clínica Médica.
 
REGRAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DA CME
• A nova redação da resolução especificou o trâmite para os pedidos – externos à CME – de criação ou extensão de especialidade ou área de atuação. Estes deverão ser originários da associação brasileira da respectiva área, instruídos com a devida justificativa e com apreciação prévia da diretoria da Associação Médica Brasileira (AMB).

• Outra nova conduta prevista, durante a apreciação das propostas, é a possibilidade de convocação das respectivas associações de especialidade para comparecimento em reunião da CME, para exposição oral e sustentação documental, se necessário.

• A CME emitirá, por meio de relatores e revisores designados, pareceres conclusivos a serem apreciados em reunião plenária da Comissão.
 
Fonte : CFM