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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Consumidores reclamam do aumento nos preços dos medicamentos

Reajuste máximo permitido aos fabricantes é de 7,7%. Mais de 9 mil medicamentos foram reajustados
 
Além dos reajustes no preço da gasolina, aumento nos preços dos pescados, o consumidor tocantinense terá que conviver também com mais um aumento: nos preços dos medicamentos. Neste ano mais de 9 mil medicamentos sofreram reajustes e os consumidores reclamam dos novos valores.
 
Para muitas pessoas que precisam comprar medicamentos todos os dias, o aumento tem começado a pesar no bolso como a da aposentada Maria Assunção. "São muitas coisas a pagar e preciso do medicamento todos os meses e por isso os 7% fica muito caro", afirma a aposentada.
 
De acordo com a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), o ajuste fixado foi fixado em 7,7% o ajuste máximo permitido aos fabricantes. "É um ajuste esperado, todo ano, assim como o que aconteceu com a gasolina. Infelizmente a medicação não é diferente", lembra a farmacêutica Alynne Faleiro.
 
Segundo a representante do Conselho Regional de Farmácia (CRF-TO), Marcia Germana Alves, os grupos de medicamentos mais regularizados à venda, terão aumento menor, em torno de 3%, visto que estes já tem um auto custo.
 
G1

Pacientes da rede particular também podem retirar medicamento de graça

Conheça como funcionam os procedimentos e oriente seus clientes

Muitas pessoas sabem que podem ter acesso a medicamentos gratuitos em farmácias vinculadas ao programa Farmácia Popular. O benefício vale para qualquer pessoa, inclusive para aquelas que receberam a prescrição de um médico particular, que não atua no Sistema Único de Saúde (SUS).
 
O procedimento é explicado pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.
 
“Para ter acesso ao Farmácia Popular, a pessoa precisa ter uma prescrição de um médico. Ela pode ter a prescrição desse médico em uma unidade do SUS ou em um serviço particular que ela procure, desde que haja uma prescrição e um receituário dentro do padrão. As pessoas podem receber esse medicamento de forma gratuita, ou na própria unidade de saúde do SUS que ela se receitou, ou ela pode buscar em uma farmácia privada que seja conveniada.”
 
O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Jarbas Barbosa, explica que, para retirar os medicamentos em uma das unidades credenciadas, basta apresentar o documento de identidade, CPF e receita médica dentro do prazo de validade de 90 dias.

O Fluminense / Guia da Pharmacia

Justiça interdita cadeia no Ceará devido a casos de meningite

Foto: Reprodução
A juíza Mônica Lima Chaves, da 1ª Vara da Comarca de Aquiraz, determinou ontem (5) a interdição da cadeia pública do município, que fica na Região Metropolitana de Fortaleza. O motivo é o registro de pelo menos cinco casos de meningite entre os detentos desde a última sexta-feira (3)
 
De acordo com o diretor da 1ª Vara, Paulo Pedrosa, o primeiro preso diagnosticado com a doença foi encaminhado para o Hospital São José, em Fortaleza, especializado em doenças infecciosas.
 
A Secretaria da Saúde do estado informou que, para bloquear a transmissão da doença, iniciou a medicação em presos e agentes penitenciários que mantiveram contato com a pessoa infectada. Ontem, mais quatro casos foram diagnosticados e os presos internados no hospital.
 
Embora a Secretaria da Saúde tenha falado em cinco casos de meningite, Pedrosa disse que os médicos descartaram a doença com base nos exames preliminares feitos em um dos presos.
 
Pela decisão judicial, a Cadeia Pública de Aquiraz não pode receber mais nenhum detento até que as autoridades sanitárias do estado verifiquem que não existe mais possibilidade de transmissão da doença.
 
Segundo o diretor da 1ª Vara, a unidade tem capacidade máxima para 52 detentos, mas está hoje com 105. Desses, cinco cumprem pena em regime semiaberto. No entanto, devido aos casos de meningite, eles ficarão em regime fechado por tempo indeterminado. As visitas também foram suspensas.
 
Agência Brasil

CFF publica nº 1/2015 do periódico Infarma

O volume 27, edição nº 1, de 2015, do periódico “Infarma – Ciências Farmacêuticas” está disponível no site revistas.cff.org.br.
 
A edição conta com artigos como: “Uso de fármacos psicotrópicos por profissionais da saúde atuantes da área hospitalar”, de Ana Paula Helfer Schneider e Patrícia Gens Azambuja; “Identificação bacteriológica em banheiros de Unidades Básicas de Saúde de municípios do Noroeste Paulista, Brasil”, de Cátia Rezende, Thais Marangoni Arantes e Nádia Rulli Rosa.
 
No sentido de democratizar o acesso à informação, o conteúdo do periódico Infarma é livre para leitura. Para o envio de artigos à submissão da Comissão Editorial, o usuário deve se cadastrar no site revistas.cff.org.br.
 
O cadastro permitirá, além da submissão “on line” de artigos, que o usuário acompanhe, em tempo real, todos os estágios da análise de sua publicação e receba, via e-mail, as informações referentes ao periódico.
 
Thomson Reuters – A partir dessa edição (V. 27 n. 01 de 2015), o periódico Infarma está sendo avaliado pela Thomson Reuters, uma agência de notícias multinacional, fundada em Toronto (Canadá) e considerada a maior fonte mundial de informação inteligente para empresas e profissionais.
 
CFF

Diretoria da Anvisa aprova audiência pública sobre rotulagem de alergênicos

A Anvisa irá realizar uma audiência pública para discutir a rotulagem dos alimentos alergênicos. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (02/04) pela Diretoria Colegiada da Agência. A previsão é de que a reunião ocorra até o início do mês de maio
 
A necessidade de realização de um encontro com cidadãos, representantes da Agência e dos diversos setores sociais foi ressaltada pelo relator da proposta de regulamento, diretor Renato Porto. Segundo ele, o assunto é de difícil normatização, sobretudo porque a alegação de existência de alergênicos em alimentos deve ser extremamente precisa.
 
“À primeira vista, parece que é só colocar a informação no rótulo. Mas é algo muito mais amplo. Serão realizadas mudanças nos processos produtivos. Além disso, é essencial assegurar que será possível fazer a análise laboratorial dos alimentos de forma a comprovar ou não a presença do alergênico”, sintetiza.
 
A Agência focou a regulamentação nas alergias, que provocam reações severas, como choque anafilático. Por isso, o texto prevê regras para as oito principais categorias de alimentos alergênicos: leite, ovos, amendoim, nozes, trigo (incluídos o centeio, aveia e cevada), crustáceos, peixes, soja e também para o látex natural, que está presente em luvas de manipulação e embalagens de alimentos.
 
Audiência
De acordo com Renato Porto, a audiência pública será essencial para que a Agência compreenda as perspectivas e ambições sociais. Para o Diretor, a reunião será o momento de explicar para a sociedade todo o escopo e alcance da norma.
 
A necessidade da audiência pública também foi defendida pelos outros Diretores da Instituição. José Carlos Moutinho e Ivo Bucaresky discutiram o uso de ferramentas tecnológicas e mídias virtuais para a transmissão da reunião.
 
Já Diretor-Presidente, Jaime Oliveira, destacou o interesse da população no tema. Isso porque o número de participantes na Consulta Pública sobre a rotulagem de alimentos alergênicos, realizada entre junho e agosto de 2014, foi superior à soma dos participantes das 32 consultas públicas feitas ao longo de 2013.
 
Números
A Consulta Pública sobre rotulagem de alergênicos em alimentos bateu recordes de participação em comparação às demais consultas públicas realizadas pela Anvisa. No total, 3.531 participantes enviaram 5.475 contribuições. Dessas propostas, 96,5% foram de pessoa física. A maior parte dos participantes – 41,26% - soube da Consulta por meio de amigos ou colegas de trabalho.
 
Outro aspecto relevante da Consulta é em relação ao que os contribuintes pensam da medida proposta pela Anvisa: mais de 97% dos participantes acreditam que o novo regulamento trará impactos positivos em suas rotinas e atividades.
 
ANVISA