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sábado, 19 de abril de 2014

Coisas sobre o sexo que você não sabia!

Abaixo listamos algumas curiosidades sobre o sexo que realmente são impressionantes!

1- Durante as Preliminares, o seio da mulher pode aumentar de Tamanho em até 25%;

2 – Durante a ejaculação, o esperma viaja a uma velocidade de mais de 10km/h e sai a uma temperatura de 36 graus, os batimentos cardíacos podem ser de até 150 por minuto;

3 – O Homem produz mais de 200 milhões de espermatozóides durante uma relação Sexual;

4 – As mulheres ficam 30% mais ativas sexualmente durante a lua cheia;

5 – Os antigos Egípcios já usavam preservativos, no entanto o método de contracepção mais utilizado era um supositório vaginal feito com mel e língua de crocodilo;

6 – O Viagra só é legalmente vendido em 5 países do mundo. Uma pílula de Viagra chega custar cerca de 23 mil escudos no mercado negro da Malásia; ( algo em torno de R$ 880,00 )

7 – Na Grécia Antiga pênis pequenos eram elogiados e admirados pelas mulheres, enquanto os grandes eram considerados fora de estética;

8 – Na idade média se acreditava que tanto homens quando mulheres produziam espermatozóides;

9 – Os homens castrados vivem cerca de 13 anos a mais que os homens mais afortunados. E, como grupo, as freiras vivem mais do que todos;

10 – O presidente francês François Faure morreu num bordel, em 1899, durante o ato sexual. A senhora que o acompanhava ficou tão aterrorizada que contraiu a vagina de tal forma que foi preciso uma cirurgia para remover o membro do falecido;

11 – Na Europa do século XIV, era permitido a um nobre deixar o órgão sexual à mostra sob a túnica. Aqueles que não eram muito avantajados podiam usar um pênis falso, de couro;

12 – Eduardo VII, rei da Inglaterra, mandou fazer uma mesa especial para que pudesse fazer sexo sobre ela;

13 – Em 1609, um médico chamado Wecker encontrou um cadáver com dois pênis;

14 – A duração média de uma ereção é: I = Idade D = Duração Média em Minutos

I- 15 = D- 12

I- 16 – 20 = D- 43

I- 21 – 25 = D- 54

I- 26 – 30 = D- 53

I- 31 – 35 = D- 47

I- 36 – 40 = D- 41

I- 41 – 45 = D- 31

I- 46 – 50 = D- 29

I- 51 – 55 = D- 27

I- 56 – 60 = D- 21

I- 60 – 65 = D- 19

I- 66 – 70 = D- 07

I- 71 + = D- 00

15 – Até 1972 Ser homossexual nos EUA era ser doente mental;
 
16 – 120 milhões de relações sexuais acontecem todos os dias no Mundo;
 
17 – Quase 88% dos homens têm um pênis entre 12,7cm e 17,7cm de comprimento em ereção;
 
18 – O tamanho médio de um pênis é de cerca de 15cm, portanto, se o seu for menor, não se preocupe, pois o tamanho do pênis não influencia nada a capacidade de um indivíduo proporcionar prazer à sua companheira;
 
19 – A maioria dos pênis se inclina para a esquerda, em 2°, para baixo, em 3°, para a direita e em último para cima;
 
20 – 1 Kg é a força que o pênis precisa exercer para penetrar a vagina.
 
SexSegredos

Saiba quais doenças permitem isenção no Imposto de Renda

Foto: Reprodução
Portador de autismo não é isento, mas pode ser declarado como dependente dos pais em qualquer idade
 
Portadores de determinadas doenças têm direito à isenção do Imposto de Renda, mesmo que tenham recebido rendimentos como aposentadoria, pensão por invalidez ou pensão alimentícia – não importando o valor recebido.
 
O consultor da IOB Folhamatic EBS, empresa do grupo Sage, Daniel Oliveira, esclarece no vídeo abaixo à dúvida de um internauta.

Mas certas condições, como a deficiência física e auditiva, ainda não estão contempladas nesta lista, embora já existam projetos de lei no Congresso Nacional que pretendem incluí-las no grupo de isenção.
No caso de um adulto portador de autismo, Oliveira explica que a mãe ou pai podem declará-lo como dependente, não importando sua idade. "Ela poderá aproveitar despesas médicas que tem com ele [para abater o Imposto de Renda]".
Segundo a Receita Federal, se o portador da doença exerce uma atividade profissional – seja autônomo ou empregado – e ainda não tenha se aposentado, não tem direito à isenção do imposto .
 
Caso o contribuinte seja isento pelas regras do Fisco, é preciso procurar um serviço médico oficial da União, dos Estados ou Municípios para fazer um laudo pericial que comprove a moléstia.
 
Se o laudo for emitido por um médico da fonte pagadora – como o INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) –, o imposto deixa de ser retido na fonte automaticamente, de acordo com a Receita.
 
Apesar de nem todos os portadores de deficiência física e mental (incluindo autismo) terem direito a isenção do IR, ele já são isentos, por lei, de pagar IPI (Imposto sobre Veículos Industrializados) e IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) na aquisição de veículos.
 
Confira a lista de doenças graves que permitem isenção do Imposto de Renda:
 
- AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida)
- Alienação mental
- Cardiopatia grave
- Cegueira
- Contaminação por radiação
- Doença de Paget em estados avançados (Osteíte deformante)
- Doença de Parkinson
- Esclerose múltipla
- Espondiloartrose anquilosante
- Fibrose cística (Mucoviscidose)
- Hanseníase
- Nefropatia grave
- Hepatopatia grave (nos casos de hepatopatia grave somente serão isentos os rendimentos auferidos a partir de 01/01/2005)
- Neoplasia maligna
- Paralisia irreversível e incapacitante
- Tuberculose ativa
Fonte: Receita Federal
 
Consultores esclarecem dúvidas sobre deficiências e doenças graves:
 
- Tenho deficiência auditiva. Quero saber como faço para isentar o imposto de renda na aposentadoria de tempo de contribuição pelo INSS e a previdência complementar (instituições financeiras). Atualmente, trabalho e continuo isento. Se meu rendimento ultrapassar R$ 25.661,70, devo pagar o Imposto de Renda de aposentadoria pela deficiência auditiva?
 
Resposta: Vicente Sevilha Junior, presidente do portal DeclareFacil
O Projeto de Lei 6990/10, do deputado Eleuses Paiva (DEM-SP), prevê isenção do IR para deficientes auditivos mas ainda não foi convertido em lei e portanto, não está em vigor. A legislação atual só prevê direito à isenção de IR para casos considerados como doenças graves, conceito que não inclui a deficiência auditiva. Para que o leitor não se confunda, o projeto em questão foi aprovado em 11/05/2011 pela Comissão de Seguridade Social e Família, mas ainda esta em tramitação para ser convertido em lei.
 
- Gostaria de saber como abater gastos com minha esposa que se encontra em coma (estado vigil). Ela é cuidada pelo convênio, mas tenho muito gastos paralelos, com alimentação especial, fraldas, cuidador, domesticas, e medicamentos.
 
Resposta: Vicente Sevilha Junior, presidente do portal DeclareFacil
A primeira condição para abater despesas com sua esposa é que ela conste como sua dependente em sua declaração. Atendido a este critério, você pode abater todas as despesas médicas, hospitalares, com exames e com convênios médicos. As despesas especiais, como fraldas, alimentos especiais, cuidador, domésticos e medicamentos não podem ser deduzidas.
 
Meu pai tem 70 anos, é aposentado, recebe um salário de aposentadoria, mas a declaração dele é isenta por conta de uma cardiopatia grave. Ele declara todo ano separadamente da minha mãe e tem bens no nome dele. Quero saber se ele pode ser colocado como dependente da minha mãe, visto que ela é quem paga todos os seus gastos sejam com médicos, plano de saúde. Como fazer?
 
Resposta: Vicente Sevilha Junior, presidente do portal DeclareFacil
Um esclarecimento inicial: pacientes com doença grave podem ser isentos do pagamento de IRPF mas não são necessariamente isentos de apresentar a declaração de IRPF. Se os rendimentos tributáveis dele superaram em 2013 o valor de R$ 25.661,70 ou se o total de bens que ele possuia em 31.12.2013 fosse superior à R$ 300 mil, ele está obrigado a apresentar a declaração IRPF mesmo sendo portador de doença grave. Cônjuges podem ser inclusos como dependentes na declaração IRPF um do outro, de forma que sua mãe pode sim declarar seu pai como dependente. Contúdo, é preciso lembrar que, ao incluir seu pai como dependente, ela passa a ter que incluir também, em sua declaração IRPF: Todos os rendimentos tributáveis que ele tenha recebidoTodos os rendimentos isentos que ele tenha recebidoTodos os bens e direitos que estejam em nome dele. Ao mesmo tempo, com ele como dependente, sua mãe poderá abater as despesas dedutíveis, tais como médicos, planos de saúde, hospitais, exames e semelhantes.
 
iG

Confira quem são os oito 'culpados' pela impotência sexual

Reprodução
Doenças e hábitos, como diabetes e fumo, estão relacionados à disfunção erétil; saiba como prevenir este problema
 
Quem não tem medo? A disfunção erétil afeta 40% dos homens com mais de 50 anos e 67% daqueles com idade superior a 70. 
 
“O surgimento da disfunção erétil tem relação direta com o avançar da idade, porém as causas são multifatoriais”, afirma urologista Marcelo Salim, especializado na área. Saliem explica que impotência sexual é a incapacidade de enrijecimento do pênis, o suficiente para possibilitar a penetração vaginal ou anal.
 
Os vilões da potência, em geral, comprometem a circulação do sangue. O pênis é um órgão muito vascularizado e, com o comprometimento do funcionamento dos vasos sanguíneos, a ereção acaba prejudicada. Controlar as doenças e evitar os fatores de risco são estratégias eficientes para evitar o problema sexual.

Confira quem são os oito 'culpados' pela impotência sexual:
 
- Depressão
 
- Diabetes
 
- Estresse e ansiedade
 
- Fumo: 80% dos casos de doença obstrutiva crônica no pulmão são causados pelo tabagismo
 
- Hipertensão
 
- Insônia e outros distúrbios do sono
 
- Obesidade
 
- Uso de drogas
 
iG

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Atraso da menstruação pode ser consequência de maus hábitos

Foto: Reprodução
Excesso de atividade física e má alimentação interferem diretamente no ciclo
 
O ciclo menstrual dura de 25 a 35 dias em média para a maioria das mulheres, e tende a ser mais desregulado nos primeiros dois anos de menstruação, tempo que demora para ele se corrigir completamente.
 
No entanto, muitas mulheres já experimentaram pequenos atrasos ou até mesmo mudanças constantes de ciclo - que nunca devem ser encaradas como normais.
 
"A primeira suspeita para atrasos na menstruação sempre deve ser a gravidez para casos de mulheres férteis e ativas sexualmente", explica o ginecologista Luciano Pompei, da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo.
 
Excluída essa possibilidade, existe uma série de maus hábitos - e até mesmo doenças - que podem levar ao atraso da menstruação.
 
Confira quais são as suspeitas: 
 
mulher praticando ginástica - Foto: Getty ImagesExcesso de atividade física
Praticar exercícios pesados em grande frequência pode não só atrasar a menstruação, como fazer com ela pare completamente por um determinado período. "Isso acontece porque o corpo gasta muita energia com as atividades e, assim, não entra no período fértil", diz a ginecologista Paula Marcovici de São Paulo. A prática de atividade moderada estimula o organismo a liberar endorfina - substância relacionada ao bem-estar que reduz o estresse e ajuda a regularizar a menstruação. Um treino pesado favorece o aumento da prolactina - hormônio que prepara a mulher para a amamentação, provocando falhas na menstruação. "O excesso de atividade física pode levar até à falta da menstruação (amenorreia), que ocorre em 2% a 4% da população feminina geral, mas pode acometer de 3% até 66% das atletas", explica o ginecologista Joji Ueno, do Hospital Sírio Libanês e Diretor na Clínica Gera, em São Paulo.  
 
mulher comendo muito pouco - Foto: Getty ImagesDietas muito restritivas
São dois os mecanismos que podem explicar o atraso da menstruação por conta de dietas muito restritivas, afirmam os especialistas. "Se você começa a fazer uma dieta muito restritiva para perder peso, o corpo entende que está havendo alguma dificuldade e corta funções menos vitais para se preservar, como a atividade reprodutiva, buscando os nutrientes que faltam no sangue", explica o ginecologista Luciano Pompei, da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo. Mudanças no ciclo ou mesmo a amenorreia são comuns em mulheres com anorexia nervosa, por exemplo. "As dietas muito restritivas também podem alterar o sistema responsável pelo equilíbrio hormonal reprodutivo, causando diminuição da ovulação e liberação exagerada da progesterona, inibindo a menstruação", afirma o ginecologista Joji. Os hormônios responsáveis pela ovulação são comandados pela hipófise, que por sua vez é orientada pelo hipotálamo - ambas áreas do nosso cérebro.  
 
mulher estressada  - Foto: Getty ImagesEstresse
Se você estiver sob um estresse muito grande, seu corpo irá inibir a sua ovulação, pois ele entende que você não está em condições de perpetuar a espécie. "Uma mulher sujeita a um estresse muito grande não irá ovular, e portanto não irá menstruar", explica o ginecologista Luciano. Alguns episódios que podem levar a falta de ovulação são acidentes de carro, mortes na família ou receber uma notícia ruim. "O simples estresse mais prolongado também pode causar alterações na ovulação, mas é mais difícil de medir e identificar, ao contrário dos eventos mais traumáticos", afirma Luciano. "Se a pessoa estiver com graves problemas emocionais, é importante que ela procure um psicólogo para ajudá-la a manter o nervosismo sob controle", afirma a ginecologista Paula.
 
mulher roendo as unhas - Foto: Getty ImagesAnsiedade
O nervosismo causado pela espera de um evento importante ou acontecimento muito esperado também pode levar ao atraso da menstruação. "Essa ansiedade irá afetar o hipotálamo e a hipófise, que mandará mensagens de alerta para o ovário, impedindo a ovulação", diz a ginecologista e obstetra Lucia Marinaro Colon, do Hospital e Maternidade Rede D?Or São Luiz. "O estresse e a ansiedade podem causar a amenorreia hipolâmica, causada por alterações hormonais inclusive do cortisol", explica o ginecologista Joji. "A eliminação do estresse faz a atividade hormonal retornar ao normal."
 
mulher com excesso de peso - Foto: Getty ImagesExcesso de peso
A obesidade interfere no ciclo menstrual devido a grande quantidade de gordura nos tecidos. "Os hormônios femininos são metabolizados e armazenados no tecido adiposo", diz a ginecologista Lucia. "O excesso de tecido adiposo pode interferir no funcionamento da hipófise, desregulando o ciclo", completa o ginecologista Luciano. Muitas dessas pessoas com obesidade mórbida com a presença ou não de doenças conjuntas acabam corrigindo esse problema com uma cirurgia bariátrica. 
 
mulher com insônia na cama - Foto: Getty ImagesSono insuficiente
Alterações abruptas do sono, como mudanças repetidas de fuso horário ou insônia, podem causar um desequilíbrio hormonal e alterar o ciclo menstrual, principalmente se a falta de sono estiver acompanhada de estresse e ansiedade. "Essa, no entanto, não é uma das causas mais comuns de alteração do ciclo menstrual, devendo ser investigada após a exclusão de outras possibilidades", declara o ginecologista Luciano. 
 
Médico - Foto: Getty ImagesAlerta para doenças
Se você apresenta alterações constantes no ciclo menstrual - pelo menos três ciclos - e seu teste de gravidez deu negativo, o melhor a fazer é procurar um ginecologista. Problemas na tireoide, ovários policísticos, mioma uterino e endometriose são algumas doenças relacionadas à falta de menstruação. Todas as alterações significativas do ciclo menstrual devem ser comunicadas ao ginecologista "Deve-se ter em mente que toda mulher tem que menstruar normalmente, e se isto não estiver ocorrendo, deve-se diagnosticar a causa", alerta Joji Ueno. "É importante lembrar que a menstruação pode apontar alguma doença, quando apresenta sinais de anormalidade, que vão desde o aumento, diminuição ou aparência do fluxo", completa Lucia Marinaro.  
 
Minha Vida

Tuberculose: esclarecemos sete dúvidas sobre a doença

Ela é responsável pela morte de 1,3 milhão de pessoas ao ano no mundo
 
A tuberculose é a maior causa de morte por doença infecciosa em adultos.

De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde, cerca de 8,6 milhões de pessoas desenvolveram tuberculose em 2012 e 1,3 milhões morreram da doença. As estatísticas no Brasil também não são animadoras: segundo o Ministério da Saúde, o Brasil ocupa o 15º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo. No país, são notificados anualmente 85 mil casos novos. Além disso, são registrados cerca de 6 mil mortes por ano em decorrência da doença. 
 
A seguir, o pneumologista Frederico Leon Arrabal Fernandes, médico responsável pelo Laboratório de Função Pulmonar do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas FMUSP (InCor), esclarece as medidas preventivas, diagnóstico precoce e tratamentos para o combate à doença. 
 
1- Qual é a causa da tuberculose e de que forma ela é transmitida?
A tuberculose é causada por uma bactéria chamada Mycobacterium tuberculosis. Essa bactéria pode ser transmitida de uma pessoa para outra através da tosse. Ela também pode estar dormente no organismo de um indivíduo, e ficar ativa quando existe a queda da imunidade. 

2- Como é feito o diagnóstico da doença?
Pessoas que apresentam sintomas como tosse, emagrecimento, febre baixa e sudorese noturna persistindo por mais de duas semanas devem ser examinadas. Em longo prazo, pode haver a falta de ar e progressiva dificuldade para respirar, tosse com sangue (hemoptise) e até a morte. Uma radiografia de tórax pode orientar o diagnóstico que é confirmado pela coleta de escarro e pesquisa do bacilo.  
 
3- Quais órgãos são afetados pela doença?
O órgão mais afetado é o pulmão, mas a tuberculose pode afetar diversos outros sistemas e áreas do organismo como os ossos, podendo causar fraturas espontâneas e dor, a pele, levando a lesões que podem virar úlceras, o sistema nervoso central, o que pode causar meningite levando a dores de cabeça e, eventualmente, confusão mental e coma. Além disso, o intestino pode ser atingido, prejudicando a absorção de alimentos e causando obstrução intestinal, os olhos e a retina, causando perda parcial ou total da visão. Habitualmente, a tuberculose extra-pulmonar acomete quem tem algum comprometimento acentuado da imunidade e costuma ser associada à doença pulmonar.

4- Quais são os tratamentos disponíveis para a tuberculose?
Ao contrário do que se pensa, tuberculose tem cura. A tuberculose é tratada com antibióticos específicos controlados. O tratamento utiliza quatro medicações associadas por dois meses e, depois, dois antibióticos por mais quatro meses. Esses remédios são combinados em um comprimido para facilitar a aderência ao tratamento. Quando a doença atinge outros órgãos como ossos e sistema nervoso central, ou quando o paciente tem alguma deficiência na imunidade, no caso da Aids, por exemplo, o tratamento deve ser estendido por nove até 12 meses.

5- O que acontece se este tratamento for interrompido?
Quando interrompido, o paciente volta a desenvolver sintomas progressivos, passa novamente a transmitir a doença e ela pode adquirir resistência aos medicamentos antimicrobianos, sendo necessário aumentar a quantidade de medicação e o tempo de tratamento total.
 
6- A tuberculose, depois de curada, pode voltar a aparecer no mesmo paciente?
Quando adequadamente tratada, o paciente é considerado curado. Mas a chance de ficar novamente doente é igual a de alguém que nunca teve a infecção.

7- Como prevenir a tuberculose?
Medidas de saúde pública, como rastrear e diagnosticar precocemente os portadores de tuberculose e seus contactantes para iniciar o tratamento o mais rápido possível é a melhor forma de cortar a corrente de contágio da doença. Para ter a ideia da eficácia disso, em menos de duas semanas de tratamento adequado, o paciente já não transmite mais o bacilo.
 
A melhoria das condições de vida, como saneamento, habitação, manter hábitos de higiene e alimentação adequados também são formas de prevenir a doença. Pessoas que vivem em condições precárias, por exemplo, em aglomerados e má condição alimentar estão mais suscetíveis a contrair e desenvolver a tuberculose. Uma forma de garantir um diagnóstico precoce e tratamento adequado desta doença é procurar um pneumologista ou um posto de saúde caso tenha sintomas respiratórios que persistam por mais de duas semanas. 
 
Minha Vida