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terça-feira, 16 de abril de 2013

Primeiro caso de contaminação pela gripe H1N1 é confirmado em Porto Alegre

Capital conta com 140 pontos de vacinação contra a gripe
Foto: Samuel Maciel/PMPA
Capital conta com 140 pontos de vacinação contra a gripe
Mulher de 26 anos está hospitalizada. Situações investigadas são de pessoas com síndrome respiratória aguda grave
 
Na abertura da Campanha Nacionnal de Vacinação Contra a Gripe, nesta segunda-feira(15), a Secretaria de Saúde de Porto Alegre anunciou o primeiro caso confirmado de Gripe H1N1 na cidade. A paciente é uma mulher de 26 anos, que está hospitalizada.

Desde o início do ano, já foram investigados 57 casos: 37 moradores de Porto Alegre e 20 de outras cidades do estado, que foram internados na Capital. As situações investigadas são de pessoas internadas com síndrome respiratória aguda grave.

Diante deste quadro, a Secretaria reforça a importância das pessoas que fazem parte do grupo prioritário se imunizarem contra a doença. A expectativa é vacinar 80% da população de maior risco até 26 de abril, que é 211.896 dos idosos com 60 ou mais; 13.999 das gestantes e 27.998 das crianças entre de seis meses a menores de dois anos.
 
A campanha vai de 15 a 26 de abril. Porto Alegre conta com mais de 140 pontos de vacinação. As 55 Unidades Básicas de Saúde (UBS) funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, e as 88 Unidades de Estratégia de Saúde da Família (USF), tem atendimento das 8h às 12h e das 13h às 17h.
 
Fonte isaude.net

Porto Alegre: Preço da vacina da gripe sobe até 40%

Alta procura da imunização e início da campanha pública levaram ao reajuste
 
Após o início da divulgação da campanha oficial da vacinação contra a gripe, na última quarta-feira, dia 10, os preços das doses na maioria das clínicas particulares da Capital subiram. Os reajustes variam de 10% a 40%.
 
A alta procura pela imunização, o aumento no valor de novas remessas vindas do exterior e o início da campanha do governo estrelada pelo escritor Luis Fernando Verissimo estão entre os principais motivos para a alta dos preços, segundo justificam funcionários das clínicas.
 
Nos próximos dias, novos reajustes podem ocorrer devido à disponibilidade de doses e à chegada de novas remessas, com preços mais altos.
 
Como muitos cidadãos preferiram antecipar a vacina e não esperar o início da campanha do governo para receber proteção, o movimento já estava alto nas clínicas particulares desde o início do mês. Iniciada nesta segunda-feira, a campanha oficial nos postos de saúde se estende até o próximo dia 26, e pretende atingir cerca de 3 milhões de pessoas.
 
O público-alvo é formado por crianças de seis meses a dois anos, gestantes independente da idade gestacional, mulheres que deram à luz há até 45 dias, idosos, indígenas, profissionais da saúde, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis.

Confira os preços atualizados neste segunda-feira:

CEC Vacinas
Rua Fioravante Milanez, 58/303
Preço: R$ 95
Fone: (51) 3466-2255

Cia. de Vacinas
Rua 24 de Outubro, 1.312/306
Preço: R$ 110
Fone: (51) 3343-8002

Clínica de Vacinas Mãe de Deus Center
Avenida Soledade, 569, térreo
Preço: R$ 105
Fone: (51) 3378-9802

Imune
Shoppings Iguatemi e Barra Sul
Preço: R$ 110
Fones: (51) 3328-5322 e (51) 3072-9333

ImunoClin
Rua Neuza Goulart Brizola, 422
Preço: R$ 75 em dinheiro e R$ 80 no cartão
Fone: (51) 3517-5755

Santa Casa
Hospital da Criança Santo Antônio
Preço: R$ 70
Fone: (51) 3213-7280

Multivacinas
Avenida Assis Brasil, 3.940, loja 3B
Preço: R$ 80 (dinheiro) ou R$ 90 (cartão)
Fone: (51) 3028-2585

Núcleo de Vacinas do Hospital Moinhos de Vento no Shopping Iguatemi
Preço: R$ 90
Fone: (51) 3327-7073

Previne Clínica de Vacinação
Rua Coronel Bordini, 380
Preço: R$ 110
Fone: (51) 3337-5455

Prophylaxis
Shopping Total e Canoas Shopping
Valor: R$ 100
Fones: (51) 3018-8236 / ( 51) 3059-2330

Vacine Clínica de Vacinas
Rua José de Alencar, 237
Preço: R$ 105 (cartão), R$ 100 (a vista) e R$ 85 (Unimed)
Fone: (51) 3233-9090

Fonte Zero Hora

Desintoxicação digital: o que é e porque faz bem para a saúde

Desintoxicação digital: o que é e porque faz bem para a saúde Leon Neal/AFP
Foto: Leon Neal / AFP
Com o fácil acesso à internet e redes sociais, algumas pessoas
 substituem as situações de vínculos próximos e reais para
vivenciar a impessoalidade do virtual
É necessário equilíbrio para não cometer exageros e transformar o virtual em uma compulsão
 
Que tal ficar desconectado por um dia, uma semana ou um mês? Deixar o celular desligado, não fazer login no Facebook ou evitar checar e-mails? Pode parecer impossível nos dias de hoje, principalmente porque as relações entre as pessoas estão cada vez mais digitais e conectadas. Segundo a psicóloga Josiane Cândido Porto de Melo, o uso de aparelhos como iPhone, tablets e smartphones contribui para o surgimento de pessoas viciadas em internet, que ficam conectadas 24 horas por dia.

— Com o fácil acesso à internet e redes sociais, algumas pessoas substituem as situações de vínculos próximos e reais para vivenciar a impessoalidade do virtual, o que pode ser prejudicial para os seus relacionamentos. É necessário buscar o equilíbrio para não cometer certos exageros e não transformar o virtual em uma compulsão. Tudo em excesso é prejudicial — afirma.

É importante fazer uma desintoxicação digital, ou seja, dar um tempo para si mesmo, longe das redes sociais. 'Desconecte para conectar-se', recomenda a psicóloga. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos com mais de duas mil pessoas mostrou que 68% dos entrevistados fazem questão de ficar checando e-mails mesmo quando estão de férias ou folga.

— A ideia da desintoxicação digital é permanecer offline das redes sociais e aproveitar esse momento para fazer atividades ao ar livre, relaxar e aproveitar as férias sem usar a tecnologia — diz a psicóloga.

A maioria das pessoas não se dá conta da dependência e não vê problemas em ficar na internet o tempo todo conversando com os amigos ou jogando. Só percebe-se algo preocupante quando a pessoa deixa de cumprir compromissos para estar conectada. No caso do uso excessivo do smartphone, tablet ou iPhone, a dica é definir algumas regras para evitar que eles atrapalhem a vida social.

— Ponderar sobre os limites viáveis do uso da tecnologia no seu dia a dia é fundamental. Estabeleça um horário para usar internet, desligue o celular enquanto assiste a um filme ou em um encontro com amigos, evite checar e-mail a cada cinco minutos. Essas são algumas dicas possíveis para tentar encontrar um equilíbrio e não adoecer — aconselha Josiane.

Fique offline e aproveite

• Para ler
Separe livros e revistas para você se atualizar e relaxar com uma boa leitura.

• Sair com os amigos
Convide alguém para fazer o detox digital com você. Vale namorado, marido, filho ou amigos.

• Organizar seu tempo
Fique desconectado no sábado e no domingo, quando você não tem a obrigação de responder aos e-mails do seu chefe.

• Fazer atividade física
Já que você vai ficar offline por um tempo, faça exercícios físicos ao ar livre, convide os seus amigos para andar de bicicleta ou caminhar. Procure fazer programas que vão deixá-lo longe de tablets, smartphones e notebooks.
 
Fonte Diário CAtarinense

Insatisfação com o corpo pode causar diversos distúrbios alimentares

Quem sofre de anorexia corre o risco de ter problemas cardíacos
 e arritmia, pois o corpo não tem gordura suficiente para
 sustentar o funcionamento do coração
Desordem pode afetar homens e mulheres, e geralmente começa durante a adolescência
 
As mudanças físicas que ocorrem na adolescência são responsáveis por um grande problema que atormenta muitos jovens: a insatisfação com o corpo. Segundo os dados da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), 63% dos jovens entre 13 e 15 anos fazem algo para ganhar, perder ou manter o peso. O descontentamento com a própria imagem pode levar ao desenvolvimento de distúrbios alimentares e até mesmo depressão. De acordo com a ginecologista e obstetra com experiência em oxidologia Anna Bordini, as influências dos distúrbios alimentares podem ser psicológicas, biológicas, familiares ou socioculturais.

— Os distúrbios alimentares são um conjunto de doenças em que uma pessoa fica preocupada excessivamente com a comida e o seu peso. Quando manifestados em adolescentes, a doença pode causar problemas severos no crescimento, na fertilidade e no bem estar mental e social — explica.

A desordem pode afetar homens e mulheres, e geralmente começa durante a adolescência ou na idade adulta. Doenças como anorexia, bulimia nervosa e ingestão compulsiva são exemplos de transtornos alimentares que podem surgir em decorrência dos atuais padrões de beleza veiculados na mídia que mostram que ser magra é símbolo de beleza e também de uma alimentação inadequada.

— Ao contrário do que se pensa, um distúrbio alimentar não se baseia apenas em comida. Essa doença pode passar despercebida por um longe período e, quando é diagnosticada, quem sofre com a doença nega que tenha problemas alimentares. Além disso, o distúrbio alimentar está associado à depressão, ansiedade e abuso de substâncias — alerta a médica.

Identifique os sintomas
Alguns sintomas podem revelar que a pessoa está sofrendo de algum distúrbio alimentar. Anna Bordini esclarece quais são os tipos e sintomas de cada um deles:

• Anorexia nervosa
É uma disfunção alimentar, caracterizada por uma rígida dieta alimentar devido à obsessão de magreza e ao medo de ganhar peso.

— Geralmente a pessoa que sofre de anorexia nervosa, ao se olhar no espelho, enxerga que está acima de peso e como há distorção de imagem corporal ela evita se alimentar para perder peso. Além disso, ela utiliza de recursos como jejum, exercícios físicos excessivos, vômitos voluntários, uso de laxantes, diuréticos e moderadores de apetite — diz.

• Bulimia nervosa
São pessoas que ingerem grandes quantidades de alimentos, e depois utilizam métodos compensatórios tais como vômitos auto induzidos, uso de laxantes ou diuréticos, para evitar o ganho de peso.

— Diferentemente da anorexia nervosa, na bulimia não há perda de peso. Assim, médicos e familiares têm dificuldade de detectar o problema — comenta a médica.

• Ingestão compulsiva
A doença consiste na ingestão exagerada e compulsiva de alimentos, porém, diferentemente da bulimia nervosa, essas pessoas não tentam evitar o ganho de peso com os métodos compensatórios. Os episódios vêm acompanhados de uma sensação de falta de controle sobre o ato de comer, sentimentos de culpa e de vergonha. Muitas pessoas com essa síndrome são obesas, apresentando uma história de variação de peso, pois a comida é usada para lidar com problemas psicológicos.

Nutrição X Transtornos alimentares
Os distúrbios alimentares, como anorexia nervosa e bulimia nervosa, são ameaças que podem colocar a saúde física em risco. É importante que a pessoa seja avaliada por um médico qualificado para que seja feita a escolha do tratamento. Uma das opções para tratar o distúrbio alimentar é a terapia nutricional aliada à psicoterapia, farmacologia ou formas variadas de medicina alternativa. As dietas excessivas a que os portadores do transtorno alimentar se submetem roubam cálcio dos ossos, tornando-os frágeis. Por isso, é importante a ingestão de alimentos integrais que ajudam na recuperação de nutrientes perdidos.

— Carnes magras, legumes, frutas e peixe proporcionam as proteínas necessárias das quais um corpo mal nutrido precisa — esclarece Bordini.

Quem sofre de anorexia corre o risco de ter problemas cardíacos e arritmia, pois o corpo não tem gordura suficiente para sustentar o funcionamento do coração. Nesses casos, é recomendável a pessoa ingerir ácidos gordos do Omega 3, encontrado no peixe, ovos e nozes, na sua alimentação. É importante o consumo de líquidos e bebidas desportivas para restabelecer o equilíbrio de eletrólitos e restituir a perda de água, devido à desidratação provocada por vomitar em excesso ou pelo uso de laxantes e de diuréticos.

— Incentivar a prática de uma boa nutrição pode ajudar a prevenir transtornos alimentares. Ajude os jovens ou adultos que estão sofrendo desses distúrbios a se preocupar com a ingestão de uma alimentação saudável em vez do seu peso — recomenda a médica.
 
Fonte Diário CAtarinense

Anvisa fixa regras para solicitar registro de medicamentos por processo eletrônico

Brasília – Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta segunda-feira (15) no Diário Oficial da União fixa regras para o processo eletrônico de solicitação de registro de novos medicamentos.
 
Na semana passada, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou um pacote de medidas para acelerar o registro de remédios no país. Entre as mudanças está a criação do sistema eletrônico, que vai eliminar o uso de papel durante o procedimento.
 
De acordo com a resolução, o protocolo eletrônico da solicitação de registro está sujeito ao pagamento de uma taxa de fiscalização de vigilância sanitária, em até 30 dias. Já a efetivação do protocolo deve ocorrer em até dois dias úteis, a contar da data do pagamento.
 
“O não pagamento da taxa no prazo estipulado resultará no cancelamento automático do peticionamento no sistema de informações da Anvisa e na não protocolização do pedido”, ressaltou a publicação.
 
A resolução entrou em vigor ontem. A meta do governo é, até dezembro, zerar a fila de produtos que aguardam há pelo menos seis meses por registro no Brasil.

Fonte Agência Brasil