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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Sete avanços que garantem maior segurança para a vida sexual feminina

camisinha feminina - Foto: Getty Images
Getty Images
Camisinha feminina
Conheça os benefícios de produtos como sabonete íntimo e camisinha feminina
 
Medo de engravidar, dor durante a relação, dependência do uso de camisinha masculina e outras situações já fizeram parte da rotina de milhões de mulheres.
 
Com a criação de métodos e produtos, como pílula anticoncepcional,lubrificantes, camisinha feminina e outros facilitadores, entretanto, essa história tem sido reescrita a favor do sexo feminino.
 
Para comemorar esses avanços, preparamos uma lista com grandes revolucionários que contribuem muito para a vida sexual da mulher.
 
Usar camisinha feminina
 Poucas mulheres conhecem essa opção para se prevenir durante a atividade sexual e deveriam investir mais nesse produto. A camisinha feminina é mais resistente que a masculina, oferece menos riscos para infecção de DSTs como o HPV e pode inclusive ser usada por pessoas alérgicas a látex, já que é feita de poliuretano - um material com pouco potencial alergênico. Além disso, usar a camisinha feminina é não depender da vontade do homem de se prevenir e é muito sensível, dando a impressão de nem estar lá.                     
 
Pílula anticoncepcional
A pílula possibilitou o prazer feminino sem risco de engravidar. "Combinação dos hormônios estrogênio e progesterona, a pílula anticoncepcional pode ser usada para regular o ciclo menstrual e tratar problemas, como a endometriose e os ovários policísticos", explica a ginecologista Márcia Chico, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Desde os anos 60, o método vem evoluindo e, com isso, os seus efeitos colaterais têm diminuído. Hoje, é possível tomar a pílula sem apresentar retenção hídrica, ter enjoos ou sentir dor de cabeça, por exemplo.
 
Pílula do dia seguinte
Embora a função principal da camisinha seja prevenir as DSTs, muitos casais também a utilizam como único método de evitar a gravidez. Apesar de o risco ser pequeno, é possível passar pelo susto desagradável de constatar que o preservativo furou durante a relação. "É para situações como essa que a pílula do dia seguinte é recomendada", afirma a ginecologista obstetra Bárbara Murayama, do Hospital 9 de Julho e da Clínica Gergin. Ela deve ser tomada até, no máximo, 72 horas após a relação, mas lembre-se: é um método que deve ser usado em situações emergenciais. Por conta da elevada quantidade de hormônios que a pílula possui, o uso frequente pode causar inúmeros problemas hormonais, como sangramento irregular.
 
Sabonete íntimo
A única diferença do sabonete íntimo em relação ao comum é ter o PH neutro. Mesmo assim, ele faz uma grande diferença na vida sexual de muitas mulheres. "O produto protege contra inflamações, como a vaginite, e pode ser usado no caso de alergias genitais", aponta a ginecologista obstetra Miriam Waligora, do Hospital Albert Einstein. Entretanto, como ainda não há consenso entre os médicos se o uso diário do produto é ou não contraindicado, recomenda-se que a mulher consulte o seu ginecologista antes de usar.
 
Cirurgias vaginais
A ginecologista Márcia Chico conta que as duas principais cirurgias vaginais são a ninfoplastia, que promove a redução dos lábios menores, e a perineoplastia, que corrige toda a anatomia perineal. "Embora possam ser feitos com fins estéticos, esses procedimentos podem ser necessários para resolver problemas de saúde, como a incontinência urinária", explica a médica. Seja qual for o caso, o procedimento deixa a mulher mais segura em relação ao seu corpo, eleva a autoestima e - como resultado - melhora o prazer sexual.
 
Vacina contra o HPV
Segundo a ginecologista Miriam Waligora, existem mais de 100 tipos do Papiloma Vírus Humano (HPV) que podem ser prevenidos com o uso de preservativo, mas não é uma proteção 100% segura. No caso de manifestações do vírus, como o aparecimento de verrugas ao redor da área genital, o contágio pode acontecer pelo contato de pele. "Por isso, a vacina contra o HPV deveria ser tomada por homens e mulheres antes mesmo da iniciação sexual para evitar desde infecções até problemas mais complexos, como um câncer", afirma a profissional.

Há dois tipos de vacina contra HPV no Brasil: a bivalente e a quadrivalente. Ambas protegem contra, no máximo, quatro tipos do vírus, entre os mais de 100 existentes. A bivalente protege apenas contra os tipos 16 e 18, responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero, vagina, vulva, anus e pênis. Já a quadrivalente, que foi recentemente liberada para o público masculino, protege contra esses antígenos e também contra os tipos 6 e 11, os principais agentes de verrugas genitais e condilomas, que são as verrugas genitais produzidas pelo vírus.

Hoje, o foco principal da vacina está em mulheres dos 9 aos 26 anos, no caso da quadrivalente, e dos 10 aos 25, na bivalente - em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual. Segundo Maricy Tacla, isso acontece porque, teoricamente, a mulher ainda não teve contato com o vírus, o que aumenta a eficácia da aplicação. Para os homens, vale a mesma faixa etária, lembrando que eles podem tomar apenas a quadrivalente.
 
Lubrificante
Para muitas mulheres, a relação sexual nem sempre é sinônimo de prazer por inúmeros motivos - um deles é a má lubrificação. "Por falta de estímulo do parceiro ou por razões hormonais, a lubrificação pode não ser suficiente para a penetração, podendo causar desconforto, dores e até lesões", afirma a ginecologista Bárbara Murayama. Ela recomenda utilizar aqueles à base de água, que não atrapalham o uso de preservativos, são menos propensos a causar alergias e são removidos com mais facilidade.
 
Minha Vida

Repost: Conheça a melhor fruta para emagrecer, reduzir o colesterol e a pressão alta

Reprodução
Veja as melhores aliadas para tratar o diabetes, prevenir a azia, entre outros problemas
 
O consumo de frutas é muito importante para uma alimentação equilibrada.
 
Quanto maior a variedade delas, melhor para a nossa saúde, já que suas diferentes cores garantem uma quantidade maior e mais variada de fitoquímicos, elementos que fazem bem para a nossa saúde.
 
"As frutas possuem cores diferentes, pois tem vitaminas e minerais em diferentes quantidades", explica o nutricionista Israel Adolfo. Porém, essas propriedades variadas garantem efeitos específicos em alguns casos, o que faz com que algumas frutas sejam muito importantes para o dia a dia.
 
O ideal é consumir de três a cinco porções diárias para obter a quantidade de vitaminas, nutrientes e fibras que o organismo necessita para funcionar. Mas já que a ideia é otimizar os benefícios dessa turma para a sua saúde e para a dieta, está na hora de fazer as escolhas certas.
 
Veja que frutas você não pode deixar de incluir no cardápio, de acordo com a necessidade:
 
Maçã para dar saciedade e reduzir o inchaço
A chave para o emagrecimento está em reduzir as calorias ingeridas e aumentar as gastas. Para ter sucesso na primeira empreitada, aumentar a saciedade é essencial, e as frutas em sua maioria oferecem essa característica. "Todas são muitos importantes no processo de diminuição da gordura corporal, pois são ricas em fibras e proporcional uma grande oportunidade de mastigar. Para isso, índico frutas mais duras, como a maçã", classifica o nutricionista Israel Adolfo.

Para completar o combo, a mação oferece outras vantagens, como a presença de pectina. "Esse é um tipo de fibra solúvel que se transforma em gel no estômago e arrasta a gordura para fora do organismo", ensina a nutricionista e clínica Daniela Jobst, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional no Brasil. Suas fibras insolúveis da casca ficam no estômago por mais tempo, retardando mais ainda a fome. E fechando o currículo da fruta, ela ainda tem uma boa quantidade de potássio, nutriente que elimina o sódio extra do corpo, reduzindo a retenção de líquidos e, com ele, parte do inchaço.                    
 
Abacate para reduzir o colesterol
Essa fruta é rica em gordura monoinsaturada, aquela considerada amiga do nosso organismo. "O ácido oleico, a mesma gordura do azeite de oliva, protege os vasos sanguíneos e o coração contra infartos, tromboses, entupimento das veias, doenças cardíacas e bloqueia a ação do LDL, chamado de colesterol ruim", explica a nutricionista Daniela. Por isso, o consumo regular do abacate reduz os níveis de colesterol total e eleva os de HDL, o chamado colesterol bom. Mas vale um alerta, já que a fruta tem muitas calorias. "Para apresentar apenas os benefícios, deve ser consumida na quantidade de uma colher de sopa ao dia", ressalta Israel Adolfo. E nada de consumi-lo com açúcar, prefira o cacau em pó se há necessidade de incrementar o gosto, como sugere a nutricionista clínica Nicole Trevisan. 
 
Banana para diminuir a queimação
A banana, principalmente quando está verde, tem substâncias que protegem as paredes estomacais, favorecendo quem sofre com gastrite e azia. "Um estudo preliminar cita que a fruta possui um flavonoide conhecido como leucocianidina, que previne contra o desenvolvimento de úlceras estomacais", explica o nutricionista Israel Adolfo. Além disso, antes de amadurecer ela tem mais amido, que é digerido primeiramente na boca, o que faz com que o estômago produza menos ácido para efetuar a digestão e irrite menos as paredes estomacais, como ressalta Daniela Jobst. Com o processo de maturação, esse amido vai se convertendo em frutose. Mas é preciso cuidado com um tipo em específico. "A banana nanica é ácida, não sendo indicada para quem tem gastrite", alerta a nutricionista Nicole Trevisan.
 
Limão para quem tem diabetes
A maior parte dos benefícios da fruta é voltada para a saúde do coração, que não deixa de ser prejudicada quando a pessoa tem diabetes, já que a alta da glicose no sangue desgasta e prejudica as artérias e veias. "A alta concentração de ácido nicotínico no limão protege as artérias, prevenindo problemas cardiovasculares, uma tendência para quem tem a doença. O alimento também diminui a viscosidade do sangue, o que é essencial, uma vez que, junto com o diabetes, existem alterações que predispõe a um maior risco de trombose", ensina a nutricionista Daniela Jobst.

Ele também evita hemorragias, devido à presença de ácido cítrico e ácido ascórbico, o que é vantajoso ao paciente com diabetes devido a sua dificuldade de cicatrização. Por fim, a parte branca do limão e a casca também contém pectina, "quando ela é dissolvida em água, produz uma massa viscosa que auxilia no trânsito intestinal e na saciedade, retardando a absorção dos açúcares", desvenda Nicole Trevisan. Isso evita picos glicêmicos, inimigos de quem tem diabetes. 
 
Uva para proteger o envelhecimento celular
Frutas de cores avermelhadas são ricas em antioxidantes. "Eles são compostos necessários para neutralizar os radicais livres, evitando assim que reajam com alguma célula e as destruam. Eles são naturalmente formados em nosso organismo nas reações metabólicas habituais e em situações como estresse, consumo de álcool, tabagismo, entre outros", define Israel Adolfo. Normalmente, os radicais livres são causadores de lesões nas células e tecidos, o que pode provocar diversas doenças à longo prazo. A uva é uma fruta rica em antioxidantes, principalmente na casca e na semente. "As pró-antocianidinas, presente nas cascas e sementes da fruta, são considerados super antioxidante, 20 vezes mais potente que a vitamina C e 50 vezes mais que a vitamina E", explica a nutricionista Daniela Jobst. 
 
Acerola para aumentar a imunidade
A laranja que nos perdoe, mas não há fruta com mais vitamina C do que a acerola. De acordo com a Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos (TACO) da Unicamp, uma laranja tem cerca de 57 mg de vitamina C, contra 104 mg, aproximadamente, de uma única acerola. E o nutriente é muito importante para o sistema imunológico, pois participa da produção das células de defesa do organismo além de modular o funcionamento da nossa proteção natural. "Encontramos vários artigos que ressaltam a importância desta vitamina no aumento e manutenção da atividade de células do sistema imunológico, como, por exemplo, os mastócitos e macrófagos", considera o nutricionista Israel Adolfo. 
 
Morango para blindar o coração
Um estudo conduzido pela Harvard School of Public Health em Boston (Estados Unidos) em 2013 demonstrou que mulheres que consumiam morangos e mirtilos tinham menos chances de infartos do miocárdio. A grande responsável pelo benefício é uma substância chamada antocianina, presente em frutas de coloração vermelha e azul. "Ele também ajuda a reduzir a pressão graças à procianidina", acrescenta Daniela Jobst, nutricionista funcional a clínica. 
 
Minha Vida

Exame para pacientes com câncer será ofertado pelo SUS

Exame para pacientes com câncer será ofertado pelo SUS Ronald Mendes/Agencia RBS
Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS
Teste ajuda a especificar tratamentos necessários e a diagnosticar focos da doença
 
O PET-CT, um exame considerado fundamental por muitos médicos para o acompanhamento de pacientes que tiveram ou estão com câncer, passará a ser ofertado no Sistema Único de Saúde (SUS). A inclusão ocorre com atraso de pelo menos 13 anos em relação às clínicas particulares e num formato ainda muito acanhado, avaliam as sociedades médicas.
 
O acesso será permitido para pacientes com linfoma, câncer de intestino grosso com lesão hepática e em alguns casos de câncer de pulmão - uma lista de opções bem menor do que a ofertada para usuários de planos de saúde. Desde o início do ano, operadoras são obrigadas a garantir o exame para pelo menos oito indicações, entre elas, casos de câncer de mama, de pele e cabeça e pescoço.
 
— É o primeiro passo, mas esperávamos mais. Um número considerável de estudos já demonstrou que o uso do PET permite uma economia na área de saúde porque os tratamentos são mais dirigidos. Evitam-se cirurgias desnecessárias e, além disso, o exame traz mais chances de diagnosticar precocemente novos focos da patologia no paciente— afirmou o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, Celso Ramos.
 
A assessora técnica da Secretaria de Atenção à Saúde, Inez Gadelha, rebateu as críticas. Segundo ela, as sociedades médicas têm tendência a supervalorizar determinados exames de diagnóstico, já que são clínicas particulares.
 
Público
Pelos cálculos do Ministério da Saúde, 20 mil pacientes serão diretamente beneficiados pelo exame e o investimento previsto será de R$ 31 milhões anuais. Entretanto, Ramos se mostrou preocupado com a forma de implantação do sistema. Embora o PET, de forma geral, tenha um impacto positivo na economia, ele é um exame caro, visto que a dose do radiofármaco usado no teste custa, em média, R$ 800.
 
— É preciso garantir que o tratamento seja feito com qualidade. De nada adiantaria pagar pelo procedimento uma quantia baixa se houver uma redução na qualidade do teste— alerta.
 
A incorporação do PET no SUS não será imediata. O governo terá até 180 dias para regular como e quando isso será feito. De acordo com Inez, o exame está disponível em 21 estados brasileiros. Ramos informou haver, no país, 100 centros que ofertam o exame tanto para pacientes particulares quanto para usuários de planos de saúde.
 
Estrutura
Na avaliação do médico, a infraestrutura existente é suficiente para atender a demanda do sistema público, pois existiriam muitos centros com capacidade ociosa e o exame seria indicado para um grupo específico. A produção de radiofármacos também seria capaz de atender a procura crescente.
 
Atualmente, há 11 centros produtores no Brasil, quatro deles do governo. Ramos explica que o exame PET-Scan é usado tanto para identificar a presença de tumores, encontrar novos focos da doença e avaliar a resposta que o paciente apresenta à terapia. Por isso, na sua opinião, ele seria uma ferramenta essencial para definir, por exemplo, a melhor indicação de tratamento.

Estadão / Zero Hora

Emagrecer e perder peso são coisas diferentes


Emagrecer e perder peso são coisas diferentes Divulgação/Laine Valgas
Foto: Divulgação / Laine Valgas
É mais saudável perder gordura ao invés de apenas perder peso,
já que o tecido adiposo excessivo representa um risco à saúde 
Reduzir a massa corporal total não provoca o mesmo efeito que a diminuição do volume de gordura corporal
 
A queixa é frequente. A pessoa tem uma alimentação saudável e malha, malha, malha, até que um dia sobe na balança e nada. Nenhum quilo foi perdido.
 
Isso acontece porque, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, nem toda dieta faz perder peso, o que não quer dizer que você não esteja emagrecendo. Pois é, pode parecer complexo, mas emagrecer e perder peso não são a mesma coisa.
 
Segundo o médico dermatologista com prática em oxidologia Amilton Macedo, uma pessoa pode ver o peso diminuir na balança sem de fato emagrecer, assim como pode sentir as roupas ficarem mais largas e o peso continuar o mesmo.
 
— Ao perder peso há apenas redução da massa corporal total e ao emagrecer se diminui o volume de gordura corporal, ou seja, a massa magra (músculos e ossos) se mantém ou aumenta. E como as fibras musculares pesam mais e ocupam menos espaço do que a gordura, a primeira diferença é a redução de medidas— explica o especialista.
 
O mais saudável é perder gordura ao invés de apenas perder peso, já que a gordura em excesso representa um risco à saúde. Para isso, é essencial a prática de atividades físicas, como ginástica localizada ou musculação. E passar muitas horas sem comer, sem movimentar o corpo, também não é uma boa estratégia.
 
Estudos provam que as pessoas que fazem apenas dieta têm 50% da redução do peso vinda da perda de massa muscular.
 
— O ideal é mudar a alimentação, ao invés de parar de comer, e sempre fazer atividades aeróbicas e de resistência voltadas para o trabalho de fortalecimento muscular— afirma Macedo.
 
São dois os caminhos para aumentar a queima de gordura e não perder apenas massa muscular, enquanto se faz dieta: o primeiro, e mais importante, é trabalhar os músculos. A realização de exercícios de resistência, além de queimar calorias, faz com que o indivíduo tenha um aumento significativo do metabolismo, perdendo peso com muito mais facilidade. O médico garante que apenas dessa forma a perda de peso pode ser sustentada a médio e longo prazo.
 
No entanto, é bom ficar alerta para o excesso: exercício demais e pouca alimentação também faz mal. Na ânsia de emagrecer, muitas pessoas passam longos períodos sem se alimentar ou mesmo começam a se privar de certos nutrientes que muitas vezes são fundamentais para o ganho de massa muscular e para perda de peso de maneira adequada.
 
— A fonte de energia para o treinamento deve vir do alimento ou mesmo de um suplemento com quantidades pré-estabelecidas de carboidratos e proteínas. Sem uma orientação nutricional e acompanhamento médico adequado, o seu organismo passa a usar a massa muscular como fonte energética, prejudicando a performance do treinamento e aumentando as chances de lesões. Não adianta emagrecer e não se manter saudável— alerta.
 
Zero Hora

Aspirina reduz em 50% risco de câncer colo retal em grupo com gene específico


Aspirina reduz em 50% risco de câncer colorretal em grupo com gene específico Emílio Pedroso/Agencia RBS
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Analgésico também está vinculado a redução do risco de câncer
 em geral e de doenças cardiovasculares
Pessoas que produzem níveis elevados de enzima conseguem usufruir das propriedades preventivas do medicamento
 
A aspirina diminui pela metade as chances de desenvolver de câncer colo retal, mas apenas nas pessoas portadoras de genes que produzem um nível elevado da enzima 15-PGDH, de acordo com estudo divulgado pela revista americana Science Translational Medicine.
 
Várias pesquisas já demonstraram que esse analgésico está vinculado a uma redução do risco de câncer em geral e de doenças cardiovasculares, mas esse novo trabalho permite identificar melhor as pessoas que podem se beneficiar do medicamento para prevenir a patologia.
 
Os especialistas analisaram tecidos de 270 indivíduos com câncer de cólon, que faziam parte de um grupo de 127.865 participantes do estudo. Eles foram acompanhados por três décadas.
 
Constatou-se que as pessoas com um perfil genético que não lhes permite produzir níveis elevados da enzima 15-PGDH quase não se beneficiam das propriedades preventivas do fármaco contra o câncer colo retal.
 
— Aqueles que tinham taxas elevadas de 15-PGDH e tomavam aspirina reduziram à metade o risco de contrair câncer de cólon— afirma o médico Sanford Markowitz, professor de Genética do Câncer na Faculdade de Medicina da University Case Western Reserve em Cleveland, Ohio.

AFP / Zero Hora