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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Tintura caseira de alho combate gripe, normaliza pressão e reduz colesterol

Foto: Reprodução
O alho é um potente antibiótico natural

Ele combate vírus e bactérias, com ação comprovada por experimentos em laboratório.

O ruim do alho é que ele deixa um hálito muito desagradável.

A tintura dele, porém, não tem esse inconveniente.

Você pode usá-la sem receio, pois ela não deixa na boca nenhum gosto ou cheiro.

Ela pode ser usada externamente para o tratamento de infecções de fungos na pele (frieira, pé de atleta), feridas e verrugas.
 
Também pode ser usada internamente, via oral, como um remédio para vírus, bactérias, vermes, gripe, doenças respiratórias, hipertensão arterial, colesterol, resfriados, problemas renais, problemas da bexiga ou dores de ouvido.
 
Adultos podem tomar até 5 gotas 4 vezes por dia.
 
Crianças, a partir dos 3 anos, podem tomar 2 gotas de 2 a 3 vezes por dia.
 
É muito simples fazer a tintura. Você vai precisar de 1 jarra, 1 frasco de vidro grande, vodca ou vinagre e alho.
 
O passo a passo da receita é o seguinte:
 
1. Pique o alho
O alho deve ser picado finamente. Para fazer, isso use um moedor de alimentos, processador de alimentos ou pilão.
 
2. Faça a extração de alho
Coloque uma boa quantidade de alho picado numa jarra de vidro. Coloque o dobro de vodca ou vinagre na jarra. Por exemplo, se você usou 1 xícara de alho, ponha 2 xícaras de vodca ou vinagre.
 
3. Processando a tintura de alho
Feche firmemente a tampa da jarra e agite o conteúdo. Deixe a tintura de alho descansar na jarra por 2 semanas. Agite a tintura diariamente. É bom rotular o frasco escrevendo “tintura de alho” e adicionando a data de preparação, para que você saiba que se passaram as 2 semanas.
 
4. Finalizando a preparação
Após 2 semanas, separar o alho do líquido. Você pode fazer isso usando uma peneira, coador ou pano de queijo.
 
5. Armazenando a tintura de alho
Coloque a tintura de alho em frasco de vidro escuro com um conta-gotas. Rotulá-lo escrevendo “tintura de alho” e a data de preparação. Ela dura vários anos quando armazenada em local fresco e escuro.

A Cura Pela Natureza

Anvisa suspende 15 marcas de tintas para tatuagem

Fabio Pozzebom/Agência Brasil
No Brasil, há apenas três marcas de tintas regulares para tatuagem
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu ontem (6) 14 marcas de tinta para tatuagem por falta de registro no país
 
São elas: Intenze, Eternal Ink, Suprema Collors, Solid Ink, Drawing Ink 700, Extrema Magic Collors, Master Ink, Kuro Sumi, Murano, Kactus, Kokkai Sumi Ink, Infinity Tattoo Ink, Korrai Sumi Ink e Bowery Ink.
 
De acordo com resolução publicada no Diário Oficial da União, a orientação da agência é que as vigilâncias sanitárias dos estados e municípios apreendam e inutilizem as unidades encontradas no mercado.
 
Outra medida também publicada ontem  no Diário Oficial da União visa a impedir o uso da tinta Indian Ink em tatuagens. De acordo com a Anvisa, o produto tem registro, mas o próprio rótulo traz a informação que a tinta não deve ser utilizada para este fim. Neste caso, a orientação é que as vigilâncias sanitárias apreendam o produto quando ele for encontrado em estúdios e feiras de tatuagem.
 
A Anvisa já havia suspendido a marca de tinta para tatuagem Supreme, fabricada por Tseva Indústria e Comércio, em janeiro passado, após receber uma denúncia do Ministério Público do estado de São Paulo.
 
A pigmentação artificial permanente para pele, incluindo as tintas de tatuagem, é regulamentada pela Anvisa por meio da Resolução da Diretoria Colegiada de número 55 publicada em 2008, a RDC 55/2008. No país, há três marcas de tintas regulares para tatuagem: a Starbrite Colors, a Electric Ink e a Irons Work.

Agência Brasil

Atenção mulheres! Sintomas da TPM podem indicar endometriose

Thinkstock
Sintomas da TPM podem indicar endometriose
Se diagnosticada rapidamente, tratamento pode ser feito com remédios e anticoncepcionais
 
Bom dia! É muito comum que, durante o período menstrual, as mulheres associem todas dores à famosa TPM. Mas é importante prestar atenção nos sintomas que o corpo desenvolve nesse período, pois são por meio deles que muitas doenças são descobertas. Entre as mais recorrentes, está a endometriose.
 
Segundo a ginecologista, Barbara Murayama, no Brasil, cerca de 10% das mulheres em idade fértil têm endometriose e algumas nem sabem.
 
― O grande desafio inicial é reconhecer a doença. Há, geralmente, um intervalo de sete a 12 anos entre o surgimento dos primeiros sintomas dolorosos e o diagnóstico da doença, na maioria das vezes é feito já em estado avançado e com a fertilidade comprometida.
 
De acordo com Marmara, cólicas, dores, excesso de sangramento durante o período menstrual e dores durante a relação sexual podem ser indícios da doença. Com o diagnóstico precoce, a condição pode ser tratada com ajuda de remédios e anticoncepcionais.
 
― O bloqueio da menstruação é o tratamento mais adequado inicialmente, mas em casos avançados é necessário que vários fatores sejam considerados, depois disso, o médico pode optar por uma cirurgia.
 
R7

Após petição, Coca-Cola retira ingrediente polêmico de bebidas

Reprodução
Após petição, Coca-Cola retira ingrediente
polêmico de bebidas
Temores sobre os riscos estão relacionados ao brometo, encontrada em retardadores de chamas
 
A Coca-Cola planeja retirar um ingrediente polêmico de algumas de suas marcas de bebidas até o fim desse ano, depois de uma petição lançada na internet.
 
O óleo vegetal bromado, ou BVO, na sigla em inglês, pode ser encontrado em algumas bebidas produzidas pela companhia americana, como o refrigerante Fanta ou o isotônico Powerade.
 
O BVO vem sendo usando como um estabilizador em bebidas com sabor de frutas e ajuda evitar que outros ingredientes se separem durante o processo de fabricação.
 
Os temores sobre os riscos do ingrediente à saúde estão relacionados ao brometo, uma substância também encontrada em retardadores de chamas.
 
Estudos médicos ligaram o consumo excessivo de refrigerantes contendo BVO a efeitos negativos sobre a saúde, como perda de memória e problemas nos nervos e na pele.
 
O BVO foi retirado da lista de ingredientes da Food and Drug Administration (FDA, o órgão de vigilância sanitária dos Estados Unidos) considerados 'seguros' em 1970.
 
No entanto, companhias de bebidas são autorizadas a usar o BVO até o limite de 15 partes por milhão em suas bebidas.
 
Pressão pública
O porta-voz da Coca-Cola, Josh Gold, destacou que a decisão da empresa em remover o BVO não estava ligada a medidas de segurança.
 
'Todas as nossas bebidas, incluídas aquelas com BVO, são seguras e assim sempre foram — em linha com as regulamentações dos países onde elas são vendidas', disse ele, por meio de um comunicado. 'A segurança e a qualidade de nossos produtos é a nossa maior prioridade', acrescentou.
 
A Coca-Cola afirmou que substituirá o composto por isobutirato de acetato de sacarose ou éster de glicerol de resina, que é normalmente encontrado em chicletes.
 
A empresa afirma que dois sabores de seu isotônico Powerade - 'ponche de frutas' e 'limonada de morango' - já substituíram o BVO por éster de glicerol de resina de goma.
 
A decisão da Coca-Cola de remover o ingrediente de suas bebidas reflete uma tentativa das fabricantes de bebidas de reconsiderar certas práticas devido à pressão pública. A campanha contra o uso de BVO foi uma iniciativa da americana Sarah Kavanagh, uma adolescente do Estado americano do Mississippi, que questionou por que a substância vinha sendo usada em bebidas direcionadas a esportistas.
 
Milhares de pessoas aderiram à petição criada pela jovem no site Change.org. No ano passado, a Pepsi, concorrente da Coca-Cola, já havia retirado o componente do isotônico Gatorade.
 
Um porta-voz da Pepsi acrescentou que a empresa 'vem trabalhando ativamente para retirar o BVO do resto de seu portfólio de produtos'. A Pepsi usa o ingrediente em bebidas como o refrigerante cítrico Mountain Dew e do energético Amp Energy.
 
BBC Brasil / R7

Acessório erótico pode ser grande aliado no tratamento da menopausa

Thinkstock
Na menopausa, mulher também sofre com falta de lubrificação
e atrofia vaginal
Vibrador pode ajudar a mulher recuperar a lubrificação vaginal e melhorar o desejo
 
Bom dia! Geralmente entre os 45 e 55 anos, a mulher entra em menopausa. Além das fortes ondas de calor, a vida sexual da mulher também muda.
 
Durante a menopausa, a mulher para de produzir hormônios como o estrogênio e a progesterona e isso pode acarretar falta de lubrificação e atrofia vaginal, provocando dor na hora do ato sexual.
 
Segundo a sexóloga Fabiane Dell ’Ântonio, a sexualidade feminina mudou muito nos últimos anos e, mesmo com a idade mais avançada, a mulher ainda quer ter uma vida sexual prazerosa.
 
― Além de tratamentos de reposição hormonal, os vibradores estão se tornando grandes aliados à saúde muscular e sexual da mulher.
 
Estudos ainda não concluídos e relatos de mulheres que estão utilizando-o com orientação de fisioterapeutas especializados apontam que o uso do vibrador pode ajudar a mulher recuperar a lubrificação, melhorar a atrofia vaginal e aumentar o desejo.
 
― Os estudos têm suscitado o uso do vibrador como método de provocar o aumento do fluxo sanguíneo local e aumentar o trofismo vaginal
 
A vagina é composta por sete a dez camadas de células, com espessura rugosa, com isso gera a lubrificação e a elasticidade nos músculos saudáveis. Ao chegar à menopausa essas camadas são reduzidas a uma ou duas camadas de células, tornando-se mais finas, sensíveis, perdendo a elasticidade e a lubrificação natural.
 
Fabiane ainda afirma que “o vibrador não é bom apenas para ajudar no tratamento da saúde sexual, ele também é bem visto para a mulher conhecer mais os seus pontos de prazer”.
 
R7