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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Data de validade dos medicamentos significa alguma coisa?

Essa é a data que o fabricante coloca como limite para garantir
 a potência e a segurança total da droga
Pense que você está com uma dor de cabeça lancinante. Corre à sua farmácia caseira atrás de um analgésico e constata que a data de validade do medicamento está vencida há dois anos. Você o tomaria ou não? E se decidir tomar a droga, será um erro fatal ou você simplesmente continuará com sua dor de cabeça?
 
A data de validade (data de expiração) está lá por alguma razão. Provavelmente não pela que você pensou. A Harvard Medical School , comenta o importante assunto trazendo-nos preciosas informações: Desde que uma lei passou no congresso americano em 1979, os fabricantes de drogas daquele país têm que estampar a data de validade em seus produtos. Essa é a data que o fabricante coloca como limite para garantir a potência e a segurança total da droga.
 
Atente para a informação a seguir: as Forças Armadas Americanas (leia-se Pentágono) encomendaram ao poderoso Food and Drug Admnistration (FDA) um estudo sob sua condução, sobre a data de validade das drogas. Com um imenso e caríssimo estoque de medicamentos, os militares tinham que descartar e repor uma enorme quantidade de drogas todos os anos.
 
O que eles descobriram no estudo foi que mais de 90% das mais de 100 drogas investigadas, estavam perfeitamente boas para uso até 15 anos da data de validade.

Então, a data de validade não indica realmente um ponto a partir do qual a medicação não é mais efetiva ou é insegura para ser usada. As autoridades médicas americanas declaram que drogas expiradas são seguras para serem tomadas, mesmo aquelas expiradas anos atrás. Uma rara exceção pode ser a tetraciclina, mas ainda há controvérsia entre os pesquisadores.
 
É uma verdade que a efetividade de uma droga pode diminuir com o tempo, mas a maioria de sua potência original ainda estará lá mesmo uma década depois. Excluindo a nitroglicerina, insulina e antibióticos líquidos, a maior parte dos medicamentos duram tanto quanto as estudadas para resolver o problema das Forças Armadas Americanas.
 
Outra grande verdade, é que se colocarmos os medicamentos em lugar frio, como nosso refrigerador, isso ajudará para que as drogas continuem potentes por muitos anos. Devem ser colocadas em uma dessas embalagens plásticas lacradas, bem alto, longe do alcance de crianças.
 
A partir dessas informações veiculadas pela Harvard Medical School, podemos conjecturar então que a data de expiração dos medicamentos deveria ser estendida pelos prazos mais seguros, descobertos pelo importante e esclarecedor estudo. Provavelmente a resposta dos fabricantes seja mesmo que as datas de validade são assim tão conservadoras para que os laboratórios possam garantir que suas drogas são 100% efetivas.E que são despendidos, constantemente, muitas centenas de milhões de dólares na pesquisa de novos medicamentos, para centenas de enfermidades que acometem os seres humanos e os animais, portanto o descarte é razoável.
 
Conjecturas à parte, num assunto tão sério creio que o sentido comum deve prevalecer: vale repetir que devemos manter nossos medicamentos na geladeira, em estojo próprio e seguro, em lugar alto (longe do alcance das crianças). E se é muito importante que seu medicamento seja absolutamente 100% efetivo, considere comprar um novo.
 
Encerrando, tomei conhecimento há algum tempo, sobre uma interessante e solidária campanha comunitária encetada pela JudiciMed, órgão da Associação dos Magistrados, na angariação de medicamentos não usados, para serem doados após triagem e organização. Bela campanha onde muitos são e serão beneficiados. Ações como essa deveriam ser multiplicadas em todo o país por clubes de serviço, supermercados, escolas, etc., porquanto são tantos os que necessitam de medicamentos tão caros!

Fonte Corposaun

Lavar as mãos é prevenção!

MP9004243791 Lavar as mãos é prevenção!
A higienização das mãos é considerada a ação isolada mais
 importante no controle de infecções em serviços de saúde
Uma doença é sempre associada a uma causa que acreditamos ser comum. Quem nunca pensou ter ficado resfriado por beber algo gelado ou andar descalço, ou mesmo, estar com uma intoxicação alimentar por ter comido em um local não muito confiável? Porém, muitas vezes, o agente causador está, literalmente, escondido em nossas mãos.
 
Elas se deparam com inúmeras superfícies durante o dia, passam por diversos locais enquanto nos movimentamos e entram em contato com centenas de microorganismos, tais como, bactérias e vírus. Estes podem ser os responsáveis por problemas que, em um primeiro momento, não percebemos sua relação direta. Daí, a necessidade da constante higienização das mãos, ato que, comprovadamente, evita a transmissão de microorganismos e, consequentemente, de infecções e doenças que podem se tornar graves.
 
Gripes e resfriados, por exemplo, são originados por vírus que, geralmente, entram em contato com as mucosas (como boca, olhos e pequenos ferimentos na pele) por meio das mãos. Mas, o problema não para por aí, diarreias e até conjuntivites podem ser ocorrer desta forma.

“As mãos são uma importante via de transmissão, pois a pele é um reservatório de diversos microorganismos, que podem se transferir de uma superfície para outra, por meio de contato direto (pele com pele), ou indireto, por objetos e superfícies contaminados”, afirma Daniza R. Gonzalez, enfermeira.
 
Da mesma forma que as mãos possibilitam a propagação de doenças, elas podem ajudar a preveni-las de forma eficaz, com a limpeza feita com sabonete e água. “A higienização das mãos é considerada a ação isolada mais importante no controle de infecções em serviços de saúde”, destaca Daniza.
 
A dimensão do assunto é tamanha que há alguns anos vem sendo divulgada a necessidade de carregar consigo um produto alcoólico – líquido glicerinado, gel ou espuma – para realizar a limpeza na ausência de água e sabão. “A solução alcoólica só não é indicada quando há sujidade visível nas mãos. Além de ser muito utilizada em hospitais, é a forma mais prática de higienizar as mãos em casos do uso de transporte público, shoppings centeres, compras em supermercados, manuseio de dinheiro, lidar com pessoas gripadas, entre outros”, comenta a especialista.
 
O produto, conhecido popularmente como álcool gel, elimina 99,9% dos vírus e bactérias em questões de segundos e cumpre as mesmas funções de higienização e antissepsia com água e sabão. “O gel deve ser aplicado em pequena quantidade, espalhando e friccionando uniformemente nas duas mãos – secas e limpas de resíduos – até a secagem total”, explica Daniza.
 
Um detalhe importante a ser verificado é a porcentagem alcoólica do material. Para ser eficiente no combate aos microorganismos, deve-se utilizar o álcool 70%. E lembre-se: não é necessário higienizar as mãos com água e sabão, imediatamente, antes ou após o uso do gel, pois os dois métodos possuem o mesmo objetivo e eficácia.
 
Fonte Corposaun

Homens não têm o hábito de usar protetor solar


protetor solar1 Homens não têm o hábito de usar protetor solar
O melanoma atinge cerca de 4% da população brasileira e o filtro
solar é uma arma importante para a prevenção deste tipo de câncer
O uso de protetor solar, apesar de ser fundamental e importante para prevenir o câncer de pele, o mais comum entre os tumores, ainda não é um hábito entre os homens.
 
Segundo levantamento do Instituto Nacional de Câncer (Inca), na capital paulista, apenas 8,5% dos homens que moram na cidade de São Paulo costumam passar protetor solar durante o dia.
 
Já as mulheres se protegem mais contra os raios ultravioletas (UV). O Inca aponta que 24,5% das paulistanas não saem de casa sem aplicar algum tipo de creme com bloqueador solar.
 
De acordo com o diretor do Instituto Oncoguia, Rafael Kaliks, a mulher é mais vaidosa e sabe que a proteção solar também previne contra o envelhecimento. Enquanto que o homem não se importa com isso, afirma o diretor.
 
O não melanoma, o menos invasivo dos cânceres, é mais comum em homens e atingiu mais de 53 mil pessoas do sexo masculino em todo o Brasil somente este ano de 2010, segundo o Inca. O tumor está associado à exposição solar e é mais frequente em pessoas de pele clara.
 
O melanoma atinge cerca de 4% da população brasileira e o filtro solar é uma arma importante para a prevenção deste tipo de câncer. Mas a maioria da população usa apenas quando está na praia ou em momentos de lazer, afirmam os especialistas. E alertam ainda, a proteção deve continuar mesmo em dias nublados, porque o raio UVA é mais nocivo, queima a pele e atinge camadas mais profundas e sempre que há luz, esse raio está presente. Por isso, protetor solar é indispensável.
 
Para fazer com que o uso de protetor solar seja um hábito entre a população brasileira e proteger principalmente as pessoas que trabalham ao ar livre, o Sistema Único de Saúde (SUS) fará a distribuição gratuita de bloqueadores solares a partir do próximo ano.
 
Fonte Corposaun

Remédios antigos: Perlutan

 
Perlutan um anticoncepcional de uso injetável, usado em dose única mensal apenas sob orientação médica. Lançado originalmente em 1985 com o nome de Perlutal® (que ainda permanece em alguns países), depois teve seu nome trocado para Perlutan®. Foi uma revolução no mercado de anticoncepcionais e facilitou a vida de muitas mulheres.

Protetor solar manipulado garante segurança e personalização ao tipo de pele do cliente

applying sunscreen at beach Protetor solar manipulado garante segurança e personalização ao tipo de pele do cliente
Quanto maior o Fator de Proteção Solar, FPS, mais tempo
é possível ficar ao sol sem danificar a pele
O sol é essencial à vida e a nossa saúde, porém a exposição prolongada ao sol é prejudicial à pele. Para evitar problemas futuros causados pela exposição à radiação solar – notadamente aos raios UVA e UVB, os mais perigosos – é que se faz necessário o uso do protetor solar.
 
Quem não quer comprar um protetor industrializado, seja devido ao preço ou à necessidade de ter algo mais adequado à particularidade de sua pele, deve apostar nos produtos manipulados. Estes possuem a mesma eficácia daqueles presentes nas gôndolas de mercados e farmácias. “Muitas pessoas têm medo de utilizar o protetor solar manipulado achando que a eficácia dele é inferior à do produto industrializado, mas isso é um mito.
 
Os manipulados, se feitos com os critérios adequados, têm o mesmo nível de proteção“, afirma Vilma Antonia Lourenço Fichera, farmacêutica-bioquímica.
 
O único cuidado é escolher uma farmácia conhecida e idônea, pois a manipulação de protetores requer conhecimento técnico e acesso a novas tecnologias, devendo contar com profissionais capacitados. A farmácia que dispõe destes recursos manipulará o protetor de acordo com a solicitação médica e necessidades do cliente, podendo ter um produto final com ótimo sensorial”, salienta Vilma.
 
As principais substâncias presentes na composição do protetor solar são os filtros solares. São eles que protegerão a pele dos raios nocivos que chegam através do sol. Vilma explica que para manipular protetores solares com FPS altos, são empregados filtros solares químicos, que absorvem a radiação, filtros solares físicos, que refletem a radiação,e ainda os filtros químicos mais atuais, que apresentam duplo comportamento, absorvem e refletem a radiação.
 
Quanto maior o Fator de Proteção Solar, FPS, mais tempo é possível ficar ao sol sem danificar a pele. Mas atenção: produto com FPS 70, por exemplo, não significa que irá protegê-lo mais que o dobro do tempo que um similar com FPS 30.
 
Acima de 30 o grau de proteção aumenta, mas não na proporção que o FPS faria supor. Segundo ela, a legislação exige que na rotulagem do produto manipulado seja usado o termo “estimado” para o FPS , visto que as formulações não podem ser analisadas individualmente. Porém a farmácia, para chegar a este fator, possui uma combinação prévia de filtros solares já estudada e analisada por laboratórios credenciados para os testes de FPS (in vitro e in vivo).

A grande tendência do mercado é a utilização de filtros com FPS a partir de 30 e oil free (livres de óleo). Protetores multifuncionais, contendo hidratantes, antioxidantes e antipoluição, também ganham cada vez mais espaço. “Ao visitar o médico dermatologista, é possível ter uma receita de protetor com as particularidades que a pele do paciente pede. O objetivo é adequar o produto a cada perfil de cliente com a mesma segurança de um produto industrializado”, finaliza a farmacêutica.

Fonte Corposaun