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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Maçã pode ser tão potente quanto remédio na prevenção do colesterol, diz estudo

Comer uma maçã por dia tem efeitos semelhantes à estatina,
remédio usado no controle do colesterol e que previne
doenças cardiovasculares
Pesquisa da Universidade de Oxford mostrou que antioxidantes da fruta combatem o LDL sem os efeitos colaterais das estatinas, que incluem fraqueza muscular e diabetes
 
O velho ditado inglês que diz que comer uma maçã por dia mantém o médico longe parece ser realmente verdade – ao menos é o que diz um estudo publicado no periódico British Medical Journal nesta semana. Pesquisadores da Universidade de Oxford estudaram os efeitos preventivos da estatina – droga que combate o mau colesterol – comparados aos efeitos do consumo da maçã.
 
Num mapeamento com pacientes atendidos pelo sistema de saúde público, tanto o medicamento como a maçã foram capazes de reduzir a mortalidade decorrente de doenças cardiovasculares ou acidente vascular cerebral (AVC). A estatina preveniu 9.400 mortes, enquanto a maçã conseguiu evitar 8.500 casos fatais por ano.
 
Segundo o estudo, a vantagem em adotar a maçã como prevenção é que a fruta não carrega os efeitos colaterais da estatina, que envolvem miopatia (fraqueza muscular) e o surgimento do diabetes, além de outras reações adversas.
 
Apesar dos benefícios da fruta, os cientistas se preocupam com o acesso da população britânica às maçãs frescas. Por lá, a fruta é mais cara do que as estatinas e a maioria da população não consome as porções recomendadas.
 
Um problema que inexiste no Brasil, explica a nutróloga Ana Luisa Vilela Barbosa, membro da Sociedade Brasileira de Nutrologia. "Aqui a maçã é barata e de fácil acesso. Você encontra em qualquer lugar".
 
Ana explica que os antioxidantes presentes na maçã ajudam a diminuir a oxidação do LDL, o colesterol ruim. Além disso, a fruta também traz outros benefícios. “A maçã é rica em fibras, é considerada até um limpador natural de dentes, pois ela impede a proliferação de cáries e tem poder antibacteriano, além de ter baixa caloria e baixo índice glicêmico”, explica.
 
A fibra da maçã também é considerada benéfica. “A pectina ajuda na diminuição do colesterol”, explica a nutróloga. Isso além dos antioxidantes que contribuem na prevenção de várias doenças, inclusive o câncer, e das vitaminas, sais minerais e ferro encontrados nela. É melhor consumir com a casca, pois é onde se concentram bastantes nutrientes”, complementa.
 
iG

Teste do coraçãozinho pode salvar a vida de muitos bebês

Exame é importante para diagnosticar doenças graves ainda na maternidade
 
Passadas 24 horas do nascimento, já é possível realizar o teste do coraçãozinho para saber se o bebê tem algum problema de saúde. É um exame gratuito que até pouco tempo muita gente desconhecia. Isso porque só algumas maternidades faziam o procedimento que, assim, não estaria disponível para todas as pessoas.
 
No ConsultaClick, portal de agendamento de consultas, é possível ver a importância deste teste, já que as doenças cardíacas graves se manifestam de forma silenciosa nos primeiros 15 dias de vida e, quando não são diagnosticadas rapidamente, podem até levar o bebê à morte.
 
Trata-se de um procedimento tão importante quanto o teste do pezinho e da orelhinha.
 
Como o teste é feito?
A Oximetria de Pulso, nome científico do Teste do Coraçãozinho, consiste em uma pulseira que mede a quantidade de oxigênio no sangue. O exame é feito no membro superior direito e em um dos membros inferiores. Trata-se de um exame simples, rápido e indolor que deve fazer parte da triagem de rotina de todos os recém-nascidos.
 
Quais doenças podem ser diagnosticadas com o Teste do pezinho?
Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o exame auxilia no diagnóstico precoce de doenças genéticas graves que atingem o coração (cardiopatia congênita crítica). Estas doenças são manifestadas por meio do fechamento ou restrição do canal arterial, que por sua vez não permitem que o sangue oxigene adequadamente.
 
Há muitas crianças que nascem com doenças cardíacas?
Você sabia que cerca de um a dois de cada 1000 recém-nascidos vivos apresentam cardiopatia congênita crítica? De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, 30% dos recém-nascidos que têm problemas cardíacos graves recebem alta das maternidades sem o diagnóstico. O resultado da falta de diagnóstico precoce e de tratamento adequado pode ser o choque cardiogênico (incapacidade do coração de bombear uma quantidade adequada de sangue), a hipóxia (baixa oxigenação para o cérebro) ou óbito precoce.
 
O teste do Coraçãozinho é oferecido no SUS?
Nem todas as maternidades do país oferecem o Teste do Coraçãozinho, já que ainda não há uma lei que garanta o benefício. Falta apenas a aprovação da Secretaria de Atenção Básica para que o exame passe a ser obrigatório em toda a rede pública de saúde. Vale lembrar que o pré-natal é de importância fundamental para o bom desenvolvimento do bebê.
 
Informações para a imprensa:
Spin Comunicação
Marília Gonçalves – marilia@spin.ag 11 - 4314.1984
Sueli Gomes – sueli@spin.ag – 11 – 4314.1987

Gestão hospitalar deve ser feita por quem?

Em artigo, presidente do Conselho Federal de Administração afirma que "administração é para administradores" e considera que o Brasil passa por uma grave crise de gestão dos recursos públicos
 
Por Sebastião Luiz de Mello
 
O jornal Folha de São Paulo divulgou o relatório elaborado pelo Banco Mundial que revela os problemas do Sistema Único de Saúde (SUS). O documento mostra que não falta dinheiro, mas a desorganização e a ineficiência na gestão desses recursos geram os problemas de acesso e cuidados especializados no SUS.
 
Um dos principais problemas é o subfinanciamento já que mais da metade dos gastos com saúde no Brasil se concentra no setor privado. Isso sem falar das longas filas, da falta de leitos, de médicos e de medicamentos, dos erros de diagnóstico e tratamento, entre outros problemas que diariamente são pauta na mídia.
 
Esse relatório do Banco Mundial só veio para reforçar e provar que as mazelas do país são causadas por falta de uma gestão eficaz, eficiente e profícua. É revoltante o colapso no funcionamento dos hospitais brasileiros. Grande parte desses problemas poderia ser sanada se o Estado apostasse em profissionais capacitados e habilitados para gerir a coisa pública.
 
Atualmente, por exemplo, observamos que a Administração Hospitalar ainda é confiada a pessoas sem a plena capacidade administrativa para desenvolver determinadas atividades e tarefas. São profissionais com qualquer formação ou sem formação nenhuma e, muitas das vezes, estão onde estão em razão de favorecimento e/ou troca de favores.
 
Percebemos essa falta de critério não só na saúde, mas entre outros setores como educação, segurança, etc. Enquanto o país praticar esse tipo de gestão diletante, o Brasil não avançará. Vamos continuar vendo os recursos, fruto da alta carga tributária que tanto pesa no nosso bolso, sendo mal empregados.
 
Reconhecemos que o médico é o profissional imprescindível em um hospital, mas a gestão de um empreendimento hospitalar precisa e deve ser tocada por um profissional capacitado e habilitado para esta função, até porque o Brasil adotou o princípio da profissão regulamentada, garantindo que os serviços especializados e que impliquem em conhecimentos também especializados sejam prestados por pessoas com a qualificação exigida.
 
O exercício ilegal de uma profissão pode gerar muitos efeitos. No caso da má gestão de recursos públicos, vemos os males que trazem para a saúde econômica e financeira do país. Quem sofre com essa situação é o cidadão, que fica a mercê de serviços mal prestados.
 
Os Conselhos Federal e Regionais de Administração têm lutado com afinco no sentido de que o setor público, no âmbito de todos os poderes, compreenda a necessidade e a importância de deixarem os Administradores profissionais assumirem a gestão mediante assunção dos cargos que para seu desempenho é imprescindível a formação técnico-científica em Administração.
 
Lamentável essa situação do SUS apresentada pelo relatório do Banco Mundial. Até quando teremos casos semelhantes? Os líderes públicos deste país precisam atentar para esta grave crise de gestão dos recursos públicos e reconhecer que, definitivamente, administração é para administradores. Somente após essa atitude poderemos ter, talvez, políticas públicas eficientes e que, de fato, atendam a sociedade brasileira.
 
*Sebastião Luiz de Mello: Presidente do Conselho Federal de Administração
 
Saudeweb

Inca: Brasil tem 3º maior banco de medula óssea do mundo

São mais de 3 milhões de doadores cadastrados. Segundo instituto, 90% dos pacientes que aguardam transplante no País já encontram doador compatível
 
O Brasil já tem mais de 3 milhões de doadores de medula óssea cadastrados, atrás apenas dos Estados Unidos e da Alemanha. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), 90% dos pacientes que aguardam um transplante no País já encontram doador compatível.
 
Melhorar a infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) para os transplantes, entretanto, ainda é um desafio. O assunto foi debatido em audiência pública nesta terça-feira (17) na Comissão de Seguridade Social e Família.
 
A diretora do Departamento de Atenção Hospitalar e de Urgências do Ministério da Saúde, Maria do Carmo, disse que são indiscutíveis os avanços da política setorial no tocante ao número de transplantes, investimentos em estrutura e capacitação.
 
Há 71 centros de transplante no País, 80% deles públicos. Atualmente, há 1227 cadastrados em busca de doador de medula compatível. O transplante de medula pode curar em torno de 80 doenças. Só neste ano, o número de transplantes de medula deve chegar a 280, um crescimento de cerca de 8% em relação ao ano passado.
 
Doadores compatíveis
O diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do Inca, Luiz Fernando Bouzas, ressaltou que são grandes as dificuldades de encontrar doadores compatíveis, principalmente em uma sociedade altamente miscigenada e com grande diversidade genética, como a brasileira.
 
Bouzas disse ainda que a primeira alternativa é sempre o doador familiar, normalmente o irmão. Segundo informou, essa modalidade atende 30 % dos transplantados. Os outros 70% recorrem aos registros nacionais e internacionais porque as características genéticas se repetem na população. “Por isso, o grande sucesso do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) é um avanço”.
 
No Brasil, há 57 centros de recrutamento de doadores, os hemocentros. “A existência do banco de sangue garante o registro da diversidade genética em cada região”, afirmou Bouzas, lembrando que ainda são poucos na região Norte e Nordeste, mas que há planos para expansão. Os bancos públicos de cordão umbilical, que armazenam sangue coletado na hora do parto, já somam 17 mil amostras sanguíneas, 170 já foram usadas em transplantes.
 
O dirigente reconhece, no entanto, que com melhores centros de transplantes, os resultados poderiam ser melhores. “Poderíamos ter ampliação do serviço. Há poucos centros que fazem transplantes em crianças, por exemplo.”
 
Para o deputado Paulo Foletto (PSB-ES), o médico deve ser valorizado e defendeu a revisão da tabela de remuneração do SUS. Ele que é cirurgião geral afirma que hoje um médico chega a receber R$ 50 por uma cirurgia de vesícula.
 
Redução da toxidade
Outro problema a ser resolvido, segundo Bouzas, é a redução toxicidade associada ao tratamento, o que poderia ser resolvido com a autorização de medicamentos para prevenção e controle de complicações que ainda não estão disponíveis no Brasil.
 
Para o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), autor do projeto que virou lei criando a semana de mobilização para doação, faltava conhecimento sobre a possibilidade de doação, por isso não havia doadores. Ainda hoje, há 20% de deserção dos registrados. Por isso, o deputado apresentou projeto de lei para que os bancos de sangue não recusem doações. Há limites a serem respeitados nos estados e o deputado é contra. “Esse doador tem de ser celebrado, aplaudido, temos que manter o entusiasmo da população para se cadastrar”, concluiu.
 
O doador voluntário deve ter entre 18 e 55 anos e não ser portador de doença transmissível pelo sangue.
 
Faltam leitos
O Ministério da Saúde reconhece que faltam leitos específicos para transplantados nos hospitais públicos e lançou em 2010 um incentivo no valor de R$ 1 milhão para a instalação de unidades com até cinco leitos. Só três hospitais aderiram até hoje.
 
Autor do requerimento para a audiência pública, o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) comemora os avanços alcançados nos últimos cinco anos, desde a morte de seu filho, com leucemia, que não encontrou doador.
 
O deputado destacou, no entanto, que é preciso investir também no custeio a longo prazo de unidades especializadas. “Em se tratando de leucemia, você tem que ter equipes especializadas. O quarto não pode ser o mesmo de qualquer outra doença, o ar tem que ser rarefeito, tem que ser fechado em razão da baixa imunidade dos pacientes.”
 
Na opinião de Albuquerque, é preciso convencer os hospitais a ampliar o número de leitos.
 
“Evidentemente, esses hospitais têm de ser bem remunerados porque um transplante que dá certo são mais 4,5, 6 meses de tratamento e se não dá certo pode se prolongar por mais um ano. Não é o hospital que tem que assumir esse risco, mas o Sistema Único de Saúde.”
 
SaudeWeb

Nuvem vai revolucionar saúde nos próximos 5 anos, diz IBM

Estudo faz previsões a partir de cinco tecnologias com potencial para mudar modo de vida dos seres humanos
 
A IBM divulgou na terça-feira (17) a oitava edição do IBM 5 in 5, lista com cinco inovações que têm potencial de mudar o modo como as pessoas trabalham, vivem e interagem nos próximos cinco anos.
 
O levantamento deste ano diz que tudo será capaz de aprender através de sistemas cognitivos, na qual as máquinas irão aprender, raciocinar e interagir conosco de uma forma mais natural e personalizada.
 
Segundo a fabricante de sistemas de tecnologia, a computação cognitiva está começando a surgir graças a um misto de computação em nuvem, grandes análises de dados e mobilidade, aliada a requisitos de privacidade e segurança adequados para os cidadãos, sejam consumidores, estudantes ou pacientes. Em breve, os sistemas de TI deverão se tornar mais inteligentes e customizados.
 
O IBM 5 in 5 é baseado em tendências de mercado e sociais, bem como em tecnologias emergentes dos laboratórios de pesquisa da IBM no mundo.
 
As cinco previsões são:
 
1. Médicos usarão DNA para manter as pessoas bem
Em cinco anos, os avanços na análise de dados e grandes sistemas cognitivos baseados em nuvem emergentes, juntamente com avanços em pesquisas e testes de genomas, poderão ajudar os médicos a diagnosticar com precisão o câncer e criar planos de tratamento personalizados para os pacientes. Máquinas inteligentes levarão a saída do sequenciamento do genoma completo e vasculharão vastos repositórios de registros médicos e publicações para aprender e fornecer conhecimentos específicos e acionáveis sobre as opções de tratamento para os oncologistas. Os sistemas cognitivos baseados em nuvem poderão tornar a medicina personalizada disponível em uma escala e velocidade nunca antes possível, diz a IBM.
 
2. A sala de aula aprenderá sobre o aluno
A sala de aula do futuro vai fornecer aos educadores as ferramentas necessárias para aprender sobre todos os alunos de maneira individualizada, proporcionando-lhes um currículo adaptado desde o jardim de infância até o ensino médio, chegando até a fase de ingressar no mercado de trabalho. Nos próximos cinco anos, a sala de aula vai aprender sobre cada aluno, utilizando dados longitudinais, como os resultados dos testes, assiduidade e comportamento do aluno em plataformas de e-learning, não apenas levando em consideração testes de aptidão.
 
A sala de aula do futuro, diz a IBM, aprenderá sobre cada estudante no decorrer da sua educação escolar, ajudando os alunos a dominar as habilidades essenciais para atender seus objetivos. Um sistema alimentado por análises sofisticadas, baseado em computação na nuvem, permitirá aos professores identificar os estudantes com maior dificuldade de aprendizado, decifrar seus obstáculos e sugerir medidas para ajudá-los a superarem esses desafios.
 
3. Lojas físicas oferecerão uma experiência exclusiva
Em cinco anos, as compras em lojas físicas voltarão a se destacar. Varejistas experientes usarão o imediatismo do estabelecimento e a proximidade com os clientes para criar experiências que não podem ser replicadas por lojas online. Eles ampliarão a experiência digital, trazendo a web diretamente para onde o cliente pode tocá-la fisicamente.
 
Os lojistas poderão contar com tecnologias para equipar as equipes de vendas, tornando cada vendedor um especialista sobre cada produto na loja. Como os dispositivos móveis suportados pela computação em nuvem permitem que os usuários compartilhem diversos aspectos da sua vida, como a sua saúde ou necessidades nutricionais em redes sociais, os varejistas vão, em breve, ser capazes de antecipar com precisão os produtos que um cliente mais quer e precisa. Como resultado, as lojas se transformarão em destinos imersivos, com experiências personalizadas para cada indivíduo.
 
4. Um guardião digital oferecerá proteção online
Com o aumento do número de identidades digitais e dispositivos móveis, cresce também o número de vulnerabilidades e ataques online. Em cinco anos, cada indivíduo pode estar sendo protegido por um guardião digital próprio, treinado para se concentrar nas pessoas e itens que protege, oferecendo um novo patamar de proteção contra roubo de identidade.
 
A segurança irá incorporar dados de contexto, situação e histórico para verificar a identidade de uma pessoa em dispositivos diferentes. Ao aprender sobre usuários, um guardião digital pode fazer inferências sobre o que é atividade normal ou razoável e o que não é, atuando como orientador quando isso é desejado.
 
5. As cidades vão ajudar quem vive nelas
Cidades mais inteligentes vão entender, em tempo real, como ocorrem bilhões de eventos, ao passo que computadores vão aprender a entender o que as pessoas precisam, o que gostam, o que fazem e como se movem de um lugar para outro. Os dispositivos móveis e o engajamento social permitirão aos cidadãos construir relacionamento direto com os líderes da cidade, para que suas vozes sejam ouvidas não só no dia da eleição, mas sempre.
 
Em cinco anos cidades inteligentes entenderão, em tempo real, como bilhões de eventos ocorrem em suas dependências, a partir do momento que computadores aprenderão a entender o que os cidadãos precisam, o que gostam e como eles se movimentam de um lugar para o outro. Em breve será possível às cidades e aos seus líderes entender e assimilar novas informações fornecidas de maneira voluntária pelos cidadãos, descobrindo quais recursos urbanos são necessários, onde e quando. Sendo assim, a cidade poderá de forma dinâmica otimizar sua administração de acordo com as necessidades da sociedade.
 
SaudeWeb