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terça-feira, 11 de agosto de 2015

A crise já chegou na saúde ?

 
Hoje não vamos falar de empreendedorismo, mas de crise. A crise que traz dores, transformações e perdas. Perdas que trazem um novo crescimento, um novo significado para nós e para nossas empresas.
 
Não falemos mais de crescimento, mas de inflação, perda de competitividade e redução de custos. Seja bem-vindo a um novo Brasil, em que consumidores estão perdendo seu poder de compra, a população está assustada e o futuro é incerto. Se antes, bastava trabalhar para crescer, agora basta trabalhar muito para sobreviver.
 
Iremos sobreviver? Esta pergunta não sei responder, mas sei que amo o que faço e acredito no que faço e estas convicções me dão força para seguir em frente e dão força para que continuemos em frente.
 
Usufruo do meu direito de me indignar da atual situação do meu país e torço para que o governo consiga reverter as expectativas negativas e a perspectiva negativa da economia.
 
Mas existem oportunidades no setor de saúde?
Sim, inúmeras, conforme as pessoas vão perdendo seus empregos ou tendo sua renda comprometida, soluções para a saúde ser acessível, como o Dr. Consulta, Dr. Agora, Clínica SIM, vão se multiplicando e trazendo soluções para uma parcela significativa da população, que não teria acesso a serviços de saúde de qualidade de outra maneira.
 
Soluções de saúde que levem em conta uma população sem convênio e com um poder de compra reduzido são as grandes apostas para o mercado de saúde nos próximos anos.
 
Para quem trabalha com convênios, saber trabalhar com qualidade, atendendo grandes volumes a valores tabelados, continuam a ser os grandes desafios, mas os grupos mais organizados terão cada vez mais vantagem, sobre as clínicas que fazem atendimentos sem escala.
 
A palavra chave é eficiência e escala, saber ganhar pouco em um volume muito grande, serão os verdadeiros desafios para as organizações de saúde. Sabemos que não será fácil, mas estaremos aqui ao longo deste processo.
 
Críticas ou sugestões: fernando@livehcm.com
 
Saúde Business

Cientistas descobrem enzima que ‘come’ nicotina e pode ajudar fumantes a abandonarem o vício

Substância natural age como Pac-Man, consumindo a nicotina antes que ela chegue ao cérebro
 
Cientistas do The Scripps Research Institute (TSRI), em San Diego, na Califórnia, podem ter encontrado uma nova arma no combate ao vício em nicotina, e ela age como um dos videogames mais queridos de todo o mundo: o Pac-Man.
 
A arma se chama NicA2, uma enzima bacteriana que impede que a nicotina chegue ao cérebro, o que reduz a “recompensa” — o prazer — associada a hábitos de tabagismo persistentes e recaídas.
 
O autor do estudo, o professor de química Kim Janda, membro do Instituto Skaggs de Biologia Química do TSRI, admitiu que a pesquisa ainda está em fase inicial de desenvolvimento, mas os resultados até agora são promissores. A enzima já demonstrou que tem as propriedades necessárias para servir como uma terapia anti-tabagista. Ela também ofereceria uma alternativa para os fumantes que desejam cortar o vício, já que estudos têm mostrado que as terapias atuais falham com cerca de 80% a 90% dos fumantes.
 
Há mais de 30 anos que Janda e seus colegas tentavam criar a tal enzima em laboratório, mas, recentemente, eles descobriram a NicA2, uma enzima natural proveniente da bactéria Pseudomonas putida, encontrada nos campos de cultivo de tabaco. A NicA2 depende da nicotina, como sua única fonte de carbono e nitrogênio, para sobreviver.
 
“A bactéria é como um pequeno Pac-Man: ela come a nicotina”, comenta Janda no estudo.
 
Ao consumir a nicotina absorvida por um fumante antes que ela chegue ao cérebro e este entregue a desejada “recompensa”, a enzima pode oferecer uma melhoria significativa sobre as opções existentes de tratamento contra o tabagismo, como chicletes, adesivos e pílulas.
 
Os pesquisadores testaram as qualidades terapêuticas da enzima. Primeiro, eles combinaram uma amostra de sangue com uma dose de nicotina equivalente à encontrada em um cigarro. Quando os cientistas adicionaram a enzima, a sobrevida da nicotina — o tempo que ela permanece ativa no organismo humano — caiu de duas a três horas para apenas 9 a 15 minutos, como foi reportado na publicação “Journal of the American Chemical Society”. Uma dose mais elevada da enzima, com algumas modificações químicas, poderia reduzir a sobrevida da nicotina ainda mais e impedi-la de alcançar o cérebro.
 
Em seguida, os pesquisadores testaram novamente a enzima para ver se ela poderia ser inserida em um medicamento anti-tabagismo. A enzima permaneceu estável em um laboratório por mais de três semanas a 36° Celsius, o que, de acordo com Janda, é um resultado “bastante notável”. Depois que a enzima “comeu” a nicotina, também não restaram sobras metabólicas tóxicas.
 
“Foi um tiro no escuro. Se [o experimento] não tivesse as métricas certas, seria um fracasso”, afirmou Janda.
 
O criador do estudo disse que o próximo passo será alterar a composição bacteriana da enzima, o que irá ajudar a diminuir os possíveis problemas imunológicos e maximizar seu potencial terapêutico.
 
O Globo

Celidônia: a cura caseira para inflamações

Celidônia: a cura caseira para inflamações
Foto: Pixabay
A celidônia, também conhecida como erva-andorinha, celidônia-maior, seruda, quelidônia, erva-das-verrugas e greater celandine (inglês), é uma planta de talo ramificado, de flores amarelas ou douradas e que pode atingir até 80 centímetros de altura

Todas as suas partes, desde a raiz até as flores, podem ser aproveitadas no preparo de remédios naturais.

Era utilizada desde a Idade Média para o combate da peste bubônica. Na China, era usada como antiespasmódico e relaxante muscular. Já os gregos antigos faziam remédios a partir da celidônia para tratar de problemas do fígado, da vesícula e da pele. Atualmente, alguns estudos ainda comprovam suas capacidades antivirais, antimicrobianas e antitumorais.

Para que serve?
Com propriedades diuréticas, antimicrobianas e espasmolíticas, a celidônia é indicada no tratamento de problemas na vesícula biliar, disfunções intestinais, inflamações na garganta e problemas gastrointestinais. O extrato dessa planta é rico em flavonoides e alcaloides, e ainda possui forte ação antioxidante, sendo a raiz a principal fonte desse benefício. Além disso, seu uso é bastante efetivo no tratamento de verrugas, lombrigas e eczema. A pomada a base de celidônia pode ser usada no alívio dos sintomas da herpes. Essa erva ainda funciona como um calmante para o sistema nervoso e um sedativo natural.

Chá de celidônia
Coloque uma colher de chá de celidônia seca em uma xícara de água fervente. Deixe repousar por 10 minutos, coe, e beba de três a quatro xícaras desse chá durante o dia. É bastante eficaz contra distúrbios gastrointestinais.
 
Vinho com celidônia
Esse tratamento é indicado para pessoas que sofrem de infecção na vesícula. Separe uma garrafa de vinho branco e misture com cinco colheres de sopa de celidônia e algumas sementes de anis. Deixe essa mistura descansar por uma semana e então coe. Tome uma taça antes das refeições até a bebida acabar.
 
Compressa para verrugas
Coloque duas colheres de chá de celidônia em 250 ml de água e deixe cozinhar por cinco minutos. Depois, coe e, com o auxílio de uma gaze, aplique esse chá ainda morno sobre as verrugas. Repita esse procedimento duas ou três vezes ao dia. Depois da aplicação, lave bem o local com água morna.
 
Contraindicações
Não deve ser utilizada durante a gravidez e nem por mulheres lactantes. Pessoas com hipertonia não devem consumir a celidônia. Recomenda-se consulta a um herborista ou médico especializado antes de ingerir a celidônia.
 
Efeitos colaterais
A superdosagem dessa planta pode causar intoxicação, resultando em vômitos, diarreia, sonolência, tosse, febre, fadiga, tontura e ulcerações. Durante o uso, a urina pode ficar com uma pigmentação amarela luminosa.
 

Direitos trabalhistas da mulher que engravida vão além da licença


A mulher tem direito a cinco meses de estabilidade no trabalho a partir da data do parto
Getty Images
A mulher tem direito a cinco meses de estabilidade no trabalho
 a partir da data do parto
A licença-maternidade é o direito trabalhista mais conhecido da mulher que engravida, mas não é o único. Para ajudar quem quer ter um filho, descobriu que espera um ou acaba de tê-lo, o UOL Gravidez e Filhos fez um miniguia.
 
Confira:

Antes da gravidez
 
Direito à privacidade
Na entrevista de emprego, no momento da admissão ou mesmo durante a vigência do contrato de trabalho, as empresas não podem exigir nenhum tipo de atestado ou exame médico para comprovação de gravidez. "Essa é uma medida discriminatória, proibida pela legislação trabalhista, que deve ser denunciada à Delegacia Regional do Trabalho", diz o advogado Wolnei Ferreira, diretor jurídico da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos).

Durante a gestação
 
Estabilidade no emprego
Desde o primeiro mês da gestação até cinco meses após o parto, a mulher não pode ser demitida. A advogada Maria Lúcia Benhame Puglisi, especialista em direito e processo do trabalho pela USP, recomenda que, assim que tenha conhecimento da gravidez, a gestante avise o empregador, para deixá-lo ciente de que precisará se ausentar para fazer exames e consultas.
 
"O ideal é comunicar a empresa por escrito e pedir um protocolo da entrega da comunicação. Mas o desconhecimento da gravidez não impede a estabilidade", afirma Maria Lúcia. O que ela quer dizer é que, caso a funcionária seja demitida antes de saber ou de ter comunicado a gravidez ao empregador, mesmo assim, ela terá direito a ser reintegrada ao trabalho.
 
"Se o juiz entender ser inviável a reintegração por algum motivo comprovado, ele poderá converter a reintegração em indenização." A estabilidade também se estende a profissionais em regime de experiência ou em contrato de trabalho temporário. "Com a nova redação da súmula 244 do TST (Tribunal Superior do Trabalho), a empregada, mesmo no aviso-prévio ou admitida por tempo determinado, terá direito à estabilidade se engravidar", fala a advogada.
 
Direito a mudar de função ou de setor no trabalho
Se a natureza da ocupação trouxer riscos à saúde da mãe ou do bebê, a gestante poderá solicitar mudança de atividade ou setor. A solicitação deve ser comprovada por meio de atestado médico.
 
Mulher.uol.com.br

Veja os cuidados que devem ser tomados para evitar a compra de medicamentos falsos

Anvisa faz uma série de recomendações, para que o paciente adquira um remédio seguro e confiável
 
O comércio de medicamentos falsos tem gerado enormes prejuízos aos pacientes que, muitas vezes, por falta de esclarecimento, acabam obtendo medicamentos de origem duvidosa.
 
Em nota , a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) alerta que, para evitar este tipo de dor de cabeça, que pode até levar à morte, são necessárias as seguintes precauções:
 
1. A compra dos produtos deve ser feita apenas em estabelecimentos licenciados ou autorizados para esta atividade, sob vigilância sanitária, como farmácias e drogarias. Não devem ser comprados em feiras, camelôs ou sites suspeitos.
 
2. Se houver necessidade da compra pela internet, procure sites farmácias e drogarias autorizadas pela Anvisa e, preferencialmente, em estabelecimentos já conhecidos e próximos à sua residência .
 
3. Exija sempre a nota fiscal dos produtos. E guarde a embalagem e a cartela (ou frasco) do medicamento, já que são comprovantes para eventuais queixas de irregularidades.
 
4. Preços muito baixos podem indicar que o produto tem origem duvidosa, que tenha perdido a garantia da sua qualidade ou até mesmo que pode ser falsificado ou roubado. Portanto, desconfie de promoções e liquidações.
 
5. Não compre medicamentos com embalagens amassadas, lacres rompidos, rótulos que se soltam facilmente ou que estejam apagados e borrados.
 
6. Não esqueça de conferir se o nome do medicamento está bem impresso e facilmente legível, pois falhas de impressão podem caracterizar produtos falsificados.
 
7. Em relação a soros e xaropes, verifique se possuem lacre íntegro, pois isso é obrigatório para todos os medicamentos líquidos.
 
8. Rejeite o produto se a bula for uma cópia ou xerox, pois o medicamento deve conter a bula original.
  
9.Conheça e confira os dois principais elementos de segurança, na embalagem do medicamento, para constatar a sua autenticidade.
 
10. Um é a tinta reativa (que deve ser raspada para verificação do número) e o outro é a inviolabilidade (lacre ou selo de segurança.
 
11. Veja também se existe o número do registro do medicamento no Ministério da Saúde.
 
12. Se o medicamento deixar de fazer efeito, procure o seu médico.

R7