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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Labioplastia: cirurgia promove a redução dos lábios vaginais

A cirurgia estética genital é um campo crescente da cirurgia plástica que envolve procedimentos destinados a melhorar ou rejuvenescer a genitália feminina. Uma das mais comuns disponíveis é a labioplastia, técnica capaz de proporcionar a redução do tamanho dos pequenos lábios vaginais

Por que fazer uma labioplastia?
A redução dos pequenos lábios está se tornando um procedimento comum entre as mulheres. As razões dessa popularidade incluem aceitação cultural, exposição genital na internet e correção de procedimentos de depilação que os expõem, segundo um estudo publicado no International Journal of Gynecology and Obstetrics.

O foco é eliminar problemas funcionais e criar lábios de acordo com o tamanho da vagina. É por isso que a técnica também tem benefícios psicológicos significativos para pacientes que possuem traumas quanto à aparência da genitália.

Além disso, paciente com casos graves costumam relatar diminuição de dor ou desconforto no dia a dia e melhora nas relações sexuais após o procedimento.

Historicamente, o crescimento excessivo dos lábios vaginais era visto como uma variação inconsequente de lábios normais.

Apenas durante a última década é que tem ocorrido uma compreensão maior sobre as preocupações estéticas e funcionais de pessoas que os têm em tamanho grande. Foi uma publicação na revista Plastic and Reconstructive Surgery, em 1983, a pioneira a descrever esse procedimento.

Muitas celebridades têm anunciado ter passado por essa cirurgia. Recentemente, Sharon Osbourne divulgou tê-la feito e disse que era a coisa mais dolorosa que ela já tinha experimentado.

Como funciona o procedimento?
Essa operação pode ser feita com anestesia geral ou local. Basicamente, o cirurgião remove o tecido indesejado e remodela os lábios para tamanho e forma desejados. Normalmente, as mulheres procuram essa opção para reduzir o tamanho dos pequenos lábios.

A técnica vem tendo avanços importante, e atualmente muitos cirurgiões utilizam laser ao invés do bisturi para reduzir o sangramento. Em alguns casos, mulheres optam por fazer paralelamente uma vaginoplastia – cirurgia para apertar a vagina.

O procedimento não deve ser realizado em menores de 18 anos, excesso quando isso for recomendação médica. Isso porque o crescimento e desenvolvimento dos lábios vaginais vai bem além da puberdade, até o início da idade adulta. Mesmo com alterações cirúrgicas precoces, o tecido é capaz de continuar a crescer mais tarde.

Os riscos a curto prazo incluem hemorragia, infecção e cicatrização do tecido. Se o efeito desejado não for alcançado, ou se houver complicações, há sempre uma chance de que você vai precisar de outro procedimento para corrigir isso.

Além disso, é possível que o sexo se torne doloroso após a operação porque o tecido é rico em terminações nervosas – e a sensibilidade fica reduzida. Os cuidados pós-cirúrgicos incluem a aplicação de pomada antibiótica na incisão logo após o procedimento e três vezes ao dia durante os primeiros cinco dias do pós-operatório.

Caso apareça sangramento, é preciso aplicar pressão por 10 minutos com um absorvente, mas para evitar acidentes é possível usá-lo até o momento em que a incisão cicatrize. Os banhos podem ser tomados 48 horas depois do procedimento.

De acordo com um estudo publicado no The Journal of Sexual Medicine, 91,6% das mulheres que se submeteram à cirurgia relataram um aumento na função sexual após o procedimento. Um estudo semelhante no American Journal of Obstetrics and Gynecology relatou que 80% das pacientes estavam satisfeitas com seus resultados.

Doutíssima

Hospitais de SP vão testar ‘pílula do câncer’ em mil pacientes

Suposta substância que trata a doença tem gerado muita controvérsia entre pesquisadores, médicos e pacientes

Os testes para comprovar a eficácia da fosfoetanolamina sintética, substância que teria suposta capacidade de curar o câncer, devem ser realizados em cinco hospitais da rede estadual de São Paulo, com a participação de até 1 mil pacientes na pesquisa, segundo o secretário estadual da Saúde, David Uip.

Os detalhes sobre o trabalho, que será encabeçado pelo Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo), foram apresentados após o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciar que ofereceria a rede hospitalar e os laboratórios do Estado para a realização de testes clínicos.

“A decisão é que vamos fazer um trabalho multicêntrico envolvendo centros e hospitais de oncologia que tenham expertise em pesquisa clínica. Pesquisadores estão desenhando esse trabalho que será apresentado nas comissões de ética dos hospitais selecionados. Quando aprovado, começará a pesquisa”, explica Uip. Além do Icesp, está prevista a participação do Hospital do Câncer de Jaú.

Autorização
O secretário informou que, paralelamente à elaboração dos padrões da pesquisa, será solicitada a autorização do responsável pela substância, o professor aposentado Gilberto Chierice, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, e da própria universidade, pois a droga é patenteada.

O número de pessoas que devem participar dos testes também já foi estabelecido, de acordo com Uip, mas os critérios de escolha ainda não foram definidos. “Os critérios de inclusão e exclusão serão feitos dentro do desenho que ainda não está pronto. A ideia inicial é de que vários braços (da doença) serão pesquisados, como câncer de pulmão, de bexiga, leucemia. Provavelmente, serão sete braços”, afirmou o secretário.

Anvisa
Uip não detalhou o pedido que o governador fará à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por uma autorização especial para que alguns pacientes façam uso da substância antes da realização dos testes. “Ainda temos de estudar como fazer. Vou conversar com o governador. É um detalhe técnico. Temos de saber como será, porque o uso é individualizado, analisado paciente por paciente”, disse.

A fórmula ainda não foi testada em humanos e não tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para ser distribuída como um medicamento comum. Uip disse que o objetivo do Estado é oferecer suporte para a realização da pesquisa. “Sou professor de Medicina e pesquisador. Então, defendo a pesquisa clínica. Vamos fazer uma pesquisa nos moldes daquilo que há de mais refinado na área”, concluiu.

R7

Meningite: conheça os diferentes tipos e tratamentos

Doença demanda atenção e intervenção rápida para minimizar complicações e sequelas

Dr. Andre Felicio NEUROLOGIA - CRM 109665/SP


Como qualquer órgão do corpo humano o sistema nervoso pode ser fonte de infecções de vírus ou bactérias. Normalmente, estes agentes infecciosos invadem o nosso cérebro por "portas de entrada" como nariz, olhos, ouvido e boca e se alojam nas meninges, uma membrana que envolve o cérebro. Daí o termo meningite.

A meningite viral usualmente não apresenta o mesmo risco que uma meningite bacteriana. O paciente com meningite por vírus tem, na verdade, uma infecção viral como outra qualquer que o nosso próprio organismo pode combater. O que fazemos é aliviar os sintomas como dor de cabeça, enjoo e vômito.

A meningite bacteriana, por sua vez, confere muito mais risco que a viral, uma vez que se não tratada leva a sequelas como surdez, comprometimento cognitivo, paralisias de nervos cranianos ou paralisias motoras. Pode também levar à morte, isto porque a bactéria acaba indo para o sangue e levando ao que chamamos de infecção sistêmica.

Felizmente, hoje contamos com antibióticos muito eficientes, bastando para isto que a suspeita de meningite seja feita o mais rapidamente possível, em especial, a meningite bacteriana. Neste aspecto, além da suspeita clínica, o exame de líquor (tirar o líquido da espinha para análise) torna-se fundamental.

Além dos antibióticos, quando tratamos o problema depois que ele aconteceu, temos também as vacinas, que ajudam a prevenir as meningites bacterianas.

Vacinas
Existem vacinas para os três tipos mais comuns de bactérias que provocam meningites: Streptococus pneumonia (10 sorotipos), Neisseria meningitidis (do grupo C) e Haemophilus influenzae (tipo B). Estas vacinas devem ser aplicadas para crianças menores de dois anos.

Embora as vacinas protejam contra grande parte das meningites bacterianas, podem existir sorotipos de bactérias não cobertos. Todas estas vacinas são à base de "partículas" destas bactérias que fazem o organismo criar anticorpos (defesa) para uma infecção futura. Logo, é importante ficar atento ao calendário vacinal, especialmente em crianças e pessoas com maior risco, como idosos. 

Além disto, é muito importante diagnosticar rapidamente casos suspeitos de meningite e isolar estas pessoas das demais para evitar contaminação. No caso de suspeita da doença, procure orientação médica o quanto antes.

Minha Vida

Combate ao mosquito Aedes e diagnóstico de microcefalia

O Ministério da Saúde com o apoio da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) realizou nos dias 24 e 25 de novembro, em Brasília, Reunião de Dirigentes Estaduais e Municipais de Saúde para combate à dengue, zika vírus e chikungunya. O evento teve como objetivo avaliar as atividades de controle e prevenção das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti

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Na mesma ocasião, a SVS promoveu também uma reunião com especialistas de diversos ramos da medicina e da saúde pública, entre eles pediatras, obstetras, biólogos e pesquisadores para discutir e identificar a causa do aumento dos casos de microcefalia no país e elaborar um protocolo de pesquisa. Aproximadamente 80 especialistas participaram do encontro.

“Estamos diante de um fato sem precedentes no mundo, mas temos o apoio irrestrito de diversos órgãos governamentais, instituições de pesquisas, da Organização Pan-americana de Saúde e, agora, também contamos com o suporte de especialistas de diversas áreas do conhecimento. Vamos fortalecer a revisão, atualização e divulgação dos planos de contingência nacional para febre chikungunya, dengue e zika”, concluiu o secretário de Vigilância em Saúde, Antônio Nardi. O secretário reforçou ainda o apoio aos estados e municípios, “ofereceremos assessoria aos estados na criação dos planos locais, além da divulgação dos guias de vigilância”.

Oficina de comunicação
Coordenadores de comunicação das secretarias estaduais de saúde de todo o país participaram de uma oficina na tarde desta quarta-feira (25) para discutir estratégias de enfrentamento ao mosquito Aedes e analisar a cobertura da mídia no recente surto de microcefalia. Também participaram do encontro representantes da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM) e da TV NBR, emissora da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC).

Os coordenadores de comunicação dos estados que tiveram maior número de casos dos agravos transmitidos pelo mosquito Aedes apresentaram suas experiências no atendimento à imprensa, durante o período de epidemia. A mobilização de gestores de saúde junto à população também foi tema do encontro.

Conasems
O secretário da SVS, Antônio Nardi e o diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis (DEVIT/SVS), Cláudio Maierovitch, estiveram presentes à reunião da Diretoria do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), realizada dia 25.

No encontro, Antônio Nardi, mostrou a situação epidemiológica no país, especialmente a relacionada ao zika vírus e os casos de microcefalia. Cláudio Maierovitch expos os novos dados da epidemia. “É um crescimento exponencial a partir de agosto, com um crescimento intenso nas duas últimas semanas”. Ressaltaram, ainda, que as ações contra a dengue, a chikungunya e o zika vírus devem ser permanentes durante todo o ano. 

Além disso, destacaram a relevância da capacitação dos profissionais de saúde. Na área de assistência ao paciente, a página da Secretaria de Vigilância em Saúde disponibiliza guias de manejo clínico e protocolo de classificação de risco para dengue e chikungunya. O material, também disponível em aplicativos para celular, orienta o profissional sobre sinais de agravamento da doença.

O portal da Universidade Aberta do SUS oferece um curso a distância sobre assistência a pacientes com dengue e um módulo sobre chikungunya está sendo preparado. Os profissionais de saúde da atenção básica também têm a disposição o serviço de telessaúde para esclarecer dúvidas sobre a doença.

Como preparação para o período de maior circulação, que vai de janeiro a maio, o Ministério da Saúde distribuiu insumos estratégicos, como larvicidas, inseticidas e kits para diagnóstico e deu início a campanha publicitária de combate ao Aedes, alertando que “se o mosquito pode matar, ele não pode nascer”.

Fonte: Thais Assunção/ NUCOM/SVS

Prefeitura de Porto União - SC publica edital de concurso público

A Prefeitura de Porto União, Estado de Santa Catarina, abriu edital de concurso público n° 001/2015, para preenchimento de 52 vagas e formação de cadastro reserva do Quadro de Pessoal do Poder Público Municipal. As oportunidades são para cargos de níveis fundamental, médio e superior, por vencimentos de até R$ 13.288,36 em jornadas semanais de até 40 horas.

O concurso oferece vagas para os cargos de Cirurgião Dentista do PSF, Médico do PSF, Agente de Serviços Públicos, Auxiliar de Cirurgião Dentista, Enfermeiro, Médico em várias especialidades, Operador de Máquinas Pesadas, Psicólogo, Técnico em Informática e Professor em diversas disciplinas.

As inscrições estarão abertas no período de 3 de dezembro de 2015 a 4 de janeiro de 2016, somente via internet, pelos sites www.portouniao.sc.gov.br e www.assconpp.com.br. 

O valor para inscrição neste concurso público é de:

- R$ 40,00 para os candidatos aos cargos que exijam primário completo;

- R$ 60,00 para os candidatos aos cargos que exijam ensino fundamental completo;

- R$ 80,00 para os candidatos aos cargos que exijam ensino técnico completo;

- R$ 120,00 para os candidatos aos cargos que exijam ensino superior completo;

- R$ 60,00 para os candidatos dos cargos destinados à formação de cadastro de reserva – CR.

As provas serão realizadas provavelmente no dia 7 de fevereiro de 2016, às 8h. A empresa ASSCON-PP publicará os locais de realização das provas escritas e de títulos no dia 15 de janeiro de 2016, no mural interno da Prefeitura de Porto União (SC) e nos sites www.assconpp.com.br e www.portouniao.sc.gov.br.

O gabarito e o caderno de questões da prova escrita objetiva serão disponibilizados no dia 7 de fevereiro de 2016, a partir das 19h, nos sites www.assconpp.com.br e www.portouniao.sc.gov.br.

O prazo de validade deste concurso será de dois anos, contados a partir da data do Edital de Homologação Final, podendo ser prorrogado por uma única vez, por igual período, a critério do Município de Porto União (SC).