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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Quatro curiosidades sobre a gelatina

É um alimento de origem animal
Engana-se quem pensa que trata-se de uma sobremesa simpática aqueles que seguem uma dieta vegana, ou seja, que boicotam alimentos de origem animal. A gelatina é obtida a partir do processamento da proteína de tecidos retirados da pele, dos ossos, dos tendões e das cartilagens de mamíferos.
 
Baixo valor nutricional
Com poucas calorias, livre de gorduras e, ocasionalmente, açúcares, a gelatina é utilizada por muitas pessoas para a perda de peso. No entanto, como seu valor nutricional também é praticamente nulo, ela não deve ser usada em dietas sem que esteja associada com outros alimentos naturais.
 
Boa para unhas, cabelo e articulações
Fonte de colágeno, queratina e outras proteínas, a gelatina previne dores nas articulações, combate a flacidez da pele e impede a deformação dos ossos. Além disso, fortalece cabelos e unhas, e auxilia na cicatrização do corpo.
 
Além de sobremesa, é um drinque popular
Durante a década de 1990, os EUA viram um ganho de popularidade da gelatina, especialmente a da marca Jelly-O, à medida que esta passou a ser utilizada junto com bebidas alcoólicas em festas, compondo um drinque conhecido como Jelly Shots.
 
O Globo

Vacinação da gripe começará em maio, com três semanas de atraso

Segundo o ministro da Saúde, a medida foi necessária para incorporar a proteção contra um novo tipo de vírus
 
Brasília - O ministro da Saúde, Arthur Chioro, anunciou nesta quarta-feira que a campanha de vacinação contra a gripe começará apenas em 4 de maio, com algumas semanas de atraso. A vacinação estava prevista para começar em abril, mas, segundo o ministro, foi preciso adiar o começo da campanha para que fosse incorporada a proteção contra um novo tipo de vírus em circulação no hemisfério Norte.
 
— Com relação à vacinação contra a gripe, este ano a data de lançamento está programada para o dia 4 de maio. Há um atraso de três semanas em relação ao ano anterior porque nós estamos incorporando a cepa do vírus da gripe do hemisfério norte. Nós temos essa, vamos dizer assim, vantagem em relação à Europa e os Estados Unidos porque a gente pega o rebote da epidemia de gripe que acontece no hemisfério norte. Então, o nosso produtor de vacina já incorporará a cepa e, portanto, começa o lançamento previsto para o dia 4 de maio — disse Chioro.
 
A informação foi dada pelo ministro em audiência na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Na audiência, ele voltou a negar irregularidades na vinda de profissionais cubanos para o Brasil por meio do programa Mais Médicos.
 
Em março, reportagem do “Jornal da Band” mostrou a gravação de uma reunião realizada no Ministério da Saúde em 2013 para tratar dos termos do acordo que viria a viabilizar o trabalho de médicos cubanos no Brasil. Segundo a reportagem, assessores ministeriais, entre eles três lotados no Ministério da Saúde, tiveram um encontro no qual discutiram estratégias para mascarar as cláusulas que atenderiam os interesses do governo de Cuba. Entre as táticas usadas estaria o uso da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para intermediar o acordo e, assim, driblar a legislação brasileira.

O Globo

Cemitério em SP será palco de palestra gratuita sobre luto nesta sexta-feira

A palestra será ministrada pelo psiquiatra José Anibal
Torri Franco, às 15h30, na capela do Cemitério da Consolação
Psiquiatra dá dicas de como trabalhar o lado emocional após perder alguém
 
A primeira edição da Virada da Saúde, evento realizado pela prefeitura de São Paulo até domingo (12), conta com a participação do Instituto Horas da Vida — entidade em que médicos e profissionais da saúde voluntários doam uma hora do seu trabalho para atender instituições sociais. Nesta sexta-feira (10), quem tiver interesse pode participar gratuitamente de uma discussão sobre luto.
 
A palestra será ministrada pelo psiquiatra José Anibal Torri Franco, às 15h30, na capela do Cemitério da Consolação. O médico vai falar sobre terapia e tratamentos para superar e trabalhar o emocional relacionado à perda de alguém próximo.
 
No sábado (11), o instituto em parceria com o HCor (Hospital do Coração) leva ao parque do Ibirapuera um curso prático de atendimento a parada cardíaca para crianças. A ideia é, de forma lúdica e por meio de bonecos, capacitar os pequenos para que saibam ajudar e buscar auxílio de um adulto em eventuais situações de emergência. O treinamento é gratuito e acontece entre 8h e 11h.
 
Além dessas atividades, no domingo (12), o Parque Ibirapuera (arena em frente à ponte de Ferro), também será palco de um mutirão da saúde das 9h às 16h. Promovido pelo Rotary Internacional, as pessoas que passarem por lá poderão medir gratuitamente o colesterol e a pressão arterial. Além disso, ainda terão a oportunidade de fazer avaliação bucal e oftalmológica, testes de glicemia, hepatite C, planta do pé (pisada) e receber orientação sobre depressão, estresse e prevenção de queimaduras.
 
R7 

10 de Abril: Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson

Crédito: Goa Novi
Crédito: Goa Novi
Se você fosse diagnosticado com Doença de Parkinson agora, como reagiria? 11 de abril é o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson e informar-se sobre essa e outras doenças comuns à sociedade pode ser fundamental para a busca de ajuda médica no tempo adequado e para a realização de um tratamento responsável
 
O Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson foi estabelecido pela Organização Mundial de Saúde, em 1998, e tem como objetivo esclarecer a doença e as possibilidades de tratamento para que o paciente e sua família tenham uma melhor qualidade de vida. O quadro foi identificado pela primeira vez, em 1817, por James Parkinson, que descreveu os principais sintomas da doença publicados no Ensaio sobre a Paralisia Agitante.
 
A Doença de Parkinson é caracterizada basicamente por tremor de repouso, tremor nas extremidades, instabilidade postural, rigidez de articulações e lentidão nos movimentos. Há também outros sintomas não motores, como a diminuição do olfato, distúrbios do sono, alteração do ritmo intestinal e depressão. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que aproximadamente 1% da população mundial com idade superior a 65 anos tem a doença. No Brasil, estima-se que 200 mil pessoas sofram com o problema. “Eu estava no escritório e senti o dedo da mão meio duro. Não estava conseguindo fecha o botão da calça direito. Tive quase todos os sintomas. Rigidez nas articulações, tremores e há alguns anos eu já conversava com a minha esposa que não estava mais sentindo o cheiro das coisas direito”, relata José Roberto, economista aposentado que teve o diagnostico para doença de Parkinson.
 
 
A cura ainda não foi alcançada, mas há estudos em nível experimental sobre outras alternativas de tratamento. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica do Sistema Único de Saúde para pessoas com Doença de Parkinson, publicado pela portaria nº 228, de 10 de maio de 2010, os medicamentos disponíveis no SUS para o tratamento são: Levodopa/carbidopa; Levodopa/benserazida; Bromocriptina; Pramipexol; Amantadina; Biperideno; Triexifenidil; Selegilina; Tolcapona e Entacapona. A escolha do medicamento mais adequado deverá levar em consideração fatores como estágio da doença, a sintomatologia presente, ocorrência de efeitos colaterais, idade do paciente, medicamentos em uso e seu custo.
 
Os medicamentos para Parkinson são disponibilizados gratuitamente pelo SUS através do Programa de Medicamentos Excepcionais. Confira mais no Departamento de Assistência Farmacêutica.
 
Pacientes com incapacidade funcional causada pelos sintomas parkinsonianos também podem se beneficiar de programas terapêuticos de reabilitação, envolvendo fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e suporte psicológico e familiar, buscando evitar e/ou retardar a perda de suas funcionalidade e habilidades motoras. Tais serviços são ofertados na Rede SUS, nos Centros Especializados em Reabilitação com modalidade de reabilitação física.
 
Moacyr Faustino, secretário da Associação Brasil Parkinson há 21 anos, fala sobre a importância de marcar esta data no calendário. “Aqui no Brasil nós temos cerca de 40 entidades. Neste sábado, nós estaremos no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, mostrando nosso coral, vamos fazer atividades físicas, expor nossas pinturas da oficina de arte, vai ter brinquedoteca, origami e diversas atividades para mostrar à população que, mesmo com a doença, a pessoa pode exercer muitas atividades por muitos e muitos anos”, ressalta.
 

Brasileira cria sensor que descobre câncer antes dos sintomas e sem biópsia

A descoberta da cientista brasiliense Priscila Monteiro Kosaka pode revolucionar o diagnóstico do câncer
Arquivo Pessoal: A descoberta da cientista brasiliense Priscila
 Monteiro Kosaka pode revolucionar o diagnóstico do câncer
Detectar um câncer antes mesmo de qualquer sintoma surgir, sem biópsia ou procedimentos invasivos, pode ajudar muito no tratamento da doença. Agora, os primeiros passos em direção a essa novidade foram dados por uma brasileira, a cientista brasiliense Priscila Monteiro Kosaka, 35 anos, doutora em Química e integrante do Instituto de Microeletrônica de Madri
 
Kosaka criou um sensor ultrassensível que descobre a doença a partir de um exame de sangue, usando uma técnica chamada de bioreconhecimento, que também poderá ser usada no diagnóstico de hepatite e Alzheimer.
 
Segundo ela, o sensor é inovador porque consegue detectar uma amostra muito pequena em meio a milhares de células, coisa que nenhum outro biomarcador conseguia até então.
 
Funciona como um mini trampolim, com anticorpos na superfície, que quando "captam" a presença do câncer na amostra de sangue reagem e se tornam mais pesados. O dispositivo faz com que haja uma mudança de cor das partículas. "A superfície do trampolim muda de cor e brilha muito, como se fosse uma árvore de Natal", explica.
 
O dispositivo possui uma taxa de erro de dois a cada 10 mil casos.
 
Fase de testes
Kosaka ressalta que a descoberta está sendo testada há quatro anos, mas ainda falta o teste com amostras de doentes e com biomarcadores de última geração. E antes de chegar ao mercado, é preciso baixar o seu custo. A previsão é de que isso só aconteça dentro de dez anos.
 
Mas a ideia é que o dispositivo tenha um custo acessível e seja utilizado por meio de exames de rotina, dispensando assim o procedimento da biópsia.
 
De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil tem 576 mil casos de câncer por ano. O câncer de pele do tipo não melanoma (182 mil casos novos) é o mais incidente na população brasileira, seguido pelos tumores de próstata (69 mil), mama feminina (57 mil), cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil), estômago (20 mil) e colo do útero (15 mil).

UOL