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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Frutas que combatem a prisão de ventre

A prisão de ventre  é um problema que acomete muitas pessoas, principalmente mulheres de todas as idades, além de gestantes. Isso traz muitos prejuízos para o organismo e, inclusive, para o emocional do indivíduo

Existem medicamentos industrializados que ajudam a combater a prisão de ventre, mas a melhor opção é sempre mudar a alimentação. É possível que, apenas com a inserção de frutas na alimentação, a situação melhore rapidamente.

Confira abaixo uma seleção das frutas que ajudam a combater a prisão de ventre:

Frutas laxantes
As frutas que mais ajudam no combate à prisão de ventre são aquelas ricas em fibras, pois ajudam a regular o intestino de forma natural e saudável. O recomendado é que você consuma entre 3 e 5 unidades dessas frutas por dia enquanto não melhorar da prisão de ventre. Os resultados normalmente são obtidos entre 24 e 36 horas, mas isso depende muito do organismo.

Essas frutas são auxiliares ainda no emagrecimento, pois por serem alimentos saudáveis e ricos em fibras, aumentam a saciedade facilitando o sucesso das dietas.
 
Confira abaixo uma lista dessas frutas:
  • Mamão
  • Laranja
  • Acerola
  • Ameixa preta seca
  • Banana nanica
  • Manga
  • Tangerina
  • Abacate
  • Morango
  • Melão
  • Pera
  • Melancia
  • Figo
  • Caqui
  • Kiwi
  • Abacaxi
  • Amora
Outras dicas
Além das frutas, muitos outros alimentos podem ajudar no combate à prisão de ventre. Procure consumir verduras e legumes crus que garantem, além das vitaminas, muitas fibras. Procure mastigar bem e consumir as frutas com bagaço, pois é lá que se encontra a maior parte das fibras destas. Além disso, é essencial que você consuma bastante água, pois esta além de hidratar o corpo evita o ressecamento das fezes e ajuda na digestão dos alimentos. Iogurtes e alimentos integrais ajudam a regular o intestino combatendo ainda o inchaço e a irritação que normalmente acompanham a prisão de ventre.

O que não consumir
Além de recomendarmos frutas e alimentos para melhorar as condições de quem está com prisão de ventre, é importante também lembrar que existem alguns alimentos que proporcionam a prisão de ventre. Entre eles, estão alimentos açucarados como balas e chocolates, frituras, biscoitos, refrigerantes – prejudicam a atuação das bactérias benéficas do intestino –, comidas fast food, sucos industrializados, além de, por incrível que pareça, algumas frutas. Evite consumir o caju, banana prata, limão, maçã e goiaba quando estiver com prisão intestinal.

Remédio-caseiro

Roupa inteligente facilita tratamento e prevenção de epilepsia

Reprodução/Twitter/BioSerenity
Traje consegue criar análise completa do estado de saúde
 do paciente
Projeto ganhou prêmio que reconhece tecnologias para salvar vidas
 
Apesar da grande maioria dos lançamentos de tecnologias vestíveis estarem relacionadas ao mundo de exercícios físicos e fitness, existem projetos que pretendem criar roupas voltadas para tratamento e prevenção de doenças sérias.
 
A BioSerenity é uma startup que está criando uma roupa que promete diagnosticar e identificar crises de epilepsia. De acordo com a empresa, isso facilitaria tanto o tratamento quando a prevenção dos ataques.
 
Em entrevista para a BBC, o chefe executivo do projeto Pierre Frouin explica que além de prevenir crises, a roupa poderá ajudar a analisar as atividades cerebrais dos pacientes, sendo que antigamente isso só era possível em hospitais, com a pessoa deitada em uma maca e sem poder realizar movimentos bruscos.
 
Os pacientes que possuírem a roupa em casa poderão contar com um acompanhamento constante do estado de saúde, já que as informações serão automaticamente enviadas para o smartphone do responsável, além de avisos antecipados de quando um ataque está por vir. Dessa maneira, dá para evitar que a pessoa se machuque durante a crise batendo a cabeça ou mordendo a língua.
 
Além disso, os médicos podem acessar um relatório feito pelo próprio aplicativo das atividades cerebrais do paciente mesmo estando a distância, já que o programa salva o arquivo na nuvem.
 
Por enquanto, uma das principais preocupações da BioSerenity é desenvolver uma roupa que seja durável, tanto em qualidade quanto pelos sensores, que devem funcionar perfeitamente para que os resultados sejam precisos.
 
E o trabalho da startup já está sendo reconhecido: o projeto venceu o Prêmio iiAwards, que premia empresas que visam a impactar de forma positiva a vida das pessoas. É provável que, no futuro próximo, pacientes com doenças graves tenham um dia a dia mais fácil com a ajuda da tecnologia.

R7

Uso excessivo de omeprazol pode causar anemia, osteoporose e até demência

Medicamento deve ser utilizado com ajuda de profissional para evitar transtornos
 
Uso excessivo do remédio omeprazol pode prejudicar a absorção de minerais e vitaminas e provocar diversos problemas de saúde, como osteoporose, anemia e até demência. De acordo com especialistas ouvidos pelo R7, isso ocorre porque o medicamento inibe a produção de substâncias que auxiliam na absorção de nutrientes pelo organismo.
 
De acordo com o gastroenterologista do Hospital das Clínicas da USP Ricardo Barbuti, o omeprazol faz parte de um grupo de medicamentos chamados antissecretores, que reduz a produção de ácido clorídrico e traz impactos para o organismo. 
 
— Uma das funções do ácido produzido no estômago é inibir a chegada de bactérias ao intestino, prevenindo infecções. Além disso, a mesma célula que produz o ácido clorídrico também produz uma substância chamada fator intrínseco, essencial na absorção da vitamina que B12. A deficiência dessa vitamina pode causar, no futuro, por exemplo, a demência.
 
A baixa acidez no estômago também reduz a metabolização e prejudica a retirada do ferro e do cálcio dos alimentos, alerta o gastroenterologista Rogério Toledo, membro da FBG (Federação Brasileira de Gastroenterologia).
 
— A falta de ferro pode levar à anemia e a de cálcio pode acarretar osteopenia ou até mesmo osteoporose. 
 
Segundo o gastroenterologista do Hospital Leforte Eduardo Grecco é fundamental que o uso do medicamento seja prescrito e acompanhado por um profissional da área, já que seu uso indiscriminado pode acarretar efeitos colaterais.
 
― O omeprazol só vai ser perigoso quando o paciente utilizá-lo de forma irregular e sem acompanhamento médico. Apenas o médico saberá analisar algum possível efeito colateral e contorná-lo de forma adequada. 
 
Quem faz uso do medicamento e tem acompanhamento médico não deve se preocupar. De acordo com o especialista da USP, cabe ao profissional de saúde monitorar tais deficiências e saber como contorná-las.
 
― Assim como as outras substâncias, os médicos devem monitorar a vitamina B12 e, se os níveis dela no organismo começarem a cair, ela podem ser repostas. É importante frisar que isso não contraindica o uso do medicamento, o omeprazol é muito seguro e pode ser usado a longo prazo.
Porém, vale ressaltar que a pessoa não deve se automedicar, segundo Barbuti.
 
― Se você toma esse medicamento e não sabe quais consequências ele vai causar no seu organismo, isso pode ser perigoso. O acompanhamento do médico é importante para monitorar essas reações e amenizá-las.
 
Além de não saber lidar com essas possíveis consequências, Grecco afirma que a automedicação também traz outro grande risco à saúde, já que o medicamento pode mascarar problemas mais sérios.
 
― A automedicação é um perigo porque, por aliviar a dor do paciente, muitas vezes, o omeprazol acaba mascarando problemas mais sérios como um câncer gástrico, fazendo com que a pessoa não investigue a fundo esse problema e não receba rapidamente o seu diagnóstico. 
 
R7

Cientistas descobrem o que acontece com a gordura quando você perde peso

De 10kg de gordura perdidos, 8,4kg viram dióxido de
carbono e 1,6kg vira água
Estudo australiano responde à pergunta que confunde os próprios profissionais de saúde
 
Sydney - Apesar de haver uma obsessão mundial com dietas, muitos profissionais de saúde não conseguem responder corretamente a uma pergunta simples: para onde vai a gordura corporal vai quando as pessoas perdem peso? Agora um estudo da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW, na sigla em inglês), na Austrália, revela o mistério.
 
— A maior parte da massa é expirada como dióxido de carbono. Ela vai para o ar — afirma o principal autor do estudo, Ruben Meerman, um físico e apresentador de TV.
 
No estudo, publicado no “British Medical Journal”, os autores mostram que perder 10kg de gordura requer uma inalação de 29kg de oxigênio. Esse processo metabólico produz 28kg de dióxido de carbono e 11kg de água.
 
— Há uma surpreendente ignorância e confusão sobre o processo metabólico da perda de peso — diz o professor Andrew Brown, diretor da Escola de Biotecnologia e Ciências Biomoleculares da UNSW.
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Meerman ficou interessado na bioquímica da perda de peso através da experiência pessoal.
 
— Perdi 15 kg em 2013 e simplesmente queria saber aonde esses quilos estavam indo. Depois, em um curso rápido em bioquímica, tropecei nesse resultado surpreendente — lembra ele. — Enquanto a crise mundial de obesidade ocorre, todos nós devemos saber a resposta para a simples questão de onde a gordura vai. O fato de que quase ninguém conseguia responder isso me pegou de surpresa, mas foi só quando eu mostrei a Andrew meus cálculos que nós dois percebemos o quão mal este tema está sendo ensinado.
 
Gordura não é convertida em energia ou calor
Os autores se conheceram quando Meerman entrevistou Brown em uma história sobre a ciência da perda de peso para o um programa de ciência na TV ABC em março deste ano.
 
— A nova abordagem de Ruben para a bioquímica da perda de peso foi de rastrear cada átomo na gordura a ser perdido e, até onde eu sei, os seus resultados são completamente novos para a área — conta o professor Brown. — Ele expôs um buraco negro completamente inesperado na compreensão da perda de peso entre o público e profissionais de saúde em geral também.
 
Se você seguir os átomos em 10kg de gordura quando eles estão “perdidos”, 8,4 kg desses são o dióxido de carbono exalado pelos pulmões. Os restantes 1,6 kg torna-se água, que pode ser excretada na urina, nas fezes, no suor, na respiração, nas lágrimas e em outros fluidos corporais, os autores relatam.
 
— Nada disso é óbvio para as pessoas porque o gás dióxido de carbono que exalamos é invisível — diz Meerman.
 
Mais de 50% dos 150 médicos, nutricionistas e personal trainers que participaram da pesquisa pensaram que a gordura fosse convertida em energia ou calor.
 
— Isso viola a Lei da Conservação das Massas. Suspeitamos que este equívoco é causado pelo mantra da energia que entra e que sai em torno da perda de peso —especula Meerman.
 
Perda de peso não causa aquecimento global
Alguns entrevistados pensavam que os metabolitos de gordura fossem excretados nas fezes ou convertidos em músculo. “Os equívocos que encontramos revelam desconhecimento surpreendente sobre aspectos básicos de como funciona o corpo humano”, colocam os autores.
 
Uma das perguntas mais frequentes que os autores encontraram é se simplesmente respirar mais pode causar a perda de peso. A resposta é clara: não. Respirar mais do que o exigido pela taxa metabólica de uma pessoa leva a hiperventilação, o que pode resultar em tontura, palpitações e perda de consciência.
 
A segunda pergunta mais frequente é se a perda de peso pode causar o aquecimento global.
 
— Isso revela equívocos preocupantes sobre o aquecimento global, que é causado pelo desbloqueio de átomos de carbono antigos presos no subsolo em organismos fossilizados. Os átomos de carbono que seres humanos exalam estão retornando para a atmosfera depois de apenas alguns meses ou anos presos em alimentos que foram feitos por uma planta — coloca Meerman, que também apresenta a ciência da mudança climática em escolas de ensino médio ao redor da Austrália.
 
Meerman e Brown recomendam que estes conceitos básicos sejam incluídos no currículo do ensino secundário e nos cursos de bioquímica da universidade para corrigir equívocos generalizados sobre a perda de peso entre os leigos e profissionais de saúde.
 
O Globo

Mulheres impulsivas e fumantes são mais propensas a beber até cair

Características de apagões relacionados à bebida foram mapeados em estudo com 1.402 adolescentes, de 15 a 19 anos na Inglaterra
 
Califórnia - Jovens mulheres de 15 a 19 anos que fumam e apresentam características impulsivas são mais propensas a beber até cair e, assim, experimentar alguns perigos, mostra um novo estudo publicado on-line na revista “Alcoholism: Clinical & Experimental Research”. O estudo investigou o comportamento de jovens que tinham apagão relacionado ao álcool (alcohol-related blackout, ARB), que acontece quando a concentração de álcool no sangue é significativamente acima do que é considerado ‘intoxicação legal’.
 
— Algumas pessoas pensam que apagões, ressacas muito ruins e comportamento escandaloso em festas são coisas engraçadas — explica o autor do estudo, Marc A. Schuckit, professor de psiquiatria na Universidade da Califórnia, em San Diego. — As pessoas não entendem como apagões são perigosos: mulheres podem ter relações sexuais desprotegidas, colocar-se em uma situação em que podem ser violadas, ou não ser totalmente capazes de se proteger. Homens podem entrar em brigas, e são muitas vezes o motorista podendo levar a um acidente de carro.
 
Schuckit e seus colegas avaliaram o padrão de ocorrência de ARBs ao longo de quatro pontos no tempo — idades de 15, 16, 18 e 19 anos — num universo de 1.402 adolescentes que bebiam (837 mulheres, 565 homens) a partir do Estudo Longitudinal Avon de Pais e Filhos (ALSPAC) em Bristol, Inglaterra. As análises de regressão multinomial de idade avaliaram 15 preditores de trajetórias ARB, incluindo fatores demográficos, itens relacionados à substância, características de impulsividade e uso estimado da substância pelos pares.
 
— Trinta por cento das pessoas que bebiam relataram ARBs aos 15 anos, e 74% relataram ARBs aos 19 anos. Quase metade da nossa amostra não só tinha apagões durante os quatro anos no total de nosso estudo, mas também tinha apagões a cada ano e meio — conta.
 
Os pesquisadores identificaram quatro classes de trajetória. Classe 1 (5,1%) não relataram apagões de 15 anos para 19 anos. Para a Classe 2 (29,5%) os ARBs rapidamente aumentaram com a idade. Para a Classe 3 (44,9%), apagões aumentaram lentamente. Classe 4 (20,5%) relataram ARBs em todos os quatro pontos de tempo.
 
O Globo