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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Política para atender dependentes químicos é insuficiente no Brasil

Priscilla Borges
Espaço para reuniões na unidade de acolhimento, onde estão
 as tarefas diárias de cada um e as regras
 
Sob críticas de especialistas, governo aposta em ampliar atendimento nos Centros de Atenção Psicossocial para tratar viciados em álcool e drogas. Estratégia não privilegia a internação forçada e sim o tratamento voluntário
 
Fabiana e Daniel* são protagonistas de um drama vivido por suas famílias e outros 28 milhões de brasileiros: a dependência química. Viciados em crack, os dois já fizeram inúmeras tentativas de largar o vício. As internações forçadas, feitas pelas famílias em clínicas privadas, foram inócuas. Agora, juntos, eles buscam tratamento na rede pública do Distrito Federal.
 
O casal tenta – pela segunda vez – se livrar do vício com a ajuda do programa desenvolvido dentro de um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD). O órgão centraliza a maior parte do tratamento – médico, social e psicológico – oferecida aos dependentes. A estratégia não inclui internação forçada, apenas tratamento voluntário.
 
A política defendida pelo governo federal não agrada a todos. Muitas famílias alegam que obrigar o dependente a se tratar é a única forma de protegê-lo. Para muitos especialistas, isso não funciona. Outros defendem múltiplas alternativas. No fim, todos concordam que a rede existente é insuficiente para atender à demanda que, infelizmente, é crescente.
 
De acordo com o 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), divulgado pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas em dezembro, cerca de 2,6 milhões de brasileiros usaram cocaína, crack ou oxi no último ano. E cerca de 28 milhões de brasileiros convivem com algum parente dependente químico.
 
A rede de atendimento, em todo o País, é formada por 345 Caps AD, sendo que apenas 43 deles funcionam 24 horas. Nessas 43 unidades, há leitos para pacientes (430). Nos outros, é possível ter consultas, participar de atividades laborais, oficinas e receber medicações. A rede é capaz de atender 8,8 milhões de pacientes por ano, segundo o ministério.
 
“O problema é tão grave e tem tanto volume, que exige uma rede diversa de diferentes equipamentos, que seja aberta, acolhedora, qualificada e em número suficiente. Não tem nenhum serviço isolado que dará conta de tudo e é um enorme desafio fazer essa rede crescer”, afirma o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães.
 
Para Fabiana e Daniel, as experiências em comunidades terapêuticas (que têm mais de 4 mil leitos) foram terríveis. “Eu me sentia preso, distante de tudo”, conta Daniel. Os dois dizem que lá não encontravam apoio para “voltar ao mundo real”. Não conseguiam nem lidar com o filho de um ano, que nasceu no auge de consumo de drogas pelos pais.
 
Tratamento contínuo
Fabiana e Daniel descobriram o atendimento do Caps em julho. A falta de clareza da população sobre o trabalho dessas unidades – outra crítica dos especialistas – também era deles. “Meu pai queria me internar à força. Viemos juntos aqui e resolvi tentar porque era diferente e eu poderia me tratar junto com a Fabiana”, conta Daniel.
 
O casal, que está junto há nove anos, experimentou a droga e o primeiro afastamento real dela juntos também. Depois de duas semanas (tempo máximo de acolhimento permitido em um centro desses) no Caps AD 24 horas de Samambaia, Distrito Federal, eles passaram a morar na Unidade de Acolhimento vizinha ao órgão.
 
Existem 90 unidades como essa no Brasil, que atendem cerca de 900 pessoas. O ambiente é como de uma casa. Os moradores definem regras, voltam a cuidar das próprias roupas, quartos, comida.
 
Procuram emprego e, aos poucos, vão se integrando à sociedade novamente. O tempo máximo permitido de estadia numa dessas unidades é de 6 meses.
 
Daniel e Fabiana viveram lá por dois meses. Sem a droga, voltaram a fazer planos. Conseguiram emprego, alugaram uma casa, pegaram o filho de volta. Depois de três meses, Daniel teve uma recaída. Levou crack para casa e os dois acabaram com móveis e dinheiro em um mês de uso contínuo de drogas.
 
“Nosso problema foi ter esquecido o tratamento. Deixamos de tomar as medicações, de vir às consultas. A gente tinha de ter continuado”, pondera Daniel. Por causa do filho, os dois resolveram tentar novamente. Estavam no acolhimento 24 horas do Caps AD de Samambaia, um dos nove do Distrito Federal. “Deveria ter mais locais como esse”, enfatiza Fabiana.
 
Ademário Britto, psicólogo especialista em saúde mental e gerente do Caps AD 3 de Samambaia e da unidade de acolhimento transitório, reconhece que a rede precisa ser ampliada. Ele admite que a quantidade de funcionários do centro (70 pessoas, das quais apenas três médicos) também é pequena para o tamanho da demanda.
 
Ele lembra, no entanto, que a nova política de enfrentamento das drogas é recente. Os Caps, ele conta, surgiram em 2001, mas já passaram por transformações. “Provavelmente, vamos fazer mais ajustes. A prática nos mostrará”, afirma. Ele é o responsável da Secretaria de Saúde do DF pela elaboração do plano de enfrentamento do crack e outras drogas.
 
No Caps que ele coordena, há atividades para os usuários até as 22h. Oficinas, terapias em grupos, consultas. Depois desse horário, apenas os que precisam de cuidados especiais (seja por causa de uma crise de abstinência ou alguma fragilidade de saúde) dormem no local. Os casos mais graves são encaminhados aos hospitais gerais.
 
Mudança de visão
“Durante muito tempo, as pessoas com dependência eram tratadas como loucas e isoladas. O índice de reincorporação dessas pessoas à sociedade era muito baixo. Isso levou a uma mudança, do cuidado no ambiente que essa pessoa vive, para que ela aprenda e lidar com a presença da droga”, comenta.
 
Britto não acredita na eficácia das internações forçadas. “O usuário precisa ser o protagonista. Essa visão de controle social em relação à droga faz com que o usuário incomode. E há muita gente que se vale do discurso do cuidado porque quer tirar essa pessoa da frente. Temos uma dívida social muito grande com essas pessoas”, pondera.
 
Até outubro, o Ministério da Saúde investiu R$ 1,4 bilhão na construção de Caps, unidades de acolhimento, consultórios de rua e leitos especializados em álcool e drogas nos hospitais comuns em 118 municípios com mais de 200 mil habitantes. “Essa é uma das poucas políticas que não tem contingenciamento de recursos”, garante Helvécio Magalhães.
 
O secretário diz que o maior impeditivo para a expansão da rede é a falta de profissionais preparados - psiquiatras, psicólogos, terapeutas, enfermeiros – para trabalhar nessas unidades. Para ele, outros órgãos, como as unidades básicas de saúde e as escolas, terão de ser envolvidos no processo, especialmente em municípios muito pequenos.
 
Priscilla Borges
Horta no Caps cuidada pelos pacientes
Críticas
Clarice Sandi Madruga, pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenadora do Lenad, diz que política de tratamento hoje é mais generalista do que específica. “Cada indivíduo tem um perfil e vai requerer um tipo específico de tratamento. A generalização é péssima para qualquer área clinica, especialmente nesse caso”, critica.
 
Segundo ela, o levantamento com as famílias dos dependentes demonstrou “o desamparo gigante dessas pessoas”. “A nossa rede precisa ser mais conhecida e oferecer um tratamento de continuidade.
 
O serviço não é divulgado e é insuficiente. Muitas vezes, fica em locais distantes, que exigem recursos para o transporte, por exemplo, que eles não têm”, afirma.
 
A pesquisadora concorda que é preciso investir mais na qualificação de mão-de-obra preparada para lidar com a dependência química. “É preciso acabar com o estigma de que a dependência química é falha de caráter. As pessoas precisam entender que ela é uma síndrome psicossocial, uma doença que promove mudanças fisiológicas no corpo”, diz.
 
Emmanuel Fortes, diretor de Fiscalização e Psiquiatria do Conselho Federal de Medicina (CFM), afirma que o País está vivendo uma “epidemia das drogas”. “A situação está fora de controle e as políticas de segurança pública, saúde, não têm efeito”, opina. O médico afirma que leitos psiquiátricos foram fechados “indiscriminadamente”, o que prejudicaria o atendimento.
 
“Houve um fechamento indiscriminado dos leitos médicos em hospitais psiquiátricos, com o argumento de que eram manicômios. Mas isso não é verdade. Os hospitais em funcionamento hoje estão vivendo um drama, porque não são remunerados corretamente. Os equipamentos disponíveis muitas vezes não têm médicos 24 horas”, critica.
 
Fortes diz que é preciso criar uma ideia de colaboração para encontrar uma política efetiva e, na visão dele, ainda há muitos conflitos entre os atores envolvidos nas discussões.
 
*Os nomes foram trocados a pedidos dos entrevistados.

iG

Estudo alerta para falta de objetivo de vida entre jovens britânicos

Um terço dos desempregados há seis meses já pensou em suicídio (Foto: BBC)
Foto: BBC
Um terço dos desempregados há seis meses já pensou em suicídio
Levantamento estima que 750 mil não têm objetivo; um terço dos que estão sem emprego há seis meses já pensaram em suicídio
 
Cerca de 750 mil jovens britânicos não têm objetivo na vida, afirma um estudo realizado pela fundação Prince's Trust.
 
Segundo a instituição, que ouviu mais de dois mil jovens com idades entre 16 e 25 anos, 25% dos entrevistados afirmaram não estar trabalhando nem estudando.
 
Deste total, um terço está sem emprego há pelo menos seis meses. E, entre estes, um em cada três já pensou em suicídio.
 
O levantamento aponta que 9% dos entrevistados concordaram com a frase: 'Eu não tenho objetivo na vida'. Diante disto, deduz que, se 9% de todos os jovens britânicos se sentem da mesma forma, esse montante seria de 751.230 pessoas.
 
Entre os entrevistados enquadrados na categoria dos 'sem emprego, estudo ou formação', o percentual dos que disseram não ter objetivo na vida subiu para 21%.
 
Depressão
O estudo ainda diz que jovens desempregados por muito tempo têm duas vezes mais chance de serem diagnosticados com depressão.
 
Neste grupo, um em três (32%) contemplou o suicídio e quase um quarto (24%) já se auto imolou.
 
Segundo o relatório, 40% dos jovens desempregados já apresentaram sintomas de transtornos psicológicos e psiquiátricos, incluindo pensamentos suicidas, falta de amor próprio e ataques de pânico, como resultado direto do desemprego.
 
Martina Milburn, diretora da Prince's Trust, disse que o desemprego está causando problemas mentais duradouros e devastadores para os jovens e pediu ações urgentes do governo.
 
'Milhares acordam todos os dias achando que não vale a pena viver', acrescentando que mais de 440 mil jovens estão enfrentando longos períodos de desemprego.
 
'Estes jovens precisam de nossa ajuda urgentemente', acrescentou Milburn.
 
Lado do governo
Um porta-voz do Ministério do Trabalho e Pensões comentou que o governo está fazendo o possível para ajudar os jovens a encontrar trabalho e que a taxa de desemprego nesta fatia da população vem diminuindo.
 
Dados divulgados no mês passado pelo Escritório Nacional de Estatísticas britânico mostram que o desemprego no país caiu para o nível mais baixo desde 2009, com menos 99 mil desempregados no penúltimo trimestre de 2013.
 
O total de pessoas sem trabalho na Grã-Bretanha é de 2,39 milhões.
 
A Prince's Trust foi criada pelo príncipe Charles - primeiro na sucessão ao trono britânico - em 1976 para ajudar jovens desfavorecidos.
 
A instituição apoia pessoas entre 13 e 30 anos que estão desempregados ou enfrentando dificuldades escolares.

G1

Ministério libera R$ 178 milhões para tratamento de AIDS

São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia são os estados que mais receberão verba
 
O Ministério da Saúde liberou R$ 178 milhões para tratamento de DST/AIDS. A verba é voltada para o financiamento de ações de vigilância, controle e prevenção de DST, aids e hepatites virais a todos os estados brasileiros. Embora tenha caráter social, o incentivo  pode ser destinado também para ações desenvolvidas por organizações da sociedade civil, como casas de apoio a pessoas portadores do vírus e para aquisição da fórmula láctea para crianças nascidas de mães soropositivas. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia são os estados que mais receberão verba.
 
O repasse financeiro será feito pelo Ministério por meio do Fundo Nacional de Saúde aos fundos estaduais e municipais, dividido em 12 parcelas. Para a definição dos valores do incentivo financeiro a serem distribuídos às secretarias estaduais e municipais de saúde, o ministério levará em conta critérios como número de casos de aids, hepatite B e C e número de casos de nascidos com sífilis congênita.
 
Este ano, o investimento do governo federal no combate ao HIV, aids, hepatites virais e DST chegou a R$ 1,2 bilhão. Desse total, cerca de R$ 770 milhões custeiam a oferta de medicamentos. Há 10 anos, a verba era quase a metade disso: R$ 689 milhões, dos quais R$ 551 milhões usados em tratamento, o que representou um aumento de 75 % no  investimento.
 
Veja o valor por estado:
 
 Acre: 712.036,00

 Alagoas: 2.231.971,00

 Amapá: 911.551,00

 Amazonas: 2.876.461,00

 Bahia: 10.305.778,00

 Ceará: 5.654.553,00

 Distrito Federal: 2.005.632,00

 Espírito Santo: 3.632.821,00

 Goiás: 4.958.351,00

 Maranhão: 5.103.248,00

 Mato Grosso: 3.585.044,00

 Mato Grosso do Sul: 3.286.300,00

 Minas Gerais: 16.003.421,00

 Pará: 5.481.019,00

 Paraíba : 2.969.055,00

 Paraná: 9.215.794,00

 Pernambuco: 7.372.835,00

 Piauí: 2.063.029,00

 Rio de Janeiro: 16.032.962,00

 Rio Grande do Norte: 2.535.166,00

 Rio Grande do Sul: 12.958.505,00

 Rondônia: 1.308.589,00

 Roraima: 728.459,00

 Santa Catarina: 7.517.747,00

 São Paulo: 45.498.459,00

 Sergipe: 2.118.752,00

 Tocantins: 1.370.442,00

SaudeWeb

Frutas, chás e até cerveja: conheça alimentos e bebidas que ajudam a ficar hidratado no verão

Frutas, chás e até cerveja: conheça alimentos e bebidas que ajudam a ficar hidratado no verão Divulgação/Stock Photos
Além de água pura, outros alimentos e bebidas também podem
 contribuir com a hidratação, beneficiando assim a saúde
de maneira geral
Para repor líquidos perdidos, recomendação é ingerir, no mínimo, 2 litros de água por dia
 
Em dias de calor intenso, é fundamental manter o bom funcionamento do organismo. Por isso, para evitar danos à saúde, existem cuidados adequados que devem ser tomados e é nessa hora que a hidratação aparece em primeiro lugar. 
 
A água compõe grande parte do nosso corpo - aproximadamente 60% nos homens e 50 a 55% nas mulheres e o desajuste entre a perda de água e sua reposição pode levar a quadros de desidratação, que causam sintomas como fraqueza, tontura, dor de cabeça e fadiga.
 
Já é um consenso a recomendação da ingestão de 2 litros de água por dia, entretanto esta quantidade varia de acordo com as características de cada indivíduo, além de condições climáticas, prática de atividade física, entre outros. A fim de alcançar a quantidade ideal e repor os líquidos perdidos pelo nosso corpo ao longo do dia, é importante criar o hábito de ingerir líquidos mesmo quando não se está com sede. Ter sempre uma garrafinha de água por perto pode ser uma boa estratégia para aqueles que ainda não estão acostumados.
 
Além de água pura, outros alimentos e bebidas também podem contribuir com a hidratação, beneficiando assim a saúde de maneira geral.
 
Veja algumas dicas:
 
Água de coco
Além de refrescante e facilmente encontrada por todo o país, tanto em sua forma natural como industrializada, a água de coco contem poucas calorias e é rica em vitaminas e minerais, que ajudam na reposição de eletrólitos, perdidos com o suor por exemplo. 
 
Frutas ricas em água
Podem ser ótimas aliadas da hidratação e ainda contribuem para uma alimentação mais equilibrada e rica em nutrientes. O teor de fibras das frutas, assim como de verduras e legumes merece destaque e beneficia a saúde sob diversos aspectos, como saúde intestinal, sensação de saciedade prolongada, controle da glicemia e do colesterol. Alguns exemplos: abacaxi, melancia, melão, laranja, pera, uva, morango, entre outras.
 
Sucos de frutas ou polpas congeladas (sem açúcar)
Podem ser uma alternativa mais prática e rápida para a ingestão de frutas. Misturar alguns tipos de frutas diferentes e substituir a água por água de coco são alternativas simples e que ajudam a variar ainda mais a alimentação.
 
Águas aromatizadas
Ótima dica para aqueles que rejeitam a água pura. Gotas de limão, folhas de hortelã e frutas picadas acrescentam sabor à água de maneira suave e refrescante, além de contribuir para o visual da bebida, que se torna ainda mais atraente.
 
Chás
Quentes ou gelados, é possível usar a criatividade e criar diferentes combinações com ervas e especiarias de sua preferência.
 
Cerveja
A boa surpresa nessa lista de produtos é a tão conhecida gelada. Constituída por aproximadamente 95% de água, a cerveja é uma das bebidas mais consumidas e apreciadas pelos brasileiros e desde que consumida de forma moderada (1 a 2 latinhas de 350ml/dia) também pode ser uma aliada da hidratação. Isso porque seu baixo teor alcoólico (entre 3 e 8%) não é suficiente para comprometer seu efeito hidratante.

Zero Hora

Aprenda a fazer um suco bronzeador para manter a pele dourada neste verão

Aprenda a fazer um suco bronzeador para manter a pele dourada neste verão  Charles Guerra/Agencia RBS
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS
Nutricionista elabora cardápio especial com alimentos que ajudam a ter e manter um bronzeado bonito e saudável
 
Sol, praia e piscina ajudam a deixar a pele com aquela cor dourada maravilhosa. Mas, para turbinar - e manter! - o bronzeado, vale investir em um cardápio especial.

— Para fazer a cor durar mais tempo, minha dica é ter uma boa alimentação, sempre balanceada e bastante colorida. Os alimentos ricos em betacaroteno - precursor da vitamina A - auxiliam na produção de melanina, um pigmento responsável pela cor da pele que ajuda a manter o bronzeado perfeito —, explica a nutricionista Vivian C. Cleto Lobos.
 
A especialista diz que o licopeno, assim como o betacaroteno, também auxilia na proteção da pele, pois é um antioxidante que protege os danos celulares que a radiação solar provoca, prevenindo o envelhecimento da pele exposta ao sol.

— Para ter um resultado natural e saudável, estes alimentos que favorecem o bronzeado devem ser consumidos em média 30 dias antes da exposição solar, com frequência diária para que possam fazer efeito —, acrescenta a nutricionista.

Entre algumas das opções para incluir nas refeições diária, estão os vegetais verde escuros (espinafre, repolho, brócolis, agrião) e as frutas, legumes e verduras alaranjadas e avermelhadas (cenoura, abóbora, manga, mamão, tomate, melancia, morango, goiaba e pitanga).

Confira um cardápio e duas receitas fáceis de fazer que auxiliam no bronzeamento:
 
Cardápio do bronze
Café da manhã: 2 fatias de pão integral com 1 ponta de faca de margarina e 1 fatia de queijo branco. 1 copo de suco bronzeador.

Lanche da manhã: Salada de frutas (mamão, laranja, goiaba, melancia e banana).
 
Almoço: arroz integral; feijão; peixe grelhado; 1 fatia de melancia; salada de brócolis com beterraba ralada e tomate.

Lanche da tarde: 1 copo de iogurte light e 5 morangos
 
Jantar: Salada de agrião, couve e cenoura cozida, acompanhadas de peito de peru, pedaços de manga e castanhas.

Suco bronzeador
Ingredientes
-
1 copo pequeno de suco de laranja
- Meia beterraba crua
- 1 cenoura média

Modo de preparo
Centrifugue a cenoura e a beterraba e misture ao suco de laranja

Água aromatizada
Ingredientes- Água 400 ml
- Hortelã - 1 ramo macerado
- Gengibre - 2 fatias maceradas
- Limão - suco de 1 limão

Modo de preparo
Misture todos os ingredientes e adicione bastante gelo dentro. Beber ao longo do dia.

Zero Hora