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sábado, 12 de julho de 2014

Em apenas 2 dias, ebola mata 21 pessoas e infecta outras 44 na África

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Foto: ANGOP - Simulação de um funeral de doente com Ébola na Guiné-Conacri
O surto de ebola que assola a África Ocidental causou 21 mortes e infectou outras 44 pessoas nos últimos dois dias, segundo a última apuração realizada pela Organização Mundial da Saúde

A situação em Serra Leoa e na Libéria ainda é preocupante já que no primeiro país foram registrados 32 novos casos e 15 mortes, enquanto no segundo ocorreram 11 novas infecções e 4 mortes.

Já na Guiné, entre os dias 8 e 10 de julho apenas um novo caso foi detectado, o que parece indicar que a epidemia está diminuindo nesse país, mas outros dois infectados morreram.

"Na Guiné, a tendência da epidemia evidencia uma redução da transmissão viral na comunidade, com apenas um caso registrado nos últimos dias", disse a OMS em comunicado.

Os números acumulados até o momento são de 888 contágios e 539 mortes. Destes, 409 casos e 309 mortos foram na Guiné, 142 infecções e 88 mortes na Libéria e 337 casos e 142 mortos em Serra Leoa.

Além disso, foi estabelecido um Centro de Coordenação Epidêmico em Conacri, a capital da Guiné, para coordenar e harmonizar o apoio técnico oferecido aos países afetados e a prevenção nas nações vizinhas.

A doença - que é transmitida através do contato direto com o sangue e os fluidos corporais de pessoas e animais infectados - causa hemorragias graves e pode ter uma taxa de mortalidade de 90%.

A OMS ativou a Global Alert and Reponse Network (Goarn) - uma rede formada por agências internacionais, governos, universidades, e outras entidades - e solicitou especialistas de diversas áreas que possam viajar aos três países para tentar conter o surto de ebola.

Esta é a primeira vez que uma epidemia de ebola é identificada e confirmada na África Ocidental, pois, até agora, os surtos sempre tinham ocorrido na África Central.  

Efe / Terra

Gás malcheiroso da flatulência pode evitar câncer e AVC

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Getty Images
Segundo pesquisa, o sulfureto de hidrogênio, presente em gases malcheirosos, ajuda a evitar câncer, acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos e demência 

O odor de uma flatulência pode ter benefícios à saúde, ajudar a evitar câncer, acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos e demência, de acordo com um estudo realizado pela Universidade Exeter. As informações são do Daily Mail.  

O sulfureto de hidrogênio, presente em gases malcheirosos, quando inspirado em pequenas quantidades, ajuda a proteger as células contra as doenças citadas. Segundo os pesquisadores, quando o corpo é tomado por um dos problemas, as células tentam atrair enzimas para que produzam o sulfureto de hidrogênio.

O componente ajuda a preservar a mitocôndria, que é o que impulsiona a produção de energia e regula a inflamação. A mitocôndria é vital para as células. Os pesquisadores estão estudando um novo composto chamado AP39 que lentamente proporcione pequenas quantidades desse gás para reverter os danos mitocondriais.

Testes mostraram que com o produto até 80% das mitocôndrias podem sobreviver sob condições de doenças destrutivas.

Terra

Tabela de Calorias: Bebidas alcoólicas

Alimento Medida caseira Peso(g) Calorias(Kcal)
Aguardente 1 dose 50 ml 115
Batida de frutas com leite condensado 1 copo 200 ml 504
Caipirinha de limão com açúcar (aguardente) 1 copo 200 ml 300
Caipirinha de limão com açúcar (vodca) 1 copo 200 ml 310
Caipirinha de limão com adoçante (aguardente) 1 copo 200 ml 240
Caipirinha de morango com açúcar (saquê) 1 copo 200 ml 340
Cerveja 1 lata 350 ml 151
Cerveja Malzbier "Brahma" 1 long neck 355 ml 199
Cerveja sem álcool 1 long neck 355 ml 89
Champanhe 1 taça 125 ml 110
Chope 1 tulipa 300 ml 180
Conhaque 1 dose 50 ml 125
Cuba Libre 1 copo 250 ml 170
Gim 1 dose 30 ml 60
Margarita 1 copo 150 ml 131
Mojito 1 copo 200 ml 250
Quentão
100 ml 294
Prosecco 1 taça 125 ml 106
Rum 1 dose 50 ml 110
Saquê 1 cálice 35 ml 50
Smirnoff Ice 1 long neck 275 ml 240
Tequila 1 dose 50 ml 110
Uísque 1 dose 50 ml 120
Vinho branco doce 1 taça 125 ml 173
Vinho branco seco 1 taça 125 ml 107
Vinho Quente
100 ml 120
Vinho tinto 1 taça 125 ml 107
Vodca 1 dose 50 ml 120

Boa Forma UOL

Hostilidade, estresse e depressão aumentam risco de AVC, diz estudo

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Foto: Voisin/Phanie
Estudo constatou que altos níveis de estresse,hostilidade e depressão aumentam risco de AVC
Raiva, porém, não demonstrou aumentar riscos cardiovasculares. Estudo mostra que fatores psicológicos também são importantes para AVC 

Ter sentimentos de agressividade, cinismo ou hostilidade em relação às outras pessoas pode dobrar os riscos de acidente vascular cerebral (AVC) em adultos com mais de 45 anos, revelou um estudo divulgado nesta quinta-feira (10).

O estudo, publicado no periódico "Stroke", da Associação Americana do Coração, revelou que a depressão e o estresse excessivo também aumentam o risco de AVC, popularmente chamado de derrame.

Para fazer a pesquisa, mais de 6.700 adultos com idades entre 45 e 84 anos responderam a questionários sobre seu estado mental e seu comportamento.

Essas pesquisas avaliaram estresse crônico, depressão, raiva e hostilidade nesses indivíduos durante dois anos.  Os voluntários, que incluiam caucasianos, afro-americanos, hispânicos e asiáticos, não reportaram doenças cardíacas no início do estudo.

Eles foram acompanhados por um tempo que variou entre 8 e 11 anos, período no qual 147 tiveram AVC e 48 tiveram ataques isquêmicos transitórios (AITs), um bloqueio temporário do fluxo sanguíneo no cérebro.

Os cientistas descobriram que os indivíduos com os maiores níveis de hostilidade - medidos pela avaliação das expectativas cínicas de uma pessoa a respeito das motivações dos demais - foram mais de duas vezes mais propensos a sofrer AVC ou AIT, em comparação com aqueles indivíduos com menos hostilidade.

De forma similar, taxas elevadas de sintomas depressivos representam um risco 86% de sofrer AVC ou AIT. Nos cronicamente estressados, esse risco foi 59% maior.

De forma surpreendente, a raiva não foi associada com qualquer risco maior de derrame.

A associação entre os fatores psicológicos e o risco de AVC se manteve mesmo depois que os cientistas consideraram fatores como idade, raça, sexo, cuidados com a saúde e outros fatores reconhecidamente ligados ao AVC.

"Dão muita ênfase em fatores de risco tradicionais - níveis de colesterol, pressão sanguínea, tabagismo e assim por diante - e estes realmente são muito importantes, mas estudos como este mostram que as características psicológicas são igualmente importantes", disse a principal autora do estudo, Susan Everson-Rose, professora associada de medicina na Universidade de Minnesota, em Mineápolis.

"Em vista do envelhecimento da nossa população, é importante considerar estes outros fatores que podem representar um papel no risco da doença", destacou.

G1

Habilidade em matemática e leitura é favorecida por mesmos genes

Mesmo grupo de genes qhttp://gestaodelogisticahospitalar.blogspot.com.br/2014/07/habilidade-em-matematica-e-leitura-e.html
Foto: AJ Photo/BSIP 
Mesmo grupo de genes que favorecem habilidades em matemática também contribuem com leitura
Pesquisa envolveu leitura do DNA de crianças e testes cognitivos. Família e escola também são importantes para aprendizado, diz estudo 

A habilidade para matemática e para leitura é favorecida em boa medida pelos mesmos genes, segundo um estudo publicado nesta terça-feira (8) na revista "Nature Communications", que ressalta, no entanto, a importância do meio para desenvolver esses conhecimentos.

Cientistas do King's College de Londres, liderados por Robert Plomin, utilizaram dados do chamado Estudo do Desenvolvimento Precoce dos Gêmeos (TEDS, em sua sigla em inglês) para ver a influência dos genes nas habilidades de leitura e cálculo de adolescentes de 12 anos de 2.800 famílias britânicas. 

A equipe acompanhou gêmeos, com genes compartilhados, e outras crianças, com quem fizeram testes leitura e matemática, conforme as exigências do sistema escolar britânico.

A combinação dos resultados desses testes e dos dados de DNA indicou que há uma "sobreposição significativa" dos genes que determinam a habilidade para a leitura e para os números.

Aproximadamente metade dos genes que influenciam a habilidade de leitura da criança incide também em sua capacidade para as contas, de acordo com o estudo. No entanto, os pesquisadores ressaltam que o entorno familiar e a educação escolar são estratégicas para o desenvolvimento dos pequenos.

"As crianças diferem geneticamente em relação à facilidade aprender e devemos reconhecer e respeitar estas diferenças individuais", afirma Plomin.

Segundo o cientista, "descobrir que há uma forte influência genética não significa que não se possa fazer nada quando uma criança custa a aprender: o fato de ser hereditário não implica que seja imutável, apenas significa que será preciso um esforço maior dos pais e das escolas para apoiar esse aluno".

A pesquisa não identifica genes específicos que determinem essas habilidades, mas estabelece conjuntos de genes ou de diferenças genéticas que, individualmente, contribuem em pequena medida para moldar à pessoa.

G1