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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

TJ manda DF pagar R$ 150 mil por cesárea feita 18 h após bolsa romper

Pais dizem que demora no atendimento causou lesão cerebral em bebê. Família também vai receber pensão vitalícia para custear tratamento

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou o governo local a pagar R$ 150 mil de indenização a uma grávida que só foi atendida no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) 18 horas após o rompimento da bolsa. O GDF também terá que pagar um salário mínimo e outros R$ 200 por mês, em regime vitalício de pensão, para custear acompanhante e fisioterapia para a criança. Cabe recurso da decisão.

Segundo o processo, a gestante deu entrada no HRT às 5h50 da manhã do dia do parto, depois de uma ruptura parcial da bolsa – chamada de "bolsa rota". Os procedimentos para a cesariana, no entanto, só começaram ao fim do dia, após as 20h.

Os pais da criança afirmam na ação que o bebê foi diagnosticado com uma lesão cerebral chamada hemiplegia espástica esquerda. A doença, considerada um tipo de paralisia cerebral, teria sido causada pela demora entre o rompimento da bolsa e a realização do parto.

Na sentença de primeira instância, o juiz da 5ª Vara de Fazenda Pública já tinha condenado o GDF a pagar R$ 50 mil, pensão vitalícia de R$ 200 para custos de fisioterapia e pensão de um salário mínimo a partir dos 18 anos do filho, em decorrência da lesão cerebral.

Os pais e o GDF recorreram da decisão. No dia 2, a 2ª Turma Cível do tribunal reformou a sentença e acatou apenas os recursos da família. Com isso, foi adicionado o pagamento vitalício de um salário mínimo para os gastos com acompanhante. As pensões são acrescidas de 13º e férias.

G1

Entenda o que é e como escolher o fator de proteção solar

Não há dúvidas de que o filtro solar é um dos principais cuidados com o sol, além de ser pré-requisito para uma pele saudável

Mas você sabe o que é o fator de proteção solar (FPS) incluso nos rótulos dos produtos e como escolher a melhor opção para evitar os danos das radiações solares?

O fato é que as radiações solares que chegam à Terra diariamente entram em contato com a pele das pessoas, principalmente no verão, quando a incidência é maior. Segundo a dermatologista Tatiane Watanabe, trata-se da radiação ultravioleta – que tem uma frequência maior do que a da luz visível – e é dividida em UVA, UVB e UVC.

“As três formas podem causar danos à pele. O FPS indica o grau de proteção contra a radiação UVB. Ele é determinado por meio de comparações entre áreas expostas à radiação com e sem protetor solar em voluntários de pele clara”, esclarece.

Por isso, segundo ela, é preciso procurar um filtro com fator de proteção solar adequado, que protege da radiação UVB. De acordo com o Consenso Brasileiro de Proteção Solar, o recomendado é a utilização de produtos com FPS mínimo de 30. Entretanto, Tatiane ressalta que estar atento apenas a esse critério não é suficiente.

Para estar protegido dos raios solares, é necessário escolher um filtro que também defenda contra a incidência da radiação UVA. Responsável por isso é o PPD (Persistent Pigment Darkening), fator indicado por cruzes no rótulo ou denominado como “alta proteção UVA”.

Aplicação correta do protetor
Mas os cuidados relativos ao sol não param por aí. Além de verificar a cobertura UVB e UVA do produto, é primordial aplicar a quantidade certa no corpo.

“Infelizmente, na maioria das vezes, a proteção inscrita no rótulo não corresponde à proteção que de fato temos quando estamos expostos ao sol. A culpa disso não é da indústria farmacêutica, mas nossa, pois geralmente usamos menos filtro solar do que o necessário,” afirma Tatiane.

A dermatologista explica que o cálculo do FPS é feito com base em 2mg/cm² de produto, enquanto a proteção UVA, em geral, com 0,75 mg/cm². “Ou seja, se você não utiliza essa quantidade, a proteção que recebe não é a mesma do rótulo”.

Segundo ela, a quantidade ideal para cobrir a pele de um adulto é de aproximadamente 30 ml. “Se você não costuma utilizar isso, talvez seja interessante investir em um produto com FPS maior do que 30 para manter um nível de proteção adequado”, recomenda.

Fator de proteção solar em siglas
É normal que as siglas dos produtos causem confusão. Quando se fala em radiação ultravioleta, é preciso entender que ela é dividida em três formas: UVA, UVB e UVC. Por isso, elencamos as principais denominações para que você fique por dentro do assunto. 

FPS: índice referente à capacidade de proteção contra os raios

UVB PPG: índice de proteção contra os raios

UVA UVB: representa somente 5% da radiação ultravioleta que chega à superfície da Terra. “Biologicamente, é a mais ativa, sendo responsável pelas queimaduras solares, inflamação, hiperpigmentação e surgimento de cânceres de pele”, explica Tatiane.

UVA: a dermatologista menciona que essa radiação tem um papel maior no fotoenvelhecimento, escurecimento da pele, além de poder estar associada a cânceres de pele.

UVC: radiação ultravioleta à qual as pessoas estão minimamente expostas, pois a maior parte é filtrada pela camada de ozônio.

Vale ressaltar que, embora a escolha do fator de proteção solar seja fundamental, ela não é a única medida para evitar danos causados pelo sol. É importante evitar exposição nos horários de pico, entre as 10h e as 16h, além de usar camisetas, chapéus e camisetas para criar barreiras físicas.

Doutíssima

Como identificar os sintomas de infarto em homens e mulheres?

Por não conhecer os sinais, tempo do diagnóstico do problema em mulheres é maio

Dr. Bruno Valdigem
CARDIOLOGIA - CRM 118535/SP


Infarto ou angina são formas de apresentação da doença arterial coronariana. O músculo cardíaco (miocárdio) é alimentado através das artérias coronárias, que levam sangue da aorta até as fibras. O coração não consegue utilizar o sangue que passa por dentro dele e é bombeado para o restante do corpo.

Ao longo da vida, parte do colesterol é depositado dentro das artérias, diminuindo a luz por onde passa o sangue. Essa dificuldade do miocárdio em receber sangue oxigenado leva a sofrimento do músculo (isquemia), causando dor durante o esforço físico. Às vezes essa gordura cresce tanto que rompe para dentro da luz da coronária, obstruindo totalmente o vaso e causando intenso sofrimento e morte das fibras musculares (infarto).

Infarto em homens
Em homens a dor do infarto geralmente é percebida como uma pressão no peito, mal definida, uma dor que a pessoa não sabe dizer de onde vem. Não é possível localizar com um dedo. A dor pode ser acompanhada de suor sem estar sentindo calor ("suor frio"), dor em braços, dor na boca do estômago e até dor na mandíbula. Tonturas e desmaios durante a dor podem acontecer.

Infarto em mulheres
Em mulheres os sintomas variam mais. As dores podem ser descritas como queimação, pontadas, facadas, em região do peito. As dores em mulheres geralmente são subvalorizadas, pois classicamente mulheres antes da menopausa têm menos chance de ter infarto que homens da mesma idade. Hoje mulheres fumam, bebem, tem trabalhos estressantes e se exercitam pouco. Usam anticoncepcionais, que associados a alguns outros fatores de risco, como dieta inadequada e sedentarismo, bem como cigarro, aumentam a chance de trombose e infarto.

Tratamento
O tempo da entrada em um pronto socorro até o diagnóstico é maior para as mulheres, e isso faz diferença na evolução da internação. Em doença coronariana usamos a frase "tempo é músculo", o que significa que quanto mais tempo leva para tratar, maior o dano ao miocárdio. Mulheres são menos submetidas a trombólise que homens - trombólise é o tratamento com uma medicação que tenta desobstruir de forma aguda a coronária durante infarto agudo do miocárdio.

O tratamento para homens e mulheres é o mesmo. Medicação via oral, em casos menos graves. Medicação intravenosa, como trombolíticos, quando observamos que artéria esta completamente obstruída. E angioplastia, sempre que disponível, que permite localizar onde está a obstrução e tratar de uma forma pontual, bem localizada e geralmente de forma mais duradoura que a trombólise. É colocado um "stent", um alicerce de metal por dentro da obstrução para evitar que feche novamente.

Foto: ADAM

Minha Vida

Você sabe o que é microcefalia?

microcefalia bannerMicrocefalia é o nome dado à condição ocorrida quando o crânio do bebê não atinge o tamanho normal, influenciando no desenvolvimento mental

A alteração pode ser percebida ainda nas primeiras horas de vida por meio da medida do perímetro cefálico (medida da cabeça), que no caso dos recém-nascidos é maior do que 32 cm. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e literatura científica internacional, a microcefalia é uma anomalia em que essa medida do crânio é menor do que o normal, levando em conta o sexo, a idade ou tempo de gestação.

A microcefalia não é uma doença transmissível. A malformação congênita – ou seja, que ocorre antes do nascimento, é um sinal que não houve um desenvolvimento padrão do cérebro durante a gestação, já que é ele que comanda o crescimento e formação crânio. Essas alterações podem ser percebidas durante a gestação, em ultrassons de rotina.

A microcefalia pode ter como causa fatores genéticos e ambientais, além de ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como substâncias químicas, uso de drogas durante a gestação, agentes biológicos (infecciosos), como bactérias e vírus e radiação. “Existe uma quantidade de paciente com microcefalia todos os anos, mas nesta associação com a infecção pelo vírus Zika, confirmada pelo Ministério da Saúde recentemente, notamos um aumento da incidência. Mas isso não quer dizer que todos os bebês que tem este perímetro cefálico menor que a média tem microcefalia. Pode ser parte da constituição normal da família ter uma cabeça normal ou serem crianças pequenas para idade gestacional e que recuperarão esta diferença mais tarde”, explica a coordenadora adjunta de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Tatiana Coimbra.

Cerca de 90% das microcefalias estão associadas com retardo mental, exceto nas de origem familiar, que podem ter o desenvolvimento cognitivo normal. O tipo e o nível de gravidade da sequela vão variar caso a caso. A microcefalia não tem cura, mas diversos tratamentos podem ajudar no desenvolvimento da criança. “Cada criança precisa ser analisada para saber o nível do comprometimento e que tipo de atendimento ela pode precisar. Todas devem fazer uma estimulação precoce desde o diagnóstico inicial. Este é o principal tratamento para que o máximo da capacidade cerebral seja preservado”, disse a coordenadora. Como não há tratamento específico para a microcefalia, o Sistema Único da Saúde (SUS) dispõe de ações de suporte que podem auxiliar no desenvolvimento do bebê e da criança.

Como cada criança desenvolve complicações diferentes entre elas respiratórias, neurológicas e motoras o acompanhamento por diferentes especialistas vai depender de suas funções que ficarem comprometidas. Estão disponíveis no SUS serviços de atenção básica, especializados de reabilitação, exame e diagnóstico e serviços hospitalares, além de órteses e próteses aos casos em que se aplicar.

O acompanhamento da pessoa com microcefalia deve ser feito por uma equipe multiprofissional, que pode contar com fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. É comprovado que tratamentos e estimulações realizadas desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e a qualidade de vida das crianças nessas condições.

Microcefalia X vírus Zika
O zika é um vírus transmitido pelo Aedes aegypti. Mais de 80% das pessoas infectadas não apresentam sintomas. Os sintomas são manchas vermelhas pelo corpo, febre baixa, coceira leve a intensa e vermelhidão nos olhos. Ainda não há vacina para prevenir contra infecção pelo vírus Zika. Até o momento, não há evidência de que a imunidade conferida pela infecção natural do vírus Zika seja permanente, como acontece no caso da dengue. O vírus zika pode afetar todos os grupos etários e ambos os sexos, por isso é importante adotar as medidas de prevenção ao mosquito.

Alguns fatores foram fundamentais para que o Ministério da Saúde confirmasse a relação entre o vírus zika e os casos de microcefalia no país, como:

• Constatação de que os primeiros meses de gestação das mulheres com crianças microcefálicas correspondem ao período de maior circulação do vírus Zika na região Nordeste;

• Constatação, após investigação epidemiológica de prontuários e entrevistas com mais de 60 gestantes, que referiram doença exantemática (vermelhidão na pele) na gestação e cujas crianças com microcefalia, sem histórico de doença genética na família e/ou exames de imagem sugestivo de processo infeccioso;

• Constatação de alteração no padrão de ocorrência de microcefalias no SINASC (Sistema de Informação de Nascidos Vivos), apresentando um claro excesso no número de casos em várias partes do Nordeste;

• Identificação do vírus Zika em líquido amniótico de duas gestantes cujo feto apresentava microcefalia, no interior da Paraíba;

• Identificação de óbitos de recém-nascidos com malformações e padrão sugestivo de infecção no estado do Rio Grande do Norte e outros Estados;

• Identificação de recém-nascido, no estado do Ceará, com diagnóstico de microcefalia durante a gestação e resultado positivo para o vírus Zika, tendo evoluído para óbito nos primeiros 5 minutos de vida.

Não há como afirmar que a presença do vírus Zika durante a gestação leva, inevitavelmente, ao desenvolvimento de microcefalia no feto. A exemplo de outras infecções congênitas, o desenvolvimento dessas anomalias depende de diferentes fatores, que podem estar relacionados a carga viral, fatores do hospedeiro, momento da infecção ou presença de outros fatores e condições desconhecidos até o momento. Por isso, é fundamental continuar os estudos para descrever melhor a história natural dessa doença.

Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde

Concurso da Prefeitura de Chiapetta - RS

A Prefeitura de Chiapetta, Estado do Rio Grande do Sul, recebe do dia 11 até 23 de dezembro de 2015, as inscrições para o concurso público nº 1/2015. O objetivo é selecionar profissionais de ensino fundamental, médio e superior. As retribuições ofertadas vão de R$ 662,67 a R$ 3.184,50, em jornadas de trabalho de 20 ou 40 horas por semana.

São ofertadas 72 vagas imediatas, nos cargos de: Agente Administrativo, Almoxarife, Atendente de Creche, Cozinheira, Eletricista, Enfermeiro, Engenheiro, Fiscal, Fiscal Ambiental, Fiscal Sanitário, Fonoaudiólogo, Gari, Motorista de Veículo Leve, Motorista de Veículo Pesado, Operador de Máquinas, Operário, Pedreiro, Professor de varias disciplinas, Psicólogo, Servente, Técnico Agrícola, Técnico de Enfermagem, Telefonista, Tesoureiro, Tratorista Agrícola, Veterinário e Vigia.

Para concorrer a um dos cargos, acesse o site www.assconpp.com.br, no período citado acima.

Em seguida é preciso efetuar o pagamento da taxa de inscrição que é de R$ 90,00 cargos de ensino superior, R$ 60,00 ensino médio e R$ 30,00 ensino fundamental.

A seleção dos inscritos se dá através de provas escrita objetiva, prática e análise de títulos, de acordo com os métodos de avaliação do cargo pretendido.

A prova objetiva provavelmente será aplicada no dia 24 de janeiro de 2016, em local e horário a serem comunicados com antecedência, pelos sites www.assconpp.com.br e www.pmchiapetta.com.br.

O concurso público será válido por dois anos, contados a partir da data do edital de homologação, podendo ser prorrogado por uma única vez, por igual período.