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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Feijão, ervilha e lentilhas reduzem colesterol ruim, aponta estudo

Feijão, ervilha e lentilhas reduzem colesterol ruim, aponta estudo Mats Heyman,stock.xchng/Divulgação
Foto: Mats Heyman,stock.xchng / Divulgação
Apenas uma porção diária já significa uma redução de 5% nos índices
 
Comer apenas uma porção diária de leguminosas como feijão, grão de bico, lentilhas ou ervilhas é possível reduzir significativamente o mau colesterol e o risco de doenças do coração, relatou um novo estudo.
 
Níveis elevados de colesterol estão associados com um risco aumentado de doença cardiovascular, mas eles podem ser modificados por meio de uma dieta saudável e de outras escolhas no estilo de vida. A maioria das diretrizes de prevenção de doenças crônicas recomendam o consumo de leguminosas não oleaginosas como feijão, grão de bico, lentilhas e ervilhas, juntamente com outros vegetais e frutas, como parte de uma dieta saudável.
 
O estudo, conduzido por pesquisadores de vários centros no Canadá e nos Estados Unidos, analisou 26 triagens clínicas que incluíram 1.037 pessoas. Apesar das disparidades entre ambas as pesquisas, os cientistas descobriram uma redução de 5% na lipoproteína de baixa densidade (LDL), o colesterol ruim, em pessoas que ingeriram uma porção (3/4 de xícara) de leguminosas não oleaginosas por dia.
 
Os homens tiveram maior redução dos níveis de colesterol LDL do que as mulheres, possivelmente porque suas dietas eram mais pobres e os níveis de colesterol mais elevados, e o benefício se deu de forma mais acentuada a partir de uma dieta saudável. Alguns participantes do estudo relataram problemas de estômago, como inchaço, flatulência, diarreia ou constipação.
 
— A redução de 5% em nossa análise sugere uma redução do risco potencial de 5% em grandes eventos vasculares — afirma o autor do estudo, John Sievenpiper.
 
Ele observam que consumir uma porção por dia "é razoável e não existem efeitos adversos que limitem o consumo".
 
A ingestão das leguminosas pode ainda ter efeitos benéficos sobre outros fatores de risco cardiometabólicos, incluindo peso corporal, pressão arterial e controle da glicose, verificou a equipe de pesquisadores.

Zero Hora

Avós que tomam conta dos netos uma vez por semana são mentalmente mais ativas, diz estudo

Avós que tomam conta dos netos uma vez por semana são mentalmente mais ativas, diz estudo S Braswell/Stock.xchng
Foto: S Braswell / Stock.xchng
Mulheres podem aderir à atividade para reduzir problemas
cognitivos durante o envelhecimento
Em contrapartida, cuidar dos pequenos muitas vezes na semana demonstrou ser prejudicial
 
Cuidar dos netos uma vez por semana ajuda a manter as avós mentalmente ativas, constatou um estudo publicado no jornal The North American Menopause Society. Isso é uma boa notícia especialmente para aquelas que se encontram no período pós-menopausa, quando precisam se prevenir e reduzir os riscos de desenvolver Alzheimer e outras doenças cognitivas.
 
Por outro lado, tomar conta dos pequenos cinco dias por semana ou mais teve alguns efeitos negativos em testes de acuidade mental realizados na pesquisa.
 
— Sabemos que as mulheres mais velhas, que são socialmente engajadas, têm uma melhor função cognitiva e um menor risco de desenvolver demência posteriormente. Entretanto, o excesso também pode ser prejudicial — afirmou a diretora executiva da publicação, Margery Gass.
 
Três testes diferentes foram aplicados em 186 australianas, com idades entre 57 e 68 anos, para avaliar a sua capacidade mental. Entre as 120 avós, aquelas que passaram um dia por semana cuidando dos netos tiveram o melhor desempenho. Ao contrário, aquelas que tomaram conta dos pequenos durante cinco ou mais dias por semana saíram-se significativamente pior nos testes que avaliaram memória e velocidade de processamento mental. A descoberta surpreendeu os pesquisadores, os quais não esperavam por esses resultados.
 
Embora outras investigações já tivessem analisado a relação entre a capacidade e atividade mental e ser socialmente engajado, esta é a primeira vez que uma pesquisa enfoca o comportamento deste grupo específico.
 
— Já que ser avó é um papel social tão importante e comum para as mulheres na pós-menopausa, precisamos saber mais sobre os seus efeitos futuros na saúde— explica Margery.
 
Zero Hora

Saiba quais são os tipos de chocolate e seus benefícios para a saúde


Saiba quais são os tipos de chocolate e seus benefícios para a saúde Adriana Franciosi/Agencia RBS
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS
Ideal é consumir 30g por dia, já que a ingestão em excesso pode
provocar irritações no estômago e no intestino
Ao leite, amargo, branco e diet são as versões mais comercializadas
 
Abril é o mês em que as tentações estão por todos os lados, afinal, é justamente nesse período em que é comemorada a Páscoa. Diante disso, as prateleiras de supermercados ficam repletas de guloseimas e, principalmente, de ovos de chocolates dos mais variados tipos e tamanhos.
 
Controlar a dieta mediante a tantas gostosuras e comer sem acarretar no ganho de alguns quilinhos a mais são as preocupações imediatas. Segundo a nutricionista Ana Huggler, é possível comer chocolate desde que a quantidade seja moderada.
 
— O ideal é consumir 30g por dia. Essa quantia é equivalente a dois bombons ou um tablete pequeno. No caso do chocolate amargo (70% cacau), que é rico em substâncias que atuam prevenindo ou controlando a hipertensão, a indicação é ingerir de 3 a 4 quadradinhos diários do chocolate, pois ele é muito calórico e pode causar ganho de peso— alerta Ana.
 
Além disso, a ingestão em excesso pode provocar irritações no estômago e na mucosa intestinal.
 
— Em contrapartida, o cacau possui uma substância denominada feniletilamina que ajuda a melhorar o humor. Uma dica é ingeri-lo no período da tarde que é quando o cortisol, o hormônio do estresse, está mais elevado— sugere a especialista.
 
Confira os benefícios de cada tipo de chocolate:
 
Ao leite - possui menos gordura hidrogenada na sua composição e, portanto, é menos calórico (com exceção daqueles que contêm nozes, cremes, frutas cristalizadas, entre outros).
 
Branco - produzido a partir da manteiga de cacau, ele é o que possui menor quantidade de propriedades benéficas à saúde. Além disso, são ricos em gorduras saturadas, que colaboram para a elevação do peso.
 
Amargo - fabricado com grãos torrados de cacau, ele contêm pouco açúcar e não tem acréscimo de leite na composição. É considerado um dos mais benéficos à saúde, já que é rico em flavonóides, substâncias que agem melhorando a circulação.
 
Diet - indicado para diabéticos, já que não possuem açúcares na composição. Porém, possuem um teor maior de gordura para garantir a mesma consistência. Sendo assim, às vezes, é mais calórico do que o normal, dependendo da marca.
 
Zero Hora

Veja algumas opções de alimentos saudáveis para curtir a Páscoa

Veja algumas opções de alimentos saudáveis para curtir a Páscoa divulgação/hondashi
Foto: Divulgação / Hondashi
Robalo, merluza e Saint Peter são peixes magros que podem ser
 consumidos sem culpa
Nutricionista dá dicas para fugir dos excessos
 
Com a chegada da Semana Santa, muitos católicos já dão início às compras dos alimentos, que inclui a tradicional troca de carne vermelha e aves por peixes e ovos. Além dos cuidados com locais de venda e aparência dos alimentos, especialistas alertam sobre consumos em excesso e chocolates. A escolha dos alimentos e o modo de preparo também podem fazer toda a diferença para quem quer ficar com a saúde e a boa forma em dia.
 
De acordo com a nutricionista Nathália Sales, as ceias regadas a comidas gordurosas e com muito açúcar devem ser evitadas. Nathália afirma que é possível fazer um almoço de Páscoa com alimentos saudáveis.
 
— Evite sempre consumir os alimentos ricos em gorduras e com açúcares, como sobremesas à base de creme de leite e leite condensado, pois desencadeia uma resposta à insulina, que é um hormônio anabólico, e a gordura é armazenada no organismo— adverte a nutricionista.
 
As melhores escolhas para o almoço são as saladas, legumes e peixes magros. Uma dica é comemorar a Páscoa apenas no dia. Ou seja, se ganhar ovos de páscoa antecipadamente, guarde e consuma com moderação e até divida com a família. Também é recomendado o consumo de sucos naturais ou refrigerantes lights.
 
Ceia
Na escolha do peixe, a nutricionista explica que as melhores opções são os peixes brancos, como merluza, robalo e Saint Peter, por possuírem menos gorduras. O modo de preparo também é outro cuidado importante para quem quer manter a forma e a saúde.
 
— Evite o salmão pela quantidade de gorduras e o bacalhau pelo excesso de sal. Deve-se prestar atenção também no modo de preparo, sendo de preferência, os assados ou grelhados, pois os peixes fritos possuem alto teor calórico— esclarece.
 
Para temperar pratos e acompanhamentos, a substituição do sal e temperos industrializados por opções naturais, como limão, alho, cebola, manjericão, louro e cebolinha é uma dica essencial.
 
Nas sobremesas, Nathália recomenda a ingestão de doces de frutas, já que o chocolate será inevitável. Chocolates com maior teor de cacau (com menos açúcar) e tipo amargo (com menor quantidade de gordura saturada e trans) devem ser priorizados.
 
Zero Hora

Medicação antidepressiva não prejudica sucesso da amamentação


Medicação antidepressiva não prejudica sucesso da amamentação Maicon Damasceno/Agencia RBS
Foto: Maicon Damasceno / Agencia RBS
Quantidade do medicamento que se mistura com o leite materno
 é muito baixa, afirmam pesquisadores
Estudo informa que gestantes que fazem uso dos remédios não devem se preocupar com a saúde do bebê
 
Pesquisadores da Universidade de Adelaide descobriram que as mulheres que tomam medicamentos antidepressivos são mais bem sucedidas na amamentação de seus bebês, em comparação com aquelas que deixam de fazer uso deste por causa de preocupações com a saúde dos recém-nascidos.
 
A partir de dados do Danish National Birth Cohort, na Dinamarca, os cientistas estudaram os resultados de 368 mulheres que estavam sendo medicadas com antidepressivos antes de engravidar.
 
— Verificamos que dois terços das mulheres (67%) pararam de tomar a medicação antidepressiva ou depois de engravidar ou durante a amamentação. Um terço (33%) continuou a administrar os remédios em ambos os períodos, e essas mulheres foram muito mais bem sucedidas em manter a amamentação para além dos recomendados seis meses — afirma o professor Luke Grzeskowiak.
 
Por outro lado, aquelas que deixaram de tomar o medicamento também foram mais propensas a parar de amamentar no prazo estipulado.
 
Grzeskowiak diz que os benefícios para a saúde na manutenção da amamentação superam em muito qualquer percepção de risco para o bebê da medicação antidepressiva.
 
— É uma constatação muito importante porque sabemos que a amamentação tem imensos benefícios para a criança e para a mãe, incluindo um grau de proteção contra a depressão pós-parto. A quantidade do medicamento antidepressivo que se mistura com o leite materno é muito baixa.
 
Acreditamos que continuar a tomar a medicação e manter a amamentação regular será o melhor resultado para o bebê e a mãe— esclarece o pesquisador.

Muitas mães lutam para decidir sobre o que fazer com os medicamentos durante a gravidez e lactação.

— Se elas os estão tomando, devem ser apoiadas e encorajadas por familiares, amigos e profissionais da saúde para continuar com a medicação, sabendo que os bons resultados da amamentação são de suma importância para elas e seus filhos— conclui.

Zero Hora