Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Hospital Universitário Júlio Müller recebe investimentos de R$ 120 mi

Instituição vai contar com 250 leitos, serão 23 leitos de UTI adulto, 16 de UTI pediátrica, 20 de UTI neonatal e 26 leitos de pronto-atendimento adulto e infantil

Orçado em R$120 milhões, o novo Hospital Universitário Júlio Muller, de Cuiabá, MT, tem como objetivo ser referência em casos de alta complexidade. A instituição vai contar com 250 leitos, serão 23 leitos de UTI adulto, 16 de UTI pediátrica, 20 de UTI neonatal e 26 leitos de pronto-atendimento adulto e infantil. A estrutura também contará com sete salas de parto, seis salas de cirurgia, três salas para endoscopia cirúrgica, além de banco de leite, banco de sangue, farmácia, clínica de ginecologia e obstetrícia, e laboratórios

Na última segunda-feira, (12), o governador do Estado, Silval Barbosa, e a reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lucia Cavalli Neder, assinaram o convênio para a construção do novo Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM). A assinatura aconteceu no Auditório Ponce de Arruda, no Palácio Paiaguás. Na ocasião, também foi anunciada a reestruturação do atendimento neuropsiquiátrico e para dependentes químicos no Estado.

Silval Barbosa agradeceu a todos que contribuem para que o novo HUJM seja construído, em especial ao empenho do vice-governador, Chico Daltro. Lembrou ainda que as obras para a duplicação da via de acesso ao hospital já estão sendo realizadas, considerando que o fluxo de pessoas no local será alto. “Em todas essas ações estamos olhando para a melhora da qualidade de vida do nosso povo”.

A reitora da UFMT destacou que o hospital terá 45 mil metros quadrados, ampliando para 250 o número de leitos, além de uma estrutura que inclui laboratórios, bancos de leite e de sangue. Maria Lúcia recordou as inúmeras reuniões com o Ministério da Educação e ressaltou que a história do HUJM é uma história de luta e parcerias. .

O Hospital Universitário será construído no Campus II da UFMT, localizado no km 12 da Rodovia Palmiro Paes de Barros, que liga Cuiabá a Santo Antônio de Leverger. O local, doado pelo Governo do Estado, também abrigará todos os cursos da área de saúde da UFMT, a qual ficará responsável pela gestão do hospital. A meta é concluir a estrutura até 2014.

Para a Diretora de Desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior, Adriana Rigon – que na solenidade representou o ministro da Educação, Fernando Haddad – a obra é resultado de um trabalho coletivo e um grande avanço para Mato Grosso. Primeiro porque vai melhorar a assistência em saúde e, segundo, porque vai garantir o tripé ensino, pesquisa e extensão no Estado, contribuindo para formação de profissionais. “Para bons projetos não faltarão recursos”.

Durante a assinatura do convênio, o secretário de Estado de Saúde, Pedro Henry, anunciou que o Estado autorizou a operacionalização de novos tratamentos de saúde referentes à alta complexidade, psiquiátricos e de dependentes químicos; o que inclui a reestruturação do o antigo Hospital das Clínicas; transferência do hospital Adalto Botelho para o Hospital Neuro-Psiquiátrico; e criação de um Pronto Atendimento 24 horas para pessoas com transtornos mentais.

O evento contou com a participação do vice-governador, Chico Daltro; do secretário de Segurança Pública, Diógenes Curado Filho; o secretário de Estado das Cidades, Nico Baracat; o secretário-extraordinário de Estado de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo; o secretário-chefe da Casa Militar, Coronel PM Antônio Roberto de Moraes; e o vice-reitor da UFMT, Francisco José Dutra Souto. Compareceram também os deputados federais Carlos Bezerra e Júlio Campos, além do procurador geral do Estado, Jenz Prochnow Júnior; o presidente da Ucamb, Édio Martins; o vice-presidente do Conselho Regional de Medicina, Arlan Azevedo; e demais autoridades.

Fonte SaudeWeb

GO: Médicos suspendem movimento de paralisação

Profissionais resolveram dar um voto de confiança à SMS, que mostrou interesse em negociar para cumprir os pontos que ainda faltam

Os médicos vinculados à Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, reunidos em assembleia geral convocada pelo Sindicato dos Médicos de Goiás (SIMEGO) decidiram, na noite da ultima segunda-feira (12) suspender o movimento paredista iniciado no dia 24 de agosto.

Os profissionais resolveram dar um voto de confiança à SMS, que mostrou interesse em negociar para cumprir os pontos que ainda faltam.

Em relação ao escalonamento das consultas, o médicos acataram a sugestão feita pelo Ministério Público Estadual, em reunião na última sexta-feira. A proposta sobre as condições de trabalho apresentada pela secretaria consiste na formação de mesas de negociações, nas quais os médicos farão parte das decisões para adequações e melhorias das unidades.

O Projeto de Lei relacionado à criação do cargo de Diretor Técnico Médico nas unidades já está na Câmara dos Vereadores e a categoria aguarda a definição dos trâmites legais.

Com relação à questão salarial, foi aprovada a proposta da SMS de isonomia entre os contratos e o fim dos contratos precários, com a promessa da realização de um concurso público para o preenchimento das vagas ainda este ano. Os médicos concordaram em negociar o reajuste salarial fora do movimento paredista.

Situação em São Paulo
Na última terça-feira (12), os médicos que trabalham em hospitais e instituições públicas no Estado de São Paulo decidiram realizar em outubro um dia de paralisação de advertência.

Dentre as reivindicações da categoria estão a implantação do piso salarial da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), no valor de R$ 9.188,22 para jornada de 20 horas semanais, e o cumprimento da promessa feita pelo Estado de implantar, ainda este ano, o Plano de Carreira, Cargos e Salários para os médicos (PCCS).

Os participantes da assembleia criticaram a declaração do governador Geraldo Alckmin, em recente entrevista ao “Programa do Jô”, realizada no última dia (30), de que o PCCS será implantado somente em 2012, contrariando o que vem anunciando a Secretaria Estadual da Saúde de que o mesmo seria discutido e implantado a partir de outubro deste ano (2011).

Também foi estabelecida a formação de uma comissão para organização do movimento, com integrantes de diversos hospitais do Estado. A paralisação de advertência tem como data indicativa o dia 18 de outubro, mas será definida na próxima assembleia dos médicos servidores do Estado, agendada para o próximo dia 3 de outubro.


Ribeirão Preto
Médicos do Hospital das Clínicas da USP em Ribeirão Preto também participaram da assembleia. Eles estão em greve há 80 dias. Reivindicam equiparação salarial com profissionais de outros dois hospitais públicos estaduais: Mater e Hospital Estadual de Ribeirão Preto.

As reivindicações também mobilizam médicos do Hospital Estadual de Bauru, do Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo (Iamspe), do Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER) e do Departamento de Perícias Médicas do Estado de São Paulo. O salário base do médico, em início de carreira, contratado pelo governo do Estado é de R$ 414,30.

Além disso, os pagamentos por plantões são baixos, próximos R$ 600,00 para jornada de 12h. A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do IIER, por exemplo, em virtude dos péssimos salários oferecidos, corre risco de fechamento por falta de profissionais, já que no último concurso público nenhum candidato compareceu para realizar as provas de admissão.

O presidente do Simesp, Cid Carvalhaes, disse que a situação da categoria “é degradante e imoral com salários baixos, falta de profissionais e péssimas condições de trabalho”. Carvalhaes admitiu que a greve de Ribeirão Preto ameaça se espalhar por outros hospitais públicos em São Paulo.

Fonte SaudeWeb

Entidade de pacientes entrega abaixo-assinado na Anvisa

Fundação IMF entregou um abaixo assinado com mais de 22 mil assinaturas, solicitando o registro imediato da lenalidomida no Brasil, droga usada para tratar mieloma múltiplo

A International Myeloma Foundation Latin America (IMF) acaba de entregar na Anvisa, em Brasília, um abaixo assinado com mais de 22 mil assinaturas, solicitando o registro imediato da lenalidomida no Brasil, droga já aprovada em mais de 70 países e fundamental para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo, segundo especialistas da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH), que reúne médicos hematologistas brasileiros. A IMF representa os pacientes de mieloma em toda a América Latina.

A entrega foi feita pela presidente da IMF, Christine Battistini e pela Dra. Vania Hungria, médica, professora da Santa Casa de São Paulo, diretora do conselho científico da IMF e membro da ABHH, ao diretor-presidente da Anvisa, Dr. Dirceu Barbano.

O senador Eduardo Suplicy também participou da cerimônia e disse que “abraçou a causa”. O processo de registro da droga se estende há mais de dois anos na Anvisa.

Segundo a IMF só nos Estados Unidos, surgem 21 mil casos a cada 12 meses. No Brasil, não há estatísticas exatas, mas calculam-se 12 mil novos casos/ano. A doença não tem cura e o desafio para os médicos é manter os pacientes em tratamento e oferecer maior sobrevida e com qualidade de vida, segundo a Dra. Vania.

Entre todas as drogas em uso para tratamento de mieloma, a lenalidomida é a única ainda não registrada no Brasil e na opinião da especialista “essa droga, que beneficia milhares de pacientes no mundo inteiro, precisa ser urgentemente aprovada em nosso país”.

Fonte SaudeWeb

GE cria nova empresa para estimular desenvolvimento de TI

Missão do RCT, que foi criada sobe o negócio de Technology Ventures da GE, é criar uma aliança entre os cientistas da empresa e as principais universidades do mundo

A GE lançou uma nova entidade – Research Circle Technology – para acelerar e melhorar o desenvolvimento de imagens metabólicas e outras tecnologias.

A missão do RCT, que foi criada sobe o negócio de Technology Ventures da GE, é criar uma aliança entre os cientistas da empresa e as principais universidades do mundo, afirmam os funcionários, fornecendo acesso à tecnologia orgânica da GE e perícia de saúde em uma estrutura aberta de inovação.

“O lançamento do RCT é um passo significativo para a GE Healthcare, reinventando métodos de engajamento tanto com clientes quando com líderes de indústria”, disse Michael Harsh, vice-presidente e chefe de tecnologia da GE Healthcare. “Em última análise, a RCT pode ajudar a executar nossa visão de desenvolver a entrega de soluções inovadoras em termos de tecnologia de saúde”.

Os executivos da GE disseram que pesquisadores de tecnologia de imagem e de detecção doenças já exploraram aplicativos potenciais para a tecnologia de imagem metabólica:

Na University of California em São Francisco, por exemplo, o Surbeck Laboratory para Advanced Imaging anunciou os resultados de um estudo inovador utilizando a tecnologia do carbono 13 da GE para estudar o câncer de próstata.

“Esta foi a primeira vez que pesquisadores usaram esta tecnologia para conduzir imagem metabólica em tempo real em pacientes e representa uma abordagem revolucionária para avaliar precisamente os traços do tumor, suas respostas ao tratamento e com qual rapidez ele cresce”, afirmou Sarah J. Nelson, professora de radiologia e imagem biomédica na UCSF.

E cientistas do Cambridge Resarch Institute no Cancer Research do Reino Unido desenvolveram uma técnica que mostra a efetividade do tratamento do câncer de mama semanas antes dos realizados pelos métodos atuais por meio de imagem metabólica.

“Há uma necessidade de desenvolver métodos de imagem que possam ajudar a detectar uma resposta de tratamento mais exata do que os métodos tradicionais e antes dos tumores mudarem de tamanho. Nosso novo método de imagem não mostra apenas a evidência de que o tratamento precoce está funcionando mas também pode ajudar a prever os resultados a longo termo. Esperamos que estas técnicas tenham um impacto para os pacientes em um futuro recente”. Afirmou o líder da pesquisa, professor Kevin Brindle.

Por meio do RCT a GE busca continuar desenvolvendo tecnologias como essa, fornecendo as ferramentas, serviços e soluções para que pesquisadores possam se focar em suas investigações na bioquímica do metabolismo e acelera a descoberta de potenciais conhecimentos para salvar vidas.

A RCT vai vender polarizadores SpinLab, bem como fornecer o quadro de licenciamento para os parceiros continuarem a desenvolver aplicativos de imagem metabólicas. A RCT também ajuda a GE a se conectar com as habilidades e conhecimentos da comunidade de pesquisa, como o objetivo de fazer a transição da tecnologia do “laboratório ao leito” de forma mais eficiente.

“O objetivo da RCT é a colaboração aberta para levar a tecnologia de hiperpolarização para os principais pesquisadores do mundo e permitir que seus estudos entendam melhora bioquímica da vida. Os primeiros resultados são muito animadores e estamos muito satisfeitos em colaborar com esta comunidade para ajudar a fazer com que todo o potencial inovador dessa tecnologia seja utilizado”. Afirmou Jonathan A. Murray, diretor da RCT.

Fonte SaudeWeb

Governo antecipa votação da Emenda 29

Foi decidido antecipar para a quarta-feira da semana que vem, dia 21, a votação do projeto de lei que regulamenta os porcentuais mínimos de gastos dos Estados e dos municípios para a Saúde

O PMDB fechou questão: vai votar contra a criação de um imposto para financiar a saúde. Depois de o Planalto abandonar o patrocínio da nova CPMF, o partido resolveu se imunizar também contra a agenda negativa. Livre do ponto polêmico, o governo decidiu antecipar para a quarta-feira da semana que vem, dia 21, a votação do projeto de lei que regulamenta os porcentuais mínimos de gastos dos Estados e dos municípios para a Saúde. As informações são do jornal Estado de S. Paulo.

A ideia do Palácio do Planalto é votar o projeto, conhecido como Emenda 29, junto com a proposta que cria a Comissão da Verdade, a ser constituída por um grupo governamental que fará a narrativa oficial das violações dos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988.

As maiores resistências à proposta da regulamentação das verbas para a saúde vêm dos governadores de Estados que, em sua maioria, não cumprem os porcentuais de gastos estabelecidos na Emenda 29.

Pela proposta, Estados serão obrigados a gastar com saúde, no mínimo, 12% da receita, e os municípios, 15%. Hoje, os governadores fazem uma “maquiagem” das despesas no setor e incluem no custeio da saúde despesas que não são específicas da área.

Segundo o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), haverá um processo de transição para dar tempo para os Estados se adequarem. O relator do projeto, Pepe Vargas (PT-RS), fará uma emenda dando o prazo de três anos (até 2015) para os Estados se enquadrarem nos porcentuais previstos na proposta. O projeto já prevê tal prazo de transição, que terminaria agora em 2011.

A proposta é antiga, tramita no Congresso desde 2008. Pela regra, a União deverá destinar, em 2011, R$ 71,5 bilhões para a saúde, o equivalente ao valor gasto no ano anterior mais a variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com Vaccarezza, o governo federal já cumpre o que exige a Constituição.

A maioria dos governos municipais também. Mas boa parte dos Estados não está cumprindo os porcentuais e, por isso, haverá o processo de transição. Para evitar apelos de última hora contra a votação do projeto, o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), subiu à tribuna para avisar que o partido votará a favor da proposta.

O peemedebista quer evitar que os governadores, que estarão amanhã em Brasília para um encontro da legenda, tentem convencer a bancada do partido a criar um novo imposto para arcar com os gastos na saúde. ”Para antecipar a votação do projeto do dia 28 para 21, a Câmara terá antes de limpar a pauta de votação do plenário da Casa com a apreciação de quatro medidas provisórias e um projeto de lei.

Vento a favor
Segundo o líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), a oposição está facilitando o andamento da pauta para garantir a votação da regulamentação da Emenda 29. Como há perspectivas reais de votação e consenso de que os deputados não vão criar um novo imposto, a condição política é favorável para limpar a pauta.

Na Câmara, a conclusão da análise do projeto que regulamenta a Emenda 29 depende de uma única votação. Os deputados devem retirar o artigo que prevê a base de cálculo para a cobrança da Contribuição Social para a Saúde (CSS).

Sem esse artigo, a contribuição (já criada no texto) não poderá ser cobrada. A regulamentação da Emenda 29 foi tratada durante almoço da ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, com os líderes aliados.

No encontro, ela reforçou que a discussão sobre uma nova fonte para financiar a saúde não precisava ser feita “de imediato” e que deveria ser analisada “dentro de um contexto”.

Assim que for votado na Câmara, o projeto segue para o Senado. O governo teme que os senadores retomem o texto original da proposta sobre a Emenda 29, que vincula à Saúde 10% das receitas brutas da União.

Fonte SaudeWeb