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domingo, 2 de março de 2014

Pular carnaval pode queimar até 800 calorias por hora

Pular carnaval pode queimar até 800 calorias por hora
Saiba quais músculos são mais trabalhados em cada tipo de folia e os cuidados necessários ao cair na farra
 
Pular carnaval é uma delícia e ainda pode ajudar a emagrecer! Isto porque cair na folia proporciona um gasto energético que varia de 300 a 800 calorias por hora. Alguns músculos também são trabalhados, especialmente aqueles das pernas, dos glúteos e do abdômen. 
 
Porém, são necessários alguns cuidados antes de praticar as atividades. Não abuse do álcool e procure hidratar-se constantemente com água. Coma refeições leves antes da farra. Além disso, vista roupas confortáveis, especialmente os calçados. O tênis é a melhor opção porque possui amortecimento. 
 
Conversamos com educadores físicos e listamos quais os benefícios e cuidados ao sambar, dançar axé e frevo, participar da micareta, do baile de carnaval e do bloco de rua, ir atrás do trio elétrico e desfilar na avenida.  
 
Sambar
Sambar durante uma hora pode queimar até 600 calorias. "A prática da dança neste ritmo além de aprimorar a resistência aeróbica também melhora as capacidades coordenativas como o ritmo e o equilíbrio", afirma o educador físico Níkolas Chaves. 
 
A atividade também trabalha as panturrilhas, os glúteos, coxas e o abdômen e desenvolve a flexibilidade, porém alguns cuidados são necessários. Como o tornozelo passa a maior parte do tempo em flexão plantar, como os pés de bailarinas, é importante observar se as articulações desta parte estão boas e fortalecer a panturrilha com musculação. "Também opte por calçados adequados para a prática, como o tênis e roupas leves", orienta a educadora física Fernanda Andrade.
 
Dançar o axé por uma hora queima entre 450
 e 600 calorias
Dançar axé
Dançar o axé por uma hora queima entre 450 e 600 calorias. Esta atividade exercita as coxas, pernas, glúteos, braços e abdômen. Ela também irá melhorar a capacidade de resistência aeróbica e, claro, o humor de quem a pratica. Para fazer esta atividade também é importante vestir um calçado confortável, o tênis continua como a melhor alternativa, e roupas leves. 
 
Frevo
O frevo é a atividade do carnaval que mais gasta energia, uma hora dançando queima de 600 a 900 calorias. Todos os membros inferiores são fortalecidos com esta dança e os ombros também, devido à grande exigência de movimentos com os braços. 
 
A dança ainda melhora a resistência aeróbia e as capacidades coordenativas de equilíbrio e ritmo. Porém, são necessários alguns cuidados ao praticar esta atividade. "Fique atento aos movimentos de agachamentos profundos que podem lesionar os ligamentos dos joelhos. Faça musculação para fortalecer bem as pernas e poder dançar sem riscos", orienta Chaves. É importante que o calçado seja confortável. 
 
Micareta
Participar de uma micareta leva a queima de 325 a 650 calorias em uma hora. Esta atividade proporciona um trabalho aeróbico intenso e também pode contribuir para o fortalecimento de coxas, glúteos e pernas. 
 
O melhor calçado para a micareta é o tênis. "As pessoas costumam pular muito nestes ambientes e este calçado tem um amortecimento bom. Evite rasteirinhas, pois elas não contam com nenhum amortecimento. Saltos também não são bons porque além de não ter amortecimento, eles ainda sobrecarrega as panturrilhas e a parte anterior das pernas", explica Andrade. 
 
Átras do trio elétrico
Acompanhar o trio elétrico pode queimar entre 200 e 800 calorias, tudo irá depender da intensidade em que a atividade é praticada. Trata-se de um forte exercício aeróbico e como envolve saltos e palmas constantes exige braços e pernas. Ir atrás do trio elétrico também proporciona o bem-estar. 
 
Durante a caminhada atrás do trio elétrico observe o seu ritmo cardíaco e procure ter uma refeição leve antes de cair na folia. "Hidratar-se a cada 20 minutos para evitar problemas de estresse térmico como câimbras e exaustão", orienta Chaves.
 
Desfilar na avenida queima até 800 calorias por hora
Desfilar na avenida
Desfilar na avenida durante uma hora pode queimar entre 650 e 800 calorias. "O gasto de energia é alto porque a pessoa desfila carregando uma fantasia. Esta vestimenta também exige atenção, pois pode dificultar a evaporação do seu suor e o resfriamento do corpo, induzindo ao cansaço. Por isso, hidrate-se bem", observa Chaves. 
 
Também são necessários outros cuidados ao vestir a fantasia. "Para lidar melhor com o peso que as peças podem fazer nos ombros, uma dica é alongar antes e depois do desfile", orienta Andrade. As coxas, pernas, glúteos e o abdômen são trabalhados durante o desfile na avenida. 
 
Pular em bloco de rua
Pular carnaval em um bloco de rua pode queimar entre 450 e 600 calorias durante uma hora. Nesta atividade são trabalhados os músculos das pernas e coxas e é importante calçar o tênis que possui amortecimento e ainda é fechado, evitando que os pisões, tão frequentes em locais lotados como os blocos, machuquem os pés. 
 
Baile de carnaval
Participar de um baile de carnaval pode queimar de 300 a 500 calorias por hora. "O trabalho maior desta atividade é o aeróbio, mas pensando em musculatura o que é mais trabalhado é a parte interior das coxas, glúteos, coxas, pernas e um pouco de abdômen", observa Andrade. Beba água com frequência, preferencialmente a cada 20 minutos e vista calçados confortáveis. 
 
Minha Vida

Aids: exame que faz análise da saliva garante mais de 99% dos resultados corretos

Teste pede uma janela de três meses para melhorar a precisão
 
Por Dr. Ralcyon Teixeira
 
Desde a descoberta do vírus HIV, diversos exames foram desenvolvidos para realizar o diagnóstico dessa infeção. Buscamos desenvolver testes tão confiáveis e com tempos de janela imunológica tão baixos, que chegamos ao ponto de um exame conseguir detectar a infecção pelo HIV quinze dias após a suposta infecção com mais de 99% de chances do resultado estar correto. Relembrando que a janela imunológica é o tempo que existe entre a infecção e o exame do laboratório vir positivo.
 
Apesar de todos esses avanços no diagnóstico do vírus HIV, muitas pessoas desconhecem que são HIV positivas. Estima-se que, atualmente, existam 35,3 milhões de pessoas vivendo com HIV no mundo e a cada ano 2,3 milhões de pessoas se infectem, o que resulta em mais de 6.300 pessoas sendo infectadas a cada 24 horas.
 
Dados mais recentes do Brasil afirmam que existem 718 mil pessoas vivendo com HIV no Brasil, sendo que 20% delas (144 mil pessoas) não sabem do diagnóstico da infecção. Esse dado é muito preocupante, pois hoje o vírus HIV adquiriu características de uma doença crônica, como a pressão alta e o diabetes, mas para isso a infecção deve ser diagnosticada e tratada de maneira adequada e precoce, não permitindo que a imunidade chegue a níveis muito baixos, fazendo com que outras doenças graves, chamadas de oportunistas, apareçam e causem risco de vida ao paciente.
 
Se o diagnóstico for precoce e o paciente procurar auxílio médico, o curso da doença será bem diferente daquelas pessoas que não sabem da infecção ou não querem se tratar. Os dados oficiais ainda mostram que em 2012 no Brasil houve 39.185 mortes relacionadas ao HIV, sendo que na cidade de São Paulo acontecem duas mortes por dia diretamente relacionadas com a infecção pelo vírus da Aids.
 
Novidades do diagnóstico
Pensando em facilitar o diagnóstico da infecção pelo HIV, foi produzido um exame rápido e de fácil realização, que é capaz de fazer o diagnóstico através da análise da saliva. Até então, os principais exames de diagnóstico do HIV necessitavam da coleta de amostra de sangue.
 
A saliva das pessoas infectadas pelo vírus apresentam anticorpos da classe IgG (mecanismos de defesa contra o vírus) que deixam o exame positivo. Vale lembrar que o vírus do HIV não está presente na saliva, portanto, a saliva não tem capacidade de transmitir o vírus. Por isso que beijar ou compartilhar copo e talheres não transmite o HIV entre as pessoas.
 
O exame garante mais de 99% de resultados corretos e a janela imunológica estimada pode ser de até três meses (tempo entre a possível infecção e o exame vir positivo). Dessa forma, as pessoas que fizerem um exame em um curto espaço de tempo e que vierem com exame negativo, devem repetir o teste após três meses de uma exposição de risco para o contagio do HIV.
 
Por ser rápido, de confiança e de fácil realização, esse exame será usado pelo Ministério da Saúde em inúmeras situações como, por exemplo, em campanhas de testagem para o HIV. Mas o próprio Ministério da Saúde já sinalizou que liberará a venda desse teste em farmácias de todo Brasil no primeiro semestre de 2014 ao custo estimado de R$ 8,00.
 
Existem críticas sobre essa ação, mas o objetivo é facilitar o diagnóstico da infecção. Toda pessoa que fizer esse teste tem que estar preparada caso o exame venha a ser positivo. Nestes casos, deve-se procurar imediatamente um serviço de saúde para realizar um atendimento médico. A partir disso, novos exames serão solicitados para confirmar ou não a infecção pelo HIV (só um exame rápido de saliva não confirma o diagnóstico da infecção pelo HIV).
 
O importante neste momento é não se desesperar e procurar ajuda médica imediata. Lembrem-se, prevenir continua sendo a melhor opção, mas caso você suspeite estar infectado pelo vírus HIV, é muito importante que você faça o diagnóstico precoce e siga o tratamento adequadamente.
 
Fontes:
- Aids by de Numbers - Unaids 2013

- Boletim epidemiológico HIV/aids - MS - dezembro 2013

- Manual técnico para o diagnóstico da infecção pelo HIV - dezembro 2013.
 
Minha Vida

60% só vão ao médico quando estão doentes

Pesquisa do instituto Data Popular mostra que maioria não se previne, o que seria melhor forma de evitar infartos e AVCs
 
Seis de cada dez brasileiros só vai ao médico quando já está doente, aponta pesquisa do instituto Data Popular, segundo a qual percentuais semelhantes ou ainda maiores não adota medidas para evitar a obesidade, um dos maiores fatores de risco para doenças mortais como infarto, diabetes, hipertensão e AVC (acidente vascular cerebral).
 
Isso ocorre, de acordo com o instituto, apesar de um aumento médio de 50% nos gastos com a saúde nos últimos 11 anos, com predominância da região Sudeste, que concentra mais da metade.
 
Por faixas de renda, a classe média, somada, gasta anualmente cerca de R$ 72 bilhões, contra R$ 70 bilhões da classe alta e R$ 23 bilhões da classe baixa.
 
O presidente do data Popular, Renato Meirelles, aponta uma contradição entre o discurso e a prática. “Três quartos afirmam se preocupar diariamente com a forma, mas não  é assim que funciona”, disse à TV Globo.
 
As mulheres são mais preocupadas. Os números apontam que 77% delas, nas classes média e baixa, consideram importante manter a forma física.
 
Sobrepeso nacional
Os dados do data Popular coincidem com os do Ministério da Saúde que, no ano passado, constatou que 51% dos brasileiros estão acima do peso e que 26% bebem refrigerante em média cinco vezes por semana, entre outros dados.
 
Gordura sedentária
57% DOCES E FRITURAS são tipos de comida de que mais da metade das pessoas não abre mão  81% EXERCÍCIOS físicos regulares não são feitos por mais de quatro em cada cinco brasileiros. (Destak/Abramge)
 
SaudeWeb

Governo autoriza reajuste de medicamentos em março

Cmed publicou medida no Diário Oficial. Enquanto isso, projeto busca isenção automática de remédios tarja vermelha e preta
 
A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), conselho atrelado ao governo federal e liderado pelo Ministério da Saúde, autorizou o reajuste dos preços dos remédios no País a partir de 31 de março. Publicada no Diário Oficial da União, a medida estabelece os critérios do ajuste de preços, considerando preços de referência estabelecidos na mesma data de 2013.
 
Enquanto isso, para facilitar o acesso da população a medicamentos de tarjas vermelha e preta, foi apresentado na Câmara dos Deputados um projeto de lei (6612/13) que prevê a extensão automática da isenção de alguns impostos federais para os novos remédios que entram no mercado. De autoria do deputado Walter Ihoshi (PSD-SP), a proposta prevê que todos esses medicamentos, que dependem de prescrição médica, sejam isentos do recolhimento do PIS/Pasepe da Cofins.
 
Se aprovado, os medicamentos de tarja vermelha e preta serão automaticamente isentos após serem aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Atualmente a isenção depende da inclusão em uma lista positiva do governo, que conta com cerca de 1,5 milhão de substâncias. De outro lado, quase 170 princípios ativos aguardam para ser incluídos.
 
Segundo Ihoshi, há oito anos a atualização não é feita. “Os remédios têm uma tributação muito alta. Grande parte dos remédios que são vendidos no Brasil tem a isenção do PIS e Cofins, que são tributos federais. Só que há oito anos não existe a revisão da chamada lista positiva”.
 
Isso significa, diz o deputado, que “os novos medicamentos que estão entrando no mercado e já tem a aprovação da Anvisa não têm ainda a prerrogativa da isenção dos tributos federais”. O maior prejuízo, entende ele, é para a população consumidora desses remédios, que tem de pagar preços mais altos por causa da tributação.
 
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. A íntegra da proposta pode ser lida no site da Câmara.
 
* com informações da Agência Estado e da Agência Câmara

SaudeWeb

Chocolate amargo faz bem para o coração, aponta pesquisa

Foto: Reprodução
Doce ajuda a restaurar a flexibilidade das artérias
 
Uma boa notícia para os amantes do chocolate: uma nova pesquisa publicada na revista FASEB aponta que o chocolate amargo ajuda a restaurar a flexibilidade das artérias e previne as células brancas do sangue grudem nas paredes dos vasos sanguíneos.
 
Tanto a rigidez arterial e a adesão de células brancas do sangue são conhecidos fatores que desempenham um papel significativo na aterosclerose. Além disso, os cientistas também descobriram que o aumento do teor de flavonóides do chocolate amargo não alterou este efeito.
 
Os pesquisadores analisaram 44 homens de meia-idade com excesso de peso ao longo de dois períodos de quatro semanas, enquanto eles consumiram 70 gramas de chocolate por dia. Os participantes do estudo receberam chocolate amargo ou um tipo especialmente produzido com alto teor de flavonóides, ambos com um teor de massa de cacau similar.
 
Antes e depois de dois períodos de intervenção, os pesquisadores realizaram diversas medições de indicadores importantes da saúde vascular. Durante o estudo, os participantes foram aconselhados a abster-se de certos produtos alimentares altamente calóricos para evitar ganho de peso.
 
— O efeito que o chocolate escuro tem em nossos corpos está incentivado não só porque nos permite comer com menos culpa, mas também porque poderia abrir caminho para terapias que fazem a mesma coisa com resultados melhores e mais consistentes.
 
Até a 'droga de chocolate escuro' ser desenvolvida, no entanto, vamos ter que nos contentar com o que a natureza nos deu — disse Gerald Weissmann, editor chefe da revista FASEB.
 
Zero Hora