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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Ambiente de trabalho sem divisórias comprometem produção

Pesquisa japonesa afirma que ambientes de trabalho com poucas ou nenhuma divisória, apesar de contribuírem para maior interação e colaboração entre os profissionais, interferem no desenvolvimento de atividades que exigem aprendizado e concentração


A tendência atual no design de escritórios é o modelo chamado de open space, que possui poucas ou nenhuma divisória entre os ambientes de trabalho. Segundo Inés Méndez, gerente de marketing da Gensler, empresa americana de design de interiores, “esse tipo de configuração do espaço aumenta a interação e a colaboração entre as equipes e fornece melhor distribuição do espaço e da iluminação natural em ambientes maiores”.

Apesar dos benefícios desse modelo, um novo estudo, divulgado durante o 5º Encontro Conjunto das Sociedades Acústicas da América e do Japão, sugere que as conversas no ambiente de trabalho podem diminuir a performance dos demais funcionários que estiverem por perto, mais do que outros barulhos típicos de um escritório, como o do ar-condicionado e o dos teclados. O encontro aconteceu em Honolulu, no Havaí, entre 28 de novembro e 2 de dezembro.

Os experimentos utilizaram o método paradigma oddball. Trata-se de um teste feito para medir a atenção seletiva e a habilidade de processar informações dos participantes. “No paradigma oddball, os voluntários devem contar eventos raros misturados a uma série de eventos repetitivos”, disse o líder da pesquisa, Takahiro Tamesue, professor associado da Universidade Yamaguchi, no Japão.

Em seu laboratório, o professor estuda os efeitos fisio e psicológicos do som para criar ambientes acústicos de maior qualidade. Em um dos testes, os participantes observaram figuras geométricas que apareciam rapidamente na tela de computador, enquanto ouviam ora um ruído parecido com estática, ora vozes humanas. A imagem mais rara no experimento era um quadrado vermelho, presente na tela 20% das vezes, enquanto a figura mais comum era um quadrado verde.

O exercício exigiu que os voluntários contassem quantas vezes o quadrado vermelho apareceu no computador, em um período de 10 minutos. Ao fim do teste, eles ainda avaliaram o nível de irritação causado pelos barulhos ouvidos durante a tarefa, em uma escala de sete pontos.

Durante os testes, as ondas cerebrais dos participantes foram medidas por meio de um eletroencefalograma, exame que mede a atividade cerebral por meio de eletrodos colocados no couro cabeludo.Os pesquisadores observaram especialmente duas partes do exame: os componentes N100 e P300 dos Potenciais de Eventos Relacionados (PERs). Os PERs são respostas do cérebro causadas por sensações, movimentos ou pensamentos específicos.

“Considera-se que o N100 representa a ativação de conjuntos de neurônios que envolvem a análise de novas informações sensoriais”, disse Tamesue. “Já o P300 reflete que um sinal esperado pelo cérebro aconteceu. Seu pico está relacionado às memórias seletiva e de trabalho.”

Queda na concentração
O estudo revelou que os sons que contêm significado, como músicas e conversas, causam mais irritação do que os demais barulhos presentes nos escritórios. Ou seja, conversas e músicas provocam queda maior na performance para desenvolver tarefas que envolvem memória ou exercícios matemáticos. Além disso, quando os participantes foram expostos a conversas, os exames cerebrais mostraram diminuição nos componentes N100 E P300, indicando que a atenção seletiva durante as tarefas foi influenciada pelo nível de significado contido no som.

“O som ambiente é uma causa notável de estresse no trabalho. Por isso, para nós é essencial ter ele em conta durante o processo de planejamento de qualquer espaço”, disse Méndez. Ela explica que os designers utilizam materiais isolantes, como espumas, para que barulhos do exterior não interfiram nas áreas de trabalho. “O ambiente acústico de um escritório deve ser o mais neutro possível para fornecer conforto aos funcionários. Isso significa que temos que evitar que o ruído se propague no espaço ou reflita nas superfícies, dificultando o foco e a colaboração entre os trabalhadores.”

Para Méndez, o open space precisa proporcionar diversas opções para seus usuários, como relacionamento, colaboração e foco. “Essa flexibilidade traz um desafio em controlar a propagação do ruído no espaço. Um espaço bem projetado, junto com a escolha certa de acabamentos, é a receita para a qualidade sonora do ambiente de trabalho.”

Os experimentos de Tamesue sugerem que, ao projetar ambientes onde serão realizadas tarefas que exijam aprendizado ou compreensão, como escritórios e escolas, deve-se considerar não somente o volume dos sons, mas também os seus tipos. “As conversas costumam atrapalhar as atividades em escritórios open space. Como é difícil tornar esse tipo de ambiente à prova de som, uma alternativa é mascarar as conversas com outro tipo de som, o que ajudaria na criação de um ambiente acústico confortável”, disse o professor.

Por Victor Correia

Foto: monkeybusinessimages/Thinkstock

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Alerta 2049 (Tecnovigilância) - Auto Suture do Brasil /Bellco - Máquina de Hemodiálise BELLCO - Possibilidade de Incêndio nas máquinas de hemodiálise

Resumo: Alerta 2049 (Tecnovigilância) - Auto Suture do Brasil /Bellco - Máquina de Hemodiálise BELLCO - Possibilidade de Incêndio nas máquinas de hemodiálise.

Identificação do produto ou caso: Nome comercial: MAQUINA DE HEMODIALISE BELLCO Modelo Produto Médico: FORMULA 2000, FORMULA 2000 PLUS, FORMULA PLUS e FORMULA THERAPY Número do registro ANVISA:80102510346 Classe de risco: III - Alto Risco Modelo(s) afetado(s): Todos os modelos mencionados acima Lote(s) / Nº de série(s) afetado(s). Anexo - Distribuição no Brasil.

Problema: De acordo com aempresa foram relatados três eventos que resultaram em incêndio em três máquinas diferentes; durante o ciclo de desinfecção de uma das máquinas e antes de utilização no paciente em duas máquinas, que estavam ligadas. Com base nas investigações internas na empresa BELLCO S.R.L., determinou-se que o quadro de carga de baterias seria a fonte do problema em dois destes eventos. A fonte do problema na terceira máquina não pôde ser determinada definitivamente devido à magnitude do dano no quadro, embora a evidência disponível seja consistente com os outros dois eventos. O fabricante constatou que a desconexão do quadro de carga de baterias elimina a possibilidade de modo de falha enquanto uma solução permanente está sendo implementada.

Ação: Ação de Campo Código AC05 desencadeada sob responsabilidade da empresa VR Medical Importadora e Distribuidora de Produtos Médicos Ltda;
Classificação do risco: III.
Classificação da ação de campo: Atualização, correção em campo, onde os produtos serão posteriormente exportados à Memphis.
Código da ação de campo: AC05

Recomendações aos usuários e pacientes: As Ações aplicáveis estão descritas nos Anexos A, B e C emitidos pelo fabricante e podem ser efetuadas por técnico da empresa adquirentes ou através da Assistência Técnica da MEDNEX BRASIL, Rua Sampaio Viana, 277 - 9° andar, CEP 04004-000 – Paraíso, São Paulo – SP, Phone: + 55 11 2039-1330 empresa esta autorizada e treinada pelo fabricante Bellco

Histórico: Notificação feita pela empresa em atendimento à RDC 23/2012 (que dispõe sobre a obrigatoriedade de execução e notificação de ação de campo por parte do detentor do registro do produto para a saúde).

Detentor do Registro: AUTO SUTURE DO BRASIL LTDA CNPJ: 01.645.409/0001-28
Endereço: Av. Jornalista Roberto Marinho, 85, 10º andar, 04675-010
Município: São Paulo
UF: SP
Telefone de contato: 11 2182-9200
Fabricante: Bellco S.R.L. Mirandola, Itália

Recomendações: O fabricante salienta que, embora tenha havido dano a cada uma das máquinas, nenhum paciente ou operador foi lesionado como consequência destes eventos. A ocorrência destes eventos é baixa, com uma taxa de aproximadamente 0,01% das máquinas da linha Formula, fabricadas desde 1998.

Não há riscos para os pacientes que utilizaram o produto. As orientações contidas no alerta devem ser seguidas para evitar a ocorrência do problema nos locais onde os equipamentos estão instalados.

Caso queira notificar queixas técnicas e eventos adversos utilize os canais abaixo:

Notivisa: Notificações de eventos adversos (EA) e queixas técnicas (QT) para produtos sujeitos à Vigilância Sanitária devem ser feitos por meio do Sistema NOTIVISA. Para acessar o Sistema, é preciso se cadastrar e selecionar a opção Profissional de Saúde, se for um profissional liberal ou a opção Instituição/Entidade, se for um profissional de uma instituição/entidade.

Sistema de Tecnovigilância: Paciente ou cidadão pode notificar por meio do Sistema de Tecnovigilância/SISTEC acesso por meio do link

Anexos:


ANVISA

Inscrições abertas para curso de Especialização em Vigilância em Saúde Ambiental

shutterstock 1370300O Laboratório de Ensino a Distância do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LABEAD/IESC/UFRJ), torna pública a abertura do processo de Seleção de Alunos para o Curso de Especialização em Vigilância em Saúde Ambiental, na modalidade semipresencial com carga horária de 430 horas

Inscrições até 31 de janeiro de 2017 para concorrer uma das 330 vagas.

A seleção de alunos é regida pelo edital que se encontra disponível na íntegra no portal do LABEAD. Para efetuar a inscrição, exclusivamente via internet, é imprescindível realizar o cadastro no portal, efetuar a inscrição online e enviar a documentação, exigida em edital, via correios.

Podem concorrer às vagas candidatos brasileiros natos ou naturalizados e candidatos estrangeiros. O candidato estrangeiro deverá ter visto permanente ou visto temporário de estudante obtido perante o Consulado do Brasil em seu País

➔ Clique aqui para acessar o edital.

Texto: Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS)

Edição: Comunicação Interna/ASCOM/GM/MS

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Perguntas e respostas sobre a vacinação contra o #HPV para meninos

Hpvfoto
Foto: Prefeitura de Campos
A vacina contra HPV, oferecida no Brasil, pode prevenir os cânceres do colo do útero, vulva, vagina, pênis, ânus e orofaringe, refletindo diretamente na redução dos casos de HPV, e também nas mortes provocadas pelo vírus

Até o ano passado, a vacinação era feita apenas em meninas, sendo agora ampliada a imunização para os meninos na faixa etária de 12 a 13 anos. *

A cozinheira Divina Rabelo é uma das mães que levarão o filho para vacinar nos próximos dias. O filho dela, Carlos Emanuel, tem 12 anos. Divina acredita que a iniciativa do governo de ampliar a faixa etária da vacinação é fundamental para promover saúde. “ Emanuel vacinar e não ter um problema no futuro é ótimo. Claro que acho importante o governo fazer isso. É muito importante! Isso é uma prevenção em todos os sentidos. Para mim, é bom pensar que tem um efeito na saúde do meu filho daqui para frente”. Porém, a cozinheira afirma que tem algumas dúvidas sobre os efeitos da vacina. “ Agora eu não sei se ele vai passar mal depois que tomar e se provavelmente vai ter alguma reação, como febre, depois”, desabafa Divina.

Diante das dúvidas da Divina Rabelo e de vários pais sobre o assunto, o Ministério da Saúde esclareceu alguns questionamentos frequentes das famílias, adolescentes e público em geral para entenderem a importância da vacinação.

1. Qual é o público alvo de vacinação contra HPV definido pelo Ministério da Saúde? Meninos: Em 2017, a vacina HPV será disponibilizada para a faixa etária de 12 a 13 anos *, considerando o intervalo de seis meses entre as doses. Mas até 2020, a faixa etária masculina será ampliada gradativamente para meninos a partir de nove anos de idade. Meninos e homens vivendo com HIV/Aids: Em 2017 todos os homens vivendo com HIV/Aids entre nove e 26 anos, deverão receber a vacina, sendo o esquema de 3 doses (0, 2 e 6 meses). Nesses casos, é necessária a prescrição médica.

*a vacina para os meninos de 13 anos está disponível até um pouco antes de completarem 14 anos, ou seja: 13 anos, 11 meses e 29 dias.

2. Qual é o numero de doses que os meninos terão que tomar?
Para os meninos está disponível a vacina HPV quadrivalente, em 2 doses. A primeira dose deve ser tomada entre 12 a 13 anos * e a segunda 6 meses depois da primeira . Para a segunda dose, é importante entender que se a criança foi vacinada dentro do limite da faixa etária estipulada até 13 anos *, ela terá que tomar a segunda dose ainda que já tenha completado os 14 anos.

Já para os meninos e homens vivendo com HIV/Aids é diferente. Estão disponíveis 3 doses, com intervalo de 2 e 6 meses.

3. A vacina é por via oral ou é injeção?
É por via intramuscular, ou seja, injeção de apenas 0,5 ml em cada dose.

4. Quem já teve diagnóstico de HPV pode vacinar?
Pode, desde que esteja na faixa etária estipulada. Existem estudos com evidências promissoras de que a vacina previne a reinfecção ou a reativação da doença.

5. Por que a vacina HPV não é introduzida para todas as faixas etárias no país?
A vacina é potencialmente mais eficaz para adolescentes vacinados antes do seu primeiro contato sexual, uma vez que a contaminação por HPV ocorre juntamente ao início da atividade sexual.

6. A proteção dura à vida toda?
Até o momento, se sabe com convicção que a vacina pode proteger por 9 anos, mas a imunidade relacionada à vacina ainda não foi determinada, principalmente pelo pouco tempo em que é comercializada no mundo, que é desde 2007.

Embora se trate da mais importante novidade que surgiu na prevenção à infecção pelo HPV, ainda é preciso aguardar o resultado de estudos em andamento para fornecer mais dados sobre a duração da proteção e necessidade de doses de reforço.

7. Os meninos e meninas que recebem a vacina iniciam a vida sexual mais precocemente?
Não foram observadas evidências deste comportamento. Um número crescente de estudos quantitativos mostra, na verdade, que a vacinação não está associada com a diminuição da idade do início das relações sexuais, assim como não foi observado aumento do número de parceiros sexuais em pessoas sexualmente ativas.

8. A vacina HPV pode ser administrada concomitantemente com outra vacina?
A vacina HPV quadrivalente pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação (PNI), sem interferências na resposta de anticorpos a qualquer uma das vacinas. Quando a vacinação simultânea for necessária, devem ser utilizadas agulhas, seringas e regiões anatômicas distintas.

9. A vacina HPV provoca algum efeito colateral? 
A vacina contra o HPV é uma vacina segura e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Já é utilizada como estratégia de saúde pública em quase 100 países que realizaram a aplicação de mais de 175 milhões de doses desde 2006, sem registros de evidências que pudessem pôr em dúvida a segurança dessa imunização.

Os eventos adversos mais comuns relacionados à vacina HPV são os mesmos relacionados às outras vacinas, como reações locais (dor, inchaço, e vermelhidão), dor de cabeça e febre, em menor incidência. Eventualmente podem ocorrer desmaios, formigamento nas pernas, fatos que podem ser observados ao se aplicar medicações injetáveis em adolescentes e não relacionado especificamente à vacina HPV, mas ao medo de tomar injeção.

10. O que fazer se sentir alguns desses sintomas após ser vacinado?
Recomenda-se que a pessoa permaneça sentada por 15 a 20 minutos, imediatamente após receber a vacina sem fazer esforços para prevenir possíveis reações.

No caso da aparição de sintomas durante os dias posteriores a vacinação se recomenda procurar uma unidade de saúde mais próxima relatando o que sentiu ou o que está sentindo.

11. Em quais situações a vacina contra o HPV não deve ser administrada em meninos/homens
A vacina HPV é contraindicada e, portanto, não deve ser administrada em meninos/homens com:
  • hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer um dos excipientes da vacina;
  • história de hipersensibilidade imediata grave a levedura;
  • ou, que desenvolveram sintomas indicativos de hipersensibilidade grave após receber uma dose da vacina HPV;
Vanguarda
O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. A faixa-etária será ampliada, gradativamente, até 2020, quando serão incluídos os meninos com 9 anos até 13 anos* . *a vacina para os meninos de 13 anos está disponível até um pouco antes de completarem 14 anos, ou seja: 13 anos, 11 meses e 29 dias

Gabi Kopko, para o Blog da Saúde

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Instituto Sírio-Libanês oferece bolsas para profissionais do SUS

uftmO Cuidado Paliativo tem crescido expressivamente na medicina do Brasil e do mundo, e é definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o atendimento focado no sofrimento de pacientes que enfrentam doenças graves 

Dada à complexidade da atividade, o Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa (IEP/HSL) oferece programas de especialização e aperfeiçoamento na área de Cuidados Paliativos, ajudando na formação de profissionais da saúde para cuidar do sofrimento de forma profissional e humanizada.

Dentre os fundamentos e principais objetivos do programa estão a comunicação e o cuidado, com atitudes baseadas no respeito à vida humana e na solidariedade, de forma a favorecer a autonomia, e aprender a enxergar e a cuidar do sofrimento do paciente. O Prof. Dr. Daniel Neves Forte, um dos coordenadores, explica que, para isso, é necessário aprender a controlar sintomas como dor, náuseas ou insônia, e a lidar com o medo ou a esperança do paciente e dos familiares, se comunicando de forma empática. “São competências essenciais que, em geral, não são ensinadas ou estudadas na formação médica habitual.”

Os cuidados paliativos constituem uma área multidisciplinar, na qual cada profissional precisa ter uma visão estratégica, integrada, multidimensional e humana do paciente. Além de conhecer e aplicar diferentes abordagens e formas de tratar e cuidar dos sintomas de sofrimento físico, psíquico, social e espiritual, é necessário ter habilidade para trabalhar em equipe e utilizar estratégias de comunicação para fazer um atendimento à família e intermediar conflitos.

A pós-graduação em Cuidados Paliativos dá ênfase ao aprofundamento do conhecimento teórico-científico e ao desenvolvimento de competências e habilidades práticas, integrando a atividade ao cuidado que busca a cura ou o controle das doenças. Todos os módulos têm oficinas de treinamento em comunicação e discussões e capacitação sobre metodologia científica para ensinar os alunos a lerem artigos científicos de forma crítica.

O curso é destinado a médicos e profissionais de saúde. Tem a coordenação geral do Prof. Dr. Daniel Neves Forte e da Enfermeira Valéria Delponte, além da comissão científica composta pelos médicos Luis Alberto Saporetti, Tânia Vaz Guimarães, Cesar Biselli Ferreira e as psicólogas Mia Olsen de Almeida e Daniela Achette.

Para a turma de 2017 serão oferecidas duas bolsas do Sistema Único de Saúde (SUS), uma para um médico e outra para um não médico. Ambos precisam atuar na mesma instituição do SUS e terem o propósito de implantar equipes de cuidados paliativos.

Serviço
Evento: Pós-graduação em Cuidados Paliativos
Inscrições: Até 16/01/2017
Local: Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa
Endereço: Rua Professor Daher Cutait, 69 – São Paulo-SP
Informações: https://iep.hospitalsiriolibanes.org.br/web/iep/home

Blog da Saúde com Informações do Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa