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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Certificações ONA crescem 35% em 2013; hospitais lideram

Organização Nacional de Acreditação concedeu 217 certificações em 2013. Confira o perfil das empresas contempladas
 
A Organização Nacional de Acreditação (ONA) encerrou 2013 com um total de 217 certificações concedidas – o que representa um crescimento de 34,8% em relação ao ano anterior. Quase 28,5%, ou 77 das homologações, foram para serviços certificados pela primeira vez no ano passado. Os serviços hospitalares lideraram tanto na procura pela certificação, com 105 instituições acreditadas, como entre os que conquistaram pela primeira vez, como é o caso de 37 hospitais, entre os quais dois no Amazonas.
 
Os serviços ambulatoriais ou de pronto atendimento vêm em seguida, com 35 certificações – 16 das quais foram obtidas pela primeira vez. Foram homologados também 26 laboratórios, sendo seis pela primeira vez; 13 serviços de hemoterapia (4 novos acreditados); 13 serviços de nefrologia e terapia renal substitutiva (2 instituições novas); assim como 13 serviços de diagnóstico por imagem, radioterapia e medicina nuclear, com 7 acreditados pela primeira vez.
 
A ONA concluiu, ainda, quatro processos de acreditação de Serviços de Atenção Domiciliar, dos quais um foi concedido pela primeira vez; e dois programas de saúde e prevenção de risco, com uma nova certificação.
 
No caso do Selo de Qualificação, os números representam o dobro de 2012, início da aplicação da certificação criado para Serviços para a Saúde: foram três novas certificações para serviços de processamento de roupas, uma para serviço de manipulação e uma para dietoterapia.
 
Entre os 22 estados brasileiros cobertos pela ONA (incluindo o DF), 86 do total das certificações concedidas no ano passado foram para o Estado de São Paulo (40%); 36 para Minas Gerais (17%); 20 para o Rio de Janeiro (9%); 12 para a Bahia (6%); 11 para Santa Catarina e Paraná, ambos com 5% do total.
 
Na sequência está Brasília (DF), com nove homologações (4%); Rio Grande do Sul, com oito (4%) e Pernambuco com seis (3%). Os outros estados brasileiros aparecem com 1% das homologações cada um, como é o caso de Espírito Santo e Ceará, com três instituições acreditadas; Pará, Amazonas, Sergipe, Mato Grosso e Goiás, com duas instituições acreditadas em cada estado e Maranhão e Alagoas, com uma instituição certificada pela metodologia ONA em cada um.
 
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Ministério inaugura maternidade e entrega ambulâncias no Amazonas

Foto: Reprodução
Também será inaugurada uma UPA porte I, com capacidade para atender 150 pessoas/dia e a Maternidade Celina Vilacres Cruz Mestrinho que contará com 25 leitos
 
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participa nesta quinta-feira (27), da inauguração do Hospital Robert Paul Decksmann, em São Paulo de Olivença, na Macrorregião do Alto Solimões e Microrregião de Tabatinga (AM). A unidade é ligada ao Governo do Estado do Amazonas e conta com 20 leitos para o atendimento da população.
 
No período da tarde, o ministro segue para Tabatinga (AM), onde inaugura a UPA porte I, com capacidade para atender 150 pessoas/dia e a Maternidade Celina Vilacres Cruz Mestrinho que contará com 25 leitos, com previsão para realizar 2,4 mil partos/ano.
 
Ainda em Tabatinga, o ministro inaugura a Central de Regulação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), além de entregar ambulâncias que vão atuar na região do Alto Solimões que abrange nove municípios, incluindo Tabatinga.
 
Fonte: Ministério da Saúde
 
SaudeWeb

Disney gerencia saúde de funcionários com TI integrada

crédito: Shutterstock
Projeto inclui integração das informações de medicina ocupacional, telemedicina e portal para os profissionais cuidarem da saúde
 
Tecnologia para gerenciar a saúde dos funcionários ainda não é tão comum no Brasil, principalmente para casos de gestão de saúde populacional das empresas – e também a de doentes crônicos. Se por aqui estas práticas ainda são raras, nos EUA é possível observar iniciativas integradas em grupos complexos a Disney Resorts, que mesmo com muitas especificidades precisa tratar quem faz a magia realmente acontecer, ou seja, o colaborador.
 
Na tarde da quarta-feira (26), o médico chefe da Walt Disney World, Michael Hankins, mostrou como é feita a gestão de saúde dos quase 100 mil funcionários do grupo, que inclui parques, cruzeiros e resorts. Não são poucos os riscos a que um colaborador do grupo está exposto: eles vão de acidentes de trabalho à exposição de animais, como no Animal Kingdom.
 
O foco do projeto é a medicina ocupacional, o que implicou ações como uma comunicação apropriada para os stakeholders e o time médico; as exposições e suas contribuições para as condições agudas e crônicas; prevenção da incapacidade; e adesão às normas da Workers Compesation, espécie de seguro do trabalho.
 
Para isso, a companhia definiu os seguintes compromissos: discutir os objetivos dos serviços de saúde ocupacional; identificar os desafios e as oportunidades na entrega dos cuidados de saúde, independentemente de sua localização; e, por último, explicar a abordagem garantindo a eficiente e eficaz da mudança da informação de saúde para os membros e cuidadores.
 
Foram quatro “steps” definidos pela companhia para alcançar tais objetivos. O “S”, de satisfação, para melhorar a satisfação dos funcionários; “T”, Tratamento e Clínica, para melhorar a saúde como um todo, assegurando o desempenho dos funcionários da companhia; E, informação eletrônica; e por último o “P”, destinado à prevenção e educação do pacientes.
 
O projeto foi alicerçados considerando a saúde, o bem-estar do funcionário e a segurança, coordenação da saúde, dentro do sistema e de seus fornecedores, acesso seguro e troca das informações da saúde, engajamento do colaborador e o “uso significativo”, portabilidade dos sistemas e dados e o desempenho financeiro.
 
Desenvolvimento
Reduzir os altos custos das lesões trabalhistas, que geram cerca de US$ 130 bilhões nos Estados Unidos e resultam em US$ 10 bilhões em perda de produtividade. Estão incluídos na conta fatores de riscos para a saúde dos funcionários que incluem obesidade, fadiga, perda de audição e deficiência visual.
 
Para se ter uma ideia, a cada investimento de US$ 1 pode-se obter US$ 3,27 em redução de custo médico e US$ 2,73 na diminuição do absenteísmo. Segundo os dados da CDC, apenas reduzir as taxas de obesidade pode gerar 254 bilhões em produtividade e evitar 60 bilhões em tratamento.
 
Hankins mostrou o conjunto de ações implantadas em prol da segurança e saúde ocupacional. As iniciativas estão presentes em centros de cuidados primários, o gerenciamento das doenças, uma academia, o gerenciamento de índices de absenteísmo, programas de bem-estar, controle do risco e até um portal para a saúde dos próprios funcionários. Foram adotados programas de imunização, vigilância médica, alojamento médico e fisioterapia.
 
Mas as demandas de saúde do grupo exigiam mais. Era necessário desbravar também o mar. Com a divisão de cruzeiros, o grupo enfrentou diferentes desafios, fazer o rastreamento marítimo do atestado médico, a integração de terras com registros e a sincronização do navio com o satélite. Mas diante, havia os desafios de estar em pleno oceano: sem suporte especializado acesso limitado, satélite dependente, sincronização do navio com o navio da costa.
 
Tecnologia
Para resolver esses desafios foi utilizada a solução de enterprise health da MIE e a integração clinica das informações dos funcionários no Eletronic Health Recording com a medicina de vigilância e o gerenciamento de crônicos. Para produção e transmissão legal e mandatória dos documentos, criou-se uma transmissão corrente do trabalho e documentos sob demanda.
 
Os objetivos para o sistema de TI eram os seguintes: interoperabilidade com sistemas legados, teste de devices, registro de saúde corporativa, e-mail etc. Os desafios: flexibilidade para os processos de fluxo de trabalho, incentivar o compromisso dos próprios colaboradores (por mieo de portais interativos, onde é possível acessar o registro de sua própria saúde) e implantar interfaces múltiplas.
 
A interface de entrada para integrar os dados da Disney é da SAP. Ela ajuda a identificar as informações do paciente, como nome, endereço, tipo de trabalho, departamento e o gerenciamento que inclui adicionais requisitos sobre as doenças, incluindo a avaliação médica.

SaudeWeb

Salmão e castanhas evitam que gordura se acumule na barriga

Foto: Reprodução
Se quiser evitar os famosos pneuzinhos, coma salmão e castanhas
 
Um novo estudo da Uppsala University, na Suécia, descobriu que as pessoas que consomem mais gordura poli-insaturada, os famosos Ômega 3 e Ômega 6, ganham mais músculos e menos gordura do que quem costuma comer mais as do tipo monoinsaturada - presente em bolos, manteiga, biscoitos, carnes gordas, queijo e cremes. As informações são do site inglês Daily Mail. 
 
A gordura poli-insaturada, que está muito presente em frutos do mar, peixes, óleo de canola e sementes, também costuma ser a responsável pelo corpo alojar menos gordura na região da barriga e ao redor dos órgãos.
 
Este é o primeiro estudo feito com humanos que mostra que a composição da gordura afeta não só os níveis de colesterol no sangue e risco de doenças cardíacas, como também determina o local do corpo em que irá se acumular.
 
Os especialistas analisaram o comportamento de 39 jovens adultos de ambos os sexos que comeram 750 calorias a mais do que o normal diariamente por sete semanas. Um grupo ingeriu alimentos preparados com óleo de girassol (gordura poli-insaturada) e outra com óleo de palma (gordura saturada).
 
As quantidades de açúcar, carboidratos, proteína e gordura eram as mesmas, mudando apenas o tipo do último item.         
 
Voz da Bahia

Natulab e Bahiafarma negociam pesquisa de novos medicamentos

Foto: Reprodução da internet
Partes assinaram acordo de cooperação para PDP e estudam laboratório compartilhado

O Grupo Natulab e a Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma) anunciaram que estão em negociação para o desenvolvimento e pesquisa de novos medicamentos.
 
A novidade foi anunciada esta semana durante a visita da presidente da Bahiafarma, Julieta Palmeira, às instalações da Natulab, acompanhada do governador do estado, Jaques Wagner.
 
A Natulab passa pela implantação de um projeto de expansão fabril, o que deve impulsionar parcerias com o laboratório estatal.
 
As instituições têm dois projetos em processo de negociação: um para implantação de um laboratório compartilhado no Parque Tecnológico da Bahia, junto à Secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti); e uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP), submetido ao Ministério da Saúde.
 
A Bahiafarma realiza pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico no campo farmacêutico e, quando estiver em funcionamento, vai distribuir medicamentos considerados essenciais para órgãos e entidades que integram o Sistema Único de Saúde (SUS).
 
SaudeWeb