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segunda-feira, 30 de março de 2015

Veja dicas para se apaixonar pelo seu trabalho e pelas segundas-feiras

1. Seja honesto sobre suas expectativas: Considere se você está trazendo expectativas para o trabalho que não são realistas. Tenha uma conversa com seu gerente e coloque para fora as expectativas de ambos os lados da mesa. Foto: Thinkstock
Considere se você está trazendo expectativas para o trabalho
 que não são realistas.
Ser honesto consigo mesmo e cercar-se de pessoas que amam o que fazem são conselhos para ser feliz com o trabalho
 
Acordar cedo às segundas-feiras para ir trabalhar pode ser um verdadeiro pesadelo para alguns, principalmente para quem não gosta do seu emprego.
 
Esse pode ser o primeiro sinal de que uma série de coisas precisa mudar na relação com o seu trabalho e com as escolhas que fez para a sua carreira.
 
Veja dicas da revista digital americana "Fast Company" para se reconectar com seu trabalho e se apaixonar pelas segundas-feiras:
 
1. Seja honesto sobre suas expectativas: Considere se você está trazendo expectativas para o trabalho que não são realistas. Tenha uma conversa com seu gerente e coloque para fora as expectativas de ambos os lados da mesa.
 
2. Encontre uma maneira de aprender novas habilidades: Inscrever-se para cursos ou assistir a conferências de desenvolvimento profissional são ótimas maneiras de reacender a paixão por seu trabalho e adicionar habilidades.
 
3. Conecte-se com o usuário final do seu trabalho: Você já se perguntou se o trabalho que você está fazendo realmente importa no mundo real? Reestabelecer uma conexão humana com os usuários finais pode ajudá-lo a ver o valor do trabalho que você executa e o impacto que seu trabalho tem na vida de outra pessoa.
 
4. Envolva-se com pessoas que amam seu trabalho: Pessoas que odeiam seus trabalhos tendem a espalhar a sua negatividade, enquanto aqueles que gostam de seus empregos produzem felicidade.
 
5. Ainda insatisfeito? Considerar mudar de emprego: Se a diferença entre suas expectativas e as expectativas da empresa são insuperáveis, se você já tiver verificado a sua atitude e ainda tem que arrastar-se para fora da cama na segunda-feira de manhã, pode ser hora de seguir em frente..

iG

5 atitudes que fortalecem os ossos

Praticar exercícios: a fisioterapeuta do Residencial Santa Catarina explica que exercícios de impacto ajudam os ossos. “Se forem diários, melhor ainda”, recomenda ela. Nisso entram a corrida e esportes como futebol e vôlei. Foto: Thinkstock
Praticar exercícios é fundamental
Prevenção desde cedo é eficaz contra a osteoporose na terceira idade; hábitos simples ajudam a cuidar dos ossos
 
Quer chegar à terceira idade com ossos saudáveis? Então é melhor tomar algumas atitudes desde já. Os ossos não permanecem intactos para sempre sem que alguns cuidados sejam tomados. Diversos hábitos podem prejudicá-los, mas maneiras de evitar o desgaste e fortalecê-los.
 
Dentro do osso há dois tipos de células trabalhando constantemente: uma que “come” o osso velho e outra que o regenera. Um osso saudável é aquele em que há equilíbrio entre as células que produzem os ossos – os osteoblastos – e as devoradoras de ossos, que o reabsorvem, conhecidas por osteoclastos. Quando as duas estão em harmonia, há células que simplesmente regeneram o que as outras destruíram, em um processo natural que mantém o osso sempre forte e saudável.
 
E é aí que entra o papel importantíssimo do cálcio: “O cálcio não aumenta o osso, mas barra essa reabsorção óssea e deixa as células que produzem os ossos trabalharem tranquilas”, simplifica o reumatologista da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (ABRASSO), Charlles Heldan.

Fraturas
O especialista explica que a osteoporose é uma doença em que a pessoa acaba tendo osso em menor quantidade e menor qualidade, deixando-a mais sujeita a fraturas. “Tudo o que fortalece o osso e reduz o risco de fraturas é benéfico”, diz Heldan.
 
“Vamos acumulando massa óssea durante a vida, sendo que esse ganho é mais importante na infância e adolescência, até os 30 anos. Depois disso, a massa óssea fica estável e, depois dos 50, começamos a perdê-la.”, detalha o médico
 
A fisioterapeuta Daniela Teixeira, do Residencial Santa Catarina, mantido pela Associação Congregação de Santa Catarina, explica que idosos que tiveram uma vida ativa e saudável dificilmente terão osteoporose.
 
“Quando se combina sedentarismo, bebida alcoólica, cigarro, baixa exposição à luz solar, carência de vitamina D é que vem o problema”, conta ela.

Veja as atitudes que fortalecem os ossos:

1. Tomar sol: o reumatologista explica que 15 minutos de sol diários são ótimos para sintetizar a vitamina D, importante para manter os ossos saudáveis. “Cerca de 50% dos idosos que frequentam ambulatórios têm carência”, explica.

2. Praticar exercícios: a fisioterapeuta do Residencial Santa Catarina explica que exercícios de impacto ajudam os ossos. “Se forem diários, melhor ainda”, recomenda ela. Nisso entram a corrida e esportes como futebol e vôlei.

3. Ingerir cálcio: “O ideal é consumir 1200 mg de cálcio por dia, mas a média brasileira é de apenas 400mg”, diz o reumatologista. Três a quatro porções de leite ou derivados por dia já resolvem o problema.

4. Não comer alimentos 'sequestradores' de cálcio: alguns alimentos, se ingeridos junto com outros que têm cálcio, anulam o efeito do mineral. Exemplos: cafeína, gorduras saturadas e alimentos com ácido oxálico, como o espinafre.

5. Fazer reposição de vitamina D: sem exposição solar adequada, não há síntese de vitamina D, o que compromete a saúde óssea. Exames periódicos para ver como anda a vitamina e obedecer o médico quando ele recomendar um suplemento é fundamental.
 
iG

domingo, 29 de março de 2015

AVC e câncer: veja as doenças crônicas mais comuns no Brasil

AVC
Diabetes, asma e câncer também estão entre as principais doenças do País de acordo com o IBGE
 
Em 2013 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, divulgou os resultados da primeira edição da Pesquisa Nacional de Saúde, realizada em convênio com o Ministério da Saúde. Nela foi analisada a percepção do estado de saúde e do estilo de vida da população brasileira. Outro foco do trabalho foram as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), que constituem o problema de maior magnitude nessa área no país e respondem por mais de 70% das causas de morte no Brasil.
 
De acordo com o documento, elas têm forte ligação com fatores de risco, como o consumo abusivo de álcool, o excesso de peso, os níveis elevados de colesterol, o tabagismo, o baixo consumo de frutas e verduras e o sedentarismo, o que, inclusive, já foi demonstrado por diversos estudos científicos. E, por isso, o monitoramento desses itens é primordial para a definição de políticas de saúde voltadas para a prevenção desses males. Além disso, as suas páginas contaram com um levantamento das 11 principais DCNT, que têm respondido por um número elevado de falecimentos antes dos 70 anos de idade e a perda da qualidade de vida de muitas pessoas. Veja quais são:

Hipertensão arterial
Conhecida também como pressão alta, ela á um importante fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e é considerada um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. A proporção de indivíduos maiores de 18 anos que relataram ter recebido esse diagnóstico durante a pesquisa foi de 21,4%, o que corresponde a 31,3 milhões de pessoas.
 
Diabetes
Trata-se de um transtorno metabólico provocado por hiperglicemia, em outras palavras, o excesso de açúcar no sangue, que acontece quando a insulina, hormônio responsável pela entrada da glicose nas células, é insuficiente (diabetes do tipo 1) ou tem sua ação dificultada pelo excesso de peso (diabetes do tipo 2). A Pesquisa Nacional de saúde estimou que 6,2% da população acima de 18 anos de idade ou mais sofrem com o problema, o equivalente a 9,1 milhões de pessoas.
 
Colesterol alto
Provocado principalmente por causa do consumo exagerado de gorduras, esse problema aumenta o risco do surgimento de doenças cardiovasculares. O levantamento apontou que 12,5% dos brasileiros maiores de idade, porcentagem que corresponde a 18,4 milhões de pessoas, já receberam o diagnóstico desse mal.
 
Asma
Caracteriza-se por uma inflamação crônica que afeta as vias aéreas e compromete também os pulmões. Ela provoca falta de ar, tosse seca e sensação de pressão no peito e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, ocupa o primeiro lugar na prevalência das doenças respiratórias crônicas no mundo. No Brasil 4,4% das pessoas com 18 anos ou mais afirmaram sofrer com o mal (6,3 milhões), de acordo com o IBGE.
 
Doenças cardiovasculares Elas são a principal causa de morte no Brasil e, apesar da mortalidade provocada por elas ter diminuído nos últimos anos, esses problemas, que têm como principais fatores de risco o tabagismo, o sedentarismo e o consumo abusivo de álcool e de alimentos riscos em gorduras e calorias, ainda geram os maiores custos relacionados a internações hospitalares. Na pesquisa, 4,2% da população adulta, o que corresponde a 6,1 milhões de pessoas, já haviam recebido esse diagnóstico.
 
Acidente vascular cerebral
Essa é uma das principais causas de mortes e incapacidade no mundo e é caracterizado por um entupimento ou rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro, provocando dor de cabeça, perda de visão, instabilidade e paralisia, entre outros sintomas. De acordo com o levantamento feito pelo IBGE, 1,5% dos brasileiros maiores de idade, o que corresponde a 2,2 milhões de pessoas, referiu diagnóstico desse problema, que também é conhecido como AVC e derrame.
 
Problemas crônicos de coluna
As dores e os problemas muscoesqueléticos, tendo como foco mais comum a região lombar, acometem uma grande parcela da população e provocam um forte impacto econômico e na qualidade de vida dos pacientes. Aproximadamente 27 milhões de pessoas com 18 anos ou mais (18,5%) contaram que sofrem com esse tipo de quadro durante a pesquisa.
 
Distúrbios Osteomoleculares relacionados ao trabalho
Conhecidos como DORT, eles são caracterizados como quadros dolorosos e prejudiciais causados pelo uso excessivo de alguma parte do sistema musculoesquelético, geralmente resultante de atividades ligadas ao trabalho. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, 2,4% dos brasileiros (3,5 milhões) maiores de idade relataram já ter recebido um diagnóstico desse problema.
 
Depressão
É um distúrbio afetivo que tem como principal sintoma a tristeza profunda e prolongada, muitas vezes sem causa aparente. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a depressão é o principal item na carga global de doenças do mundo. Por aqui a estimativa é que ela acometa 7,6% das pessoas com 18 anos ou mais, o que representa 11,2 milhões.
 
Insuficiência renal crônica
Uma pessoa recebe esse diagnóstico quando sofre uma lesão nos rins ou uma redução na função desses órgãos por três meses ou mais, independente de qual tenha sido a causa do quadro. Cerca de 1,4% (2,05 milhões) dos brasileiros maiores de idade reportaram essa doença, que pode envolver dieta , medicamentos e hemodiálise no seu tratamento, durante o levantamento.
 
Esse é o nome dado para um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células que invadem os tecidos e os órgãos. Como se dividem rapidamente, elas tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, provocando problemas em várias partes do corpo e levando a formação de tumores malignos que podem ainda se espalhar por outras regiões do organismo. A estimativa da pesquisa é que 1,4% (2,7 milhões) dos brasileiros adultos já tenham ouvido esse diagnóstico.
 
Terra

App para celular indica se você está com mau hálito

Reprodução
Aparelho chamado Mint é capaz de detectar mau hálito e níveis de hidratação do corpo com uma simples assoprada
 
Se você vive com medo de não perceber que está com mau hálito, seus problemas estão com os dias contatos. Deve chegar em breve ao mercado um pequeno dispositivo portátil para ser acoplado a qualquer smartphone, capaz de detectar a halitose.
 
O aparelho, chamado Mint, está sendo desenvolvido pela empresa Breathometer que ganhou destaque na mídia há algum tempo por lançar outro dispositivo semelhante capaz de medir a quantidade de álcool presente no sangue do indivíduo.
 
No caso do Mint, a pessoa terá que conectá-lo ao aparelho celular e baixar um aplicativo (que funciona em Android e iOS). Feito isso, ela deverá respirar (assoprando) dentro do dispositivo que irá mandar as informações para o aplicativo analisá-las. Ainda será possível saber como está a hidratação do seu corpo e receber recomendações com base nos resultados.
 
O Mint está com previsão de lançamento para agosto desse ano e deve chegar ao mercado custando 90 dólares.
 
Confiável, mas não muito
Embora esse produto traga o benefício de se conseguir um rápido informativo sobre a qualidade do hálito, o dispositivo é visto com desconfiança por alguns profissionais.
 
“Já existem outros aparelhos portáteis no mercado que também funcionam como medidores de hálito que não são confiáveis, pois eles captam mais o mau  hálito momentâneo, adquirido pelo uso de bebidas alcoólicas ou a ingestão de alimentos com cheiro muito forte como alho e cebola, por exemplo”, diz Jacqueline Chaves Duarte, dentista especializada no diagnóstico e tratamento da halitose, da clínica Hálito Puro.
 
Para ela, um bom diagnóstico precisa de uma série de informações que vão além de uma simples assoprada em um dispositivo. “É necessário fazer uma pesquisa bem feita e um exame clínico preciso, alem da identificação de todas as causas do mau hálito para que o tratamento possa ser bem sucedido”, diz a especialista.
 
Para isso existem outros tipos de aparelhos, não portáteis e que só são manuseados por profissionais capacitados dentro dos consultórios, que medem a halitose com mais precisão, como é o caso do Halimeter e do Oral Chroma.
 
Superficialidade útil
Já para Romero Forato, também dentista especialista em halitose, se a pessoa entender que esse dispositivo não substitui uma consulta com um profissional, nem revela resultados completos, ele pode ter sua utilidade. “Se o paciente só estiver interessado em saber como está o seu hálito naquele momento porque vai entrar em uma reunião ou encontrar uma pessoa especial, esse Mint pode ajudar sim. Mas é preciso saber que seus resultados são meramente superficiais e sem validade médica”, diz o especialista.
 
Terra

Pesquisa colombiana descobre planta eficiente no tratamento da hipertensão

Um estudo feito pelo laboratório fitoterápico Aral Thel em parceria com a Universidade do Quindío indica que uma espécie de planta colombiana pode ser eficiente no tratamento da hipertensão
 
Há três anos, o Aral Thel, instalado na cidade de Calarcá, se juntou com a universidade para desenvolver a pesquisa, apoiada também pelo Departamento Administrativo de Ciência, Tecnologia e Inovação (Colciencias).
 
A planta foi descoberta pelo laboratório através de pesquisas sobre espécies nativas, realizadas há 25 anos e partir das quais a companhia desenvolveu remédios também à base de frutas e verduras.
 
Essa planta pode representar uma nova alternativa no tratamento da hipertensão, que mata 9,3 milhões de pessoas por ano no mundo. No entanto, a toxicidade da espécie ainda está sendo testada.
 
A empresa preferiu manter o nome da planta em sigilo até o final da pesquisa, a fim de preservar o segredo industrial.
 
"Inicialmente descobrimos que a planta tem uma ação importante contra a hipertensão e pode até superar os remédios mais usados no tratamento dessa doença", declarou à Agência Efe Lucena Bustamante, diretora-executiva do Aral Thel.
 
"Se os testes comprovarem que a planta não é tóxica, poderemos propor sua inclusão no vade mecum colombiano e avançar na obtenção do primeiro extrato natural contra a hipertensão", afirmou Lucena.

O laboratório produz extratos, geleias e xaropes para o tratamento de lúpus, psoríase, dores de cabeça, fibromialgia, artrose, cardiopatias, artrite, psicose, doenças autoimunes, infecções pulmonares, renais e circulatórias, entre outras doenças.
 
"A união bem sucedida entre uma empresa e uma universidade é possível. A riqueza da flora da Colômbia pode ser aproveitada com toda segurança, há uma quantidade enorme de elementos medicinais ainda desconhecidos", afirmou a diretora-executiva sobre a possibilidade de um resultado positivo da pesquisa.
 
Em 2009, o Aral Thel se tornou o segundo laboratório fitoterápico certificado pelo Instituto Nacional de Vigilância de Remédios e Alimentos (Invima). Atualmente, a empresa comercializa seus produtos em todo o país e, em 2014, fechou o ano com um faturamento de cerca de R$ 1,9 milhão.
 
Com capacidade de produção de 25 mil medicamentos mensais, a companhia prevê um plano de expansão para 2016, quando pretende iniciar as primeiras exportações para os países vizinhos.
 
A diretora-executiva disse ter interesse em exportar para o Peru, por exemplo, mas afirmou que a companhia ainda está se preparando para este passo, porque para isso, "é preciso ter segurança sobre a capacidade, disponibilidade e qualidade das matérias-primas".
 
Segundo Lucena, o principal objetivo da Aral Thel é investir em novas pesquisas que possibilitem o desenvolvimento de medicamentos eficientes no tratamento de doenças crônicas.
 
EFE / Terra