Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

FACHUCA (PE) abre vaga para Professores

A Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do Cabo de Santo Agostinho – FACHUCA, estado do Pernambuco, lançou através do Diário Oficial dos Municípios edital Nº. 001/2013 de processo seletivo oferecendo várias vagas de nível superior para o cargo de Professor Auxiliar. Serão oferecidas aos candidatos 20h/a e 30h/a mensais de acordo com a carga horária da disciplina para a qual o candidato foi selecionado.
 
Serão oferecidos 2% das vagas por cargo, aos portadores de deficiência.
 
As inscrições serão realizadas gratuitamente até o dia 28 de janeiro de 2013, na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do Cabo de Santo Agostinho- Fachuca, localizada na rua Sebastião Juventino s/n Destilaria , Cabo de Santo Agostinho/PE, das 10h às 16h.
 
No ato da inscrição deverão ser apresentados e entregues os seguintes documentos:
Currículo;

RG – Registro Geral de Identidade;

CPF/MF – Cadastro Nacional de Pessoa Física do Ministério da Fazenda;

Comprovante de residência;

Comprovante de quitação com o serviço militar obrigatório, se do sexo masculino;

Título de eleitor, acompanhado do comprovante de votação ou justificativa no último pleito;

Diploma ou Certificado de Licenciaturas Plenas em Pedagogia, Matemática, Letras , Física e Psicologia;

Diploma ou Certificado de Curso de Especialização na Área Específica ,com a carga horária mínima de 360 h/a.
 
O processo seletivo será feita mediante avaliação curricular e documental.
 
A lista dos aprovados e classificados será divulgada a partir do dia 31 de janeiro de 2013, mediante afixação no quadro de avisos da faculdade, na internet e no site da Prefeitura - www.cabo.pe.gov.br.

Sobrepeso pode atrasar desenvolvimento motor do bebê, sugere estudo

Bebês gordinhos podem ser adoráveis, mas o sobrepeso pode atrasar seu desenvolvimento motor - incluindo as habilidades de rolar, engatinhar e sentar -, segundo estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.
 
Avaliando 215 bebês em diversos momentos até os 18 meses de idade, os pesquisadores observaram que mais de 70% apresentaram sobrepeso no período, e essas crianças mais gordinhas tinham maior probabilidade de ter atraso no desenvolvimento motor.
 
As análises mostraram que 20% daqueles acima do peso tiveram esse atraso indicado em testes de 14 a 21 habilidades, e 23% dos bebês que apresentaram níveis acima da média de gordura na barriga, no braço e na parte de cima das costas também apresentaram problemas no desenvolvimento motor.
 
Os pesquisadores observaram, por exemplo, que a incapacidade de permanecer sentado por 30 segundos era duas vezes mais comum em bebês com sobrepeso do que naqueles com peso e níveis de gordura normais.
 
Desenvolvimento motor
Geralmente, um bebê de três meses equilibra sua cabeça, senta com apoio e rola; com seis meses, senta sozinho e rasteja, porém, se tem atraso no desenvolvimento, com esta idade, não consegue ficar sentado por 30 segundos sem apoio e nem rola. Com 18 meses de idade, problemas no desenvolvimento motor fazem com que não tenham equilíbrio para andar para trás e para os lados ou para se manter sobre um pé por dois segundos. Normalmente as crianças começam a caminhar entre nove e 12 meses e, aos 18, consegue caminhar para trás e subir escadas.
 
“É importante que os pais ofereçam um espaço seguro, onde os bebês podem e são encorajados a explorar, mas bebês com sobrepeso podem limitar a exploração apropriada para a idade ao alcance de seu braço”, destacou a pesquisadora Meghan Slining. Apesar desses resultados, os especialistas destacam que, sem examinar outros grupos de crianças por meses e anos, não se pode saber se o excesso de peso e gordura corporal causa o atraso das habilidades motoras em crianças mais velhas.
 
Fonte The Journal of Pediatrics

ONG pressiona governo contra "junk food"

Secretário Edson Aparecido (à esq) recebe assinaturas de Lucas Pretti, do Change.org (à dir)
Silva Junior/Folhapress
Secretário Edson Aparecido (à esq) recebe assinaturas de Lucas Pretti,
 do Change.org (à dir)
Representante do Instituto Alana (ONG de defesa dos direitos da criança) entregou ontem ao secretário estadual da Casa Civil, Edson Aparecido, um abaixo-assinado pedindo que o governador Geraldo Alckmin aprove dois projetos de lei que dizem respeito ao consumo infantil.
 
Um dos projetos prevê a proibição da veiculação de anúncios de alimentos "pobres em nutrientes e com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio no rádio e na TV", entre as 6h e as 21h.
 
O outro proíbe a venda de alimentos com brindes, como refeições infantis com brinquedos das redes de fast food.
 
No Palácio dos Bandeirantes estavam Pedro Hartung, assessor do Alana, e representantes do site Change.org, plataforma mundial de abaixo-assinados usado para coletar as 12.500 assinaturas em prol da sanção dos dois projetos de lei.
 
O objetivo era entregar o documento diretamente ao governador, mas o grupo só foi recebido pelo secretário.
 
Alckmin tem até terça-feira para decidir se aprova ou veta os projetos. Segundo Aparecido, o parecer da equipe técnica deve ficar pronto na segunda-feira, mas não é possível prever o resultado.
 
"A equipe técnica ouve todo mundo, e tem que ter uma análise constitucional, jurídica. Colocamos toda a equipe para analisar, ver o que aconteceu em outros Estados e países. O mais importante é que o governo se abriu pra debater a matéria", afirmou.
 
Hartung, do Alana, diz ter esperança de que o governador se sensibilize com as assinaturas. "É uma briga de interesses, mas esperamos que o interesse da criança seja colocado em primeiro lugar."
 
Rafael Sampaio, vice-presidente-executivo da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes), afirma, porém, que o projeto sobre publicidade dirigida a crianças é inconstitucional porque a competência de legislar sobre a publicidade é da União.
 
"Em todo o mundo, a solução é a autorregulação com o mínimo de legislação para aqueles que não cumprem. E aqui já existe um volume baixo de publicidade para crianças. Temos um problema de obesidade para resolver, mas não é dessa maneira, não vejo esse clamor popular."
 
Fonte Folhaonline

Lipoaspiração volta a ser cirurgia plástica mais realizada no Brasil

lipoaspiração desbancou a prótese de silicone e voltou a ser a cirurgia plástica mais popular no Brasil. Ela já tinha ocupado o posto de campeã em 2004, caiu em 2007 e voltou a liderar em 2011.
 
Em quatro anos, o número de cirurgias plásticas no país quase dobrou: passou de 629.287, em 2008, para 905.124, em 2011 --um aumento de 43,9%.
 
Os dados, obtidos com exclusividade pela Folha, são de pesquisa da Isaps (Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética), em conjunto com a SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), que será divulgada hoje.
 
Editoria de Arte/Folhapress
Veja qual foi o aumento de cirurgias plásticas realizadas no Brasil
Em 2011, foram feitas 211.108 lipos contra 91.800 em 2007--um aumento de 130%. No mesmo período, foram 148.962 cirurgias de aumento de mama (um crescimento de 54,5%).
 
Segundo Carlos Oscar Uebel, presidente da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, uma das razões pelas quais a lipo ultrapassou as cirurgias de mama foi a preocupação gerada pelos implantes de silicone rompidos das marcas PIP e Rofil.
 
"Essa retração aconteceu não só no Brasil mas também na França, Itália e Espanha, países onde essas próteses eram bastante usadas. As mulheres ficaram reticentes."
 
Editoria de arte/Folhapress
Segundo dados do Ministério da Saúde, 88 mulheres tiveram que trocar as próteses no SUS no ano passado.
 
Mortes
Ao mesmo tempo em que se populariza, a lipo também acumula mortes, muitas vezes atribuídas à imperícia profissional ou à falta de condições do local onde é feita.
 
Por ano, oito pessoas morrem no país durante o procedimento, segundo a Isaps. A SBCP ainda prepara um levantamento do número de mortes e das possíveis causas associadas a elas.
 
Para José Horácio Aboudib, presidente da SBCP, a banalização do procedimento é a principal responsável por mortes e outros problemas.
 
"A lipo é feita por muitos médicos que não são cirurgiões plásticos e que não receberam treinamento adequado. O local também é negligenciado. Você não vê paciente morrendo no Einstein, no Sírio ou em outros hospitais de ponta."
 
Para Carlos Uebel, as mortes preocupam mas são poucas em relação ao número de procedimentos realizados.

"Temos um dos menores índices do mundo, mas é um problema sério: 85% das denúncias [de mortes ou intercorrências] que chegam ao Cremesp [Conselho Regional de Medicina] são de médicos que não têm especialidade em cirurgia plástica."
 
Ele explica que a lipo tem limitações nem sempre respeitadas. "Eles podem ultrapassar os 5% [de retirada de gordura] do peso corporal, operam fora do ambiente hospitalar e sem a presença do anestesista. É uma técnica muito segura, desde que feita adequadamente."
 
Vice-campeão
Em números absolutos, o Brasil é vice-campeão mundial em cirurgia plástica. Só perde para os Estados Unidos, que realizou 1,1 milhão de procedimentos em 2011.
 
"Se levarmos em consideração a população total dos dois países, veremos que o número de cirurgias per capita em ambos é muito próximo, apesar do poder aquisitivo dos americanos ser muito superior", afirma Aboudib.
 
Outra novidade da pesquisa ficou por conta da blefaroplastia (correção das pálpebras), que teve um aumento de 120%.

"Os homens também têm feito muitas cirurgias de pálpebras. Elas começam a pesar e isso dificulta a leitura", diz Aboudib.
 
Fonte Folhaonline

Prós e contras de realizar mais de uma cirurgia plástica no mesmo dia

As condições físicas e psicológicas do paciente e o porte dessas
  cirurgias plásticas devem ser avaliados pelo cirurgião plástico
Procedimentos combinados são cada vez mais comuns. Avaliação deve ser cuidadosa
 
Em busca de um corpo perfeito, com barriguinha sarada e cinturinha de pilão, muitas mulheres acabam submetendo-se a cirurgias plásticas como lipoaspiração, abdominoplastia ou prótese de mama para elevar a autoestima. Elas fazem de tudo para obter um corpo curvilíneo, inclusive optando por fazer duas ou mais cirurgias plásticas ao mesmo tempo. De acordo com o cirurgião plástico Luiz Eduardo Mendonça Pereira, quando o paciente não está contente com alguma parte do corpo, logo fica em dúvida sobre outra.

— O paciente pode optar por fazer duas ou mais cirurgias plásticas juntas, afinal há cirurgias que se associadas oferecem resultados muito mais satisfatórios — avalia.

Essa possibilidade acaba virando uma tentação, e realizar mais de uma plástica no mesmo dia evita que o paciente passe por dois pré e pós-operatórios.

— O risco de fazer mais de uma operação no mesmo dia é semelhante a uma única cirurgia, dependendo é claro das dimensões, duração das intervenções e das condições clínicas de cada paciente. Caso o procedimento cirúrgico seja de porte grande, os riscos aumentam — destaca Pereira.

A associação de duas ou mais cirurgias plásticas na mesma oportunidade irá depender de uma série de fatores. As condições físicas e psicológicas do paciente e o porte dessas cirurgias plásticas devem ser avaliados pelo cirurgião plástico.

— O procedimento é planejado em conjunto com o anestesista. Ambos devem calcular o tempo de duração da cirurgia e o tipo de anestesia que deverá ser utilizada — ressalta o médico.

As combinações preferidas por elas
Entre as cirurgias associadas mais requisitadas estão: rejuvenescimento da pálpebra + correção de flacidez do pescoço; mamoplastia de aumento + lipoescultura corporal; mamoplastica redutora + abdominoplastia; blefaroplastia + lipoaspiração; rinoplastia + lipoescultura; lipoaspiração + aumento de glúteos; peeling químico + cirurgia da face. No entanto, o médico não deixa de alertar para os riscos de duas ou mais cirurgias concomitantes.

— Um tempo muito prolongado de cirurgia, com o paciente anestesiado por mais de seis horas, aumenta riscos de complicações como problemas pulmonares, trombose venosa e embolia pulmonar, por ficar parado muito tempo na mesma posição, bem como um volume maior dos anestésicos. Em algumas situações, duas anestesias mais curtas garantem uma maior segurança ao paciente — avisa.

Apesar das inúmeras opções de intervenções associadas, a inclusão de prótese de silicone associada com lipoaspiração tem sido a mais frequente.

— Tal associação, com adequada avaliação pré-operatória e condições clínicas compatíveis com o tempo cirúrgico, pode ser mais prática e economicamente vantajosa, sem abrir mão da segurança e do bom resultado — orienta o médico.

Prós e Contras
O cirurgião plástico Luiz Eduardo Mendonça Pereira lista o que deve ser considerado antes da opção por cirurgias associadas:

Prós:
• Apenas um pré e um pós-operatório

• Beneficio econômico, os custos são menores

• Receber apenas uma anestesia

• Os cuidados do pós-operatório são os mesmos das cirurgias plásticas quando realizadas separadamente.

Contras:
• Duas anestesias mais curtas garantem maior segurança ao paciente.

• A duração da anestesia por mais de seis horas pode causar riscos como problemas respiratórios, trombose venosa e embolia pulmonar.

• Saúde comprometida pode interferir no procedimento cirúrgico e causar risco de vida.
 
Fonte Diário Catarinense