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terça-feira, 19 de novembro de 2013

NHS: atos de negligência em Londres serão punidos

Manifestação em apoio ao NHS em 29 de setembro
Foto: Leon Neal
Manifestação em apoio ao NHS em 29 de setembro
Medida responde escândalos que abalaram o NHS nos últimos anos e faz parte da reforma que será anunciada pelo governo britânico
 
O governo britânico anunciou no sábado (16) que médicos e enfermeiras considerados culpados de atos de negligência podem ser punidos. A medida faz parte de uma ampla reforma do National Health Service (NHS), o serviço público de saúde, que terá os principais pontos divulgados na próxima semana.
 
A reforma é uma resposta aos escândalos que abalaram o NHS nos últimos anos. O caso mais conhecido foi o do hospital público de Stafford, região central da Inglaterra, onde as autoridades acreditam que até 1.200 pacientes tenham morrido por atos de negligência ou falta de cuidados entre 2005 e 2009.
 
Segundo o relatório de uma comissão de inquérito publicado em fevereiro, os doentes, em muitos casos idosos, ficavam durante horas sujos com excrementos e eram privados de comida e bebida. Alguns, inclusive, tiveram que beber água de vasos de flores para aliviar sua sede.
 
O novo projeto do governo promete solucionar a situação e prevê penas de até cinco anos de prisão em caso de negligência grave. Mas a Associação de Médicos Britânicos teme que a ameaça de penas de prisão instaure um “clima de medo” nos hospitais do NHS, o maior serviço público de saúde do mundo, com 1,7 milhão de funcionários.
 
* com agências internacionais
 
SaudeWeb

Como o medo funciona

O medo tem gatilhos psicológicos: falar em público pode assustar
muito mais do que a ficar doente
Considerado um fator decisivo na história da evolução humana, o medo tem gatilhos psicológicos e função protetora, mas pode se tornar mais grave e exigir tratamento
 
Mãos suadas só de pensar naquela viagem de avião marcada para as férias. Frio na barriga e pernas trêmulas ao avistar um homem estranho vindo em sua direção. Taquicardia ao imaginar como será a palestra para mais de cem pessoas na empresa. Ou insônia porque o carro terá que sair da garagem no dia seguinte. “O medo é a percepção do próprio corpo reagindo a incertezas e ameaças com respostas fisiológicas, cognitivas e comportamentais”, explica Felipe Corchs, psiquiatra do Programa de Transtornos de Ansiedade do Ipq (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas), em São Paulo.
 
O gatilho do medo é tão intensamente ligado a fatores psicológicos e evolutivos, muitas vezes em detrimento de motivos racionais, que os medos mais comuns não têm nada a ver com as maiores causas de morte mundiais hoje em dia.
 
Não existe uma lista oficial, mas levantamentos apontam quase as mesmas causas para os medos mais comuns: animais (aranhas, cobras, tubarões, baratas ou cachorros), água, altura, trovões e relâmpagos, avião, sangue, lugares fechados, falar em público e escuro (na infância).
 
No entanto, de acordo com um ranking divulgado pela Organização Mundial da Saúde em 2011, as causas de morte mais comuns são: infarto (doença isquêmica do coração), derrame, infecções respiratórias, doenças pulmonares crônicas obstrutivas, doenças gastrointestinais, AIDS, câncer na traqueia, nos brônquios ou nos pulmões, diabetes, acidente de carro e problemas em decorrência da prematuridade.
 
Estado de alerta
A resposta fisiológica ao medo é uma herança antiga. O estado de alerta era fundamental para que os homens pré-históricos evitassem ataques inesperados de animais selvagens que quisessem devorá-los.
 
É na tensão, então, que o coração bate mais rápido, distribuindo sangue para cérebro e músculos, e os vasos sanguíneos periféricos se contraem para que o sangramento seja menor em caso de machucados. A pupila se dilata e a respiração entra em um ritmo mais intenso. Tudo isso para que estejamos preparados para lutar ou fugir, o que significa que o medo tem sua função e foi um atributo selecionado na evolução das espécies.
 
De acordo com Patricia Picon, psiquiatra do Hospital São Lucas da PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio Grande do Sul, os medos são protetores desde que apropriados. “É normal se sentir assustado ao andar em uma rua escura no meio da noite, já que o medo também é adaptado às circunstâncias. Mas se existe pavor em andar na rua durante o dia, quando ela está iluminada e tem a presença de outras pessoas, o caso deve ser analisado porque aparentemente não existe nenhuma situação de risco”, diz.
 
Fobia x medo
Quando esse medo – geralmente social ou de um objeto, situação, lugar ou animal específicos – se transforma em um empecilho para a funcionalidade da vida, pode-se considerá-lo uma fobia. Se alguém evita elevadores de todas as maneiras e se vê forçado a enfrentar um, há possibilidades de uma crise do pânico – que é uma das consequências da fobia, mas não é necessariamente decorrente dela. Taquicardia, sudorese, tremor, tontura, náusea, falta de ar, perda de autocontrole e sensação de que vai morrer ou enlouquecer são alguns dos sintomas.
 
Não se sabe com precisão a origem da fobia, mas pode ser que venha de uma predisposição genética ou familiar – quando os pais sempre ensinaram a rejeitar algo. Ou decorrente de algum acidente, como é o caso das pessoas que passam anos sem ingerir nada sólido após quase morrerem ao se engasgar com um alimento.
 
O tratamento mais comum nesses casos é a psicologia cognitiva-comportamental, em que o paciente é exposto progressivamente ao obstáculo. Em um primeiro momento, ele deve falar sobre o elevador, até conseguir ficar na frente de um, chamá-lo, entrar acompanhado, andar sozinho por poucos andares e, então, até o 20º. Aos poucos e com muita calma, é possível eliminar o medo. “Todo o processo precisa ser orientado por um profissional especializado de forma sistemática e programada, jamais sozinho ou com algum amigo que pretende ajudar. Se não for feito do jeito correto, o quadro pode piorar”, reforça Corchs. Há, porém, outros procedimentos para tratar das fobias, dependendo do tipo do problema e sua gravidade. Vale procurar um profissional.
 
Delas

Crianças que nasceram surdas passam a escutar após cirurgia

Divulgação
Melissa e Rafaella nasceram surdas e passaram por cirurgia
que implantou equipamento que faz com elas consigam ouvir
Médico afirma que, mais que ouvir, é preciso aprender a escutar; implante coclear é indicado para alguns casos de crianças que nascem surdas e adultos que perderam a audição
 
O mundo é tão barulhento que a pequena Rafaella abriu o maior berreiro depois de ouvir pela primeira vez, quando tinha um ano e meio. A menina nasceu surda e com um ano e quatro meses chorou quando o aparelhinho implantado dentro do ouvido foi ligado. Após esperar mais de um mês a cicatrização do pós-operatório, era chegado o grande dia de escutar. O aparelho foi ligado baixinho para não assustar, mas mesmo assim não teve jeito.
 
“Cada um é de um jeito, a minha filha também fez o implante com a mesma idade que a Rafaella, mas adorou ouvir desde o primeiro minuto. Ela inclinou a cabeça para o lado direito (onde foi feito o implante), fechou os olhinhos e sorriu”, disse Claudia Borges, mãe de Melissa, hoje com quatro anos. A operação pode ser feita no Sistema Único de Saúde (SUS). 
 
Rafaella e Melissa participam uma vez por semana de uma espécie de brinquedoteca, onde são estimuladas a aprender os sons. A família também participa da brincadeira - para que o aprendizado também ocorra em casa - e são acompanhadas por assistentes sociais, psicólogos e fonoaudiólogos.
 
“Quando a minha filha nasceu, foi detectado que ela era surda e que teríamos duas opções: ou ela aprender libras ou fazer o implante. Foi uma decisão muito difícil. Hoje, vejo que a Rafaella tem desenvolvido bastante. Às vezes ela banca de fono e solta um ‘jóia, mamãe!’, quando eu falo algo que ela acabou de aprender”, conta Patrícia Bica, mãe de Rafaella.
 
Estima-se que de cada mil crianças nascidas, quatro sofrem de surdez congênita, como é o caso de Rafaella e Melissa. No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas têm algum tipo de dificuldade em ouvir, sendo que 350 mil são completamente surdas.
 
De acordo com Arthur Castilho, otorrinolaringologista do Hospital das Clínicas da UNICAMP, cirurgião do grupo de implante coclear da UNICAMP, o implante coclear é indicado para pacientes com deficiência auditiva de origem neurosensorial profunda e nem todo o paciente com surdez deve fazer a cirurgia. O aparelho introduzido no ouvido oferece informação sonora a indivíduos que não tem mais benefício com o aparelho auditivo comum.
 
O implante consiste em duas parte: o aparelho colocado cirurgicamente dentro do ouvido e a parte externa. Castilho explica que a parte externa, onde fica a bateria e a captação de sons, transmite para a parte interna a informação por meio de radiofrequência.
 
Lá dentro do ouvido, o aparelho tem a função de captar esta informação, codificá-la e, por meio de conjunto de eletrodos inserido dentro da cóclea, gerar campos elétricos. Com uma estratégia programada pela fonoaudióloga, estes campos elétricos vão excitar o nervo da audição, que transmite um impulso elétrico para o cérebro.
 
“Para crianças, o indicado é fazer antes dos dois anos, se possível antes de um e nunca depois dos sete, quando as vias auditivas do cérebro já foram moldadas. A indicação para adultos é somente para aqueles que perderam a audição por alguma doença, como meningite, por exemplo”, disse.
 
Adaptação
Passar a ouvir de uma hora para outra não é fácil. Há uma infinidade de sons que indicam uma coisa específica, como a sirene ou a buzina vinda lá de longe, ou ainda os vários tipos de gargalhada, palavras e também a voz de cada pessoa. Não é o tipo de coisa para aprender em um único dia, não é só ligar o aparelho que está tudo pronto.
 
“Muito mais do que ouvir, é preciso aprender a escutar”, disse Castilho. O médico explica que embora o paciente passe, após o implante, a receber os sinais sonoros, ele precisa aprender a identificá-los e a compreendê-los. Ao longo deste processo, crianças e adultos precisam fazer terapia para a estimulação auditiva, para identificar sons e palavras.
 
A adaptação de adultos é mais fácil que a das crianças. Isso porque o implante, quando feito em adulto, ocorre apenas nos casos em que estes ficaram surdos ao longo da vida. “Normalmente eles se lembram dos sons ouvidos no tempo em que escutavam, e só o fato de ouvir uma música que gostavam já ajuda na adaptação com o som emitido pelo aparelho, que é parecido e não igual ao som normal. Os meus pacientes dizem que o som parece um pouco metalizado”, disse Cristina Peralta, fonoaudióloga do Espaço Escuta, em São Paulo, que atende gratuitamente 26 famílias.
 
No caso das crianças é mais complicado pois, mesmo para aquelas que voltaram a escutar com um pouco mais de um ano, é preciso recuperar um tempo perdido e que é primordial para o desenvolvimento da audição e da fala. “A gente aprende a falar a partir da interação com os pais. O primeiro ano de vida é o período de maior aprendizagem na vida de uma pessoa. Por isso, indicamos que os pais de crianças surdas falem com seus filhos, pois a fala não é apenas o som, mas o gesto, o gesto facial e esse tipo de coisa vai ajudar a criança depois que ela fizer o implante coclear”, disse Cristina.
 
Claudia afirma que mesmo antes de a filha passar pela cirurgia ela cantava para a menina no colo. “É tão bom ouvir uma música, fico feliz que ela possa fazer isso agora”, conta a mãe da menina de olhos espevitados que não se preocupa em deixar o aparelho a mostra por causa do penteado que prende o cabelo no alto da cabeça.
 
Além da dificuldade de identificar os sons, muitas vezes as crianças apresentam dificuldade em reproduzir determinadas palavras. Melissa ainda tem dificuldade de falar o “c”, provavelmente por um problema motor, embora reconheça o som. “Uma vez ela disse que tinha desenhado uma ‘asa’. Eu tinha entendido que era uma casa, mas perguntei: uma asa? E ela respondeu: não, tia. Uma ‘asa’!”, diz a tia da menina Claudene Borges.
 
iG

Plano de saúde ruim é realidade para 39% dos clientes de operadoras bloqueadas

Elza Fiúza/ ABr - 5.3.13
Longo, da ANS: 'para o consumidor, a multa não reverte em benefício'
ANS proibiu temporariamente a venda de 150 produtos por causa de excesso de queixas; eles são usados por 39% dos beneficiários das empresas responsáveis

Por causa do elevado número de queixas, 150 planos de saúde estão com as vendas proibidas por três meses a partir desta segunda-feira (18), segundo determinação da Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS). Com esses produtos, entretanto, as operadoras conseguiram captar 4,1 milhões de beneficiários, ou, em média, 39% de suas carteiras de clientes.

O dado significa que mais de um em cada três clientes dessa entidades têm planos que, de tão ruins, não podem ser provisoriamente vendidos a mais ninguém. Eles “veiculam a prática da ‘venda daquilo que não se pode entregar’”, conforme argumenta a Advocacia Geral da União (AGU), ao defender a suspensão temporária no Supremo Tribunal Federal (STF).

Parcelas em risco
Proporção dos clientes que estão em planos de saúde com vendas suspensas pertencentes a operadoras de grande porte
 
Os cálculos foram feitos pelo iG  com base nos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Na suspensão anterior, os 146 planos bloqueados respondiam, em média, por 45% das carteiras da operadoras atingidas.

A ANS argumenta que o número de entidades com planos bloqueados aumentou de 26, no ciclo anterior, para 41 no atual.

Sem surpresas
O fato de mais de um terço dos clientes das operadoras da atual suspensão estar em planos ruins não causa surpresa na diretora de atendimento da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP), Selma do Amaral.

“Isso não surpreende pelo histórico do setor [de saúde suplementar]. O marco regulatório de 1998 [que estabeleceu regras mais rígidas para as operadoras] trouxe avanços, mas a gente vê que não é suficiente”, afirma. “Os planos de saúde estão sempre entre os dez setores mais demandados. Às vezes à melhora de uma operadoras é compensada pela piora de outra.”

Os atuais beneficiários dos 150 planos suspensos a partir de hoje não são atingidos pelo bloqueio: a operadora deve continuar a oferecer-lhes atendimento, estando impedida apenas de captar novos clientes com esses produtos.

Gigantes
A maioria dos planos suspensos (102 dos 150), pertencem a 12 operadoras de grande porte (têm mais de 100 mil beneficiários). Entre elas, o pior desempenho é o da Fundação Geap, uma entidade fechada, restrita a servidores públicos, que teve suspensos apenas dois planos, mas que são responsáveis por 74% de sua carteira de clientes.

Entre as operadoras abertas ao público em geral, o maior índice é o da Amil Assistência Médica Internacional, a segunda maior operadora do País. Quase metade dos 4,8 milhões de clientes da empresa – ou 2,3 milhões de pessoas – têm hoje um plano que foi suspenso por excesso de queixas de má qualidade de atendimento.

Todas as demais de grande porte têm desempenho melhor do que a média – ou seja, têm menos de 39% de seus clientes em planos suspensos. A Unimed Cuiabá, com 3%, é a última da tabela.
 
Questionamento
 Existente desde 2012, a suspensões provisórias de vendas de planos com base nas reclamações dos consumidores são consideradas pela ANS como uma ferramenta mais eficiente do que as multas para garantir qualidade no atendimento. Isso porque, caso a operadora continue a ser alvo de queixas, parte de seus planos continuarão com vendas proibidas.
 
“Para o consumidor, a multa não reverte em nenhum benefício para ele. É um instrumento regulatório posterior. Para o consumidor interessa ser atendido”, disse o diretor-presidente da ANS, André Longo, durante entrevista ao iG  na quarta-feira (14), quando foi divulgada a lista de suspensões.
 
Segundo Selma, do Procon-SP, a política não chegou a causar uma redução perceptível do número de queixas à autarquia contra planos de saúde. Mas ela elogia o programa.
 
“Houve um efeito. Pelo menos as operadoras [que tiveram planos reabilitados] melhoraram os indicadores.” Na última quarta-feira (14), sete operadoras puderam voltar a comercializar todos os seus planos.
 
Melhorias
Em nota, a ANS informou ter publicado uma norma na última segunda-feira (11) que traz incentivo para operadoras que demonstrem melhoria no desempenho.
 
A Greenline informou ter ampliado a rede própria de atendimento, a rede credenciada e de atendimento do cliente. As medidas permitiram “resultados positivos” em relação à suspensão anterior – de 16, o número de planos com vendas bloqueadas caiu para 5.
 
“Vale ressaltar que os planos que permaneceram suspensos equivalem a 1% de sua grade de produtos”, informou, ainda, a operadora.
 
A Viva, que também destacou avanços na estrutura de atendimento, classificou a metodologia aplicada pela ANS como “bastante rígida” por levar em conta queixas "que ainda estão em análise". Em nota, a operadora informou que 97% das reclamações feitas contra a operadora foram consideradas improcedentes ou foram resolvidas dentro do prazo.
 
“É importante salientar ainda que as queixas ocorreram num período no qual a operadora absorveu a demanda de uma grande quantidade de beneficiários oriundos de quatro operadoras de planos de saúde que saíram do mercado e que estavam com suas demandas reprimidas.”
 
As demais operadoras não responderam ao contato feito na quinta-feira (14).
 
Veja a lista completa de planos suspensos
 
AMEPLAN ASSISTÊNCIA MÉDICA PLANEJADA LTDA
Plano Executivo
 
AMICO SAÚDE LTDA
Dix Classic RJ SP GR. MUN. QC
Dix 100 DF QC PJCA
Dix 100 DF QP PJCA
Dix 200 RM SP QP PJCE
Dix 100 GR.EST. QC PJCE
 
AMIL ASSISTÊNCIA MÉDICA INTERNACIONAL S.A.
Amil Blue I Estadual CA QC
Amil Blue II Estadual Emp QC
Amil Blue I Nacional PJ QP
Blue 300 RM RJ QP PJCA
Blue 400 NAC QP PF
Blue 500 NAC QP PF
Medial 500 NAC QP PF COPRC5
Blue 400 NAC QC PF
Medial 400 NAC QP PF COPRC5
Medial 400 NAC QC PF COPRC5
Blue 600 NAC QP PF
Blue 400 NAC QC PJCA
Blue 200 RMC QC PJCE
Blue 300 RM PR QC PJCE
Medial 300 RM PR QC PJCA COPRC5 S/Obst
Medial STANDARD III NAC QC PJCE
AMIL DENTAL I Nacional Emp
Amil 120 Nacional Emp QP
Amil 130 Nacional Emp QP
Amil 160 Nacional Emp QP
Amil 150 Nacional Emp QP
MEDIAL CONFORTO CLASS 620/E
MEDIAL PROTEÇÃO IDEAL 420/E
AMIL PJ RC 20.101
AMIL PJ RC 40.101
AMIL PJ RE 50 SERIE 100
AMIL PJ MEDICUS MA 122
Medial Odonto P
Amil 140 Nacional PJ QP Copart
Amil Blue I Nacional PJ QC
Amil Blue IV Nacional PJ QP
Amil Blue II Nacional PJ QP
Amil 140 Nacional PJ QP
ESSENCIAL 350 E
Blue 300 RM RJ QC PJCA
Blue 300 SP QC PJCE
Blue 500 NAC QP PJCE
Blue 400 NAC QP PJCE
Blue 400 NAC QC PJCE
Blue 600 NAC QP PJCE
Blue 400 NAC QP PJCA
Blue 500 NAC QP PJCA
Blue 600 NAC QP PJCA
Blue 700 NAC QP PJCE
Blue 200 RMC QC PJCA
Blue 300 DF QC PJCA
Blue 300 NAC QP PJCE
Blue 300 NAC QC PJCE
Medial INTER I NAC QC PJCE
Medial STANDARD I GR.EST. QP PJCE
Medial STANDARD II NAC QC PJCE
Medial STANDARD I GR.EST. QC PJCE
Amil Linha Dental Nac PJCE
Dental 200 Nac PJCE
 
BENEPLAN PLANO DE SAÚDE LTDA.
ECONÔMICO GRUPAL - EMPRESARIAL
PLUS GRUPAL - EMPRESARIAL
 
CASA DE SAÚDE SÃO BERNARDO S/A
São Bernardo Total Empresarial Especial
São Bernardo Total Life Empresarial Executivo
 
CENTRO TRASMONTANO DE SAO PAULO
Gold - Enfermaria Ambulatorial/Hospitalar
GOLD 712 Enfermaria
 
CONMED SÃO LUIS - CONVÊNIOS MÉDICOS DE SAÚDE SUPLEMENTAR LTDA
PREMIER S/OBST COLETIVO POR ADESÃO ENFERMARIA
PREMIER S/OBST INDIVIDUAL/FAMILIAR ENFERMARIA
PREMIER S/OBST INDIVIDUAL/FAMILIAR APARTAMENTO
 
COOPUS - COOPERATIVA DE USUÁRIOS DO SISTEMA DE SAÚDE DE CAMPINAS
134.1.1 - Amb + Hosp com Obstetrícia + Odontológico QC C
130.1.20 CE
134.1.22 CA
 
ECOLE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA
Ecole Empresarial Básico
EXCELSIOR MED S/A
EXPRESS ODONTO - IV
EXTRA ODONTO - IV
EXPRESS AL ENFERMARIA COM PARTO
 
FUNDAÇÃO ASSISTENCIAL DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DA FAZENDA
ASSEFAZ RUBI APARTAMENTO EMPRESARIAL
 
GEAP FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL
PLANO GEAPFAMÍLIA
GEAPSaúde II
 
GREEN LINE SISTEMA DE SAÚDE S.A
EXCLUSIVO PME
Standard Global
Special Global
SPECIAL PREMIUM
CLASSIC
 
GOLDEN CROSS ASSISTENCIA INTERNACIONAL DE SAÚDE LTDA
ZE-32 Dame I Ambulatorial/Hospitalar
ZE-34 Dame II Ambulatorial/Hospitalar
UE CLUBE DAME Golden Cross Especial - Amb/Hosp - Quarto
JR/KR/LR-32 GC ESSENCIAL RJ - MPE - AMB/HOSP - QUARTO COL
ZR-32 GC ESSENCIAL BH - COL/EMPR - AMB/HOSP - QUARTO COL
JE/KE/LE-34 GC ESPECIAL MPE - AMB/HOSP - QUARTO IND
JE/KE/LE-32 GC ESPECIAL MPE - AMB/HOSP - QUARTO COL
UR-32 GC CLUB DAME ESSENCIAL SP - AMB/HOSP - QUARTO COL
UR-34 GC CLUB DAME ESSENCIAL SP - AMB/HOSP - QUARTO IND
SUPERMED I
 
IRMANDADE SANTA CASA MISERICORDIA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
PLANO VALE SAÚDE MASTER PLENO COM OBSTETRÍCIA SEM FATOR
 
MH VIDA - OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA
Plano Top Line
 
PLAMED PLANO DE ASSISTENCIA MEDICA LTDA
PLAMED PRATA
Plano Básico BA Co-Participação
 
PRONTOMED ASSISTÊNCIA MEDICA LTDA
ProntoMed Saúde
 
SANAMED - SAÚDE SANTO ANTONIO LTDA
STANDARD
 
SANTA RITA SISTEMA DE SAUDE S/C LTDA
SANTARIS
 
SANTAMALIA SAÚDE S/A
BASIC STANDARD EMPRESARIAL
SPECIAL II STANDARD
BASIC STANDARD
 
SANTO ANDRÉ PLANOS DE ASSISTENCIA MÉDICA LTDA
RUBI
 
SAUDE ASSISTENCIA MEDICA INTERNACIONAL LTDA
Global I Saúde Senior Enfermaria
 
SAÚDE MEDICOL S/A
PLENO 10 I/F
BÁSICO
 
SEISA SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE LTDA
PLANO PREMIUM BLUE GR
 
SMEDSJ - SERVIÇOS MÉDICOS SÃO JOSE S/C LTDA
Adesão Global Executivo
 
SMS - ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA
SMS-SPECIAL EMPRESARIAL
 
SOCIEDADE PORTUGUESA DE BENEFICENCIA
BENESAÚDE - REFERÊNCIA
 
SOMEL - SOCIEDADE PARA MEDICINA LESTE LTDA
UNISIS I/F ENFERMARIA
UNISIS CE ENFERMARIA
 
SOSAUDE ASSISTÊNCIA MÉDICO HOSPITALAR LTDA
STANDARD ENFERMARIA SEM OBSTETRICIA
VIP APARTAMENTO SEM OBSTETRICIA
SoSaude Flex Standart
 
TEMPO SAÚDE SEGURADORA S.A.
AIG Saúde - Plano Básico Plus - Clube Médico - Apartamento
AIG Saúde - Plano Executivo - Clube Médico
AIG Saúde - Plano Master - Clube Médico
 
TERRAMAR ADMINISTRADORA DE PLANO DE SAUDE LTDA
NORDESTE VIDA MAIS I APARTAMENTO
 
UNIMED CUIABA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO
UNIMED PREMIUM - PARTICULAR - ENFERMARIA
 
UNIMED DAS ESTÂNCIAS PAULISTAS OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE, SOCIEDADE COOPERATIVA
Vip Regional A - (sem parto)
 
UNIMED DO ABC - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO
UNIPLAN FÁCIL ENFERMARIA
 
UNIMED DO ESTADO DE SP - FEDERAÇÃO ESTADUAL DAS COOP. MÉDICAS
EMPRESARIAL BÁSICO
UNIPLAN ADESÃO ESPECIAL
UNIPLAN PARTICIPATIVO EMPRESARIAL BÁSICO
UNIPLAN ADESÃO MASTER
 
UNIMED GRANDE FLORIANÓPOLIS-COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO
Uniflex Estadual - Apto
Uniflex Estadual - Apto co-participação 20%
Uniflex Nacional - Apto co-participação 20%
Uniflex Nacional co-participação 20%
Uniflex Nacional co-participação 50%
UNIFLEX REGIONAL 50% CO-PARTICIPAÇÃO INDIVIDUAL E FAMILIAR
 
UNIMED MONTES CLAROS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA.
Coletivo Adesão Unimaster Enfermaria
Coletivo Adesão Unimaster Apartamento
 
UNIMED NORTE CAPIXABA- COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO
UNIPARTICIPLAN C/OBSTETRICIA EM APARTAMENTO C/ REMOÇÃO P.J.
 
UNIMED SERGIPE - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO
UNIVIDA ESPECIAL PLUS 1
UNIVIDA ESPECIAL PLUS 1
UNIVIDA BASICO PLUS 1
UNIVIDA ESPECIAL ADESÃO PARTICIPATIVO
 
VIVA PLANOS DE SAÚDE LTDA
SAÚDE QC - 12
SAÚDE QP - 11
SAUDE PE210 QC
SAUDE PE110 QC
SAÚDE PE 11 QC
PREFERENCIAL II
EXTRA
SAÚDE QC - 11
SAUDE PE120 QP
 
Veja a lista de produtos liberados
 
UNIVERSAL SAUDE ASSISTENCIA MEDICA S.A.
CONTRATO COLETIVO EMPRESARIAL - PRATA 275 2772
 
ASSOCIAÇÃO DE BENEFICÊNCIA E FILANTROPIA SÃO CRISTOVÃO
SC EMPRESARIAL 1A 10891
SC EMPRESARIAL 1E 8198
SÃO CRISTÓVÃO 20 A 7604
SÃO CRISTÓVÃO 20 E 7964
SÃO CRISTÓVÃO EMPRESARIAL 10 A 1876
 
FUNDAÇÃO SAÚDE ITAÚ
PLANO DE SAÚDE ITAU 27768
BASICO 13834
ESPECIAL I 104497
EXECUTIVO I 12555
ESPECIAL 8155
UBBAT Especial V 2198
UBBAP Executivo V 111
UBBAP Especial V 156
 
G & M ASSESSORIA MEDICA EMPRESARIAL LTDA - EPP
Plano Ambulatorial Coletivo por Adesão 661
 
PREVENT SENIOR PRIVATE OPERADORA DE SAÚDE LTDA
PREVENT SENIOR ESMERALDA ENFERMARIA 99729
PREVENT SENIOR ESMERALDA APARTAMENTO 56209
 
PROMÉDICA - PROTEÇÃO MEDICA A EMPRESAS S.A.
Plano Especial 11589
Co-Participado Referencia Promedica 6247
Co-Participado Especial 745
Co-Participado Essencial 10057
Plano Ambulatorial 2350
Standard Plus 1043
 
SUL AMERICA COMPANHIA DE SEGURO SAÚDE
Básico PME Tradicional AHO QC 30183
Especial PME Tradicional AHO QP 65674
432411001 Básico Adesão Tradicional AHO QP COP 36772
Beta Adesão AHO QP 2340
Beta Empresarial AHO QP COP 8556
Básico 10 Empresarial/PME Trad.10 AHO QP 32201
Básico 10 Empresarial/PME Trad.10 AHO QC 27179
Especial 100 QP 22433
Exato QP 14851
Exato QC 14802
Básico Adesão Tradicional AHO QC 47849
Especial Adesão Tradicional AHO QP 187542
Executivo/Máximo Adesão Tradicional AHO QP 11074
 
iG

Dor no couro cabeludo pode ser um sinal de problemas sérios

Inflamações nos fios de cabelo podem levar à calvicie irreversível

Por Dr. Ademir Júnior

É comum algumas pessoas se queixarem de dor ou sensibilidade no couro cabeludo. Esta situação acontece ao se usar capacete, boné, chapéus ou qualquer tipo de elástico ou presilha para prender os cabelos. O simples fato de comprimir algumas áreas do couro cabeludo ou tracionar os cabelos de uma determinada região já é o suficiente para promover uma leve sensação de incômodo. Nestes casos raramente o paciente experimenta algum problema mais grave para os cabelos ou couro cabeludo e o mesmo se resolverá sem que seja preciso qualquer tratamento quando o paciente excluir a causa.

Apesar de, na maioria das vezes, estar acompanhado de problemas simples de serem resolvidos, a sensibilidade e a dor de couro cabeludo podem ser causadas por problemas importantes e que exigem tratamento rápido para evitar maiores complicações. 
 
Aqueles que apresentam cabelos finos, ralos ou que são calvos podem desenvolver dor no couro cabeludo quando se expõem ao sol por conta das queimaduras, causadas pelas radiações ultravioletas. Para estes casos a prevenção com o uso de filtros solares ou bonés ajudam muito a evitar que esta situação se instaure. 
 
O excesso de oleosidade também pode deixar o couro cabeludo mais sensível. Isto acontece porque ela facilita o aparecimento de um problema conhecido como dermatite seborréica. Também é comum percebermos que pessoas que utilizam químicas nos cabelos, sejam alisantes ou relaxamentos, tendem a ter o couro cabeludo mais dolorido. A irritação provocada por estes tipos de produtos pode causar desde um simples processo inflamatório até queimaduras. 
 
Quando a dor e o desconforto de couro cabeludo persiste, o ideal é procurar um médico para um diagnóstico preciso e a escolha das medidas de tratamento coerentes para a melhora. É quase certo que com a conduta correta o quadro desaparece e o paciente fica sem dor e satisfeito. 
 
Minha Vida