Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Bebê com menos de um quilo se submete a cirurgia cardíaca

Foto: AP Photo/The Grand Rapids Press, Chris Clark - Foto de 30 de julho
 mostra Alexandra Mae Van Kirk, que se submeteu a cirurgia no coração
pesando apenas 990 gramas

Menina que nasceu em 7 de julho é uma das menores a passar por cirurgia. Cirurgia para corrigir defeito congênito foi feita em Michigan, nos EUA 

Um bebê pesando apenas 990 gramas passou por uma cirurgia cardíaca para desobstruir uma artéria bloqueada devido a um defeito congênito. Chamada de "Garota Poderosa" por seus pais, a pequena Alexandra Mae Van Kirk é um dos menores bebês a ser submetido a esse procedimento, segundo seus médicos.

A cirurgia foi feita no DeVos Children's Hospital, na cidade de Grand Rapids, no estado do Michigan, nos Estados Unidos. Uma semana depois do procedimento, Alexandra mostra sinais de que seu coração está funcionando como deveria, e ela já está crescendo.

"Ela está fantástica", disse seu pai, Matt Van Kirk ao veículo "The Grand Rapids Press", em uma reportagem publicada nesta sexta-feira (1º).

O médico Joseph Vettukattil, que fez a valvoplastia pulmonar com balão no DeVos Children's Hospital, já fez mais de 300 procedimentos como esse ao longo de 20 anos. Mas o menor paciente que atendeu, até então, pesava 1,8 kg.

"Foi muito complicado", disse Vettakattil, que acrescentou que ele ouviu falar de apenas um ou dois outros casos de bebês menores de Alexandra que se submeteram ao procedimento.

Quando Heidi Van Kirk estava na 22ª semana de gravidez, um ultrassom mostrou que Alexandra era pequena demais para aquele estágio da gestação. Em exames de acompanhamento com especialistas, foi constatado que o bebê passou a ter seu crescimento ainda mais atrasado.

"Eles deram a ela uma chance de 35% de ela nascer viva", disse Heidi. Alexandra nasceu em 7 de julho, com um poderoso choro. "Acho que todo mundo na sala de cirurgia ficou eufórico", disse o pai, Matt Van Kirk.

Alexandra pesava 990 gramas. A equipe neonatal a diagnosticou com estenose pulmonar grave.

Se Alexandra for como a maioria dos bebês que se submetem ao procedimento, ela não precisará de nenhum outro tratamento, de acordo com Vettukattil. "Ela está curada. No que diz respeito ao coração, ela deve estar bem para o resto da vida", disse.

Aualmente na unidade de terapia intensiva neonatal, Alexandra permanece ativa, movimentando suas pernas e puxando fios. "Sempre nos referimos a ela como nossa Garota Poderosa", disse a mãe Heidi."

G1

Gravidez melhora a aparência, saúde e até os orgasmos da mulher

Grávida vaidosa -
Getty Images
Confira oito transformações positivas no corpo feminino durante a gestação 

Parece que quando a gravidez acontece tudo fica lindo: "A maioria das gestantes acha a vida mais bonita enquanto gestam. Tudo fica tudo mais colorido, mais florido, até a chuva cai mais bonita", brinca o ginecologista Augusto Bussab, especialista em reprodução humana. Mas brincadeiras a parte, muitas mulheres acabam encarando a gravidez como algo que pode acabar com seu corpo.

De fato, se não forem tomados os cuidados necessários, estrias, celulites e flacidez podem dar as caras após o parto. "A atividade física constante, mesmo antes da gestação, ajuda a evitar isso", considera o especialista. Muitas vezes também a mulher pode se sentir mais desengonçada durante a gestação, principalmente pelo crescimento da barriga.

Mas muitas mulheres esquecem que sintomas positivos também aparecem na gestação. Ela pode, inclusive, melhorar sua aparência e sua vida sexual. Se você está grávida e não consegue se sentir bonita ou torce o nariz para a gravidez, confira algumas transformações positivas desse período para sua saúde e autoestima! 

Proteção reforçada contra doenças
Pode ficar animada, depois de engravidar, é normal que a porcentagem de incidência de algumas doenças caia. "As chances se reduzem, mas é importante ressaltar que elas não acabam", alerta o ginecologista Fábio Rosito, especialista em Ginecologia e Obstetrícia do laboratório SalomãoZoppi Diagnósticos. Na lista estão alguns problemas importantes. "Uma paciente que nunca engravidou tem mais riscos de câncer de endométrio. Além disso, a amamentação ajuda a reduzir as chances de câncer de mama", explica o ginecologista Augusto Bussab, especialista em reprodução humana.

É muito comum que na gestação alguns problemas se reduzam. "Algumas doenças com fundo imunológico tendem a se acalmar, como doenças reumáticas, inflamatórias articulares, entre outras. Mas depois do parto ela voltam ao normal", ensina Rosito.

Unhas e cabelos mais fortes
Muitas mulheres afirmam estar com os cabelos e unhas mais fortes! "Durante a gestação o aumento dos hormônios faz com que a maioria dos folículos capilares permaneçam na fase anágena (de crescimento), sendo assim a mulher percebe um aumento do volume do cabelo e nota que eles caem em pouca quantidade", comenta o obstetra Alan Hatanaka, especialista em Medicina Fetal pela UNIFESP. Além disso, há uma aceleração do metabolismo, o que contribuí com seus fios e suas garras! A oleosidade que ocorre nessa época também deixa o cabelo mais viçoso e brilhante.

Porém, algumas mulheres podem apresentar o efeito contrário. "Muitas vezes um hormônio que tem uma função específica pode trazer resultados opostos, dependendo do organismo da pessoa", comenta Bussab. Portanto, pode ser que você perceba uma leve queda nos cabelos também.

Aparência jovem
Muita gente pode comentar que você parece mais jovial! A explicação se deve a tal da retenção de líquidos, que causa um inchaço geral no corpo. "O hormônio estrógeno também enriquece o colágeno, o que dá uma sensação de pele mais viçosa", lembra Rosito.

Para completar, a oleosidade aumenta nessa época, e ela também dá a impressão de uma pele mais preenchida. "Isso ocorre porque o hormônio feminino pode ser convertido em testosterona, que ativa as glândulas sebáceas, fazendo com elas produzam o óleo da nossa pele e cabelos. Como há muito mais dele circulando pelo corpo, acaba havendo uma conversão hormonal maior, e mais testosterona circula no corpo da mulher", ensina o especialista.

Aumento dos seios
Pois é, as mamas aumentam, e muito se engana quem pensa que a culpa é apenas da amamentação, a retenção de líquidos também é responsável. "Elas ficam mais cheias e elevadas, como se estivessem inchadas mesmo, o que as deixa mais bonitas. Isso pode ser importante para a autoestima da mulher, que se sente mais atrativa em uma época em que ela pode achar que está ficando feia pelo aumento de peso", explica Bussab. Muitas vezes esse é inclusive o primeiro sinal que as mulheres percebem da gravidez! E pode aproveitar esses nove meses para abusar dos decotes! O problema é que depois da amamentação, eles reduzem de tamanho muito rapidamente, o que acaba causando uma pequena flacidez.

Aumento da libido e dos orgasmos
Lembram-se do estrógeno, que como aumenta no corpo acaba convertido em mais testosterona? Pois é, acontece o hormônio típico do corpo masculino também é responsável pelo aumento da libido. "Ele é usado para tratar a anorgasmia, por exemplo", explica Rosito. Resultado: seu desejo sexual pode ficar em alta durante a gestação, principalmente no segundo trimestre da gravidez.

Outro motivo para curtir bastante é que a vagina da gestante fica muito mais sensível. "Com a preparação para o parto, toda região pélvica fica mais irrigada com sangue, inclusive o clitóris", ensina Rosito. Portanto a lubrificação pode ser maior e fica muito mais fácil alcançar o orgasmo, inclusive um múltiplo. E essa é a melhor fase para aproveitar, ainda mais quando a barriga ainda não está gigante. 

Sem TPM ou menstruação
Muitas grávidas consideram que um dos melhores benefícios do período é a interrupção do ciclo menstrual. Ou seja, são nove meses livre da menstruação e dos sintomas incômodos, como a irritação e tristeza da tensão pré-menstrual (TPM). Tem coisa melhor? Isso porque a menstruação significa que não houve fecundação naquele mês, apesar do corpo ter se preparado para isso.

"É muito comum a mulher desejar não menstruar no pós-parto. Isto porque antes da gestação a menstruação está associada a ideia de fertilidade. Após o parto este conceito já não tem mais valor", comenta o obstetra Hatanaka. A sorte é que dá até para prolongar esse efeito depois, já que atualmente você não precisa necessariamente menstruar quando usa anticoncepcionais, que além de suspender o sangramento, acabam com outros sintomas. "Eles podem resolver a retenção de líquido e as variações de humor típicas da TPM, mas em raras situações podem ocorrer escapes e sair um pouco de sangue", alerta Bussab.

Sono melhor
É muito comum que seu sono aumente durante a gravidez. No primeiro trimestre é o período em que isso mais acontece. "É quando o bebê está se formando, o que gera um consumo maior de energia, por isso é importante dormir bem, para poupar um pouco o próprio consumo de energia da mulher", explica Rosito. Mas, ao longo da gestação, essa necessidade de dormir mais continua!

O problema é que conforme a barriga cresce, fica mais difícil achar uma posição confortável. A melhor forma de dormir é de lado, principalmente do lado esquerdo. "A veia cava, que leva o sangue dos membros inferiores de volta ao coração, passa do lado direito do corpo, e deitar-se desse lado faz com que o bebê a comprima, prejudicando a circulação", explica Bussab. Ficar em uma posição quase sentada também é uma boa ideia, utilizando uma cadeira reclinável.

Sabores mais apurados
Por fim, nem mesmo a comida da sua mãe, que você passou a vida comendo, terá o mesmo sabor. "Itens que a gravida não comia de jeito nenhum vão parecer atrativas, e pratos que ela adorava podem se tornar insuportáveis", comenta Rosito. A explicação está, na verdade, na mudança do olfato, que tem influência direta no paladar. "Isso é explicável pela irrigação maior das mucosas, o que gera inclusive uma maior intolerância a certos cheiros, como perfumes, por exemplo", pontua o especialista. É por isso que alguns odores podem causar enjoos no primeiro trimestre e ao longo da gravidez como um todo.

Minha Vida

O que esperar da cirurgia de reconstrução da mama?

Ela restaura a forma, aparência e tamanho da mama, mas pode deixar cicatrizes 

Por Dr. Wagner Montenegro

Os seios têm uma representação simbólica muito forte para a mulher, pois eles têm relação direta com a feminilidade, autoestima, sexualidade e maternidade, fatores intimamente presentes no universo feminino. Uma mastectomia - cirurgia para a retirada total ou parcial da mama para tratar a paciente com câncer de mama - pode afetar psicológica e emocionalmente a vida de uma mulher, nesse sentido, o procedimento cirúrgico para a reconstrução da mama se torna fundamental.

A reconstrução de mama é a cirurgia que irá restaurar a forma, aparência e tamanho da mama e está diretamente relacionada ao tipo de cirurgia de mastectomia que foi realizada. Embora em alguns casos não seja possível fazer a mastectomia e a reconstrução na mesma cirurgia, hoje é usual que se façam simultaneamente. Muitos fatores interferem nessa decisão, como a dimensão do câncer, tipo de tumor, se será necessário quimioterapia ou radioterapia e as condições clínicas da paciente.

 
 
Como é feita a reconstrução mamária
Em geral, é preciso fazer a reconstrução de mama em mais de um tempo cirúrgico. A maioria dos casos exige uma segunda intervenção e outros, uma terceira, até que se alcance um formato e aparência satisfatórios para a mama. A primeira etapa cirúrgica é de proporções grandes, posteriormente são feitas uma ou duas etapas menores. Apesar de a reconstrução ser uma cirurgia grande, mais agressiva do que as demais cirurgias plásticas nas mamas, a recuperação da paciente é normal, podendo ser comparada à cirurgia de redução de mamas.

Tipos de reconstrução mamária que podem ser feitos
Nos casos em que foi preservada grande parte de pele e gordura na mastectomia, o cirurgião plástico poderá utilizar apenas uma prótese de silicone para a reconstrução, atingindo um resultado satisfatório. Já nas mulheres em que foi retirada uma quantidade maior de pele e gordura (mas não toda), ainda há um pouco de cobertura, porém não existe espaço suficiente para a colocação de uma prótese comum, logo o cirurgião implanta uma prótese com expansor. Esse dispositivo funciona como se fosse uma bexiga, é uma prótese vazia que vai sendo preenchida aos poucos e consequentemente vai aumentando o volume da pele, esticando-a. 

Quando a mama alcança o volume apropriado, o expansor é retirado e dá lugar a uma prótese de silicone definitiva.
 Nas situações em que foi retirada uma quantidade ainda maior de gordura e pele - incluindo muitas vezes a aréola e o mamilo - a reconstrução tem que ser feita através de um retalho, uma parte da pele de outra região do corpo, que é utilizada para cobrir o local em que há escassez de tecidos. Para este tipo de reconstrução existem várias técnicas, uma delas é feita com a pele do abdômen, onde o cirurgião faz uma plástica de abdômen (abdominoplastia) na paciente, e retira o excesso de pele que ela tenha abaixo do umbigo. Dessa forma a pele e gordura removidas da barriga dão formato e tamanho à mama restaurada. Da mesma forma pode ser usada pele das costas, da região do grande dorsal, que está localizada na linha acima da cintura.

É possível associar o uso de retalho abdominal ou de grande dorsal com a prótese de silicone. Quando é feita a plástica de abdômen e a tira da pele do abdômen vai para a mama, há em geral um grande volume de gordura, então é raro usar a prótese, já quando é usado o retalho do dorso, em geral, também é necessária a colocação da prótese. 

Opções que a paciente tem
Na cirurgia de reconstrução a paciente pode optar por corrigir ou aumentar a mama que não passou pela mastectomia. Por exemplo, existem pacientes que tem uma mama com gigantomastia de um lado, ou seja, uma mama grande e caída e do outro lado realizaram a mastectomia. Nesse caso, na cirurgia pode ser feita a simetrização, que associa a reconstrução de uma mama e a redução com elevação da outra. Nas situações em que a paciente tem histórico familiar de câncer de mama, o mastologista, em conjunto com o cirurgião plástico, pode optar pela retirada da glândula mamária da mama que não tem tumores, com o intuito de uma medida profilática, prevenindo com que ela tenha câncer também nessa mama. O cirurgião plástico faz a cirurgia e a paciente fica com duas próteses de silicone no lugar das glândulas mamárias.

Resultados
O resultado final da cirurgia de reconstrução de mama pode ser muito satisfatório, minimizando o impacto físico e psicológico da paciente, porém, a mama não ficará como era antes. É possível comparar seu resultado com o de uma redução de mamas, em que a mama fica com um bom resultado, entretanto há a presença de cicatrizes. O tamanho da cicatriz depende basicamente da cirurgia que foi feita para retirar o câncer. Se for preciso fazer uso de retalhos de pele na reconstrução, sempre vão ficar cicatrizes na mama. São cirurgias grandes e as cicatrizes podem ficar redondas, quadradas, dependendo da ausência de pele que havia ali. 

Minha Vida

Hospitais poderão ser obrigados a ter gerador com acionamento automático

Se aprovado, texto tornaria equipamento obrigatório em instituições com centro cirúrgico, centro obstetrício, unidade de tratamento intensivo, unidade coronária ou instalações que exijam a não interrupção de procedimentos

Um projeto em tramitação na Câmara dos Deputados (PL 7231/14) torna obrigatória a existência de gerador de energia elétrica, dotado de sistema de acionamento automático, em todos os estabelecimentos hospitalares das redes pública e privada que possuírem centro cirúrgico, centro obstetrício, unidade de tratamento intensivo, unidade coronária ou qualquer outra instalação que requeira a não interrupção de procedimentos de saúde.

O hospital que descumprir esta determinação ficará sujeito a multa diária que será definida em portaria do Ministério da Saúde, diz o texto. No caso de hospital privado, a não instalação do gerador impedirá a manutenção de credenciamento junto ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Os estabelecimentos hospitalares deverão cumprir a determinação em até 180 dias, após a publicação da lei que advier do projeto.

O autor da proposta, deputado Luiz de Deus (DEM-BA), afirma que a falta de investimento do governo federal na melhoria do sistema elétrico brasileiro tem colaborado, nos últimos anos, para uma série de falhas no fornecimento de energia. “Tal situação tem tornado fundamental e inadiável a instalação de sistemas alternativos para suprimento de energia elétrica nas unidades hospitalares públicas e privadas de saúde”.

Ele argumenta que o oferecimento de um sistema de saúde de qualidade é obrigação do governo, por meio do SUS, e, “sem suprimento alternativo de energia, esse objetivo claramente não é atingido”.

O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. A íntegra da proposta pode ser lido no site da Câmara.

Saúde Web

Luz natural no escritório faz bem para a saúde

Luz natural no escritório faz bem para a saúde Daniel Conzi/Agencia RBS
Daniel Conzi/Agencia RBS: Luz natural no escritório faz bem para a saúde
Entre os benefícios, estão a melhora o sono e o aumento da qualidade de vida 

Abrir a persiana do escritório para iluminar o ambiente com luz natural pode melhorar a saúde, conforme estudo realizado por duas universidades americanas. Os resultados mostraram que os trabalhadores com maior exposição à luz dormiam melhor e tinham mais qualidade de vida do que aqueles que não receberam iluminação natural durante o dia.

Os que trabalhavam em escritórios com janelas receberam 173% mais luz e dormiram uma média de 46 minutos a mais por noite do que os outros funcionários. O resultado também apontou que quem recebe luz natural no trabalho tende a praticar mais atividades físicas.

Já os trabalhadores que não tinham janelas em seus escritórios relataram uma qualidade de vida baixa, relacionada com problemas físicos, e distúrbios do sono em geral.

O estudo foi publicado no Journal of Clinical Sleep Medicine.

— Há cada vez mais evidências de que a exposição à luz, durante o dia, especialmente na parte da manhã, é benéfico para a saúde através dos seus efeitos sobre o humor, estado de alerta e do metabolismo — explicou o autor do estudo, Phyllis Zee

A pesquisa também alertou para a necessidade de os arquitetos projetarem ambientes que aproveitem a luz que vem de fora.

— Os arquitetos têm de estar conscientes da importância da luz natural, não só em termos dos seus potenciais economias de energia, mas também em termos de afetar a saúde dos ocupantes do local — afirmou Mohamed Boubekri, professor que também realizou o estudo.

Zero Hora