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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Agência suspende produto sem registro da empresa Devintex Cosméticos

A Anvisa determinou a suspensão do Gloss redutor de volume defrisagem gradativa para cabelos louros com manchas ou descoloridos da empresa Devintex Cosméticos Ltda.
Além de não possuir registro na Agência, o cosmético apresentou resultado insatisfatório no ensaio de determinação de pH, segundo o Laudo de Análise 4742.1P.0/2013, emitido pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde, (INCQS).
 
Com a suspensão a empresa deve promover o recolhimento do produto existente no mercado.
 
A medida está na Resolução 2.640/2015 publicada nesta segunda-feira (21/9) no Diário Oficial da União (DOU).
 
ANVISA

Anvisa proíbe lotes de chás

A Anvisa proibiu a fabricação, a distribuição, a comercialização e o uso de todos os lotes do Chá Misto Camomila e Cidreira; do Chá Misto Maçã e Hortelã Dia e do Chá Misto Maçã e Canela, da marca Da China. A Agência também proibiu o Chá Noite Tranquila Aromático, da marca Chileno
 
Os produtos são fabricados pela empresa Laboratório Industrial Vida e Saúde Ltda.
 
De acordo com a Resolução 2.671/2015, publicada nesta segunda-feira (21/9) no Diário Oficial da União (DOU), os produtos estão de desacordo com a legislação vigente.
 
Segundo a norma, o Chá Misto Camomila e Cidreira e o Chá Misto Maçã e Hortelã Dia contém a falsa indicação para lactentes. Já o Chá Misto Maçã e Canela contém a espécie vegetal "Casca de Jabuticaba (Myrciaria cauliflora)", sem previsão de uso para preparo da bebida. O Chá Noite Tranquila Aromático contém a espécie vegetal "Anis estrelado", também sem previsão de uso.
 
ANVISA

Produtos da empresa Farmoterápica são suspensos após vistoria

O relatório de inspeção emitido pela Vigilância Sanitária de Indaiatuba – SP considerou a empresa Pharmacia Artesanal Ltda insatisfatória para a manipulação de soluções parentais de grande volume e medicamentos estéreis
 
Diante disso, a Anvisa determinou que a empresa cujo nome fantasia é Farmoterápica suspenda a fabricação, comercialização e uso do produto citado.
 
A medida está na Resolução 2.641/2015 publicada nesta segunda-feira (21/9) no Diário Oficial da União (DOU).
 
ANVISA

Como funciona o controverso implante hormonal conhecido como ‘chip fashion’ ou ‘chip da dieta’

Ele promete perda de peso, a redução de medidas e, acredite, o desaparecimento de celulites
 
Rio - Há três anos, a dermatologista Laíse Leal, de 30 anos, decidiu trocar a pílula anticoncepcional por um “implante hormonal”. Mas o motivo não foi apenas a proteção contraceptiva e, sim, a vontade de ganhar tônus muscular. O que uma coisa tem a ver com a outra? Entre os efeitos prometidos pelo tal “chip fashion” ou “chip da dieta’’, como é chamado no boca a boca o polêmico e controverso implante, estão a perda de peso, a redução de medidas e, acredite, o desaparecimento de celulites.
 
As supostas mil e uma maravilhas têm seu preço. E, naturalmente, suas desvantagens e riscos. Entre elas, a possibilidade de aumentar a oleosidade da pele, de alterar o timbre da voz e até de estimular a produção de pelos — quase como faz um anabolizante.
 
— Meu primeiro pensamento foi o corpo. Eu sou muito magrinha e não tinha muita curva. Por isso, coloquei o implante. Também deixei de ter sangramento, TPM... — conta Laíse, que desembolsa R$ 6 mil por ano para manter o procedimento.
 
Ela diz que o chip mudou sua vida:
 
— Senti diferença na retenção de líquido do meu corpo. Fez com que as celulites sumissem, e também fiquei mais definida.
 
O chip, porém, não deu conta sozinho das mudanças no corpo da dermatologista, que faz musculação três vezes por semana e toma um comprimido diário para controlar a oleosidade da pele:
 
— Sozinho, o implante não funciona. Desde o início, faço um tratamento casado. Então, não saberia dizer como está a minha pele sem o medicamento.
 
Os chips ainda têm prazo de validade. Podem ter duração de três, seis ou 12 meses, a depender da necessidade de reposição hormonal. Para cada caso, é feita uma “radiografia”, que identifica que hormônios precisam ser estimulados. Então, depois de passar por uma bateria de exames (de sangue, de saliva e alguns ginecológicos), o implante é fabricado num farmácia de manipulação especializada (só existem duas no Rio que fazem).
 
— Através de exames de sangue e de saliva, é possível identificar se existe um desequilíbrio hormonal e determinar quais hormônios são atuantes ou não, para, consequentemente, tratá-los — afirma Theo Webert, especialista em modulação hormonal. — Meu foco é alinhar a prática de exercícios físicos e a alimentação à produção hormonal.
 
Entusiasta dos implantes, o clínico geral e endocrinologista Fabiano Serfaty começou a trabalhar com a técnica ao lado do pai, Alberto Serfaty.
 
— Os chips manipulados foram criados para tratar patologias típicas das mulheres. E existem várias combinações possíveis (são seis tipos de hormônios) de implantes. Por isso, estudamos previamente cada caso para avaliar a parte clínica e traçar o perfil hormonal — explica Fabiano, que trabalha em parceria com um especialista em São Paulo, que é precursor na técnica, o doutor Elsimar Coutinho.
 
Em sua forma física, o chip hormonal é um tubinho de silicone de mais ou menos três centímetros. Sua aplicação é feita com anestesia local e, depois, com um aparelhinho que injeta o chip na região do quadril (“perto da marquinha do biquíni”, precisa Laíse Leal). O procedimento não dura mais do que cerca de 20 minutos, e o tubinho não é palpável. Em alguns casos, raros, é possível que o corpo rejeite o implante.
 
— O implante ganhou o apelido de “chip fashion’’ porque é muito usado por modelos, devido à praticidade e à capacidade de mudar o corpo e a vida da mulher quando indicado de forma correta.
 
Caso contrário, ela pode ter vários efeitos colaterais, como ficar com a voz mais grossa — diz Fabiano.
 
O especialista Theo Webert alerta ainda sobre a composição dos implantes de hormônio. — Muitas fórmulas contêm elementos sintéticos, que não indico.
 
O segredo, para Fabiano, está na dosagem.
 
— Eu sempre digo que a diferença entre o veneno e a poção mágica está na dose. Ou seja, na dose e na combinação hormonal que a gente escolhe colocar — conclui o especialista.

O Globo

Metodologia para a prescrição de antirretrovirais é atualizada

O Ministério da Saúde lançou na última quarta-feira (16/09) as versões atualizadas de seu formulário para a prescrição de antirretrovirais (ARV): antes único, o documento foi dividido em dois formulários distintos – um para a dispensação de ARV para tratamento e outro para a profilaxia
 
A ideia foi simplificar a prescrição dos medicamentos, tornando o processo mais ágil e facilitando a vida de todos que precisam fazer uso de antirretrovirais no Brasil.
 
A atualização traz outras novidades interessantes:
 
• No novo formulário para tratamento, basta assinalar um “x” para optar pelo esquema preferencial de primeira linha, o “3 em 1”: não é mais necessário, portanto, marcar os campos referentes às monodrogas;
 
• Caso a prescrição seja a mesma que a anterior, é necessário preencher apenas os campos iniciais do formulário;
 
• Foi inserido um campo sobre a última carga viral mensurada pelo paciente, tanto em laboratórios públicos quanto privados. A inclusão possibilitará o monitoramento de falha ao tratamento de todas as pessoas em terapia antirretroviral (TARV) no Brasil – mesmo aquelas em acompanhamento em serviços privados. O campo será obrigatório a partir de 1º de dezembro de 2015; sugere-se que os dados sejam inseridos no sistema desde já.
 
• No formulário para profilaxias, o esquema preferencial e os esquemas alternativos para PEP estão destacados e, uma vez selecionados, não será necessário selecionar os campos das monodrogas. Nesse formulário, foi inserido o campo de categoria de usuário, a fim de monitorar o quanto a PEP vem sendo utilizada pelas populações-chave.
 
Os novos formulários estão nos links abaixo:

Para profilaxia
http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/page/2010/360/novo_formulario_de_dispensação_de
_arv_profilaxia_p_82405.pdf

Para tratamento
http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/page/2010/360/novo_formulario_de_dispensacao_de
_arv_tratamento_p_64785.pdf

Fonte: aids.gov.br