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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Correção de assimetria mamária: cirurgia iguala tamanho, formato ou posição das mamas

A técnica da mamoplastia varia de acordo com cada caso e ela pode ser associada ou não a colocação de prótese
 
O que é a cirurgia para correção de assimetria mamária
Cirurgia para correção de assimetria mamária é a mamoplastia que corrige a diferença em tamanhos, formatos ou posição das mamas e/ou aréolas. A cirurgia objetiva deixar as mamas com a menor diferença possível entre as medidas. Entretanto, em alguns casos, a cirurgia não consegue igualar totalmente as mamas por causa das diferenças osteomusculares (parte óssea e muscular do tórax).
 
Além disso, certas patologias também causam a assimetria mamária, como é o caso do câncer de mama. Este aspecto é muito importante, por isso quando a pessoa observar uma assimetria deve buscar primeiramente a orientação de um mastologista para avaliar o caso. 
                                               
O problema de mama(s) aumentada(s) ou com assimetria ainda pode ocorrer em homens, que é a chamada de ginecomastia, quando há o crescimento da glândula mamária de uma ou das duas mamas. 
 
Outros nomes
A correção da assimetria mamária se enquadra na técnica da mastoplastia ou mamoplastia. 
 
Quem é o profissional apto a fazer a cirurgia para correção de assimetria mamária?
O médico especialista em cirurgia plástica. O mastologista também é apto para casos de assimetrias mamárias adquiridas. 
 
Indicações da cirurgia para correção da assimetria mamária
Primeiramente é preciso ressaltar que a assimetria mamária é até bem comum e na maioria das vezes passa despercebida. Na puberdade ela costuma ficar mais em evidência porque as mamas não crescem e não se desenvolvem precisamente ao mesmo tempo. Somente após esse período, com o desenvolvimento já completo, é que a pessoa poderá observar se há uma assimetria acentuada e perceptível. 
 
A indicação cirúrgica é para as mamas que apresentam tamanhos, formas ou posições bem distintas e que realmente é perceptível. Pessoas que possuem essas características ou até mulheres em que o problema surgiu ou se acentuou depois da amamentação, sobretudo se o bebê sugar só uma das mamas, são os indicados à cirurgia para melhorar esse aspecto estético.
 
Pré-requisitos para cirurgia para correção de assimetria mamária
É importante a paciente que se submeterá à cirurgia de correção de assimetria mamária estar em boas condições de saúde. 
                                               
No caso de pessoas com patologias sérias, como o câncer de mama, que pode provocar a assimetria mamária adquirida, é preciso ser avaliado primeiramente por um médico especialista. 
 
Contraindicações para cirurgia para correção de assimetria mamária
A cirurgia de correção de assimetria mamária não é indicada para quem não está em boas condições clínicas, excetuando-se os casos causados por câncer de mama que precisam da avaliação e indicação de um especialista da área. 
 
Como é feita exatamente a cirurgia para correção de assimetria mamária
O procedimento irá depender da necessidade e do caso de cada paciente. Pode-se colocar implante na mama menor, reduzir a mama maior, reposicioná-los, etc. Logo, tudo estará subordinado ao tipo de assimetria que exista e cada qual terá a aplicação de uma determinada técnica. 
                                               
O procedimento é feito com anestesia local com sedação ou geral, de acordo com a técnica cirúrgica empregada. 
 
Tempo médio da cirurgia
A cirurgia de correção de assimetria mamária pode durar de 1h30 a 3h. 
 
Pré-operatório da cirurgia para correção de assimetria mamária
São necessários exames laboratoriais, mamografia ou ultrassonagrafia das mamas, eletrocardiograma e pareceres médicos, dependendo do caso. 
                                               
É importante também interromper previamente o uso de medicamento que contenha ácido acetilsalicílico, arnica, ginko biloba e anticoagulante, duas semanas antes e duas semanas após a intervenção. Além do mais, cigarro e bebida alcoólica devem ser totalmente evitados, pois comprometem o procedimento anestésico, a cicatrização e a recuperação. Em especial o cigarro que deve ser suspenso pelo menos um mês antes da operação. 
 
Pós-operatório da cirurgia para correção de assimetria mamária
Também dependerá da técnica empregada, porém a média é de 15 dias para retomar as atividades rotineiras. 
                                               
Geralmente a região fica inchada e arroxeada por aproximadamente duas semanas. É normal ainda a pessoa sentir certo desconforto e sensibilidade no local, por isso é aconselhado não fazer movimentos bruscos com os braços, não fazer esforço físico, dormir de barriga para cima com os braços esticados ao longo do corpo e não usar roupas justas. 
 
Em certos casos é necessária a colocação de drenos de aspiração, que são removidos entre 24 às 48h após a cirurgia. 
                                               
Deve-se evitar por 30 dias a exposição solar da área e não praticar por cerca de 60 dias exercícios físicos. 
 
Possíveis riscos e complicações da cirurgia
O risco inerente a qualquer cirurgia, tais como, hemorragia, hematoma, infecção, necrose de aréola, perda de sensibilidade, rejeição de pontos e deiscência (abertura dos pontos). 
 
Antes e depois da cirurgia para correção da assimetria mamária
Os resultados podem ser observados a partir de um mês. A correção ou redução da assimetria mamária é durável, podendo sofrer alteração somente por causa de mudanças bruscas de peso, modificações hormonais e devido à ação do envelhecimento, que normalmente causa flacidez e ptose nas mamas. 
                                               
As cicatrizes irão variar de acordo com o tipo de técnica aplicada. Em geral, a cicatriz está sujeita se a técnica cirúrgica utilizar a inclusão de próteses mamárias ou não. Com a colocação de próteses, as incisões podem ser: periareolar, transareolar, sulco inferior da mama ou axilar. A escolha da incisão depende de alguns fatores. 
                                               
A transaréolo-mamilar é a incisão que resulta em uma linha que passa no meio das aréolas horizontalmente. A periareolar é a incisão no círculo ao redor da aréola. A infra-areolar é a incisão curva que margeia a metade inferior das aréolas. O sulco inferior da mama é a incisão usada quando a aréola é muito pequena localizada horizontalmente no sulco mamário. Já a vertical é a incisão em uma linha vertical abaixo da aréola até o sulco inferior da mama perpendicularmente, que costuma ser usada para levantamento mamário associado às mamas flácidas. 
                                               
Quando não há inclusão de prótese, para quando há excesso de pele e glândula, a cicatriz é em "T" invertido, ou seja, uma vertical abaixo da aréola até o sulco inferior, onde encontrará outra incisão horizontal posicionada sobre o sulco natural e uma cicatriz em volta da aréola. Ou ainda uma cicatriz vertical abaixo da aréola, até o sulco inferior da mama e outra em volta da aréola, podendo em alguns casos decompor em um pequeno "T" invertido. 
                                               
Fontes
Cirurgião plástico André Eyler (CRM-RJ: 667.862), membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Sociedade Americana de Cirurgia Plástica 
 
Minha Vida

Lotes de gel antisséptico são interditados cautelarmente

Interdição cautelar dos lotes 000564 (val.: 03/2016) e
000585 (val.: 04/2016)
A Anvisa determinou, nesta sexta-feira (31/10), a interdição cautelar dos lotes 000564 (val.: 03/2016) e 000585 (val.: 04/2016) do cosmético Gel Antisséptico Premisse, fabricado por empresa Proline Indústria e Comércio Ltda
 
Os lotes apresentaram resultados insatisfatórios nos ensaios de rotulagem primária e teor de álcool etílico.
 
Também foi interditado cautelarmente o lote 0058 (val.: 05/2017) do cosmético Allgel Antisséptico para as mãos (Álcool Etílico Hidratado) – 500mg. O lote foi fabricado por Jales Machado S.A e apresentou resultado insatisfatório no ensaio de teor de álcool etílico.
 
Interdições cautelares vigoram pelo prazo de 90 dias a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU).
 
Clique aqui e confira as normas na íntegra.
 
Assessoria de Imprensa da Anvisa

Pressão social faz indianas se tornarem mães aos 70 anos

BBC: Há cerca de 2 mil clínicas irregulares na Índia, que
fazem inseminação artificial em mulheres idosas
Mulheres de 60 e 70 anos buscando o tratamento tem buscado fertilização in vitro
 
Rajo Devi, de 75 anos, é uma das mulheres no Estado indiano de Haryana, no norte do país, que gastou as economias de sua família para fazer um tratamento de fertilidade em idade avançada.

Sua filha Naveen, nascida há 5 anos, gosta de brincar, se vestir com roupas bonitas e chamar a atenção de sua mãe Mas Rajo já não consegue correr atrás da menina pela casa.

"Viver sem uma criança era viver na escuridão. Só uma criança pode trazer a luz", disse à BBC.
 
Ela foi rejeitada por sua família por não conseguir engravidar e diz que seus cunhados a desprezavam. "Os moradores do meu vilarejo não queriam ver meu rosto porque eu era infértil."

Quando Rajo fez 70 anos ― seu marido tinha 73 anos ―, eles juntaram suas economias, cerca de US$ 5 mil, e foram a uma clínica privada de fertilização. Foi assim que nasceu Naveen.
 
A  maioria dos países têm regras que recomendam uma idade máxima de 45 anos para as mulheres que se submetem à fertilização in vitro.

O NHS, sistema nacional de saúde britânico, financia o procedimento em mulheres de até 42 anos. No Brasil, o limite de 50 anos de idade foi estabelecido em 2013 pelo CFM (Conselho Federal de Medicina).

Mas a Índia, onde não há idade máxima, tem registrado casos de mulheres de 60 e 70 anos buscando o tratamento.

O governo admite que centenas de mulheres idosas estão sendo forçadas a engravidar em áreas rurais, onde a infertilidade traz vergonha e um estigma social - e onde há clínicas privadas irregulares.
 
Sem escolha
Em determinado momento, Rajo admite para a reportagem que não pretendia ter um filho em idade tão avançada. "Mas o mundo é dos homens e as mulheres aqui não têm escolha", afirma.

Há cerca de 2 mil clínicas irregulares na Índia, que fazem inseminação artificial em mulheres idosas. Foi a uma delas que o casal recorreu, o Centro Nacional de Fertilização.

O médico Anurag Bishnoi, que trabalha na clínica, diz que o procedimento exclui mulheres com hipertensão, diabetes e outras doenças.

"Só aceitamos os pacientes se a mulher estiver fisicamente apta (a fazer o procedimento)", afirma.

Ele diz que alguns dos riscos da fertilização in vitro em mulheres idosas são minimizados se forem usados óvulos de mulheres mais jovens.

No entanto, há cada vez mais pessoas preocupadas com os riscos à saúde da mãe e com o direito da criança a ter pais presentes.

Agora, o Conselho Nacional de Pesquisa Médica indiano está desenvolvendo uma regulamentação que cobre todos os aspectos dos procedimentos de reprodução assistida incluindo, pela primeira vez, um limite máximo de idade.

"A saúde da mulher infértil também corre riscos. Muitas questões sociais e éticas devem ser consideradas, o desenvolvimento da criança também deve ser considerado", diz o representante do órgão, R. S. Sharma.

A pequena Naveen quer ser médica, mas seus pais já são mais velhos do que a expectativa de vida média na Índia e provavelmente não viverão para ver a filha realizar seus sonhos.
 
BBC Brasil / R7

Hospital da zona norte de SP faz mutirão para diagnosticar catarata neste sábado

Pacientes que forem diagnosticados com catarata e tiverem
 indicação de cirurgia serão encaminhados para realização
 do procedimento
Ação acontece no Hospital Geral de Taipas a partir das 8h
 
Acontece neste sábado (1º), no Hospital Geral de Taipas, a partir das 8h, na zona norte da capital paulista, um mutirão para o diagnóstico de catarata em idosos com mais de 60 anos.
 
Serão distribuídas 400 senhas para triagem, mas, caso a demanda pelo serviço seja superior ao número de senhas, os pacientes terão seus nomes e contatos anotados para o posterior agendamento de consultas no ambulatório de oftalmologia do próprio hospital.
 
De acordo com a diretora do hospital, Andrea Ottoni Salles Aldrighi, os pacientes que forem diagnosticados com catarata e tiverem indicação de cirurgia serão encaminhados para realização do procedimento. Já pacientes com patologias oculares associadas ao glaucoma, retina e outras alterações oculares serão encaminhados para atendimento nas Unidades Básicas de Saúde municipais. 
 
― Estamos promovendo este mutirão com o objetivo de agilizar o diagnóstico e a realização de cirurgias de catarata, evitando casos de cegueira por meio da otimização e da agilidade do tratamento oferecido à população.
 
Serviço:
Data: 1º de novembro
Local: Hospital Geral de Taipas ― avenida Elísio Teixeira Leite, 6.999
Horário: a partir das 8h
 
R7

Gestantes poderão se vacinar contra 3 doenças a partir da próxima segunda-feira

Além de proteger grávidas e fetos contra difteria e tétano,
a vacina também imunizará contra a coqueluche
Gestantes entre a 27ª e a 36ª semana de gestação poderão participar
 
A partir desta segunda-feira (3), grávidas entre a 27ª e a 36ª semana de gestação, de todo o estado de São Paulo, poderão receber a vacina "2 em 1". A nova vacina acelular, que passa a compor o calendário SUS (Sistema Único de Saúde), além de proteger grávidas e fetos contra difteria e tétano, também imunizará contra a coqueluche.
 
De acordo com a diretora de imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato, a imunização oferecida pela nova vacina acelular é fundamental para proteger, além das gestantes, os bebês.
 
― Os bebês já nascerão com os anticorpos necessários para a prevenção da difteria, do tétano e agora também da coqueluche. Com isso, pretendemos diminuir tanto o número de casos quanto o número de mortes de recém-nascidos, causadas por essas doenças, por meio de medidas preventivas como a vacinação.
 
A nova vacina acelular estará disponível para as gestantes nas unidades básicas de saúde municipais. Além das grávidas, os profissionais de saúde que trabalham em maternidades e berçários, como anestesistas, ginecologistas obstétricos, pediatras, enfermeiros e técnicos de enfermagem, também serão imunizados.

R7