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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Fazer xixi após a relação sexual pode diminuir o risco de infecção urinária

Bem Estar desta quinta-feira (20) falou sobre a saúde íntima da mulher. Programa explicou ainda riscos para a saúde de fazer xixi na rua; entenda
 
Poucas mulheres gostam de falar sobre o assunto, mas a grande maioria delas sente ou já sentiu ardência ou dor na região genital. Entre as principais causas desse desconforto, está a infecção urinária, mais comum nelas por causa do tamanho da uretra feminina, menor que o da uretra masculina, o que facilita a chegada da bactérias na bexiga, como explicaram o ginecologista José Bento e o urologista Leonardo Lima Borges no Bem Estar desta quinta-feira (20).
 
Uma das maneiras de diminuir o risco de infecção é fazer xixi logo após a relação sexual, para "lavar" a uretra e eliminar as bactérias que possam ter entrado. Segundo os médicos, segurar o xixi por muito tempo é um fator de risco para infecção, assim como a baixa imunidade, o atrito na relação sexual e a gravidez.
 
Fora esses fatores, a infecção urinária pode ser provocada ainda por outras infecções, como a candidíase, por exemplo.
 
Causada por fungos, ela acontece quando a mulher está fraca ou usa biquíni ou roupas molhadas por muito tempo, como explicou a infectologista Rosana Richtmann na reportagem da Daiana Garbin.
 
Assim como a infecção urinária, ela também pode causar ardência na região genital e, por isso, em qualquer caso de incômodo, é fundamental procurar um médico.
 
sistema urinário (Foto: Arte/G1)
 
Em relação à dor na relação sexual, o ginecologista José Bento explica que ela pode acontecer na entrada ou no fundo da vagina.
 
Se for na entrada, por ser que seja uma inflamação do músculo do períneo, a contração inconsciente do períneo durante a relação, infecção genital ou a bartolinite, inflamação em glândulas na região vaginal. Já se a dor for no fundo da vagina, pode ser sintoma de endometriose, mioma, cisto no ovário ou ferida no colo do útero.
 
No início da vida sexual, inclusive, quando a frequência das relações geralmente é maior, pode ser que essas infecções sejam ainda mais comuns. Seja como for, é fundamental procurar um médico para investigar já que a relação sexual deve ser um momento de prazer e não de dor, como alertou o ginecologista.
 
Arte Infecção Urinária (Foto: Arte/G1)
 
Incontinência urinária
Os médicos falaram também sobre esse problema, que ocorre por causa da fraqueza do músculo perineal, no assoalho pélvico. Fora a flacidez do períneo, a incontinência pode acontecer também após múltiplos partos, após cirurgia de próstata nos homens e menopausa nas mulheres.
 
Por isso, as mulheres com mais de 40 anos devem fazer exercícios perineais de fortalecimento para evitar essa perda de urina. Se mesmo assim não resolver, pode ser que precise ser feita uma cirurgia para colocar uma rede pequena para levantar a uretra.
 
iNCONTINENCIA URINARIA (Foto: Arte/G1)
 
Qual o risco de fazer xixi na rua?
Se você está com vontade de urinar, mas não tem banheiro por perto, é melhor procurar um do que usar a rua.
 
Nessa época de Carnaval, principalmente, existem muitos homens que aproveitam muros e esquinas de todo o país para fazer xixi.
 
Segundo o ginecologista José Bento, o xixi humano é estéril e, em geral, não tem bactéria. Mas em algumas situações, ele pode dar problemas – de acordo com uma pesquisa feita no Rio de Janeiro, a água do chuveirinho de dez praias está contaminada por amônia e fosfato, substâncias presentes na urina humana. Quando esses dois compostos ficam na água por muito tempo, eles favorecem a proliferação de bactérias, que vão se desenvolvendo ali.
 
Ou seja, quando outras pessoas vão tomar banho na praia, podem receber essa água contaminada e ter riscos à saúde.
 
No entanto, se o chuveirinho recebe água tratada e não do poço, claro que o problema não acontece – por isso, a dica é sempre procurar saber de onde vem a água antes de tomar uma ducha na praia, como alertaram os médicos
 
G1

Estudo aponta que imunoterapia cura leucemia em 88% dos casos

Abordagem consiste em usar próprio sistema imunológico contra câncer. Pesquisa foi publicada esta semana na 'Science Translational Medicine'
 
Uma nova abordagem para tratar a leucemia, que consiste em usar o próprio sistema imunológico para matar as células cancerígenas, conseguiu resultados positivos contra a doença em 88% dos adultos afetados e submetidos ao procedimento, de acordo com pesquisa publicada nesta quarta-feira (19) na revista "Science Translational Medicine".
 
O relatório traz novas e boas notícias para o florescente campo da imunoterapia contra o câncer, que usa o que alguns descrevem como uma "droga vivente" e foi considerado pela revista "Science" como o maior avanço de 2013.
 
O último teste foi feito com 16 pessoas com um tipo de câncer no sangue conhecido como leucemia linfoblástica aguda (LLA). Mil e quatrocentas pessoas morrem de LLA nos Estados Unidos todos os anos e, embora seja um dos tipos de câncer mais tratáveis, os pacientes frequentemente se tornam resistentes à quimioterapia e sofrem recaídas da doença.
 
Neste estudo, entre 14 e 167 pacientes tiveram uma remissão completa, depois que suas células T foram modificadas para se concentrar na erradicação do câncer.
 
A idade média dos pacientes foi de 50 anos e todos estavam à beira da morte quando ingressaram no teste, uma vez que a doença tinha voltado ou eles tinham percebido que a quimioterapia não funcionava mais.
 
A maior remissão tem dois anos de duração, disse o autor Renier Brentjens, do Memorial Sloan Kettering Cancer Center.
 
Sem este tratamento, só 30% dos pacientes que sofreram recaída da doença responderiam à quimioterapia, segundo estimativas dos pesquisadores.
 
Educar as células T
O processo supõe remover algumas das células T dos pacientes e alterá-las com um gel para que reconheçam uma proteína - conhecida como CD19 - nas células cancerígenas e atacá-las. As células T sozinhas conseguem atacar outros invasores nocivos ao corpo humano, mas permitiriam que o câncer cresça de forma ininterrupta.
 
"Basicamente o que fazemos é reeducar as células T no laboratório, com terapia genética, para reconhecer e matar células com tumores", disse Brentjens, acrescentando que após 15 anos de trabalhos, esta tecnologia "parece realmente funcionar em pacientes com este tipo de câncer".
 
No ano passado, sua equipe divulgou os primeiros resultados promissores em cinco pacientes adultos, curados após fazer o tratamento. O pesquisador avaliou que entre 60 e 80 pessoas nos Estados Unidos ingressaram desde então nos testes experimentais do novo tratamento, também estudado na Europa.
 
Não é acaso
Em dezembro de 2013, especialistas de vários centros americanos onde se realizam testes apresentaram suas descobertas no encontro anual da Sociedade Americana de Hematologia, inclusive a Universidade da Pensilvânia.
 
Brentjens explicou que outros centros de pesquisa conseguiram taxas de remissão similares em seus estudos até o momento, "demonstrando que isto não é um acaso". "Este é um fenômeno real", que pode se tornar uma "reviravolta paradigmática na forma como nos aproximamos do tratamento do câncer", disse o especialista.
 
Os cientistas tentam agora averiguar porque o tratamento funciona em todos os pacientes e identificar células receptivas de tipos de câncer específicos que poderiam fazer com que, no futuro, a técnica servisse para remover outros tipos de tumores.
 
A terapia continua sendo cara (100 mil dólares por pessoa), embora os especialistas acreditem que o preço diminuirá uma vez que as empresas farmacêuticas se envolvam mais e a técnica se expanda.
 
G1

Infarto: saiba quais são os cuidados com os primeiros socorros

Foto: Reprodução
Reconheça os sintomas e entenda como é feita a massagem cardíaca
 
Em uma bela manhã de domingo, Henrique Luiz, na época com 44 anos, acorda de manhã com o braço dormente. Henrique fumava cerca de dois maços de cigarro com filtro vermelho por dia, tinha uma dieta rica em fast food e estava fazendo hora extra frequentemente, em seu cargo como consultor de informações gerenciais em um banco.
 
"Levantei oito horas da manhã e achei estranho, porque costumo acordar mais tarde. Pensei que o braço estava dormente porque tinha dormido em cima dele", diz. Sem se preocupar, nosso personagem vai tomar café da manhã, fuma um cigarro, toma banho e... Nada do braço melhorar.
 
"Comecei a suspeitar que pudesse ser algo mais grave e fui a um pronto socorro, fiz os exames e descobri que estava infartando", conta. Ele então foi encaminhado para UTI, onde ficou dez dias internado. "Foi um coágulo que caminhou pelo meu corpo e foi parar em uma veia do coração, causando 80% de entupimento", afirma. Dois cateterismos e três anos de medicamentos - um anticoagulante e outro para reduzir o batimento cardíaco - Henrique mudou sua vida. Hoje ele pratica diversos esportes, como patins e bicicleta, e mudou drasticamente a alimentação, passando do fast food para refeições mais leves. "Um prato que passei a gostar muito depois do infarto foi sushi."

As doenças cardiovasculares são líderes em morte no mundo, sendo responsáveis por quase 30% dos óbitos no Brasil. Dentre estas, o infarto agudo do miocárdio é a causa principal - e os riscos aumentam quanto mais demorado o tempo entre o início dos sintomas e o atendimento final. Henrique Luiz reconheceu os sintomas e procurou um hospital antes que o problema tomasse gravidade, fator essencial para a plena recuperação do paciente.

"O ataque cardíaco acontece quando existe obstrução total da artéria coronária (vasos que irrigam os músculos cardíacos) ou o sofrimento do músculo é tão intenso que as células começam a morrer", afirma o cardiologista Bruno Valdigem, da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas. "Os fatores de risco para o infarto são obesidade, hipertensão, colesterol alto, estresse, diabetes ou infartos anteriores, sendo que homens na meia idade e mulheres após a menopausa são os mais afetados pelo problema", completa Bruno.
 
Veja como reconhecer um infarto e tomar os procedimentos adequados:
 
Reconheça os sintomas
Os sintomas típicos do infarto incluem dor no perto, como uma sensação de aperto, de forte intensidade, sem fatores de melhora e ou/piora, com irradiação para braço esquerdo e pescoço. Geralmente dura mais de 30 minutos e pode vir acompanhado de mal estar geral, náuseas e vômitos. "As mulheres e os pacientes diabéticos podem apresentar, de forma mais frequente, sintomas atípicos como falta de ar, cansaço desproporcional ao esforço e dor tipo queimação no estômago", afirma o cardiologista Bruno Valdigem, da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas.

Segundo o especialista, em homens a dor e aperto no peito ou queimação são muito comuns. Em mulheres, as dores podem assumir aspecto de pontadas, facadas, queimação ou aperto, entre outras.
 
Confira a lista de sinais para suspeitar de infarto:

- Dor mantida desde a mandíbula até o umbigo
- Geralmente uma dor estranha, impossível de localizar com a ponta do dedo
- Normalmente dura mais que 20 minutos
- Costuma ter início após estresse emocional ou físico
- Pacientes diabéticos ou hipertensos tem maior chance de infartar
- Fraqueza intensa e súbita
- Falta de ar de início súbito
 
Chame a emergência
Quando o paciente está infartando, as células do coração começam a morrer. "Ao acionar rapidamente o serviço de emergência, iniciando o tratamento, reduzimos a quantidade de músculo cardíaco acometido", lembra o cardiologista Alberto Fonseca, do Hospital do Coração do Brasil. Além disso, o indivíduo pode sofrer de arritmias na fase aguda do infarto, que se não forem tratadas podem levar à morte súbita.

Segundo o cardiologista Bruno, o diagnóstico do infarto nem sempre é fácil. "Isso porque outras doenças como dissecção da aorta e embolia pulmonar, podem simular infarto - e precisam ser tratadas com urgência", diz. Dessa forma, ao menor sinal dos sintomas, devemos chamar a ambulância ou encaminhar o paciente a um hospital, o que for mais rápido.
 
Deixe a pessoa confortável
"Ao nos depararmos com uma pessoa com suspeita de infarto, devemos posicioná-la de forma confortável, de preferência sentada ou até deitada, afrouxando as suas roupas na tentativa de aliviar a sensação de falta de ar", afirma o cardiologista Rogério Andalaft, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Isso também pode ajudar a tentativa de manter a pessoa calma e consciente.
 
Ministrando medicamentos
Caso você tenha comprimidos de ácido acetilsalicílico infantil em lugar de fácil acesso, é importante dar o medicamento. "Ele ajuda a dissolver o coágulo de sangue que, junto com placas de gordura, estão obstruindo a artéria", explica o cardiologista Alberto. Devem ser administrados três comprimidos de 100mg o mais rápido possível para o paciente, que deverá mastigá-los antes de engolir, para acelerar a absorção da medicação. Entretanto, essa preocupação deve ser adotada em pessoas que estão com manifestações menos graves do problema e têm condições de tomar a medicação. O mais importante, acima de tudo, é encaminhar ao hospital.
 
Cheque o nível de consciência da pessoa constantemente
"Ao se deparar com um paciente caído, não devemos movimentá-lo antes de certificar que não houve trauma craniano ou medular", alerta o cardiologista Alberto. Se o paciente apresentar sinais de escoriações ou machucados, evite manipulá-lo. No entanto, é de extrema importância tentar deixá-lo acordado, conversando com ele e verificando se está lúcido. "Tente acalmá-lo, informando que o socorro já está a caminho e dê os três comprimidos de ácido acetilsalicílico se a dor no peito persistir", lembra. 
 
Desfibrilador automático
Ao reconhecer uma pessoa desacordada, sem movimentos respiratórios ou com um padrão de respiração irregular, a primeira coisa a fazer é chamar pela pessoa batendo nos ombros dela ou chamando por seu nome. "Percebendo que ela não responde e ou não respira você deve imediatamente chamar o serviço de urgência e se houver disponibilidade no local peça um desfibrilador automático", afirma o cardiologista Rogério. Segundo o especialista, esses aparelhos salvam vidas e são de fácil operação por leigos ou profissionais.

Ao chegar o desfibrilador interrompa o que estiver fazendo, ligue o aparelho, cole as pás adesivas no peito do indivíduo e siga as instruções faladas pelo desfibrilador. "No caso de paciente que está molhado ou em ambientes molhado, deverá ser seco e levado rapidamente para um local seguro", diz. Em pacientes com grande quantidade de pelos no tórax, siga as orientações presente no desfibrilador automático para raspá-los. "Existe uma lâmina de barbear dentro da sacola dos desfibriladores." Só pare as compressões quando o aparelho mandar ou quando a pessoa voltar a responder.
 
Massagem cardíaca
Caso a pessoa esteja desacordada e você não tem um desfibrilador automático por perto, inicie os procedimentos de reanimação cardíaca enquanto a emergência não chega. "Muitas pessoas deixam de atender pessoas em parada cardíaca pois não querem realizar respiração boca a boca, no entanto, desde 2010 a American Heart Association afirma que socorristas leigos não precisam realizar tal procedimento", diz o cardiologista Rogério. Dessa forma, a reanimação cardíaca envolve apenas compressões no peito. Siga o passo a passo:

- Com as mãos espalmadas e cruzadas, pressione o tórax exatamente no centro do peito, entre os dois mamilos.

- É preciso comprimir forte, rápido e deixar o tórax relaxar entre as compressões. A American Heart Association disponibiliza um vídeo mostrando que é possível sincronizar o intervalo das compressões com a música Stayin' Alive, da banda Bee Gees: http://www.youtube.com/watch?v=n5hP4DIBCEE
 
Cursos
Existem cursos no Brasil para não profissionais que podem ensinar você a lidar melhor com estas situações de urgência, mesmo que você não seja um médico, enfermeiro ou outra pessoa da área de saúde. Para isso procure um centro formador em hospitais próximos de sua cidade.
 
Minha Vida

Acordou com a TPM atacada? Saiba como aliviar os sintomas


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Exercício físico ajuda a combater a TPM
Tensão Pré-Menstrual atinge cerca de 80% das mulheres 
 
Você acordou e já percebeu que está com a TPM (Tensão Pré-Menstrual) atacada? Então, antes de brigar com o marido, discutir com o chefe ou chorar sem parar, saiba que o problema que atinge cerca de 80% das mulheres tem solução.
 
Para combater o desconforto logo no início da manhã, a dica da professora de educação física da academia Contours, Juliana Carvalho, é recorrer aos exercícios aeróbicos, alongamentos e os abdominais.
 
— Nesse período, o treino deve ser agradável e dinâmico. Um circuito de 30 minutos traz resultados rápidos e eficazes, porque aumenta a circulação linfática, elimina o excesso de líquidos, controla o peso, melhora a postura, alivia as dores, promove sensação de bem-estar e tranquilidade, além de ser rápido e seguro.
 
Entre os exercícios aeróbicos, a professora indica bike, jump, corda, dança.
 
— Mas, para quem treina constantemente, os exercícios de força, como musculação também podem ser realizados, desde que em baixa intensidade.
 
Para o alívio das cólicas, comuns nesta fase do mês, Juliana recomenda os exercícios para região pélvica como abdominais, exercícios de contração do períneo e exercícios para região interna de coxas porque “estimulam e facilitam o fluxo menstrual”.
 
— Os alongamentos também ajudam no alívio das dores na lombar e nas pernas. Outra dica de Juliana é realizar treinos com intensidade mais leve, já que “nessa fase, devido a fatores fisiológicos a mulher reduz a capacidade de concentração e aumenta a sensação de fadiga muscular (como se o músculo ficasse mais sensível)”.
 
E, por último, a boa notícia é que o exercício ajuda a mulher a controlar a compulsão por doces.
— O exercício físico produz endorfinas de forma muito mais saudável, a mulher não terá aquela compulsão por chocolates.

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Sofre com prisão de ventre? Alimentação saudável é a solução

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Verduras e frutas são essenciais para ajudar na prisão de ventre
Cereais integrais também ajudam na luta contra intestino preso, afirma médica
 
Você tem problema de intestino preso? Sente aquela sensação ruim de ter a barriga inchada por causa do problema? Calma! Saiba que pode melhorar com uma simples atitude: adotar alimentação saudável.
 
De acordo com a proctologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Sonia Time, entre as principais causas do intestino preso estão na dieta pobre em fibras e líquidos, associado ao sedentarismo.
 
A médica indica que a pessoa coma verduras, como rúcula, repolho, brócolis, espinafre, escarola, almeirão, couve, cenoura, abóbora, morango, vagem e ervilha torta. Além de frutas, como abacaxi, mamão, manga, laranja, morgote, ameixa, melão, melancia, caqui, kiwi, maçã, banana caturra e pera - são alguns exemplos.
 
Cereais integrais também são ótima opção. As fibras podem ser encontradas na aveia, pão integral, macarrão integral e arroz integral. Para a nutricionista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Rosângela Teodorovicz as leguminosas também são boas fontes de fibra.
 
— O feijão, ervilha, soja, lentilha também devem estar presentes na alimentação diária.
 
De acordo com a especialista, uma outra opção para incluir linhaça, quinoa, farelo de trigo ou amaranto ao iogurte, ao mingau de aveia ou ainda uma vitamina de frutas, na comida.
 
— Importante lembrar, que além de uma alimentação rica em fibras, é necessário a ingestão de cerca de dois litros de água ao dia, e ou outros líquidos como, por exemplo, o chá de ervas sem açúcar e sucos naturais sem açúcar para regularizar o funcionamento intestinal.
 
Fique longe!
Sonia ainda afirma que os alimentos que contribuem para a prisão de ventre, são os refinados e industrializados.
 
— Ingerir poucas frutas, verduras e cereais integrais, bem como, uma ingestão mínima, ou quase insignificante de água podem agravar ou desencadear a doença.

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