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sábado, 8 de junho de 2013

Anestesia geral aumenta risco de demência em idosos em 35%

Disfunção cognitiva é uma complicação comum em pacientes idosos após cirurgia de grande porte
Disfunção cognitiva é uma complicação comum em pacientes
 idosos após cirurgia de grande porte
Anestésicos usados em cirurgias de grande porte podem afetar saúde mental de pessoas acima de 65 anos a longo prazo
 
exposição a anestesia geral aumenta o risco de demência em idosos em 35%, de acordo com pesquisa apresentada no Euroanaesthesia, congresso anual da Sociedade Europeia de Anestesiologia (ESA).
 
Disfunção cognitiva, ou POCD, pode ser associada com a demência vários anos depois. POCD é uma complicação comum em pacientes idosos após cirurgias de grande porte. Tem sido proposta uma associação entre POCD e o desenvolvimento de demência devido a um mecanismo patológico comum através do peptídeo beta amiloide.
 
Vários estudos experimentais sugerem que alguns anestésicos podem promover a inflamação de tecidos do sistema nervoso que levam a POCD e / ou precursores da doença de Alzheimer, incluindo placas beta amiloides e emaranhados neurofibrilares. No entanto, permanecia incerto se POCD pode ser um precursor da demência.
 
Agora, os pesquisadores da INSERM, na França, analisaram o risco de demência associado à anestesia em um grupo de base populacional de idosos com 65 anos ou mais.
 
A equipe utilizou dados de um estudo projetado para avaliar o risco de demência e o declínio cognitivo devido a fatores de risco vascular. Entre 1999 e 2001, o estudo incluiu 9.294 participantes com 65 anos ou mais em três cidades francesas (Bordeaux, Dijon e Montpellier).
 
Os participantes com 65 anos ou mais foram entrevistados no início do estudo e, posteriormente, 2, 4, 7 e 10 anos depois. Cada exame incluiu uma avaliação cognitiva completa com o rastreio sistemático de demência.
 
A partir do segundo ano de seguimento, 7.008 participantes sem demência foram convidados responder se tinham histórico de anestesia (anestesia geral (GA), local ou anestesia loco-regional (LRA)) desde o último acompanhamento.
 
A idade média dos participantes foi de 75 anos e 62% eram mulheres. No segundo ano de acompanhamento, 33% dos participantes relataram uma anestesia ao longo dos dois anos anteriores. Um total de 632 participantes desenvolveram demência durante os 8 anos seguintes de acompanhamento.
 
Os pesquisadores descobriram que os pacientes dementes eram mais propensos a ter recebido anestesia (37%) do que os pacientes sem demência (32%).
 
Após os ajustes, os participantes com pelo menos uma anestesia geral no histórico tiveram um risco 35% maior de desenvolver demência em comparação com os participantes que não receberam anestesia.
 
"Estes resultados mostram um aumento do risco de demência vários anos após a anestesia geral. O reconhecimento de POCD é essencial no manejo perioperatório de pacientes idosos. A longo prazo, o acompanhamento desses pacientes deve ser planejado", conclui o líder da pesquisa François Sztark.
 
Fonte isaude.net

Teste permite detectar síndrome de Down no primeiro trimestre de gravidez

Teste permite detectar síndrome de Down no primeiro
 trimestre de gravidez
Exame, que analisa o DNA fetal no sangue da mãe, é superior a técnicas atuais e pode reformular padrões de teste pré-natal
 
Um teste não invasivo que analisa o DNA fetal no sangue de uma mulher grávida pode detectar com precisão a síndrome de Down e outras anomalias fetais genéticas no primeiro trimestre de gestação.
 
Os resultados sugerem que o teste é superior a estratégias de rastreamento disponíveis atualmente e poderia reformular os padrões de teste pré-natal.
 
 
O rastreio atual para a síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, e de outras condições de trissomia inclui um teste combinado feito entre as semanas 11 e 13 da gestação, que envolve um exame de ultrassom e uma análise hormonal do sangue da mulher grávida.
 
Apenas biópsia de vilo corial e amniocentese podem detectar ou descartar anomalias genéticas fetais, mas estes testes são invasivos para gravidez e implicam um risco de aborto espontâneo.
 
Vários estudos têm demonstrado que o diagnóstico pré-natal não invasivo para síndromes de trissomia usando DNA de células fetais (cf) do sangue de uma mulher grávida é altamente sensível e específico, tornando-o uma alternativa potencialmente confiável que pode ser feita no início da gravidez.
 
Agora, o pesquisador Kypros Nicolaides e seus colegas do King's College London demonstraram, pela primeira vez, a viabilidade da triagem de rotina para trissomias 21, 18 e 13 por testes de DNA fetal.
 
Testes feitos em 1.005 grávidas na décima semana de gestação tiveram uma menor taxa de falsos positivos e maior sensibilidade para a trissomia fetal do que o teste combinado feito na 12ª semana. Ambos cfDNA e o ensaio combinado detectaram todas as trissomias, mas as taxas de falsos positivos estimadas foram de 0,1% e 3,4%, respectivamente.
 
Segundo os pesquisadores, este estudo demonstrou que a principal vantagem do teste cfDNA, em comparação com o teste combinado, é a redução substancial da taxa de falsos positivos.
 
Fonte isaude.net

Profissionais são capacitados para emergências cardiovaculares em estádios

Capacitação feita Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) com três turmas de médicos e enfermeiros do Ministério da Saúde
        Foto: Marcelo Camargo/ABr
Capacitação feita Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) com
 três turmas de médicos e enfermeiros do Ministério da Saúde
As equipes de todas as cidades sedes da Copa das Confederações vão receber treinamentos nas cidades de SP, RJ e Salvador
 
Cerca de 80 profissionais entre médicos, fisioterapeutas e enfermeiros estão sendo capacitados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) para atender eventuais emergências cardiovasculares que possam acontecer nas arenas esportivas durante a Copa das Confederações. Eles vão funcionar repetidores para o Treinamento de Emergências Cardiovasculares (Teca) que será ministrado em São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro para profissionais de todas as cidades-sede da competição.

Com o aprendizado, os profissionais poderão evitar que vítima tenha morte súbita, pois terão condições de diagnosticar e oferecer o primeiro atendimento. Segundo o coordenador do Centro de Treinamento da SBC, Sérgio Timerman, o Teca tem uma parte teórica e uma prática na qual os alunos aprendem a reconhecer quando a pessoa está sofrendo um infarto, um derrame cerebral ou uma parada cardíaca.

Na parte prática são utilizados bonecos eletrônicos de baixa e alta fidelidade em tamanho natural, que simulam as reações de um ser humano. Os de baixa fidelidade ajudam a simular os atendimentos simples e os de alta fidelidade ajudam em simulações de problemas mais sérios. " Os manequins têm pulso e podem sofrer infarto ou parada cardíaca. Os alunos fazem a massagem ressuscitadora que, se não for feita adequadamente leva o boneco à morte, mostrando que o aluno não fez os procedimentos corretamente" .

Timerman destacou que é importante ter pessoas capacitadas nos estádios porque já se sabe que em locais com concentrações acima de 1,5 mil pessoas, a probabilidade de acontecer um problema desse tipo aumenta. " Se tivermos uma parada cardíaca em um evento como esse e a pessoa não for atendida a tempo a possibilidade de falecimento é muito grande. Cada minuto que passa após uma parada cardíaca aumenta em 10% a probabilidade de a vítima morrer. Se não for feito o atendimento no local, não vai adiantar nada.
 
Fonte isaude.net

Minas tem 155 mil casos de dengue e número de mortos sobe para 82

Uberaba, Triângulo Mineiro e Betim estão entre as cidades com maior número de ocorrências
 
A dengue continua avançando em Minas Gerais. Segundo balanço divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) nesta sexta-feira (7), em apenas uma semana, oito pessoas morreram em decorrência da doença. Em 2013, já são 82 mortes por dengue em Minas.
 
Até o momento, 155.637 pessoas foram afetadas pela doença. Dentre as cidades com o maior número de ocorrências, estão Uberaba, no Triângulo Mineiro, e Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte. Desde o último boletim, foram registrados mais de 15 mil novos casos.
 
As mortes foram registradas nas cidades de Uberaba (17), Uberlândia (2), Juiz de Fora (1), Mamonas (1), Carangola (2), Frei Gaspar (1), Buritizeiro (1), Ituiutaba (2), Ipanema (3), Teófilo Otoni (5), Cataguases (1), Pirapetinga (1), Pirapora (1), São Geraldo do Baixio (1), Montes Claros (3), São João da Ponte (1), Cláudio (1), Carneirinho (1), Campos Altos (1), Contagem (3), Muriaé (3), Sete Lagoas (4), Sacramento (1), Aimorés (1), Itaúna (1), Belo Horizonte (5), Pedro Leopoldo (1), Santa Luzia (3), Águas Formosas (1), Santa Margarida (1),Carlos Chagas (1), Bocaiúva (1), Ubaporanga (1), Nova Serrana (1), Conquista (1), Itambacuri (1), Ponto Chique (1), Patos de Minas(1), Manhuaçu (1), Monte Carmelo (1),Santo Antônio do Monte (1), Iturama (1).
 
Fonte R7

Aumenta para 31 o número de mortos por coronavírus MERS, segundo OMS


A OMS (Organização Mundial da Saúde) elevou para 31 o número de mortos pelo coronavírus MERS nesta sexta-feira (7), depois da morte de um novo doente na Arábia Saudita.
 
A vítima, que adoeceu em 27 de maio e morreu no dia 31 do mesmo mês, era um homem de 83 anos que já tinha problemas de saúde, informou a OMS em um comunicado.
 
Este novo caso eleva o número de afetados pelo novo vírus similar à SARS  (Síndrome Respiratória Aguda Grave) confirmados em todo o mundo a 55, dos quais 31 morreram, segundo o último balanço da OMS.
 
Este vírus, rebatizado como Síndrome Respiratória Coronavírus do Oriente Médio (MERS Cov, na sigla em inglês) afetou principalmente pessoas que moram na Arábia Saudita, embora também tenham sido registrados casos em Qatar, Jordânia, Tunísia, Emirados Árabes Unidos, Alemanha, Grã-Bretanha, França e Itália.
 
Fonte AFP/R7