Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



sexta-feira, 29 de março de 2013

Chocolate rico em cacau é um dos alimentos soníferos

O chocolate rico em cacau é indicado para quem quer dormir melhor
Pesquisa detecta quais nutrientes contribuem para a melhor qualidade do sono. Veja mais
 
A ciência já havia comprovado: obesos não têm sono de qualidade e dormir bem ajuda a emagrecer. Por isso, não foi tão difícil para os pesquisadores concluírem que uma dieta equilibrada contribui para evitar insônia.
 
Os pesquisadores do departamento de nutrição da Universidade da Pensilvânia decidiram ir além e detectaram quais nutrientes influenciam mais para ampliar as horas dormidas. Com base neste estudo, montamos uma galeria com os “alimentos soníferos” que são ricos nestas substâncias. Conheça os principais:
 
A substância teobromina, presente no cacau, ajuda a acalmar. Por isso, o chocolate rico em cacau é indicado para quem quer dormir melhor.
 
Luteína + zeaxantina. Essa dupla favorece a qualidade do sono e está presente na rúcula.
 
Outro vegetal rico em luteína e zeaxantina é a ervilha.
 
Rico em luteína e zeaxantina, o brócolis melhora a qualidade do sono.
 
Couve-de-bruxelas é mais um vegetal com luteína e zeaxantina.
 
A dupla Luteína + zeaxantina está presente em frutas como o mamão.
 
Milho também contem luteína e zeaxantina.
 
Nectarinas também são ricas em luteína e zeaxantina, que favorecem a qualidade do sono.
 
Repolho é outro vegetal com luteína e zeaxantina, que favorecem a qualidade do sono.
 
O selênio, presente na castanha-do-pará, também ajuda a dormir melhor.
 
A vitamina C também ajuda a dormir bem. Ela está presente na cebola.
 
Acerola é outra fruta rica em vitamina C.
 
Coco verde também ajuda a dormir bem, pois contém vitamina C.
 
Outro alimento com vitamina C é o gengibre.
 
Lichia é mais um exemplo de fruta sonífera, pois é rica em vitamina C.
 
A uva também é considerada um alimento favorável ao sono de qualidade.
 
Rica em vitamina C, a laranja ajuda a dormir bem.
 
Fonte iG

Testes de HIV e sífilis deverão ser oferecidos a 10,4 mil presidiárias de São Paulo

São Paulo – Até maio, 10,4 mil mulheres deverão passar por testes para diagnosticar HIV e sífilis nos presídios paulistas. A iniciativa das secretarias de Estado da Saúde e da Administração Penitenciária começou em outubro e já atendeu a cerca de 5 mil presidiárias. O objetivo é conhecer o número de mulheres infectadas pelas doenças dentro do sistema prisional, além de dar orientações e assistência às presas.
 
Os dados levantados até o momento indicam uma prevalência entre as presidiárias de 4,8% para o HIV e 5,7% para a sífilis. A Secretaria de Saúde informa que a infecção por doenças sexualmente transmissíveis é maior entre encarcerados do que no restante da população.
 
A partir do levantamento, pretende-se, até 2015, implementar um projeto específico para atender às mulheres presas. Esse atendimento deverá melhorar a qualidade de vida dessas mulheres e reduzir a transmissão das doenças para filhos das grávidas infectadas.
 
“Esse levantamento tem como meta não só o conhecimento atualizado dos dois agravos nesse grupo populacional, mas, principalmente, estabelecer de maneira sustentável um sistema de referência para o adequado atendimento à saúde dessas mulheres”, diz a responsável pelo projeto, Luiza Matida.
 
Fonte Agência Brasil

quinta-feira, 28 de março de 2013

Bebê de 7 kg se recupera após perder oxigênio em parto difícil no Reino Unido

Segundo médicos, George King e a mãe passam bem, mas criança poderá ter dificuldades de aprendizado

Com seis semanas de vida, George King passa bem. Mas seu nascimento foi difícil. Ele chegou ao mundo pesando 7,233 kg, e ficou cinco minutos sem oxigênio durante o parto, realizado em um hospital no interior do Reino Unido.

A mãe, Jade King, conta que os médicos só se deram conta do tamanho de seu filho quando o ombro do bebê ficou preso durante o parto, que ela chamou de "traumático".

Por ter passado cinco minutos sem oxigênio, os médicos deram 10% de chances de sobrevivência a George, mas ele resistiu. Ele está passando por uma série de exames em um hospital em Bristol, para onde foi transferido. Seu estado de saúde é bom, mas ele poderá ter dificuldades de aprendizado.

Em 2012, um bebê nasceu com 7,3 kg na China. No Brasil, uma mãe gaúcha deu à luz uma criança com 6,1 kg em 2009. Os médicos agora querem saber por que George nasceu tão grande.

Já a mãe diz que não quer engravidar de novo tão cedo e que, por enquanto, está feliz com o seu pequeno grande homem.

Assista ao vídeo:
 
Fonte BBC

Estudo internacional revela mais de 80 alterações genéticas ligadas ao câncer

Cientistas internacionais conseguiram sequenciar 1.092
genomas humanos de indivíduos ao redor do mundo
Maior pesquisa sobre câncer pode ajudar a calcular o risco de um indivíduo de desenvolver doença na mama, próstata e ovário

O maior estudo internacional realizado sobre alterações genéticas até a data identificou mais de 80 marcadores genéticos que podem aumentar o risco de câncer de próstata, mama ou ovário.

O projeto, liderado por pesquisadores da University of Cambridge e do Institute of Cancer Research (ICR) no Reino Unido, pode levar a um teste de rastreio do DNA em cinco anos.
 
O projeto representa a primeira vez em que os investigadores alcançaram uma imagem relativamente clara do número total de alterações genéticas que podem ser ligadas a estes cânceres.
 
Em última análise, os pesquisadores esperam ser capaz de calcular o risco individual de câncer, entender melhor como esses cânceres se desenvolvem e ser capaz de gerar novos tratamentos.
 
 
Os artigos são originários do COGS (Collaborative Oncological Gene-environment Study), um consórcio de base europeia, onde mais de 160 grupos de pesquisa de todo o mundo estão incluídos. Nos cinco estudos, os pesquisadores analisaram 100 mil pacientes com câncer de ovário, mama ou próstata e 100 mil indivíduos saudáveis da população geral.
 
Os cientistas realizaram análises genéticas de todos os participantes do estudo. A composição das bases A, G, C e T, foi estudada em 200 mil seções selecionadas da cadeia de DNA. Quando os pacientes com câncer tinham composições significativamente diferentes quando comparados com indivíduos saudáveis de controle, as diferenças foram consideradas importantes para o risco de doença.
 
As alterações podem ser descritas como "erro de ortografia" genética, em que A, G, C ou T foram substituídos por outra letra. Este erro de ortografia é chamado polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs).
 
Para o câncer de mama, os pesquisadores encontraram 49 erros genéticos ou SNPs, mais que o dobro do número encontrado anteriormente. No caso do câncer de próstata, os investigadores descobriram mais 26 desvios, o que significa um número total de 78 SNPs que pode ser ligado à doença. Para o câncer de ovário oito novos SNPs relevantes foram encontrados.
 
"Uma descoberta igualmente importante é que nós identificamos muitos SNPs adicionais que poderiam influenciar o risco de câncer de mama e câncer de próstata, respectivamente. Para o câncer de mama o número é de 1 mil e de 2 mil para o câncer de próstata. Nós também temos uma imagem de onde no genoma devemos olhar em estudos futuros", afirma o pesquisador Per Hall.
 
SNPs são parte do nosso patrimônio natural, todos nós temos. Como isso afeta o indivíduo depende de onde na cadeia de DNA esse desvio genético é encontrado.
 
Os investigadores agora esperam ser capazes de avaliar a importância dos desvios identificados, de modo que será possível prever mais claramente quais os indivíduos estão em risco elevado de desenvolvimento de um destes cânceres.
 
"Estamos à beira de ser capaz de usar o nosso conhecimento destas variações genéticas para desenvolver testes que poderiam complementar o rastreamento do câncer de mama e levar-nos um passo mais perto de ter um efetivo um exame de rastreio do câncer de próstata", conclui o autor do estudo Doug Easton.
 
Fonte isaude.net

Análise detecta mais de 26 mil bactérias em notas de bancos europeus

Notas mais recentes, e mais limpas, têm cerca de 2.400 bactérias
Notas mais recentes, e mais limpas, têm cerca de 2.400 bactérias
Pesquisa realizada em 15 países da Europa mostra ainda que notas mais novas e, portanto, mais limpas, têm cerca de 2.400 bactérias
 
Pesquisadores do Reino Unido descobriram que as notas de bancos europeus contêm, em média, mais de 26 mil bactérias.
 
As análises mostraram ainda que as notas mais novas e, portanto, mais limpas, têm cerca de 2.400 bactérias. As informações são do site Ciência Hoje.
 
"A percepção dos europeus sobre a sujeira do dinheiro não é infundada. As notas que testamos continham uma média de 26 mil bactérias, o que, para vários tipos de organismos patogénicos, é o suficiente para transmitir uma infecção. Estudos anteriores sobre notas indicaram contaminação com bactérias potencialmente perigosas, como a Klebsiella e a Enterobacter que podem provocar doenças nos seres humanos", observa Ian Thompson, da Universidade de Oxford.
 
A Klebsiella é uma bactéria que causa infecções respiratórias, urinárias e feridas infecciosas e Enterobacter surge de forma natural ou patogênica nos intestinos dos humanos e outros animais, e que às vezes cresce nas plantas.
 
O crescimento das bactérias resistentes aos antibióticos é uma ameaça cada vez maior. "Com as notas circulando entre tantas pessoas, valeria a pena realizar um estudo mais amplo sobre a propagação de estirpes resistentes de bactérias por meio do dinheiro vivo circulante em todo o mundo", destacam os pesquisadores.
 
Os resultados do estudo foram conclusivos, com poucas diferenças na maneira como os Europeus percepcionam a sujeira do dinheiro.
 
Nos 15 países europeus onde se realizou a investigação, o dinheiro vivo foi considerado o menos higiênico dos objetos, mais sujo que o corrimão das escadas rolantes, teclas de um caixa eletrônico ou livros de uma biblioteca.
 
Para o estudo, as notas foram limpas com uma solução (PBS) para retirar a amostra de bactérias, e esta solução foi diluída em diferentes soluções e introduzida em placas de Petri com agar tríptico de soja, fonte de nutrientes na qual as bactérias podem crescer.
 
As placas de Petri foram depois postas em uma incubadora durante 5 dias a uma temperatura de 30ºC e o número de bactérias triplicou. Como apenas 1% das bactérias pode crescer em laboratório, os resultados foram multiplicados por 100 para obter o número aproximado de bactérias por nota. Esta é a prática corrente para quantificar as bactérias em ambientes ' in vitro' . Foram testadas 25 notas, em seis moedas diferentes, e foram retiradas dez amostras em cada nota.
 
Fonte isaude.net