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sábado, 26 de outubro de 2013

FDA aperta o cerco a produtos que usam hidrocodona em sua fórmula

Vicodin na mira do FDA
O órgão reclassificou produtos como o Vicodin, com menos de 15 miligramas da substância, como classe II, ao lado da morfina
 
Os EUA Food and Drug Administration (FDA) recomendou, nesta quinta-feira (25) restrições mais rígidas sobre os produtos que contêm hidrocodona, um analgésico opioide muito prescrito pelos médicos, comum em fórmulas de medicamentos potencialmente viciantes como o Vicodin .

Até agora, o Vicodin e outros produtos que contêm menos de 15 miligramas de hidrocodona eram classificadas como substâncias controladas de classe III . O FDA reclassificou o produto como Classe II, na mesma faixa de opioides analgésicos como a oxicodona e morfina.

A reclassificação de um medicamento torna mais difícil sua obtenção. Neste caso, os medicamentos de classe II só podem ser obtidos com receita por escrito nas farmácias. Além de limitar a quantidade de medicamento numa mesma receita.

Os grupos que não concordam com a mudança da regra, integrados por muitos médicos, argumentam que as restrições trazem muitas dificuldades para pacientes que têm que conviver com a dor , especialmente os idosos.

Por outro lado, os profissionais que apoiam a medida afirmam que o número de mortes causadas pelo abuso destas substâncias é inaceitavelmente alto. Perto de três das quatro prescrições que causaram overdoses são compostas por analgésicos opioides, de acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

O uso indevido de prescrição de analgésicos foi responsável por mais de 475 mil visitas ao departamento de emergência em 2009, índice que quase dobrou em apenas cinco anos, de acordo com o CDC.
 
Isaude.net

Guerra atinge 64% dos hospitais sírios. A fuga de médicos chega à 70%

Imagem fornecida pela agência de notícias estatal SANA
com as supostas vítimas de armas químicas
Riscos de epidemia aumentam em decorrência da falta de vacinas, saneamento básico e superlotação de abrigos públicos
 
A Organização Mundial da Saúde afirmou que 64% dos hospitais públicos da Síria foram atingidos pela guerra no país.
 
Segundo a OMS, 40% das instalações médicas estão fora de serviço. A maioria está na região dominada pela oposição síria.
 
Segundo a agência da ONU, a situação da saúde piorou muito desde o início da crise, em 2011, que resultou na fuga de médicos e na falta de remédios para a população.
 
A OMS calcula que a metade dos trabalhadores do setor deixou o país. Em algumas cidades, como Homs, o quadro é ainda pior já que 70% dos médicos abandonaram a região.
 
A indústria farmacêutica também sofreu com a violência. Antes da guerra, o país produzia 90% dos medicamentos, agora este índice não atinge mais que 25%.
 
A falta de combustível e de eletricidade diminuíram a capacidade de vários hospitais. Além disso, os riscos de epidemias aumentaram em decorrência da falta de vacinas e de saneamento básico e pela superlotação dos abrigos públicos de emergência.

Proteger 2,4 milhões de crianças
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) participa de uma campanha geral de vacinação na Síria. O objetivo é proteger 2,4 milhões de crianças de doenças como pólio, sarampo, caxumba e rubéola.
 
Segundo o Unicef, 500 mil crianças sírias não foram vacinadas contra a pólio nos últimos dois anos por causa da insegurança e da falta de acesso. Antes da guerra, o índice de imunização no país era de 95%.
 
Isaude.net

Pílula do dia seguinte: erros ao usar comprometem eficácia e ameaçam saúde

Uso abusivo e associação com outros medicamentos estão entre os problemas
 
Quem nunca sofreu um acidente de percurso durante o sexo? Esquecer a camisinha, ela estourar, ou então aquela pulga atrás de orelha que às vezes fica após a relação sexual - será que aquela camisinha não estava muito velha? Realmente não escapou nada? Estou mesmo protegida?... Estas são situações que levam muitas mulheres a recorrem à pílula do dia seguinte. Ela age inibindo ou retardando a ovulação, impedindo o espermatozoide que eventualmente entrou no útero da mulher de gerar a fecundação, além de provocar alterações no endométrio, bloqueando a implantação do óvulo.

Não existe idade mínima para tomar, basta ter uma vida sexual ativa, mas é importante a orientação de um médico, principalmente em mulheres mais novas, que iniciaram a vida sexual. A conversa com um (a) ginecologista garante que ela não terá problemas no futuro. "Em princípio, seu uso é contraindicado para mulheres com hipertensão descontrolada, problemas vasculares, doenças do sangue e obesidade mórbida - mas são contraindicações relativas, que dependem de avaliação individual", explica a ginecologista Felisbela Holanda, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Entretanto, uma solução que parece muito simples pode trazer problemas e não for usada da forma adequada.
 
Conversamos com especialistas e listamos os maiores erros cometidos pelas mulheres ao usar a pílula do dia seguinte:
 
mulher tomando pílula - Foto: Getty ImagesIngerir antes da relação sexual
Por agir de forma muito parecida a pílula anticoncepcional, muitas pessoas podem acreditar que a pílula do dia seguinte também é indicada para evitar a gravidez antes que a relação sexual aconteça, mas não é essa a finalidade do produto. ?A pílula do dia seguinte é usada somente em casos de emergência, como relação sem proteção, camisinha furada, estupro, etc?, alerta a ginecologista Sueli Raposo, do laboratório Exame, em Brasília. Usá-la antes da menstruação como um método para impedir a gravidez não é seguro, pois a pílula nesse caso tem eficácia menor do que a de um anticoncepcional de rotina usado corretamente. "Caso a pessoa tenha relações com frequência, deve procurar o ginecologista e usar um contraceptivo adequado todos os dias", completa a especialista.
 
pílulas e calendário - Foto: Getty ImagesUsar continuamente como um anticoncepcional normal
Se a mulher ingerir a pílula com frequência e em um curto período de tempo, o recurso pode não funcionar como método de emergência. "O perigo é que, com o uso abusivo - uma vez por mês já é considerado um excesso - a pílula pode perder o seu propósito, ou seja, a mulher pode engravidar, pois o medicamento quebra o ritmo hormonal", alerta a ginecologista Felisbela Holanda, da Unifesp. Isso porque a pílula altera o fluxo normal da mulher, desregulando o ciclo menstrual e consequentemente a fertilidade da mulher. "Dependendo do dia em que foi tomada, a pílula pode provocar sangramento ou mesmo retardar a menstruação", conta Felisbela.

Mesmo se considerarmos o uso esporádico da pílula do dia seguinte como um parâmetro normal, ainda é possível que ela cause efeitos colaterais. "Pode causar diarreia, vômito, náuseas, dores de cabeça e no corpo e aumento de peso", explica a especialista. Se por um lado a pílula do dia seguinte pode favorecer uma gravidez não planejada, por outro essa dose imensa de hormônios ingerida continuamente pode causar em longo prazo uma gravidez ectopia ou então dificuldade para engravidar, já que essas desregulações no ciclo menstrual podem prejudicar o funcionamento do aparelho reprodutor feminino.
 
pílula anticoncepcional - Foto: Getty ImagesUsar em conjunto com outro método anticoncepcional
Segundo as especialistas, ingerir a pílula do dia seguinte mesmo usando outro anticoncepcional hormonal não a tornará mais eficaz. "Se a pessoa está usando o anticoncepcional corretamente, não é necessário tomar a do dia seguinte", afirma a ginecologista Sueli. Ela completa ressaltando a importância de se usar também a camisinha, pois no caso da pessoa ter se esquecido de tomar a pílula ou trocar o adesivo, ela está protegida.
 
mulheres bebendo e fumando - Foto: Getty ImagesCombinar com álcool ou tabaco
A ginecologista Felisbela explica que combinar a pílula do dia seguinte com alguns tipos de drogas pode ser prejudicial. Bebidas e cigarros possuem substâncias que potencializam os níveis do hormônio estrogênio no organismo. "A pílula com estrogênio é um vasoconstritor, que contrai os vasos sanguíneos, e a nicotina do cigarro também. Em associação, aumentam o risco de AVC e trombose", esclarece a ginecologista Denise Coimbra, do grupo de estudo e serviço de reprodução humana da Escola Paulista de Medicina. "Além disso, ingerir a pílula juntamente com bebida alcoólica pode causar um pouco de náusea devido a alta dose de hormônio - o ideal é tomar com estômago cheio ou com um copo de leite gelado", afirma a ginecologista Sueli. 
 
vários remédios - Foto: Getty ImagesCombinar com outros medicamentos
Algumas classes de medicamento podem reduzir a eficácia da pílula. Se você toma algum tipo de medicamento controlado ou está tomando antibióticos, certifique-se de que ele não irá interferir no efeito da pílula do dia seguinte e até mesmo cortar o seu efeito. Na dúvida, verifique a bula dos remédios para conferir essa possibilidade ou então pergunte ao farmacêutico ou ao médico.  
 
remédios e relógio - Foto: Getty ImagesEsperar até o dia seguinte para tomar a primeira pílula
Para os métodos que contém duas pílulas, a primeira deve ser tomada logo após o ato sexual, e a segunda depois de 12 horas. Isso garante que os hormônios serão efetivos na prevenção da gravidez. Também é importante ressaltar que no caso da pílula de duas doses, elas não devem ser ingeridas de uma vez - isso também compromete sua eficácia. "Caso você não tenha uma pílula a mão nem como comprá-la naquele momento, opte pela pílula do dia seguinte de dose única, que pode ser ingerida até 72 horas do coito", afirma a ginecologista Denise. Entretanto, mesmo para essa pílula única, o melhor é tomar até no máximo 12 horas após o ato para aumentar a eficácia do produto, aconselha a especialista.  
 
camisinha e anticoncepcional - Foto: Getty ImagesSubstituir a camisinha pela pílula
Ainda que a pílula do dia seguinte seja indicada para uma emergência, já sabemos que ela não pode ser ingerida em toda a relação sexual, sob o risco de efeitos colaterais e até a falta de sucesso no tratamento. Além disso, a pílula do dia seguinte - assim como outros métodos anticoncepcionais - não protege contra as DSTs, como gonorreia, HPV e AIDS. Portanto, o ideal seria usar a camisinha masculina ou a camisinha feminina sempre, e recorrer à pílula do dia seguinte apenas se acontecer algum imprevisto - ou então usar a camisinha em conjunto com um método anticoncepcional contínuo, como o adesivo. Isso se levarmos em conta que ela seja tomada nas primeiras 24 horas após o ato sexual. "É perfeitamente possível que a mulher engravide, afinal, a pílula do dia seguinte não é um método contraceptivo, e sim de emergência. O corpo não está preparado para ela", argumenta Felisbela. 
 
Minha Vida

Anticoagulantes regulam a "espessura" do sangue?

Dieta pode sobrecarregar os efeitos do medicamento e causar problemas
 
Atualmente, muitas pessoas têm de utilizar medicações para "afinar" o sangue. Mas o que isso quer dizer?

O sangue circula livremente por todo o corpo e é um líquido viscoso. Entretanto, quando machucamos o dedo cortando uma salada o sangue sai fluido e endurece/coagula assim que toca o chão da cozinha. Se o corte for pequeno, depois de um tempo de pressão o dedo para de sangrar e o sangue na borda do corte também está coagulado. Como isso acontece?

Dentro do corpo o sangue se mantém fluido através de um delicado mecanismo chamado de hemostasia. Ele tem de ficar líquido o bastante para que as células circulem livremente e não haja interrupção no caminho das hemácias que levam oxigênio para o corpo. Isso é feito através de anticoagulantes naturais do sangue, secretados pelo próprio corpo, mas o sangue tem que estar pronto para ficar duro e tampar qualquer vazamento importante (como o corte no dedo do cozinheiro acima). Isso vem do contato do sangue com algumas células lesadas e da falta destes anticoagulantes naturais.  
 
Atualmente, muitas pessoas têm de utilizar medicações para "afinar" o sangue. Mas o que isso quer dizer?

O sangue circula livremente por todo o corpo e é um líquido viscoso. Entretanto, quando machucamos o dedo cortando uma salada o sangue sai fluido e endurece/coagula assim que toca o chão da cozinha. Se o corte for pequeno, depois de um tempo de pressão o dedo para de sangrar e o sangue na borda do corte também está coagulado. Como isso acontece?

Dentro do corpo o sangue se mantém fluido através de um delicado mecanismo chamado de hemostasia. Ele tem de ficar líquido o bastante para que as células circulem livremente e não haja interrupção no caminho das hemácias que levam oxigênio para o corpo. Isso é feito através de anticoagulantes naturais do sangue, secretados pelo próprio corpo, mas o sangue tem que estar pronto para ficar duro e tampar qualquer vazamento importante (como o corte no dedo do cozinheiro acima). Isso vem do contato do sangue com algumas células lesadas e da falta destes anticoagulantes naturais.  
 
Os anticoagulantes mais utilizados no Brasil são a Varfarina e a femprocumona. Os dois agem no fígado, e evitam que a vitamina K, presente principalmente nas folhas verdes, abacate e outros alimentos, seja utilizada pelo corpo para produzir coagulantes. A diferença entre um e outro, principalmente, são o tempo que eles levam para perder o seu efeito: a femprocumona demora mais que a varfarina para sumir do corpo.

O maior problema destas medicações é que precisam de controle rigoroso de quanto o sangue está "coagulável". Se muito "fino", sangramentos graves podem ocorrer. Se muito "grosso", a medicação fica sem efeito. Isso pode variar de um dia para o outro.

Os dois fatores que mais causam variação do INR (o exame de sangue que usamos para ver se a coagulação está correta) são:


1- dieta:
folhas verdes são ricas em vitamina K. A ingestão aumentada de alimentos ricos nessa vitamina "sobrecarrega" o efeito do remédio, e esse não consegue mais conter a formação de coagulantes. O mais importante, no entanto, não é evitar completamente de comer folhas. É evitar variar a dieta dia a dia. Por exemplo: se você gosta de folhas, coma a mesma quantidade todos os dias. Se não come, não invente de comer uma tigela de salada uma vez por semana. Isso vai fazer com que seu sangue fique dia fino, dia grosso, e isso causa as complicações.

2- interação medicamentosa: muitos remédios usam o fígado como via de saída do corpo ou local de passagem. Alguns "cortam" o efeito do anticoagulante e outros aumentam. Sempre confira com seu médico quais os remédios que você pode tomar em caso de dor, gripe ou febre, por exemplo. Se for viajar, leve consigo uma opção de tratamento para os problemas mais comuns que não interfira com o anticoagulante.

Exercícios: eles são permitidos?
A pessoa que usa anticoagulantes não está impedida de praticar exercícios aeróbicos. Na verdade, deve fazer isso. É importante, no entanto, respeitar as limitações de qualquer outra doença coexistente. Os esportes de contato (lutas, futebol) devem ser observados com reservas. Isso porque uma pancada em uso de anticoagulante pode ter consequências graves, porque o sangue naquele lugar que faria um pequeno galo pode não coagular, e virar um AVC ou sangue dentro da articulação (hemartrose). Assim, eu recomendaria evitar estes esportes pelo risco de trauma corporal.

Qualquer sinal de alerta (fezes negras, vômitos tipo em borra de café, sangramento na urina) avise seu médico imediatamente. Converse com ele sobre alternativas em caso dele não estar disponível (vou para o pronto socorro? Telefono para algum colega?).Enfim, você deve viajar, praticar exercícios e, tomando seus cuidados, ter uma vida longa e cheia de realizações. 

Minha Vida

Gelatina: benefícios não só para a dieta

Hoje já é possível encontrar, em farmácias especializadas,
as gelatinas em cápsulas
Saiba como esse pozinho pode ajudar o seu organismo
 
Ela ganhou a fama de ser o alimento número 1 quando o assunto é dieta. Saborosa, refrescante, hipocalórica, que ajuda a combater aquela vontade aguda por doces e guloseimas e ainda, de baixo custo e fácil preparação. Sim, a gelatina é tudo isso. Mas se engana quem pensa que ela deve estar inserida apenas no cardápio das pessoas preocupadas com os ponteiros da balança. Na verdade, os benefícios dessa delícia são bem maiores do que possam imaginar. Duvidam? Pois então vamos desmistificar o que há por trás daquele simples pozinho.

A gelatina é composta praticamente de aminoácidos (proteínas), que ajudam na síntese e na renovação do colágeno. Dos indispensáveis para o organismo, dez precisam ser adquiridos através da alimentação porque o nosso metabolismo não consegue sintetizá-los. Para ter uma idéia da importância da gelatina, ela possui nove tipos deles, faltando apenas o triptofano (precursor da serotonina), o neurotransmissor que nos deixa feliz.

Se consumida regularmente, ela auxilia na redução dos níveis de colesterol no sangue, triglicérides e controla a glicemia. Por ser rica em proteína, ela fortalece os ossos e previne o organismo de doenças como a osteoporose. Ela promove também uma maior resistência física aos desportistas. E mais: colabora para a manutenção da juventude, deixando cabelo, unhas e pele mais bonitos. Ainda não está convencido do poder da gelatina? Então dá uma olhadinha nos detalhes abaixo.

Por que ela faz bem?
Por ser principal fonte de colágeno substância que tem como função impedir a deformação dos tecidos que fazem parte da estrutura de ossos, pele, cartilagens e tendões , a gelatina tem um papel importante na prevenção e no tratamento de doenças, como artrose e osteoporose. Também é bastante utilizada na recuperação de pessoas submetidas a procedimentos cirúrgicos, pois é um excelente agente cicatrizante. O ideal é ingerir dois potes por dia ou bater no liquidificador uma colher de sopa de gelatina em pó com um pote de iogurte. Pronto, sua manutenção de colágeno está garantida!

Composição:
A matéria-prima da gelatina é o colágeno, geralmente extraído da pele, tendões, ossos e cartilagens dos mamíferos. Embora os seres humanos sejam mamíferos, não se obtêm colágenos deles. Ideal nas dietas: Um dos benefícios dessa delícia é que ela é isenta de gordura. Das variadas marcas disponíveis no mercado, cada 100g fornecem 380 kcal, estas vindas praticamente dos carboidratos. A mesma quantidade, mas na versão diet , além de ser isenta de carboidratos, fornece aproximadamente 7 kcal, obtidas exclusivamente das proteínas. A diet é isenta de carboidratos. Por isso, se você está de regime opte sempre pela versão sem açúcar. No entanto, é interessante variar os sabores para não enjoar. Outra vantagem dessa delícia é que ela retarda o esvaziamento do estômago, deixando a pessoa saciada e hidratada por mais tempo. E ainda: dificulta a absorção dos carboidratos e das gorduras pelo estômago e pelos intestinos.

Pele mais firme
Você já deve ter ouvido falar que, quando envelhecemos ou emagrecemos, nossa pele vai perdendo elasticidade e firmeza. Isso acontece por conta do enfraquecimento gradativo do colágeno, que exerce essa função estrutural de sustentação e preenchimento da pele. Com uma dieta rica em proteínas (lembre-se, gelatina é proteínas), atividade física e pouca exposição solar é possível melhorar a saúde, como fortalecer unhas, ter um cabelo brilhante e a pele mais saudável. No entanto, é importante salientar: não existem milagres na área da saúde! Ou seja, não basta consumir grande quantidade de gelatina diariamente sem mudar o estilo de vida precário. Portanto, não esperem pelo milagre da gelatina que não vai funcionar.

Na mesa
Por apresentar facilidade em ser convertida para a forma sólida e líquida por meio do aquecimento, ela torna-se um produto ideal para fazer ou acompanhar sobremesas como gomas, caramelos, iogurtes, mousses, tortas, bolos e sorvetes. Além de ganhar na praticidade em prepará-la, a gelatina pode dar um charme todo especial ao doce por ser colorida e se adaptar facilmente a qualquer formato. Isso, claro, sem contar de todos os benefícios à sua saúde já citados anteriormente.
 
Em cápsulas
Hoje já é possível encontrar, em farmácias especializadas, as gelatinas em cápsulas. Elas apresentam os mesmos benefícios da gelatina em pó, porém, as versões em cápsulas são mais eficientes para a formação de colágeno por serem pura e sem adição de corantes. Quanto à absorção, as do tipo em pó são absorvidas em maior velocidade. A desvantagem da encapsulada é que para se obter 10g (dose mínima diária) é necessária a ingestão de 20 cápsulas, enquanto na versão em pó, a mesma quantidade é obtida em apenas uma colher de sobremesa. Sempre as utilize com a indicação de um profissional de saúde capacitado, pois a dose pode variar de acordo com a necessidade de cada organismo.

Não existe contraindicação para o consumo da gelatina, mas os diabéticos devem ter atenção especial para não consumirem as versões não diet . Já para os alérgicos a determinados componentes, o ideal é sempre consultar um especialista antes de consumi-la. O mesmo é recomendado para as pessoas que sofrem de insuficiência renal, para evitar sobrecargas renais.

Garantir a saúde e a beleza do nosso corpo é uma tarefa que requer mais do que o consumo a determinados alimentos. É, sobretudo, a combinação de práticas saudáveis adotadas no nosso dia-a-dia, como alimentação equilibrada, prática de atividades físicas, uso de protetor solar e hidratante e evitar hábitos prejudiciais à saúde como consumir cigarros, drogas e bebidas alcoólicas. Devemos sempre partir da premissa de que só quem ama é que cuida de verdade. Portanto, ame-se e seja feliz! 
 
Minha Vida