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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Comer queijo pode ajudar a evitar a cárie dental

Foto: Reprodução
Estudo afirma que derivados do leite fazem bem à boca
Estudo afirma que derivados do leite fazem bem à boca
 
Pesquisadores distribuíram aleatoriamente 68 participantes com idade entre 12 e 15 anos em quatro grupos: queijo, leite, iogurte sem açúcar e controle (parafina). Os participantes mastigaram ou bochecharam o alimento em teste por três minutos e depois enxaguaram a boca com água. Os pesquisadores mediram o pH da placa dental em quatro pontos na boca de cada participante antes do consumo e 10, 20 e 30 minutos após.
 
Os participantes nos grupos de leite, iogurte sem açúcar e parafina não apresentaram alterações significativas no pH da boca. O pH daqueles que comeram queijo, no entanto, aumentou rapidamente a cada intervalo, o que sugere que o queijo possui propriedades anticárie.
 
Um pH inferior a 5,5 expõe a pessoa a risco de erosão dental, processo que desgasta o esmalte do dente. ?Quanto mais acima de 5,5 for o pH, menor será a probabilidade de desenvolvimento de cárie?, explica Vipul Yadav, principal autor do estudo.
 
Os resultados do estudo mostram que a elevação do pH no grupo do queijo pode ter ocorrido por conta da produção aumentada da saliva, que pode ter sido causada pela mastigação. Além disso, vários compostos encontrados no queijo podem aderir ao esmalte dental e ajudar a proteger os dentes contra o ácido.
 
"Parece que os derivados do leite fazem bem à boca", diz o porta-voz da Academia de Odontologia Geral, Dr. Seung-Hee-Rhee. ?Os derivados do leite não são apenas uma alternativa aos lanches com carboidratos ou açúcar, eles também podem ser considerados como medida preventiva contra a cárie?.
Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2014 Colgate-Palmolive.

Siga sete dicas dos treinadores para largar o sedentarismo

Pessoas fazendo esteira - Foto Getty Images
Getty Images
Comece por atividades de baixo impacto
Estudo mostra que gordinho ativo é mais saudável que magro sedentário
 
Dois estudos descobriram que está sendo chamado de paradoxo da obesidade. Esse conceito afirma que, em certos casos, os quilos além da conta não indicam perigo à saúde e podem até ser protetores do nosso organismo.

A primeira pesquisa foi feita pela Universidade de Granada, na Espanha, e foi publicada no European Heart Journal. O estudo analisou dados de 43 mil americanos, divididos em grupos conforme os níveis de obesidade, colesterol, pressão arterial e condicionamento físico. Após acompanhar os participantes durante 14 anos, os médicos perceberam que as pessoas com obesidade, porém consideradas saudáveis após os exames, tiveram um risco 38% menor do que as não saudáveis de morrer por qualquer causa. A redução de morte por doenças cardiovasculares ou câncer foi de 30% a 50%. O desempenho desses participantes que estavam acima do peso, mas que mantinham bons hábitos foi, ao longo do tempo, similar ao dos magros saudáveis.

Outro trabalho, publicado na mesma edição da revista, analisou durante quatro anos a mortalidade de 64 mil suecos com problemas cardíacos (como angina e infarto) submetidos a um exame de imagem para determinar a saúde de suas artérias coronárias. Os pacientes foram subdivididos de acordo com seu IMC. Os resultados mostraram um gráfico em forma de "U": aqueles que estavam muito magros ou com obesidade mórbida corriam mais risco de morrer do que pacientes intermediários, com sobrepeso ou obesidade moderada.

Os cientistas americanos acreditam que o melhor condicionamento físico das pessoas saudáveis com obesidade foi responsável pelo menor risco de morte observado nesse grupo em relação ao grupo dos não saudáveis. Eles afirmam que o exercício tem ação anticoagulante, ajuda a dilatação dos vasos e melhora a resistência à insulina, tendo um efeito contrário ao da obesidade, sendo portanto melhor ser uma pessoa acima do peso que se exercita do que um magro sedentário.

Siga este plano para começar a praticar exercícios
Segundo a Federação Mundial de Cardiologia, pessoas que não praticam atividades físicas têm um risco duas vezes maior de sofrer doenças do coração, ter pressão alta e desenvolver diabetes quando comparadas a quem pratica exercícios físicos regularmente, independente fato de a pessoas estar ou não acima do peso. Então, que tal abandonar a preguiça e ganhar mais saúde seguindo este plano que preparamos para você? 
 
Faça uma avaliação médica
A avaliação médica não é apenas um pré-requisito para que aluno e professor trabalhem em segurança, mas a melhor maneira de descobrir os limites do seu corpo e o exercício ideal para vencê-los. "Também é fundamental realizar uma avaliação física. Por meio dela é possível determinar a porcentagem de gordura corporal do indivíduo e ter uma ideia de seu alongamento e da sua resistência", afirma o personal trainer Ricardo Custódio, da Companhia Atlethica do Estádio do Morumbi, em São Paulo.                     
 
Reabitue seu corpo aos exercícios
"A principal meta de quem começa a treinar após ter ficado muito tempo parado deve ser reabituar o corpo à prática regular de exercícios", explica Adriano. Segundo o personal trainer, emagrecer ou ganhar tônus muscular devem ser objetivos secundários nesse retorno. Isso porque o retorno ao treino, na maioria das situações, traz os mesmos desafios de uma primeira experiência com exercícios

"O aluno terá que começar do zero, mesmo tendo sido atleta regular no passado. Não respeitar essa progressão pode sobrecarregar os músculos e articulações, ocasionando lesões", diz o especialista. A diferença entre uma pessoa que já treinou e outra, que nunca se mexeu, é o tempo de resposta aos movimentos: quem já fez exercícios tende a recuperar o condicionamento mais rapidamente.
 
Comece por atividades de baixo impacto
Voltar a treinar e já partir para atividades de grande impacto aumenta e muito o risco de lesões. Decidir correr logo no primeiro dia de treino, por exemplo, poderá sobrecarregar os músculos e articulações dos membros inferiores, afirma o médico do esporte Ricardo Nahas, do Centro de Referência em Medicina do Exercício e do Esporte do Hospital 9 de Julho. Ele explica que, em uma caminhada, cerca de 20% do peso corporal fica concentrado nas articulações e essa porcentagem dobra numa corrida. "Por isso, é essencial realizar a readaptação muscular, articular e cardíaca", diz o médico.
 
Escolha um exercício que te dá prazer
Exercícios físicos não se resumem a musculação e esteira. Por isso, se a academia não te atrai, busque fazer outras atividades, como esportes coletivos, ginástica ou circuito. "Treinar por prazer mantém o aluno motivado e reduz o risco de abandonar o programa", afirma Ricardo Custódio. O exercício perfeito, de acordo com o personal, é aquele que consegue equilibrar as necessidades do seu corpo com as suas preferências.
 
Respeite seus limites
O condicionamento físico não aparece do dia para a noite. "Pegar muito peso de uma vez ou caminhar uma distância muito longa só vai causar dores nos músculos e nas articulações", afirma o personal Adriano Braga. Estar disposto a melhorar sempre é fundamental, mas isso deve ser feito de maneira segura. "Do contrário, há risco de uma lesão mais séria e você é obrigado a ficar sem treinar justo quando estava mais engajado".
 
Aumente a intensidade aos poucos
O aumento da dificuldade do treino faz parte do programa - além de tornar a atividade mais interessante, o desafio ajuda seu corpo a ganhar condicionamento. "Isso pode significar aumento da carga, aumento da velocidade, redução do intervalo entre um exercício e outro ou aumento do número de repetições", afirma o personal Adriano Braga. Seguir um plano para aumentar a intensidade significa abandonar o sedentarismo de maneira gradual e saudável.
 
Faça alongamento e aquecimento
"Aquecer é aumentar a temperatura corporal, o que eleva a frequência cardíaca e prepara o corpo para a prática de exercícios", afirma o médico do esporte Ricardo. O alongamento, por sua vez, pode ajudar a prevenir lesões - esse tipo de movimento estimula a liberação do líquido sinovial, que lubrifica as articulações. "Esses minutinhos de preparação são valiosos porque informam o organismo sobre o que deve ser priorizado no momento, deixando atividades, como a digestão, em segundo plano".
 
Minha Vida

É possível prevenir a calvície masculina?

Foto: Reprodução
Nos casos mais avançados, pode ser indicado o transplante capilar
Não dá para impedir o processo, mas é possível tratá-lo precocemente
 
Por Dra. Tatiana Gabbi
 
A alopecia androgenética, também conhecida como calvície masculina, é a maior causa da perda dos cabelos nos homens. A incidência dessa doença é determinada por influências genéticas, sendo que a prevalência mais alta está entre aqueles com ascendência europeia. Apesar de grande impacto psicológico, já estudado em diversas publicações científicas, sabe-se que ainda são poucos os homens que procuram tratamento.
 
Como ocorre a calvície
Em primeiro lugar, vale a pena explicarmos um conceito fundamental que é o mecanismo através do qual a doença surge e se manifesta. A maior parte das pessoas acredita que os cabelo ficam ralos porque caem mais do que o normal. Isso é um engano muito comum! Na realidade, o que ocorre é que os hormônios masculinos (testosterona e seus derivados) se ligam a receptores próprios que ficam nos pelos, levando à miniaturização dos fios em pacientes geneticamente suscetíveis. Neste sentido, é interessante saber a idade com que os parentes do indivíduo começaram a observar a diminuição dos cabelos. Devemos idealmente intervir antes disso. 
 
Sabemos que as manifestações clínicas da calvície masculina são variáveis e os primeiros sinais podem surgir já na adolescência, com alguns padrões característicos de perda dos cabelos. As "entradas", conhecidas por "alopecia androgenética de padrão bitemporal", constituem a manifestação inicial. Na sequência, ocorre a perda no vértex (topo da cabeça) e na região mediana, preservando o cabelo da área occipital (mais próxima ao pescoço). 
 
O hormônio di-hidrotestosterona ou DHT pode ser produzido a partir da testosterona circulante, em uma reação química possível graças a uma enzima (proteína que acelera reações químicas) chamada 5-alfa-redutase. A DHT é cinco vezes mais potente que a testosterona e é o hormônio chave no surgimento da alopecia androgenética. O fato de que os receptores para este hormônio não se encontrarem distribuídos igualmente em todo o couro cabeludo explica os padrões de perda de cabelos. 
 
A miniaturização dos fios é o que leva ao desaparecimento do cabelo em determinada região. No entanto, o exato mecanismo envolvido permanece desconhecido, acredita-se que os hormônios masculinos, através de sua ligação com os receptores localizados nos pelos, levem a uma alteração do crescimento. 
 
O diagnóstico é essencialmente clínico, ou seja, feito apenas através do exame físico. É importante puxar os cabelos, para diferenciar de outras causas de queda. A dermatoscopia (exame com lente) permite visualizar os pelos diminutos e colabora com esse diagnóstico, sendo útil também no seguimento do paciente. Outros recursos diagnósticos como biospia, tricograma e videodermatoscopia podem ser utilizados, dependendo de cada caso.
 
Como tratar?
Diante disso, é importante salientar que existe muito pouco que possa ser feito para prevenir a doença, uma vez que ela é geneticamente determinada. Porém, o tratamento instituído precocemente retarda e até uma discreta melhora o quadro clínico. Portanto, é fundamental que os filhos de pais calvos fiquem atentos e idealmente procurem o dermatologista para iniciar um acompanhamento cerca de 10 anos antes da idade em que seu pai começou a notar a calvície e/ou ao menor sinal de entradas. 
 
Neste primeiro momento, serão indicadas medicações tópicas como o minoxidil, xampus específicos e loções. Caso seja necessário e o paciente concorde, pode-se lançar mão da finasterida, medicação oral. Salientamos que ambas as drogas citadas estimulam o crescimento do cabelo em alguns homens, mas são mais úteis como prevenção das manifestações clínicas do que como recuperação da calvície. Como a doença é crônica e evolutiva, o tratamento deve ser instituído precocemente e mantido por tempo prolongado. 
 
Ambas as drogas têm um bom perfil de segurança. O minoxidil, usado a 5%, é uma medicação usada no local, sob a forma de loção capilar, duas vezes ao dia, no couro cabeludo seco. No início, durante os dois primeiros meses, pode haver aumento da queda dos cabelos, que deve ser interpretada como indicativa de boa resposta ao tratamento. O pico de ação ocorre por volta de 16 semanas de uso. Os efeitos colaterais mais comuns são: irritação local, aumento dos pelos em locais indesejados (face e mãos) e taquicardia. 
 
A finasterida inibe aquela enzima, a 5-alfa-redutase, que é responsável pela conversão de testosterona em DHT. É uma medicação oral, usada originalmente para tratar uma doença da próstata, a hiperplasia prostática benigna. No entanto, por reduzir a DHT circulante, pode produzir aumento significativo e durável do crescimento dos pelos. É mais responsiva para os casos de perda dos cabelos do topo da cabeça e frontal superior, tendo resposta mínima nas regiões temporais e na linha anterior. 
 
No entanto, o tratamento deve ser continuo porque os benefícios obtidos não são mantidos com a retirada da medicação. Além disso, a doença é progressiva, conforme já dissemos. Como efeitos colaterais, a finasterida pode causar perda de libido, disfunção ejaculatória, aumento das mamas e depressão em um pequeno número de indivíduos. Essas alterações em geral são transitórias, mas há alguns relatos de caso em que essas alterações se tornaram persistentes. 
 
Nos casos mais avançados, pode ser indicado o transplante capilar. A área doadora é a região occipital, local em que os pelos não possuem receptores hormonais, e, portanto se mantêm apesar dos hormônios circulantes, mesmo quando colocados em outras regiões. 
 
Minha Vida

Ingerir água nas refeições não engorda, mas bebidas açucaradas sim

Foto: Reprodução
O líquido no estômago junto com a refeição pode mesmo aumentar
 o volume abdominal
Líquidos podem causar uma falsa sensação de saciedade e tornar a digestão alimentar mais lenta
 
Por Amanda Epifânio Pereira
 
A ciência de nutrição nunca ganhou tanto destaque como nos dias atuais. Temas sobre alimentação e nutrição são tão recorrentes em programa televisivos ou mídias impressa e online, que já fazem parte das discussões populares. Na fila do banco sempre se encontra alguém que tem uma receita nutricional para controlar a pressão arterial. Nas feiras livres em cada banca uma receita para saúde.
 
No salão de beleza as dicas são para emagrecer... Tanto se fala sobre este assunto que ao invés de esclarecer o que há de verdadeiro no poder dos alimentos, cria-se dúvidas, muitas dúvidas. 
 
Em alguns casos, determinadas informações são tantas vezes repetidas ao longo do tempo que se tornam verdadeiros mitos nutricionais. São informações passadas de geração a geração e ganham tanta força na cultura popular que são tidos como verdades absolutas. O líquido junto com a refeição é um desses mitos. Não tem uma pessoa que não tenha uma informação formada sobre isso. O que mais se diz é que "líquido junto com a refeição engorda", "aumenta a barriga", "deixa o estômago alto", "causa anemia". Vamos tentar esclarecer algumas dessas afirmações e aquelas não respondidas ficarão à serviço da imaginação popular. 
 
As questões mais importantes com relação ao líquido junto com a refeição dizem respeito às alterações nutricionais. O líquido pode diluir o suco gástrico, tornando a digestão alimentar mais lenta e influenciando a liberação de alguns nutrientes como o ferro. Mas na prática clínica, é raro encontrar pessoas com deficiência nutricional por consumir líquidos com a refeição. O bom senso recomenda cuidar das porções. Um copo com 250 ml de líquidos acompanhando à refeição não causará problemas nutricionais relevantes. Sim, podemos tomar líquidos com a refeição! 
 
O líquido no estômago junto com a refeição pode mesmo aumentar o volume abdominal. Mas isso não significa ganho de peso ou aumento da barriga. Trata-se apenas uma distensão gástrica, a parede abdominal volta ao normal após o tempo necessário para a digestão. Apesar disso, essa distensão, se for constante, pode sim aumentar o tamanho do estômago. Essa dilatação vai exigir mais volume alimentar para que a resposta de saciedade seja adequada, e consequentemente, causar ganho de peso. Consumir água não aumenta o peso, comer muito, sim! 
 
Várias são as alegações de líquidos junto com a refeição associados ao peso corporal. Àquelas associadas ao emagrecimento estão diretamente relacionadas à resposta de saciedade. Parte da resposta fisiológica de saciedade do corpo humano diz respeito à distensão da parede gástrica, causada pela presença do alimento. Isto justifica as alegações de que beber água antes das refeições poderia ajudar no emagrecimento. Poderia ser verdadeiro se a saciedade fosse uma resposta causada apenas pelo preenchimento do estômago. Infelizmente não é assim. 
 
A qualidade do nutriente presente no estômago esta diretamente relacionada à resposta adequada de saciedade. Alimentos ricos em proteínas e gorduras são os que mais tempo ficam no estômago e são os mais fortemente relacionados à plenitude gástrica. 
 
Os líquidos têm uma pausa gástrica curta causando uma falsa sensação de saciedade. As consequências podem ser perigosas, a fome pode voltar muito cedo, conduzindo para a busca maior de alimentos fora dos horários das refeições, e inevitavelmente, causar ganho de peso. Mas nada tem a ver o líquido com a refeição, apenas com a ineficiência em enganar o corpo humano e maior consumo alimentar. Líquido junto com a refeição não ajuda a emagrecer! 
 
No que diz respeito ao aumento de peso a partir de líquidos, uma única informação basta: açúcar! A maior parte dos líquidos consumidos atualmente é rica em açúcar e o consumo exagerado dessas bebidas, sim, causa ganho de peso. A questão mais importante nesse caso não é beber junto com a refeição, mas quantas calorias contém o líquido que acompanha a refeição. Sucos, águas aromatizadas adoçadas com açúcar, refrigerantes, águas tônicas, bebidas energéticas. Todos estão no topo dos produtos que mais causam ganho de peso. Não há nada relacionado à ocupação gástrica do líquido, mas sim ao teor calórico dessas bebidas. Sim, bebidas com açúcar causam ganho de peso!
 
Os refrigerantes ou bebidas gaseificadas mereceriam uma capitulo a parte, tamanha a quantidade de malefícios associados às bebidas. De fato, são as piores. Potencializam os efeitos de má absorção dos nutrientes; influenciam a saúde dos dentes; aumentam ainda mais distensão abdominal; irritam a mucosa gástrica. Refrigerantes ou bebidas gaseificas sem açúcar, conhecidas como light ou zero, essas bebidas não causam ganho de peso. Refrigerante zero açúcar ou light não engorda! 
 
E o que diz a ciência? A ciência da nutrição é a favor de não consumir líquidos junto com a refeição. Essa é a recomendação de saúde. Quando não for possível, recomendamos o consumo de pequenos volumes. A prioridade deve ser sempre para a água. Sucos de frutas naturais deve sempre ser a segunda opção. Esses devem ser diluídos em água e prioritariamente sem adição de açúcar. Comer a fruta é a recomendação de saúde. Sucos de fruta e de soja artificiais e os refrigerantes são bebidas que devem ser evitas ou consumidas eventualmente. Essa é a recomendação de saúde! 
 
Minha Vida

Ansiedade e estresse podem intensificar sintomas de gastrite

Foto: Reprodução
A secreção de suco gástrico pode estar aumentada em situações
 de estresse
Problema afeta secreção de suco gástrico e compromete proteção da mucosa estomacal
 
Por Dr. Leonardo Peixoto
 
Dispepsia significa dificuldade de digestão e se refere a sintomas de gastrite, como sensação de dor ou queimação no estômago, além de náuseas, sensação plenitude gástrica ou distensão abdominal.

Dispepsia funcional é um termo utilizado para descrever o paciente que apresenta sintomas dispépticos, mas sem alterações nos exames realizados na investigação, ou seja, sem gastrites, parasitoses, doenças hepatobiliares ou outras.
 
A dispepsia funcional está relacionada a alterações na motilidade gastrointestinal, hipersensibilidade visceral, exposição ao suco gástrico, intolerâncias alimentares, alterações psicossociais e infecções.
 
É importante comentar a relação entre o cérebro e o trato digestivo. Sabemos que a simples visão e o cheiro de comida são capazes de aumentar motilidade e secreção gástricas. Desta maneira, podemos compreender a relação entre ansiedade, estresse emocional e dispepsia.

Foto: Reprodução
Nessas condições psicossociais, por efeito direto ou intermediado por hormônios, podemos perceber mudanças na secreção de suco gástrico, na regulação de fatores protetores da mucosa do estômago e na percepção dos estímulos sensoriais gástricos.
 
A motilidade gástrica pode ser alterada nessas situações e a complacência gástrica reduzida. Além disso, a secreção de suco gástrico pode estar aumentada em situações de estresse.
 
Pessoas submetidas a estresse emocional podem ter um aumento na sensibilidade gástrica, de forma que um estímulo considerado normal passe a ser percebido como dor.

Por fim, devemos lembrar que os efeitos do estresse sobre os intestinos são relevantes, podendo causar diarreia, constipação, flatulência, síndrome do intestino irritável e até mesmo reativação de doenças inflamatórias intestinais.
 
Minha Vida