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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Cuide dos olhos no verão com essas sete dicas

Sete dicas para cuidar dos olhos no verão Evitar coçar e ter um colírio lubrificante à disposição é essencial
 
A estação mais esperada do ano por quem gosta de calor, praia e piscina também tem seus problemas. É nesta época que costumam acontecer epidemias de conjuntivite, já que as altas temperaturas favorecem a multiplicação dos micro-organismos responsáveis pela doença.
 
O período também fica marcado pelos olhos vermelhos e irritados de quem entra no mar ou na piscina. Para completar, muita gente ainda sofre com a claridade e muitas vezes fica em dúvida sobre como proceder. Felizmente, esses e outros desconfortos podem ser evitados com cuidados simples.
 
Confira quais são eles e aproveite o verão sem deixar a saúde de lado:
 
Banho de mar
"A irritação mais frequente após o banho de mar é a conjuntivite", afirma a oftalmologista Keila Monteiro de Carvalho, coordenadora da Pós Graduação em Oftalmologia FCM/UNICAMP. Por isso, ela recomenda usar um colírio lubrificante ao sair do mar e não coçar os olhos, evitando, assim, o risco de lesões por agentes que estejam na superfície ocular. Lembre-se ainda de retirar as lentes de contato antes de mergulhar. Elas podem ser contaminadas com a sujeira da água, favorecendo infecções.                    

Piscina
Embora pareçam limpas, piscinas costumam ser usadas por diversas pessoas e ainda são alvo de inúmeros produtos químicos. Por isso, a oftalmologista Denise Fornazari Oliveira, da Unicamp, recomenda o uso de colírios lubrificantes ao sair da água. "Algumas pessoas são tolerantes a esses agentes e não apresentam qualquer desconforto mesmo mergulhando de olhos abertos, mas isso não é regra", explica. Ela alerta ainda para que as lentes de contato sejam retiradas antes de entrar na piscina para evitar sua contaminação.

Sol forte
Na falta de óculos de sol, invista em bonés ou permaneça na sombra para evitar o desconforto ocular. "Contrair os olhos também é um método de proteção natural do corpo, já que a ação é reflexa e involuntária", aponta a oftalmologista Keila. Isso reduz a entrada de luz nos olhos, promovendo mais conforto para quem está exposto ao sol.

Óculos escuros
"Óculos escuros sem filtro de raios ultravioletas podem prejudicar os olhos, por isso, não invista em produtos de procedência duvidosa", afirma a oftalmologista Denise. Segundo ela, o conforto proporcionado pela redução da luminosidade faz com que nossos olhos fiquem mais vulneráveis, caso não haja proteção adequada. Por isso, na dúvida prefira bonés, uma sombra ou mesmo a exposição direta.

Filtro solar
O contato dos olhos com o filtro solar costuma causar ardência e irritação, por isso, fique atento na hora de espalhar o produto no rosto. "Prefira versões mais concentradas ou que sejam específicas para essa região mais sensível", recomenda a oftalmologista Denise. A especialista afirma, entretanto, que não há grande perigo decorrente da interação e que lavar o rosto com água corrente ou usar colírios lubrificantes já é o suficiente para aliviar o desconforto.

Cisco
"Por mais tentada que a pessoa fique, ela deve evitar coçar os olhos quando sentir um cisco, pois há risco de lesões na superfície ocular", diz a oftalmologista Keila. O que fazer? Usar um colírio lubrificante e, caso o problema não seja resolvido, dirigir-se a um pronto-socorro para que o médico remova o cisco com material esterilizado que não expõe o paciente ao risco de infecções. "Após a retirada do cisco, é comum a realização de um curativo ocular oclusivo que favorece a cicatrização da lesão por 24 horas", explica.

Suor
Até mesmo nosso próprio suor pode gerar irritações oculares. "As sobrancelhas impedem que a água escorra, mas com o aumento da transpiração, decorrente da prática de exercícios, por exemplo, isso se torna inevitável", aponta a oftalmologista Denise. Para evitar o problema, vale apostar em faixas, como a que os jogadores de tênis usam, ou contar com uma toalhinha para evitar que o suor escorra.
 
Minha Vida

Anvisa discute impacto da nanotecnologia para a vigilância sanitária

Uso intensivo da nanotecnologia colocará estruturas no meio ambiente, exigindo estudos de impacto. Especialistas se reuniram para discussão
 
Promovida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) nesta terça-feira (3), em Brasília, a oficina temática “Nanotoxicidade e Análise de Riscos” reuniu especialistas em nanotecnologia. A promoção do ciclo de debates, com foco em nanotecnologia, é voltado às indústrias de saúde e o desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde que necessitam de políticas específicas para o fortalecimento da capacidade de inovação e de competição internacional.
 
Segundo a professora Zulmira Lacava, do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB), o grupo de estudos da UnB desenvolve desde 1997 testes para averiguar a toxidade da interação entre as nanoestruturas e as células. Um deles testando a atuação das nanoestruturas em células sadias e em células tumorais.
 
José Maria de Monserrat, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) disse que uma indicação feita nestes estudos é que o uso, cada vez mais intensivo, da nanotecnologia trará estas estruturas ao meio ambiente, por isso é importante saber o impacto disto. Segundo ele, um dos trabalhos mais bem sucedidos fez os testes da fase “in vivo” com um verme classificado como nematoide, cuja espécie teve sua estrutura de genoma integralmente decifrada.
 
Para a chefe do Núcleo de Educação, Pesquisa e Conhecimento da Anvisa, Daniella Guimarães de Araújo, o debate sobre análise de riscos relacionado às nanotecnologias é fundamental para a Agência considerando a missão institucional na proteção à saúde em grande escala.
 
A primeira oficina, realizada em outubro, teve como tema “O panorama mundial da nanometrologia e a inserção do Brasil no uso desta tecnologia”. A terceira será sobre “Regulação”, prevista para fevereiro de 2014, em data ainda a ser definida.
 
* com informações da assessoria de imprensa da Anvisa
 
SaudeWeb

Atividade estomacal noturna pode explicar tendência à obesidade

Reprodução / BBC
Células do estômago podem ser a chave para entender a tendência
 à obesidade e ao diabetes, segundo estudo australiano
Isso é o que revela um estudo divulgado nesta quinta-feira (5) na Austrália
 
As células do estômago, que funcionam como uma espécie de relógio neural para reduzir o apetite durante a noite, podem ser a chave para entender a tendência à obesidade e ao diabetes das pessoas que não têm turnos regulares de trabalho, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira (5) na Austrália.
 
Os nervos que ficam nas paredes musculares ao redor do estômago, cuja função principal é emitir sinais para dar a sensação de plenitude, são a base do estudo de um grupo de cientistas australianos da Universidade de Adelaide. O grupo de pesquisadores, liderados por Stephen Kentish, utilizou ratos de laboratório para estudar as respostas de um grupo de nervos situados nas paredes musculares ao redor do estômago durante um período de 24 horas.
 
Os cientistas mediram a atividade dos nervos quando as paredes do estômago estavam estiradas em intervalos de três horas entre as 6 da manhã até as 3 da madrugada do dia seguinte. Assim descobriram que os nervos eram menos sensíveis ao estiramento do estômago quando os ratos estavam normalmente acordados, enquanto eram mais sensíveis quando os animais estavam dormindo, o que permitia que o cérebro recebesse a sensação de estar saciado mais rápido, aplacando a vontade de comer.
 
Os pesquisadores observaram que as células atuam como uma espécie de relógio neural no estômago para regular a quantidade de comida necessária e obter a sensação de plenitude.
 
Kentish e seus companheiros sustentam que esse mesmo mecanismo existe nos seres humanos e esperam poder vincular os resultados da pesquisa ao entendimento dos hábitos alimentares das pessoas que sofreram variações em seus relógios circadianos.
 
— Sabemos que as condições metabólicas como a obesidade e o diabetes são mais comuns nos trabalhadores com diversos turnos e nas pessoas que não têm um ciclo consistente de luz e escuridão.

EFE

5 passos para você se livrar dos sintomas de ansiedade

Para definir a ansiedade a partir de termos não técnicos, é possível encontrar várias expressões, tais como aflição, angústia, perturbação do espírito causada pela incerteza, relação com qualquer contexto de perigo, entre outros, entretanto, se for levar em conta os termos científicos, é possível entender que a ansiedade é um tipo de fenômeno que tanto pode ajudar, quanto prejudicar.
 
A ansiedade pode estimular a pessoa a estar sempre em alerta aos acontecimentos, mas, quando há excesso, pode fazer exatamente o contrário, deixando a pessoa paralisada e impedida de ter qualquer tipo de reação.
 
Os sintomas de ansiedade são:
 
- Preocupações e tensões em excesso
 
- Frequente sensação de que algo ruim vai acontecer
 
- Medo inexplicável de algo ou algum objeto
 
- Panico após a vivência de uma situação difícil
 
Para auxiliar aqueles que precisam controlar melhor a ansiedade, traremos algumas dicas especificamente orientadas a esse objetivo logo mais na sequência.
 
Veja os 5 passos para você se livrar dos sintomas de ansiedade
 
1 -  Faça contato com a natureza, passeios de barco, caminhadas no parque, piqueniques no campo com pessoas que lhe tragam algum tipo de segurança, são algumas das atividades que podem fazer bem, ao menos é o que se pode concluir com base nos dados divulgados por um estudioso Sueco.
 
2 -  Sorria, mesmo que não esteja feliz encontre uma maneira de sorrir, leia piadas, assista uma comédia, ou faça qualquer outra atividade que possa arrancar sorriso, pois ele emite sinais ao cérebro para que ele aumente a produção de endorfinas, substância conhecida por ter poder analgésico e proporcionar bem estar ao corpo.
 
3 -  Se conheça, as vezes ficar um momento sozinho faz bem, e ajuda a organizar as ideias e pensamentos. Reservar um momento para esvaziar a mente, relaxar e controlar a respiração melhora a pressão arterial, essa técnica ajuda a combater o estresse e a angústia.
 
4 -  Relaxe. Se você cria um roteiro em sua cabeça de que alguma situação deve acontecer exatamente como você quer, pode se frustrar quando essa situação fugir de seu controle. Por isso relaxe, ao invés de se preocupar, procure manter sua mente ocupada com outras coisas para não ser surpreendido com imprevistos, dessa forma aprenderá a lidar melhor com alguns acontecimentos.
 
5 - Faça amigos, ficar sozinho por muito tempo não é saudável, embora em determinados momentos o isolamento seja um benefício conforme já mencionado, o fato é que o ser humano precisa conhecer novas pessoas, nesse momento é importante priorizar a amizade de pessoas sorridentes para trocar ideias, conselhos, e divertir-se.

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Caso raro: espanhola é operada para extrair tumor de 25 kg do ovário

Reprodução/BBC
Cirurgiões espanhóis extraíram tumor de 25 kg do ovário de mulher
Existem na literatura científica apenas cinco casos de tumores gigantes no mundo
 
Uma equipe de cirurgiões espanhóis extraiu, com sucesso, um tumor benigno de 25 kg do ovário de uma mulher de 47 anos, informou o hospital de Torrevieja (leste), onde a operação foi realizada. A data da intervenção médica não foi divulgada.
 
O chefe do serviço de Obstetrícia e Ginecologia do hospital, Eduardo Cazorla, garantiu que em seus "20 anos de carreira nunca tratou de um caso com características similares", declarou a instituição, em um comunicado.
 
Segundo a nota do hospital, até agora, existem na literatura científica apenas cinco casos de tumores gigantes no mundo. Nessa categoria, considera-se os que são maiores de 11,3 kg.
 
A paciente foi enviada para o hospital por seu médico, após se queixar de muitas dores e observar "um constante crescimento de sua região abdominal". Os médicos detectaram uma "tumoração quística gigante" de 41 cm e 25 kg, extraída em uma operação de duas horas.
 
— A complexidade desse tipo de intervenção é muito alta, levando-se em conta a particularidade do tamanho da tumoração. Depois de cinco dias de internação e pelo menos 20 dias de repouso, a paciente se recuperou completamente.

AFP/R7