Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



domingo, 31 de maio de 2015

Turma da Pós-Graduação do Hospital Geral de Itapevi


Encerramento do módulo de Logística Hospitalar na Pós-Graduação
 em Administração Hospitalar da São Camilo no Hospital Geral de Itapevi
Maio/2015

sábado, 30 de maio de 2015

Os cânceres de próstata e de mama são mais parecidos do que se imagina

próstata
Ao contrário dos tumores da mama e ovário, em que as
mutações são tipicamente hereditárias, as alterações encontradas
 nos pacientes com câncer de próstata avançado surgem
espontaneamente durante o desenvolvimento da doença
Estudo realizado por pesquisadores dos Estados Unidos identificou mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, associados a tumores de mama e ovário, em um número significativo de pacientes com câncer de próstata
 
Pesquisadores encontraram mutações nos genes associados aos cânceres de mama e de ovário ( BRCA1 e BRCA2) em um número significativo de homens com câncer de próstata avançado. É o que diz um estudo publicado no periódico científico Cell.
 
Ao analisarem o DNA do tecido tumoral de 150 homens com câncer de próstata em estágio avançado, os estudiosos revelaram mutações destes genes em cerca de 15% dos casos. De acordo com os autores do estudo, essa é uma descoberta que pode conduzir a novos tratamentos para os homens com a doença. Estudos anteriores já haviam identificado a relação, mas em número muito inferior.
 
A descoberta sugere que cerca de 20% dos homens que pararam de responder ao tratamento convencional (terapia hormonal) podem ser candidatos para uma nova classe de medicamentos.
 
Os pesquisadores, no entanto, identificaram uma caracteristica especial nos tumores masculinos.
 
Diferentemente do que ocorre com os cânceres de mama e de ovário, quando as mutações dos genes BRCA1 e BRCA2 são tipicamente hereditárias, as mutações encontradas nos pacientes com câncer de próstata avançado surgem espontaneamente durante o desenvolvimento da doença.
 
"O passo foi grande, mas ainda são necessários estudos clínicos mais aprofundados para confirmar se as condutas médicas utlizadas com os homens serão as mesmas que hoje se aplica às mulheres", afirmou Charles Sawyers, presidente do Programa de Oncologia e Patogênese Humana do Centro de Câncer Memorial Sloan Kettering e um dos líderes do trabalho.
 
Veja

Mulher morre 1 semana após parto depois de placenta ser esquecida em sua barriga

Foto: Reprodução/Rede Record
Caso aconteceu em Cajuru, interior de São Paulo; jovem teve infecção generalizada
 
A jovem Isabela Gonçalves, 22 anos, morreu uma semana após dar à luz sua filha. De acordo com atestado de óbito, restos da placenta foram esquecidos dentro da barriga da dona de casa, o que teria provocado uma infecção generalizada. O caso aconteceu em Cajuru, interior de São Paulo.
 
Em entrevista à Rede Record, a tia de Isabela contou que, depois do parto, a sobrinha passou a sentir fortes dores na barriga, mas recebeu alta médica.
 
De acordo com familiares, a barriga de Isabela inchou tanto que parecia que ela carregava outro bebê.
 
De acordo com familiares, ela voltou ao posto de saúde e ao hospital duas vezes. No dia 22 de maio, ela ficou internada e não resistiu.
 
O marido ficou sabendo da morte da mulher quando levou a filha para visitá-la no hospital;
 
Em entrevista, o marido da vítima desabafou:

— O homem acabou com a minha vida e das minhas filhas. Isso não pode acontecer e não pode largar impune (sic).
 
Com o atestado de óbito, a família disse que irá procurar a Justiça e quer explicações da direção da Santa Casa, onde a criança nasceu.
 
R7 

Chupeta: o que todos os pais deveriam saber antes de oferecer ao seu filho

Para muitos papais e mamães, a chupeta é a salvação para
aquele choro aparentemente sem motivo, estridente ou para acalmar o bebê no
meio da madrugada. No entanto, na opinião dos especialistas ouvidos pelo R7 este apetrecho usado sem limites causa
mais prejuízos do que você imagina. Duvida? Então, resolvemos dar uma forcinha
e reunir as principais verdades (talvez você pudesse achar que fossem mitos)
sobre este objeto. Veja a seguirTexto e entrevistas: Fabiana Grillo, do R7Para muitos papais e mamães, a chupeta é a salvação para aquele choro aparentemente sem motivo, estridente ou para acalmar o bebê no meio da madrugada
 
No entanto, na opinião dos especialistas ouvidos este apetrecho usado sem limites causa mais prejuízos do que você imagina. Duvida? Então, resolvemos dar uma forcinha e reunir as principais verdades (talvez você pudesse achar que fossem mitos) sobre este objeto.
 
Confira:

A chupeta acarreta desmame precoce.

Verdade. Inúmeros estudos mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno e que a mesma acaba por ser um indicador de dificuldades da amamentação, enfatiza o pediatra Luciano Borges Santiago, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).
 
— O aleitamento materno influi diretamente na saúde do bebê e da mãe, assim qualquer objeto que atrapalhe a amamentação orientamos evitar.
 
O uso da chupeta não deve ser estimulado em qualquer faixa etária.
Verdade.
Para o odontopediatra Paulo César Rédua, presidente da ABO (Associação Brasileira de Odontopediatria), o uso de chupeta só é aceitável quando a necessidade de sucção do bebê não é saciada após o aleitamento materno.

— Algumas crianças não conseguem satisfazer o prazer de sugar apenas com a amamentação e para não ficar o tempo todo no peito da mãe usam a chupeta. Em outras situações, o objeto pode entrar em cena para aliviar cólicas, acalmar ou até relaxar o bebê na hora de dormir. Ela só vira vilã quando é usada com frequência.
 
O uso de chupeta pode deformar o rosto da criança.
Verdade. O uso prolongado de chupeta pode interferir no desenvolvimento da arcada dentária e, consequentemente, na formação óssea do rosto da criança. Além disso, o odontopediatra enfatiza que os dentes da frente podem nascer separados, dificultando a pronúncia de algumas sílabas.

Outro prejuízo citado pela fonoaudióloga Irene Marchesan, presidente da SBF (Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia) é que “o ato de sugar o tempo todo pode causar flacidez na musculatura da face e interferir na mastigação”

— A criança passa a preferir alimentos moles e pastosos.
 
A chupeta é tão prejudicial quanto o dedo.
Verdade.
Tanto a sucção do dedo quanto da chupeta está associada a alterações na arcada dentária, especialmente se a criança utilizá-la com alta frequência e intensidade. A diferença é que o dedo está disponível a qualquer momento tornando-se mais difícil a criança abandonar o hábito, reforça Irene.
 
A chupeta é um transmissor de doenças.
Verdade.
Os bicos da chupeta são habitados por uma legião de bactérias e vermes, deixando o bebê mais vulnerável a doenças e infecções. Segundo o pediatra da SBP, o uso do objeto está associado a maior chance de candidíase oral (sapinho) e verminoses, já que é quase impossível manter uma chupeta com higiene adequada.
 
A chupeta deve ser removida até os três anos de idade.
Verdade.
A recomendação é que a idade de três anos seja a época limite para o abandono da chupeta na vida da criança. A dica da fonoaudióloga é removê-la de uma única vez em uma data festiva, como aniversário, Páscoa ou Natal.

— A criança pode até chorar um ou dois dias, mas logo passa. Além disso, quanto mais velha ela for, mais difícil será abandonar o hábito.
 
A chupeta ortodôntica também prejudica a arcada dentária.
Verdade. A consequência negativa para a arcada dentária do uso prolongado da chupeta é o mesmo tanto com a ortodôntica quanto com a convencional, explica Rédua.

— A diferença é que a ortodôntica se assemelha ao bico do seio da mulher, pois é mais achatada para encaixar no céu da boca da criança.
 
Mergulhar a chupeta no mel ou em qualquer líquido adocicado aumenta o risco de cárie.
Verdade.
Para o presidente da ABO, esta atitude é totalmente condenada por dois motivos.

— Além de aumentar o risco de cárie, a chupeta com gostinho adocicado estimula a criança a ficar com o objeto mais tempo na boca, o que não é recomendado.
 
A chupeta altera a função da respiração.
Verdade.
Com o uso da chupeta, a criança passa a ter uma respiração pela boca, diminuindo a produção da saliva, que pode aumentar o risco de cárie. Além disso, o pediatra explica que a respiração oral eleva as chances de irritações da orofaringe, laringe e pulmões, que passam a receber um ar frio, seco e não filtrado adequadamente — funções exercidas pelo nariz.

— Outras consequências da respiração oral são as infecções de ouvido, rinites e dor de garganta.
 
R7         

Vulvoscopia: exame avalia presença de candidíase, HPV e outras doenças

Entenda quando teste é indicado e como ele é realizado
 
O que é?
Vulvoscopia é o exame da vulva, que consiste em avaliar as estruturas, pele e mucosas do órgão genital externo feminino. A vulva fica entre o púbis (região de pelos), a região perianal (próxima ao ânus), as pregas da raiz das coxas e a entrada da uretra e vagina.
 
Essa é uma área de transição da pele externa para a mucosa que reveste a vagina. As principais estruturas são: grandes e pequenos lábios, clitóris, glândulas de Bartholin e parauretrais. Esta região erógena é muito sensível, vascularizada e responsável por uma grande parte da sensibilidade na relação sexual. E, por apresentar todo esse contexto, pode ser também um grande depositário de problemas desta natureza.
 
Indicações
O exame é indicado para complementar a colposcopia (que avalia a vagina e colo do útero), a anuscopia (região anal), mas principalmente, para analisar com mais propriedade a região em casos de queixas das pacientes.
 
O melhor momento para a avaliação é quando o sintoma está presente. Assim como acontece na pele e demais mucosas do corpo, podemos ter inúmeros tipos de alterações e queixas nesta região. Entre elas estão: pruridos, feridas, dor, lesões bolhosas, verrugas, colorações anormais e etc.
 
Contraindicações
Não há contraindicações expressas para o exame de vulvoscopia, que inclusive pode ser feito durante a gravidez.
 
Preparo para o exame
Não há necessidade de qualquer tipo de preparo.
 
Como é feito
O exame da vulva é feito com o colposcópio, instrumento que permite visualizar com aumento da superfície da pele e mucosas. A vulvoscopia não é dolorida e pode ser feita em qualquer época da vida, inclusive na gestação. Pode-se usar alguns reagentes e corantes para contrastar e definir áreas de lesões para possíveis coletas de materiais e biópsias, de forma a fazer o diagnóstico mais preciso.
 
Resultados
Os sintomas avaliados durante a vulvoscopia podem corresponder a diversas enfermidades, como por exemplo:
  • Doenças autoimunes (Líquen, Doença de Behet, psoríase)
  • Infecções bacterianas (candidíase, cancro, furunculose)
  • Infecções virais (herpes, molusco contagioso, HPV)
  • Infestações (carrapato, oxiúros, larvas)
  • Doenças pré-malignas, malignas (câncer)
  • Doenças sexualmente transmissíveis (DST).
O histórico e exame clínico global da paciente, juntos com a vulvoscopia, permite uma avaliação mais assertiva para a prevenção e tratamento das doenças dessa região.
 
Referências
Fabio Laginha, ginecologista e mastologista, coordenador da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, de São Paulo.
 
Minha Vida