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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Cientistas brasileiros sugerem usar o açafrão contra o mosquito da dengue

Açafrão (Foto: Leon Botão/G1)
Condimento misturado à água eliminou larvas em experimento realizado. Propriedades fotodinâmicas naturais induzem reações tóxicas no mosquito
 
O corante extraído da raiz da cúrcuma, também conhecida como açafrão da Índia, pode ajudar a eliminar as larvas do mosquito transmissor da dengue, Aedes Aegypti, nos criadouros, concluiu uma pesquisa conduzida por cientistas brasileiros.
 
Os pesquisadores descobriram que o extrato possui propriedades fotodinâmicas naturais capazes de elevar a vulnerabilidade das larvas à luz e eliminá-las.
 
A investigação foi divulgada nesta semana pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), entidade pública que financiou o projeto.
 
O composto extraído da cúrcuma (Curcuma longa L.) foi testado com sucesso para eliminar as larvas do Aedes Aegypti em um experimento em São Carlos (SP) pelos especialistas do Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (Cenop).
 
"A curcumina, uma das substâncias que conferem a cor alaranjada ao açafrão da Índia, possui propriedades fotodinâmicas naturais que permitem que, com a exposição à luz, induzam a produção de espécies reativas de oxigênio, que são altamente tóxicas", explicou Vanderlei Bagnato, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do projeto.
 
Larvas sensíveis
O especialista explicou que as larvas do mosquito são muito sensíveis aos efeitos fotodinâmicos e que o corante se acumula no intestino do inseto após ser ingerido com a água onde o mosquito se reproduz. Quando a substância é ativada pela luz, induz à produção de moléculas que prejudicam de forma fatal os tecidos do aparelho digestivo dos mosquitos.
 
Os pesquisadores também avaliam com a empresa PDT Pharma a eficácia do corante de curcumina no combate aos fungos que provocam micoses de unha, descontaminação bucal e tratamento de úlceras venosas.
 
Os experimentos para provar a eficácia do extrato no combate à dengue até agora se limitaram ao laboratório. No entanto, o que já foi feito comprovou o efeito do tratamento fotodinâmico com o uso de luz solar, com o uso da luz branca comum e com luzes LED.
 
Luz solar contra o mosquito
A exposição à luz solar se mostrou até o momento a mais eficaz para o tratamento, já que 100% das larvas criadas em água com corante morreram ao serem expostas por duas horas ou mais à luz solar quando havia 15 microgramas de açafrão para cada mililitro de água.
 
O objetivo dos pesquisadores é determinar qual é a melhor concentração do extrato para o tratamento e se seu uso não tem impactos ambientais.
 
Até agora já foi comprovado que a exposição à luz solar por 24 horas degrada completamente o corante em derivados menores, cuja toxicidade ainda está sendo analisada, para garantir efeitos ambientais mínimos.
 
"Antes de levar a pesquisa para os criadouros naturais precisamos ter total certeza de que as substâncias resultantes da fragmentação fotoquímica são inofensivas a outros seres vivos, como algas, peixes, animais domésticos e humanos", segundo o pesquisador.
 
O açafrão de raiz ou açafrão da Índia é uma espécie amplamente utilizada na gastronomia do Oriente Médio e do Sul da Ásia, onde também a especiaria é conhecida por suas propriedades anti-inflamatórias.
 
G1

Aprovado nos EUA medicamento genérico para esclerose múltipla

A gigante farmacêutica suíça Novartis anunciou nesta quinta-feira que a Sandoz, subsidiária dedicada a medicamentos genéricos, obteve o sinal verde das autoridades de saúde dos Estados Unidos para uma versão genérica de um tratamento para a esclerose múltipla
 
A agência norte-americana que regula os medicamentos (Food and Drug Administration, a FDA) aprovou um medicamento da Sandoz chamado Glatopa, uma versão genérica do Copaxone 20 mg, um tratamento desenvolvido pelo grupo israelense Teva, afirmou a Novartis em comunicado.
 
O Glatopa, desenvolvido com a empresa de biotecnologia norte-americana Momenta, é a primeira versão genérica deste tratamento aprovada para formas reincidentes de esclerose múltipla.
 
"A Sandoz, com Momenta, se orgulha de ser a primeira empresa a receber aprovação da FDA para uma versão genérica substituível deste tratamento importante", disse Peter Goldschmidt, presidente da Sandoz EUA, em comunicado.
 
A esclerose múltipla é uma doença debilitante que afeta cerca de meio milhão de pessoas nos Estados Unidos, segundo a Novartis.
 
O Copaxone é o carro-chefe grupo israelense Teva, responsável sozinho por cerca de um quinto de sua receita.
 
O grupo israelense, conhecido como líder mundial em medicamentos genéricos, não poupou esforços para proteger a droga, centro de uma disputa legal com a Sandoz sobre a qual o Supremo Tribunal Federal dos Estados Unidos se pronunciou em janeiro.
 
Na Bolsa de Nova York, onde o grupo israelense é cotado, o título caiu 3,76%, a 63,49 dólares.
 
"A Teva reconheceu há algum tempo que uma versão genérica do nosso Copaxone 20 mg/mL poderia entrar no mercado e nós já trabalhávamos com isso", informou um porta-voz, procurado pela AFP.
 
O grupo lançou uma versão em 40mg, dizendo-se satisfeito com a aplicação e adoção pelos médicos.
 
AFP /UOL

Exames estão acabando com a medicina, reclamam médicos

Edson Lopes Jr./Divulgação
Mulher se submete a exame de mamografia em São Paulo, em foto de 2014
Outro dia, passei a tarde toda fazendo uma lista enorme de pedidos de exames; muito mais do que imaginei que os pacientes precisassem

Agora é isso que nós médicos fazemos no trabalho. As diretrizes exigem os exames, os pacientes esperam ser examinados; resultados anormais exigem mais medicamentos, e os medicamentos obrigam o paciente a fazer mais exames.

O resultado do dia: cinco horas, 14 pacientes razoavelmente saudáveis, 299 exames diferentes de exames funcionais e de sangue, três tomografias e um punhado de indicações a especialistas para a realização de ainda mais exames.

Os professores reclamam que a educação primária corre o risco de se transformar em um processo de educar para os exames. Eles protestam à medida que o conteúdo dos exames padronizados determina cada vez mais os conteúdos de sala de aula, fazendo com que o resultado desses exames seja usado para medir seu desempenho.

Nós entendemos sua dor: a medicina voltada para os exames é desalentadora.

Alguns exames médicos, como o de pressão sanguínea, são baratos e simples. Outros são caros e mais complicados, como mamografias e testes de várias moléculas do sangue que estão ligadas a uma série de doenças. Fazemos todos esses exames a intervalos regulares e, se deixamos de pedir algum, seja por acidente ou por escolha, os prontuários médicos eletrônicos nos cutucam impiedosamente a ponto de nos fazer desistir.

Como na educação, nosso comportamento voltado para os exames e seus resultados define cada vez mais nosso desempenho e, em um futuro próximo, é provável que nossa remuneração também dependa disso. Ainda assim, como todos os sistemas de controle de qualidade baseados em testes e exames, o nosso pode ser adulterado. Nossos exames também podem causar danos psicológicos desnecessários, além de danos físicos de tempos em tempos.

O mais preocupante é que pedir exames, procurar e interpretar os resultados e lidar com o ciclo infinito de exames repetidos para confirmar e esclarecer os resultados acaba por tomar boa parte do nosso tempo.

Tudo isso em nome de um tratamento igualitário e de boa qualidade, o que seria ótimo. Porém, quando você chega aos 50 anos de idade e eu não consigo convencer meus pacientes a fazerem colonoscopias ou mamografias indesejadas, isso significa que eu sou uma médica ruim? Se você chega aos 85 anos e eu consigo convencê-lo a tomar remédios para controlar a pressão, isso me torna uma médica boa?

Eu não sou a única que faz esse tipo de pergunta.

Uma equipe da Faculdade de Medicina de Dartmouth se especializou na análise crítica de nossa abordagem baseada em testes para ajudar a melhorar o tratamento dos adultos. Se você não tem certeza se deve fazer a mamografia, a colonoscopia ou o exame de toque para o câncer de próstata, esses caras são alguns dos culpados: eles demonstraram em diversas ocasiões que esses e muitos outros exames não melhoram a saúde de uma pessoa saudável, assim como as provas padronizadas nas escolas não melhoram a capacidade intelectual das crianças.

O Dr. H. Gilbert Welch, médico de Vermont que faz parte do grupo da Faculdade de Medicina de Dartmouth, acaba de publicar um livro que pode se tornar uma espécie de bíblia apara os médicos que não acreditam em tantos exames. O título do livro, "Less Medicine, More Health" (Menos medicina, mais saúde, em tradução literal), resume seu discurso: uma crítica pontual aos tratamentos médicos baseados em exames e no controle de qualidade.

Na medicina, "é muito difícil mensurar a qualidade real", afirmou Welch. "O que é fácil mensurar são quantas coisas os médicos estão fazendo". Fazer pedidos de exames constantes só gera dados. Por outro lado, deixar os pacientes saudáveis em paz não gera nada de tangível; nenhum número, nenhum dinheiro que possa ser avaliado ao longo do tempo.

Welch destaca que médicos se tornam médicos porque sabem fazer provas e exames, o que significa que sabem como se comportar em um universo voltado para os exames. Se eles forem avaliados pelo número de exames que pedem para os pacientes, os médicos vão pedir muitos exames, até mais do que as diretrizes sugerem.

Eles vão ter bons resultados na avaliação de qualidade, mas os pacientes podem não se sair tão bem. Até mesmo os exames mais seguros e incapazes de causar danos podem, dependendo das circunstâncias, levar a uma catástrofe.
Sim, estou falando de tirar a pressão ali na esquina. A ligação entre pressão sanguínea alta e uma série de doenças é inegável, e os medicamentos utilizados para controlar a pressão estão entre os mais baratos e seguros do mercado.

Ainda assim, conforme Welch destacou durante uma conversa recente, os sistemas que avaliam os médicos de acordo com a forma como a pressão sanguínea de seus pacientes é controlada quase sempre causam problemas. Médicos que são premiados por realizar muitos tratamentos provavelmente vão continuar a fazer isso, mesmo quando os benefícios começam a dar lugar aos danos.

É isso que parece acontecer com os idosos; pelo menos entre aqueles que evitam as complicações da pressão alta e não deixam de tomar seus remédios. Um estudo recente revelou que os pacientes de um asilo que tomavam dois ou mais medicamentos para controlar a pressão sanguínea obtinham resultados consideravelmente piores, com índices de mortalidade duas vezes maiores que o de seus colegas que não tomavam os medicamentos. Outro estudo envolvendo pacientes com demência que tomavam corretamente seus remédios para a pressão sanguínea, revelou que suas mentes se deterioravam muito mais rapidamente.

Ainda assim, nenhum sistema de controle de qualidade que eu conheça aprova o médico por tirar os medicamentos de um paciente idoso e fragilizado. Pelo menos não por enquanto. Quem sabe no futuro, não pedir exames e não prescrever remédios serão marcas tão claras de um bom tratamento médico, como o excesso de pedidos é hoje.

As crianças vão à escola para estudar, mas por que os adultos vão ao médico? Se estiverem doentes, eles querem melhorar. Porém, no caso de pacientes felizes e saudáveis, sejamos honestos: ainda não entendemos o que você está fazendo na sala de espera. E, por isso, oferecemos uma lista interminável de exames em troca.

The New York Times / UOL

Por que ainda não existe a pílula anticoncepcional masculina?

Empresa indiana fez pesquisas com contraceptivo para homens, mas especialista diz que dificilmente produto seria em forma de pílula
 
Desde a década de 1960, com a popularização da pílula anticoncepcional, em plena revolução feminista, as mulheres ganharam mais liberdade sexual. Mais de 50 anos depois, a discussão é outra: essa responsabilidade é só da mulher? Quando vai surgir a "pílula masculina"?
 
O médico Fernando Lorenzini, do Departamento de Reprodução Humana da Sociedade Brasileira de Urologia, explica que o funcionamento do sistema reprodutor masculino é completamente diferente do feminino, e uma comparação entre os dois não faz muito sentido – portanto, falar em "pílula masculina" é difícil:
 
– Uma pílula, ou qualquer tratamento via oral para homens, é muito improvável, porque os testículos produzem uma quantidade enorme de espermatozoides por dia. Portanto, zerar essa produção implica num tratamento muito rigoroso e com muitos efeitos colaterais indesejados. Na mulher, o bloqueio hormonal é diferente, mais simples – explica.
 
Quando se fala em anticoncepcional, o que vem à cabeça é a pílula, mas métodos anticoncepcionais existem muitos: camisinha, vasectomia e coito interrompido, para ficar só nos exclusivamente masculinos, são métodos difundidos para evitar a concepção. Mas, por enquanto, remédios que não permitam a produção de espermatozoides ainda não existem.
 
No entanto, há empresas ao redor do mundo que fazem pesquisas nesse sentido. A mais famosa delas é a Parsemus, uma fundação norte-americana sem fins lucrativos, que desenvolveu a Vasalgel, uma injeção que filtra o esperma na região dos testículos. A atuação da injeção no organismo seria através de polímeros que preenchem os canais deferentes, não permitindo que o esperma circule. Diferente de outros métodos, esse pode ser revertido com uma outra injeção, que libera os canais. A previsão é que o Vasalgel chegue ao mercado em 2017, mas o produto ainda está em fase de estudos – e os últimos resultados divulgados são de testes realizados há mais de 10 anos, de acordo com o Motherboard.
 
– É possível que uma injeção de longa ação, que tem a duração de três a seis meses, possa ser preferível para alguns homens e para os seus parceiros no longo prazo. Este tipo de contraceptivo hormonal masculino também está em desenvolvimento e os resultados desses tipos de injetáveis de ação longa parece muito promissor – disse a professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, Stephanie Page, em entrevista a ZH no final do ano passado.
 
Seja em 2017 ou num futuro mais distante, o medicamento contraceptivo masculino deve encarar o problema de uma maneira diferente da pílula feminina, já que anular a produção de espermatozoide requer um tratamento muito intenso. Enquanto isso, médicos recomendam diferentes tipos de métodos para evitar a gravidez:
 
– Depende de cada pessoa. Se o homem não deseja mais ter filhos, é possível fazer a vasectomia, que tem um pequeno índice de falha, e um índice de reversão que vai de 30% a 80%. Há a camisinha, que também é muito efetiva. O coito interrompido não é uma forma recomendada – avalia Lorenzini, citando as possíveis alternativas para contracepção masculina.
 
Zero Hora

HPV anal: tratamento envolve pomadas e cirurgia

Vírus HPV
Entenda a diferença deste para o acometimento genital e quais os cuidados

Por: Dr. João Ricardo Duda Coloproctologista - CRM 22961/PR
 
O Papiloma Vírus Humano (HPV) anal se manifesta por verrugas que acometem a região perianal, canal anal e região urogenital. A transmissão se dá por contato direto, seja por sexo oral, vaginal ou anal. Pode haver transmissão apenas por contato manual na região anal. A transmissibilidade é consideravelmente maior quando da presença das verrugas. Porém, há indivíduos com lesões subclínicas, as quais não são visíveis a olho nu, que também podem transmitir o vírus numa taxa de 25%. Compartilhamento de toalhas ou roupas íntimas podem também transmitir, porém, numa taxa infinitamente menor.
 
Além disso, o HPV vaginal ou peniano pode se tornar uma contaminação anal. A simples manipulação manual e com objetos podem "carregar" as lesões da região genital para a região anal, e vice-versa. Além disso, durante as relações sexuais há contato com secreções, objetos e mãos, podendo produzir esse tipo de transmissão.       
 
Na maioria das vezes, o sistema imune consegue combater de maneira eficiente esta infecção alcançando a cura, com eliminação completa do vírus, principalmente entre as pessoas mais jovens. Porém, quando há presença das verrugas, deve-se lançar mão dos tratamentos tópicos e cirúrgico o mais breve possível, bem como voltar a buscar terapêutica logo que se observe qualquer recidiva. Deve-se acompanhar o paciente com consultas e exames periódicos até se ter certeza que o tratamento foi efetivo e não há mais verrugas.                           
 
O tratamento do HPV anal não é diferente daquele aplicado nas outras regiões íntimas quando há apenas o acometimento da margem anal (região perianal). Quando as lesões acometem o canal anal e o reto distal, a preferência é pelo tratamento cirúrgico com remoção e eletrocoagulação das lesões de maneira direcionada e criteriosa, a fim de não se produzir estenose (estreitamento) anal, bem como para reduzir o índice de recidivas.
 
Nos casos de acometimento apenas da região perianal (margem anal) há inúmeros tratamentos, como a aplicação local de podofilina e do ácido tricloroacético, cremes imunomoduladores (Imiquimode, Cidofovir), injeção local de interferon alfa, crioterapia, laser e eletrocoagulação. Quando há o acometimento do canal anal e reto distal tenho preferência pelo tratamento cirúrgico com o eletrocautério, método mais utilizado pela maioria dos coloproctologistas.
  • Podofilina e ácido tricloroacético: agentes químicos aplicados sobre as verrugas. Apenas para a área externa. Alto índice de recidiva
  • Imunoterapia: a injeção intra-lesional do interfenon-alfa. Possui baixa taxa de recidivas, mas tem alto custo
  • Crioterapia: provoca dor e costuma necessitar anestesia. Alta taxa de recidivas e pouca efetividade no canal anal
  • Laser: além de mais caro, não ha nenhum estudo consistente que demonstre ser mais efetivo que a eletrocoagulação
  • Eletrocoagulação e Excisão Cirúrgica: consiste no tratamento padrão ouro para as lesões do canal anal (internas). Necessária anestesia local com sedação ou anestesia loco-regional (raquianestesia). Apresenta a menor taxa de recidivas.
 
Após o tratamento, é necessário adotar algumas medidas para que o HPV não retorne. Deve-se obrigatoriamente examinar o parceiro sexual, a fim de tratar eventuais lesões e evitar retransmissão.
 
O uso do preservativo (camisinha) pode não evitar a transmissão, pois pode haver verrugas na bolsa escrotal, vulva, boca e pubis. Os exames periódicos pelo coloproctologista ajudam a detectar recidivas precoces. Apesar de muito menos frequente que no colo uterino, o HPV também pode causar câncer do ânus.
 
Há especulações de que o uso de imunomoduladores tópicos (Imiquimode) após o tratamento cirúrgico possa contribuir para se evitar as recorrências, porém, sem ainda evidência científica. O mesmo ocorre com a vacina, atualmente indicada com maior grau de evidência apenas para aqueles que ainda não entraram em contato com o HPV.
 
Minha Vida