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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Estudo revela que mundo tem mais fumantes do que em 1980

Segundo estudo, número de fumantes é maior atualmente do que em 1980. (Foto: AP Photo/Dave Martin, File)
Foto: AP Photo/Dave Martin, File
Segundo estudo, número de fumantes é maior atualmente do que em 1980
Pesquisa levou em conta dados de 187 países coletados desde 1980. Porcentagem de fumantes em relação à população total caiu no período

Mais pessoas fumam no mundo todo hoje do que em 1980, à medida que o crescimento populacional dispara e cigarros ganham popularidade em países emergentes, como China, Índia e Rússia, embora as taxas de tabagismo tenham diminuído nas últimas décadas, alertaram cientistas nesta terça-feira (7).

Em todo o mundo, o número de fumantes subiu de 721 milhões em 1980 para 967 milhões em 2012. O número de cigarros fumados anualmente também aumentou 26% nas últimas três décadas.

Segundo o informe, o aumento no número de fumantes ocorre apesar do declínio generalizado das taxas de tabagismo nas décadas recentes porque mais pessoas se conscientizaram dos riscos do tabaco para a saúde.

A China, por exemplo, tinha 100 milhões de fumantes a mais em 2012 do que há três décadas (182 milhões a 282 milhões), embora a taxa de tabagismo tenha caído de 30% para 24% da população neste período, ressaltaram especialistas no estudo publicado na revista científica "The Journal of the American Medical Association" (JAMA).

A Índia ganhou 35 milhões de novos fumantes - elevando seu total para 110 milhões - mesmo com a queda da taxa de tabagismo de 19% para 13% da população. A Rússia, onde cerca de um terço da população fuma, ganhou um milhão de fumantes desde 1980.

Os dados foram publicados como parte de uma série de artigos relacionados ao tabagismo para coincidir com os 50 anos do primeiro relatório do US Surgeon General sobre os riscos do tabaco.

"Uma vez que sabemos que a metade de todos os fumantes acabará morrendo por causa do cigarro, um número maior de fumantes significará um aumento maciço das mortes prematuras em nosso tempo de vida", advertiu o coautor do estudo, Alan Lopez, da Universidade de Melbourne.

O estudo, conduzido pelo Instituto de Métrica e Avaliação para a Saúde da Universidade de Washington, mediu dados de 187 países, e descobriu que a taxa mundial de tabagismo entre os homens era de 41% em 1980, mas desde então caiu para 31%, em média.

Entre as mulheres, a prevalência estimada de consumo diário de tabaco era de 10,6% em 1980 e em 2012 este percentual havia caído para 6,2%. Segundo a pesquisa, o declínio mais rápido teve início em meados dos anos 1990, mas o tabagismo voltou a aumentar entre os homens desde 2010.

"Esta desaceleração na tendência global (de redução do tabagismo) se deveu, em parte, ao aumento do número de fumantes desde 2006 em muitos grandes países, incluindo Bangladesh, China, Indonésia e Rússia", destacou o estudo.

"Os maiores riscos de saúde são mais propensos de ocorrer em países com alta prevalência e consumo elevado", destacou o estudo, citando entre estes países China, Grécia, Irlanda, Itália, Japão, Kuwait, Coreia, Filipinas, Uruguai, Suíça e Rússia.

Em 2012, as maiores taxas de tabagismo entre os homens foram registradas no Timor Leste (61%) e na Indonésia (57%), seguidos de Armênia (51,5%), Rússia (51%) e Chipre (48%). Os principais países com mulheres fumantes foram Grécia (34,7%) e Bulgária (31,5%).

A Áustria tinha uma taxa de tabagismo de 28,3%, seguida da França (27,7%) e da Bélgica (26,1%). Uma proporção maior de mulheres fumava na França em 2012 (28%) do que em 1980 (19%), enquanto a taxa de tabagismo entre os homens foi na direção oposta, caindo de 42% para 34%. No total, a França tinha 14 milhões de fumantes em 2012, dois milhões a mais do que em 1980.

O estudo também mediu quantos cigarros, em média, foram consumidos por pessoa em 2012, e descobriu que a Mauritânia teve o número maior, com 41 ou dois maços por dia.

"Uma vez que o cigarro permanece uma ameaça à saúde da população mundial, são necessários esforços intensificados para controlar seu uso", destacou o estudo.

A pesquisa também analisou onde no mundo foram obtidos os maiores ganhos na luta contra o tabagismo desde 1980, particularmente em países onde mais de uma em cada cinco pessoas fumavam. Islândia, México e Canadá tiveram os declínios mais significativos (3%), seguidos de Suécia, Noruega e Dinamarca.


G1

Organização excessiva que atrapalha o dia a dia pode ser sintoma de TOC

Bem Estar  explicou quando ser organizado é doença. Médicos deram dicas ainda para evitar acúmulo de objetos dentro de casa

Você se considera uma pessoa muito organizada ou muito bagunceira? Não consegue ver nada fora do lugar? Ou não se importa se a casa estiver toda bagunçada?

No Bem Estar desta terça-feira (7), o psiquiatra Daniel Barros e o neurologista Tarso Adoni explicaram como identificar se a organização ou bagunça excessivas são sinais de um problema mais sério e até mesmo uma doença.

A organização, por exemplo, se atrapalhar o dia a dia da pessoa e fugir do controle, pode ser que seja um transtorno obsessivo compulsivo, o TOC, como explicou o psiquiatra Daniel Barros. Se isso acontecer, é importante procurar ajuda para confirmar o diagnóstico. O paciente com TOC geralmente tem uma disfunção de julgamento em uma área do cérebro - segundo o neurologista Tarso Adoni, há uma região do cérebro que julga a necessidade de arrumar algo e, se houver, ela envia uma mensagem para outra região, responsável por executar a ação. Em pessoas com o transtorno, há um problema nessa região "julgadora", ou seja, mesmo com o ambiente limpo, elas continuam acreditando que há algo sujo e, por isso, acabam arrumando repetidamente.

Já a desorganização, se estiver associada a outros problemas, pode ser também um sintoma de algo maior. Na depressão, por exemplo, é comum as pessoas deixarem as coisas para a última hora e acabarem se desorganizando; no déficit de atenção, a desorganização também é um dos sinais, como lembrou o psiquiatra Daniel Barros.

No caso da dona de casa Isabelle Alves França, porém, a organização excessiva passou a ser uma preocupação - ela não consegue relaxar enquanto não estiver tudo limpo e arrumado na casa dela, como mostrou a reportagem do Fernando Moreira, de Maceió, em Alagoas.

Para se certificar de que as panelas estão limpas, por exemplo, ela chega a limpar de duas a três vezes. Fora isso, todos os objetos da casa da família são guardados em uma ordem específica, sempre organizados.

Apesar de se considerar um pouco exagerada, a Isabelle acha que não tem nenhum transtorno, mas segundo o psiquiatra Daniel Barros, quando ocorre essa obsessão, que é a ideia de fazer algo repetidamente, junto com uma compulsão, que é a realização disso, pode ser que a pessoa tenha TOC.

O mesmo acontece com o jovem Daniel, mostrado na reportagem da Natália Ariede - para ele, a organização também é uma parte fundamental no dia a dia.

Ao contrário da irmã gêmea Fernanda, de 13 anos, ele gosta de ver tudo sempre arrumado e ordenado; já ela não se importa com a desordem.

Fora a organização dos objetos, existe ainda a organização das tarefas do dia a dia, que muita gente também tem dificuldade. O psiquiatra explica que há ainda uma diferença na maneira com que as pessoas lidam com os problemas - enquanto uns são corajosos e enfrentam tudo, outros têm dificuldade em se organizar. A dica, portanto, é dividir o problema em partes e começar a encarar aos poucos.

Outro hábito que pode ajudar é fazer uma tabela com três informações - o quê, prazo e nota. Depois, é só fazer uma lista de todas as atividades que precisam ser feitas e colocar ao lado de cada uma delas a data limite e a prioridade.

Acumuladores
Além do problema da bagunça ou desorganização, tem gente ainda que tem dificuldade de se desapegar de algumas coisas.

Segundo o neurologista Tarso Adoni, isso acontece porque o cérebro precisa se apegar a objetos para lembrar e reviver certas emoções, mas isso pode ser também um sinal de algum problema maior, como lembrou o psiquiatra Daniel Barros. Isso é ainda mais perigoso se a casa acabar virando um depósito de objetos antigos.

Para se livrar dessa mania, existem algumas dicas: reserve 15 minutos por dia para dar uma organizada na casa; se você não vai usar revistas, jornais e cartas no futuro, jogue fora no dia que recebe; se você não usou algum objeto no último ano, como roupas e até eletrodomésticos, descarte; se você perceber que não consegue começar a organização sozinho, talvez seja o momento de buscar ajuda profissional.

Distração ou TDAH?
O Ronaldo e a Gabriela são pai e filha e têm uma coisa em comum: a distração. Esquecer o fogão ligado, viajar com o porta-malas do carro aberto e até errar o dia de uma festa são alguns dos exemplos do jeito desligado dos dois, como mostrou a reportagem da Natália Ariede.

Mas mais do que apenas a distração, eles têm também o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, o TDAH - de acordo com o neuropediatra Mauro Muszkat, o diagnóstico desse problema é clínico e, no caso das crianças, os pais devem ficar sempre atentos.

Se houver dificuldade em finalizar tarefas, de saber horários, de se organizar, por exemplo, pode ser que seja um sinal de transtorno.


G1

Restos mortais de homem elefante podem ajudar a desvendar causas do câncer

Morto há mais de cem anos, o inglês Joseph Merrick ganhou o apelido por causa das deformidades físicas

Uma análise dos restos mortais de Joseph Carey Merrick, mais conhecido como o "homem elefante", pode ajudar a desvendar as causas do câncer, afirmam cientistas britânicos.

Anomalias do 'homem elefante' são consideradas as mais severas já encontradas até hoje; face foi especialmente comprometida com crescimento ósseo exagerado. (Foto: BBC)
Foto: BBC
Anomalias do 'homem elefante' são consideradas as mais severas já encontradas até hoje; face foi especialmente comprometida
com crescimento ósseo exagerado

Nascido na Inglaterra em 1862, Merrick sofria de uma forma severa de uma doença que provocava o crescimento excessivo de seus ossos e tecidos.

O apelido "homem elefante" veio das deformidades físicas decorrentes de sua condição que, não raro, atraía o olhar de curiosos na segunda metade do século 19.

Antes de morrer, aos 27 anos, Merrick doou seu corpo à ciência, mas, até hoje, pouco se sabe sobre as causas de sua doença. Tentativas anteriores de extrair o seu DNA fracassaram uma vez que seu esqueleto ainda estava sendo higienizado.

Agora, amparados por novas tecnologias, cientistas da Universidade Queen Mary, em Londres, onde o esqueleto do inglês está armazenado, acreditam que a rara condição do "homem elefante" possa ajudá-los a entender como as células cancerígenas se formam.

"Merrick sofria de uma doença que provocava o crescimento excessivo de partes de seu corpo, daí a comparação com um elefante", explica o professor Richard Trembath, coordenador do estudo.

"Mas outras partes de seu corpo apresentavam uma aparência normal e isso revela muito sobre os fundamentos da formação da célula, ou seja, como uma célula cresce e quanto ela para de crescer", acrescenta.

A pesquisa começou faz pouco tempo, mas os cientistas já demonstram entusiasmo com a possibilidade das descobertas. "Não acredito que o estudo levará à cura do câncer, mas penso que a pesquisa ampliará o nosso conhecimento sobre a má formação celular", prevê Trembath.

Do circo à corte Joseph Merrick foi uma figura bastante conhecida na Inglaterra vitoriana. Vítima de humilhações públicas e rejeitado pela madrasta devido à sua aparência física, ele decidiu sair de casa ainda adolescente.

Sem dinheiro, sobreviveu de pequenos bicos em apresentações circenses, nas quais era anunciado como uma das atrações de shows de aberrações.

Rapidamente, rumores sobre sua condição espalharam-se pelo Reino Unido e atraíram a atenção da alta sociedade vitoriana.

Alexandra da Dinamarca, futura rainha consorte, interessou-se pelo caso, fazendo com que outros membros da Corte também compartilhassem do mesmo interessante.

Devido à sua popularidade, Merrick chegou a se tornar próximo da Rainha Vitória (1819-1901), bisavó da atual Rainha Elizabeth 2ª do Reino Unido.

Por muito tempo, médicos acreditavam que o inglês sofria de um tipo raro de elefantíase, mas pesquisas recentes concluíram que Merrick teria sido portador da Síndrome de Proteus, cujas causas ainda não são totalmente conhecidas.

A doença, que deriva do nome do deus grego capaz de assumir formas monstruosas, consiste no crescimento exagerado e patológico da pele.

Em 1980, a vida de Joseph Merrick foi tema do filme "O Homem Elefante" dirigido por David Lynch e estrelado por Anthony Hopkins.

G1

Propriedades do Chá de Hortelã

Conhecida por seu sabor refrescante e inconfundível, a hortelã é uma erva  muito usada na medicina e na culinária.

Ela é composta principalmente por mentol, que é encontrado nas folhas mais velhas e dá aquela sensação refrescante. Existem muitas espécies dessa planta espalhadas por todo o planeta e no Brasil as mais conhecidas são: hortelã-de-cozinha, hortelã-pimenta, hortelã-de-horta e poejo. A maior produtora da hortelã é a região Norte da África.

A hortelã também é chamada de menta, mint ou menthe verthe em outras regiões do mundo. É rica em vitaminas A e C, sem mencionar o cálcio e o ferro, que também fazem parte de sua composição. Na culinária, ela pode ser usada em pratos doces, salgados, aromatizando licores, manteigas, doces, sobremesas e chocolates.

Benefícios da hortelã

- Combate às cólicas menstruais: tomar o chá dessa erva ajuda a se livrar das dores muito incômodas desse período.

- Ajuda a emagrecer: estudos comprovaram que inalar o odor do óleo extraído das folhas ajuda a obter uma perda significativa no apetite, o que reduzia, de acordo com o estudo, 300 calorias nas pessoas testadas.

- Alivia dores de picadas de insetos: para aliviar esse problema, basta colocar as folhas amassadas em cima da picada, pois a hortelã tem propriedades anestésicas.

- Estimula o aparelho digestivo.

- Tem efeitos antiespasmódicos:  com a infusão da hortelã, basta ferver 3 gramas da erva em 100 mililitros de água por cinco minutos. Esse chá também é eficaz no tratamento de dores de barriga e combatendo a prisão de ventre.

- Conserva o colágeno da pele e do cabelo: pois a erva é antioxidante.

- Trata gripes: o gargarejo do chá de hortelã alivia as dores de garganta que geralmente aparecem quando se está gripado.

- Garante uma boa noite de sono.

Atenção!
- A erva costuma irritar a mucosa e pode causar até falta de ar. Evite dar às crianças.

Garota Beleza

Pele exige cuidados redobrados no verão

Pele exige cuidados redobrados no verão Mary C. J./Deposit PhotosEspecialistas destacam a importância da hidratação nos horários de sol forte

O verão chegou e é hora de dar adeus à pele em tom branco-apartamento. O sol faz bem, mas é preciso ter cuidado na piscina, na praia, na cachoeira ou ainda em alguma aventura pela cidade. Uma porque ninguém quer ficar todo queimado ou vermelho como um camarão. Outra porque a exposição à radiação ultravioleta (UV), presente nos raios solares, é cumulativa. O bronzeamento ao longo dos anos pode trazer pintas, sardas, manchas e causar até tumores de pele.

O câncer de pele é o de maior incidência no Brasil. Sua letalidade, entretanto, é baixa. Mesmo assim, todo cuidado é pouco e é melhor não arriscar.  Por isso, conversamos com a dermatologista Fabiane Mulinari Brenner, do Hospital Vita e professora da Universidade Federal do Paraná, e com José Luiz Takaki, cirurgião plástico e médico do serviço de queimados do Hospital Evangélico, que passaram orientações para quem vai sair ao sol neste fim de ano.

Proteja-se
Vai sair no sol? Fique alerta. Além do protetor solar, use outros aliados a seu favor. Chapéus, bonés, óculos de sol e guarda-sóis ajudam a ter uma proteção mais efetiva. Uma dica é usar roupas em tons claros, porque elas refletem mais o sol enquanto as cores escuras absorvem o calor e a radiação. Já na hora de escolher a barraca ou o guarda-sol, opte pelos de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. 

Para quem quiser cuidar melhor das madeixas, a dermatologista Fabiane Mulinari Brenner lembra que existem cremes com proteção solar, especialmente para cabelos tingidos. Para os carecas, não tem jeito: protetor solar, chapéu e boné.

Evite queimaduras
Se você é do tipo que pensa que passar uma camada de protetor solar te deixa protegido o resto do dia, está errado. A orientação dos médicos é reaplicar pelo menos a cada duas horas _ na praia, o intervalo deve ser menor, a cada hora. E atenção ao horário: nada de exposição prolongada entre 10h e 16h, quando a incidência do sol pode causar mais queimaduras que bronzeado.

A dermatologista Fabiane Mulinari Brenner explica que o fator de proteção solar (FPS) que aparece no rótulo dos protetores é relacionado aos raios ultravioletas B, que causam manchas e até câncer. O ideal é escolher um filtro com proteção mínima de 30.

Mormaço bronzeia 
Não é porque o sol não está brilhando lá no céu que o uso do protetor solar é desnecessário.

- Mormaço queima sim e mais que o sol brilhante, porque você não tem o mesmo tipo de cuidado que no sol - resume o médico José Luiz Takaki.

Ele explica que muitas vezes o mormaço causa mais queimaduras, porque a pessoa não sente que a pele está queimando, já que a combinação de tempo nublado e vento mascara a sensação na pele.

Queimou? Beba água
Não se cuidou no sol e agora está todo vermelho e queimado?

- Depois de queimar, é preciso hidratar bem a pele e tomar bastante líquido. Quem tiver dor na queimadura precisa procurar um médico e até tomar remédio - explica a dermatologista Fabiane Mulinari Brenner.

Conforme a especialista, os cremes pós-sol e os hidratantes podem ajudar na hidratação da pele, mas não se pode esquecer de ingerir muito líquido, de preferência água.

Soluções caseiras não são bem-vindas. O médico José Luiz Takaki lembra que hidratantes e pós-sol resolvem apenas temporariamente o problema. Ele sugere usar um pano molhado sobre a área queimada. Segundo o médico, em 30 a 40 minutos já dá para sentir uma diminuição da dor. Se a ardência e incômodo persistirem por mais de 12 horas, é o momento de procurar um médico.

Gazeta do Povo