Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



terça-feira, 7 de abril de 2015

Medicamento Cetomed tem lote suspenso por apresentar resultados insatisfatórios

Estão suspensas a distribuição, comercialização e uso do lote 1308660 do medicamento Cetomed 200 mg (cetoconazol) comprimido fabricado pela Cimed Indústria de Medicamentos Ltda.
 
A medida se deve ao Laudo de Análise Fiscal de contraprova emitido pela Fundação Ezequiel Dias de Minas Gerais (Funed) que confirmou o resultado insatisfatório obtido na análise inicial e no ensaio de determinação de Peso Médio.
 
A empresa está promovendo o recolhimento do estoque existente no mercado.
 
A medida está na Resolução nº 1020, publicada nesta segunda-feira (6/4) no Diário Oficial da União (DOU).
 
 
ANVISA 

Anvisa confirma suspensão de soro da Deshydrater

A Anvisa determinou suspensão da distribuição, comercialização e uso do lote 1/2 124 do medicamento Solução Fisiológica de Cloreto de Sódio A 0,9% fabricado pela Indústria de Produtos Naturais Deshydrater Ltda.
 
O medicamento já estava interditado desde 9 de dezembro do ano passado. A decisão de suspensão foi tomada tendo em vista que a empresa não apresentou recurso contra a interdição inicial.
 
De acordo com o Laudo de Análise Fiscal emitido pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), ainda no ano passado, o produto apresentou resultado insatisfatório no ensaio de análise de aspecto para o lote.
 
A investigação realizada pela empresa concluiu que os frascos expostos foram contaminados por fungos no local de armazenamento das embalagens.
 
A medida está na Resolução nº 1019, publicada nesta segunda-feira (6/4) no Diário Oficial da União (DOU).
 
 
ANVISA 

Vitamina D: cuidado com o excesso

Fundamental para a saúde óssea, a vitamina D se consumida em excesso pode ocasionar atrapalhar (e muito) a vida de um atleta – Foto: ShutterstockFundamental para a saúde óssea, a vitamina D se consumida em excesso pode atrapalhar a vida do atleta. Veja porque
 
O sol é o maior provedor de vitamina D e os outros 10% são obtidos pelo consumo de alimentos, como por exemplo, a gema de ovo, o fígado de bacalhau, a sardinha, o atum e o salmão. Ela é fundamental para a saúde óssea, pois auxilia na absorção do cálcio, reduz o risco de fraturas e fortalece o sistema autoimune de um atleta. Em contrapartida, o excesso dessa vitamina pode acarretar sérios problemas ao organismo, como o derrame e o infarto.
 
Recentemente, pesquisadores da Universidade de Copenhagen, analisaram o excesso de vitamina D e as taxas de mortalidade em, aproximadamente, 250 mil pessoas, durante sete anos. O estudo revelou que o nível ideal de vitamina D no organismo está em torno de 70 nanomol por litro de sangue. Se o nível está abaixo de 50 ou acima de 100 nanomol por litro, há maior relação com a incidência de mortes. Por exemplo, acima de 100, o risco de ocorrer derrames ou infarto é maior. Portanto, a quantidade de vitamina D não pode ser nem muito alta, nem muito baixa.
 
Segundo a nutricionista Tais Sant´Anna, especializada em suplementação nutricional pela Universidade de São Paulo, o consumo em excesso de vitamina D pode também sobrecarregar os rins, pois há um aumento de absorção de cálcio. Com isso, essa concentração elevada no sangue pode levar a calcificação de alguns tecidos, dentre eles o rim podendo até levar a perda de suas funções.
 
Como 90% da obtenção de vitamina D vem do sol, é indicado se expor de 15 a 20 minutos, por dia, sendo isso o suficiente para obtenção necessária de vitamina D diária. Como os atletas enfrentam provas embaixo de muito sol, é importante utilizar filtro solar, pois ele inibe a retenção da substância. Além disso, deve-se ter o cuidado com a quantidade ingerida de suplementos alimentares que contêm a vitamina D. O mais indicado é consultar um médico para verificar se há ausência ou excesso dessa substância no organismo, para assim, fazer uma dieta alimentar mais adequada.
 
(Fonte: Tais Sant´Anna, nutricionista da Clínica Vivere Sanus e especializada em Suplementação Nutricional pela Universidade de São Paulo (USP) e Portal da Universidade de Copenhagen)
 
Prologo.ativo

20% dos pacientes com câncer morrem por desnutrição severa

“É um estado irreversível de desnutrição que não tem uma única causa”, explica especialista sobre a caquexia
Thinkstock/Getty Images
“É um estado irreversível de desnutrição que não tem uma única
 causa”, explica especialista sobre a caquexia
A desnutrição aguda causada por consequências do tumor é chamada de caquexia; especialistas pesquisam uma molécula que poderia impedir o processo de perda de peso e músculos
 
De acordo com dois estudos relacionados e divulgados nesta segunda-feira (06), 20% dos pacientes com câncer não morrem em decorrência de complicações do tumor, mas sim de caquexia, uma espécie de desnutrição grave. Não é possível prevenir essa condição, mas especialistas em nutrição lutam para tratar precocemente o paciente e nutri-lo para que um evento mais grave não aconteça.
 
“Muitos pacientes com câncer não morrem por causa pela doença, mas por causas além, por mudanças sistêmicas no corpo todo que são induzidas por esses tumores. Um dos piores efeitos é a caquexia, que é o maior obstáculo no tratamento do câncer”, diz, em comunicado, David Bilder, biólogo da Universidade de Califórnia, um dos autores dos estudos que foram publicados no periódico Developmental Cell.
 
Estudando uma mosca de frutas, os pesquisadores descobriram uma molécula secretada em tumores e que causa essa perda de gordura, músculos, proteínas e ovários – órgãos que estocam energia em forma de lipídios – e estão esperançosos com a versão da molécula em mamíferos, que envolve o fator de crescimento da insulina, uma proteína chamada IGFBP.
 
“Os humanos têm várias IGFBP, e estudos apontam para um novo mediador de caquexia, que levaria ao desenvolvimento de novas terapias”, diz David Bilder. “Se essas IGFBP específicas pudessem ser identificadas como aquelas que provocam a caquexia em certos tipos de tumores, bloqueá-las poderia oferecer um tratamento mais direcionado do que administrar insulina sistemicamente, ação em que há risco de estimular o crescimento do tumor”, diz.
 
Entenda a desnutrição grave causada pelo câncer
Segundo a presidente do comitê de nutrição da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral, Maria Emília Fabre, essa desnutrição é causada por alterações metabólicas produzidas pelo câncer, pelas reações inflamatórias do corpo tentando se defender do tumor e por uma série de efeitos colaterais provocados pelo tratamento, seja ele cirúrgico ou quimioterapia e radioterapia.
 
A síndrome se caracteriza por um consumo muito intenso de tecidos muscular e gorduroso, levando à perda de peso, anemia e outras alterações metabólicas e até mesmo da defesa do organismo. Na desnutrição comum, a gordura é queimada, mas o músculo esquelético é mantido. Já na caquexia, os dois são prejudicados seriamente.
 
“É um estado irreversível de desnutrição que não tem uma única causa, não é só pela falta de apetite”, explica.
 
Justamente para evitar que chegue nesse estágio irreversível, especialistas em nutrição lutam, com as armas que têm em mãos atualmente, para diagnosticar o problema precocemente e evitar a desnutrição. “Há meios de amenizar a perda de peso do paciente, formas de fazer com que ele não tenha perca massa muscular”, explica Ana Carolina Cantelli, nutricionista do Hospital A.C. Camargo Cancer Center.
 
Esses meios começam com a tentativa de acabar com as náuseas causadas pela quimioterapia. Além disso, há as lesões dolorosas na boca que desestimulam a mastigação. Pode, também, haver diarreia durante o tratamento. Quando os esforços para evitar e curar esses problemas não funcionam, os aditivos entram em cena. “Às vezes, usamos suplementos nutricionais – que são totalmente diferentes daqueles suplementos de academia”, conta ela.
 
Esses complementos alimentares com mais calorias e proteínas podem ser adicionados à alimentação, de forma líquida ou em pó. “Em alguns casos, o paciente não consegue atingir a necessidade calórica e proteica por um período, mesmo usando os suplementos”, diz Ana Carolina. Dependendo da localização do tumor, a alimentação via oral fica prejudicada, logo os nutricionistas elaboram a alimentação via sonda. Se, mesmo assim não der certo, é usada a nutrição parenteral, injetada diretamente na veia.
 
“É uma solução que inclui vários nutrientes e proteínas já quebradas, que chamamos de aminoácidos. É uma composição de carboidratos, vitaminas, minerais e gorduras que já vem pronta para ser absorvida sem passar por nenhum processo de digestão”, explica a nutricionista do A.C. Camargo.
 
iG

Fórum da Aliança para a Saúde Populacional discute a importância da tecnologia como estratégia de engajamento para a área de saúde

Evento que acontece no dia 9 de abril irá reunir profissionais do setor e conta com apoio da HBSIS
 

Desde 2014 a HBSIS, empresa especializada em tecnologia e que atua na área de medicina preventiva, é associada à Aliança para a Saúde Populacional (ASAP). Neste ano a companhia é uma das patrocinadoras do fórum que a entidade irá realizar em São Paulo (SP) no dia 9 de abril.

Com o tema Tecnologia em Saúde como Importante Estratégia para o Engajamento, o encontro pretende reunir profissionais do segmento para discutirem os rumos da gestão de saúde populacional. Palestras, debates e apresentação de cases de sucesso fazem parte da programação.

O evento reúne importantes nomes relacionados ao mercado de saúde, que irão apresentar as suas ideias. Entre eles estão Kaveh Safavi (CEO da Global Health – Accenture), Paulo Marcos Senra Souza (Presidente do Conselho de Administração da ASAP) e Alberto Leite (CEO do Grupo Cboard S.A, empresa dona das empresas Healthers, Samplex e Visual Software). As inscrições podem ser efetuadas através do site www.rdeventos.com.br/ev2015/forumasap2015/

HBSIS e ASAP
O aumento da expectativa de vida dos brasileiros é um dos fatores que trazem à tona a importância de se repensar a saúde brasileira. E este é um dos objetivos da ASAP, entidade brasileira que reúne empresas do setor para estudar e buscar novas soluções para o atendimento à saúde populacional. Em 2014, a entidade ganhou uma nova associada, a HBSIS, empresa catarinense de tecnologia da informação que atua no setor de medicina preventiva desde 2008 através do HB.Prever.

O software da HSBIS é voltado às operadoras de planos de saúde e demais companhias que buscam mensurar de forma assertiva as ações de prevenção de riscos e promoção da saúde. Através do HB.Prever é possível também monitorar os índices dos pacientes e propor novas atividades para cada grupo cadastrado.

Sobre a HBSIS
Focar os profissionais nas decisões e estratégias de negócios, deixando que a tecnologia faça seu papel no processo de controle e monitoramento de informações. Este é o objetivo da HBSIS, empresa de Blumenau (SC) especializada em soluções de TI. Hoje são cerca de 275 profissionais atuando nos produtos HB.Prever (solução para a área de saúde), HB.Conselhos (solução para a área de conselhos profissionais), HB.MDM (solução para a área de logística e distribuição) e Outsourcing de TI.

Sabrina Hoffmann
Melz Assessoria de Imprensa
(47) 3340-2205 | (47) 3336-0231 | (47) 9246-7215
sabrina@melz.com.br