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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Projeto exclui de licitação empresa que não aumentar licença de mãe

Proposta anunciada nessa quarta-feira, 1, pretende incentivar companhias a concederem seis meses de licença-maternidade

Empresas que vetarem a licença-maternidade de seis meses a suas funcionárias correm o risco de não poderem participar de licitações públicas, caso seja aprovado um novo projeto de lei idealizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). A proposta entrou em tramitação no Congresso Nacional e foi anunciada ontem durante o lançamento da Campanha Nacional de Amamentação 2012, que contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A exemplo da lei que garante a licença de seis meses ao funcionalismo público e deu origem ao Programa Empresa Cidadã, concedendo compensações por isenção fiscal a empresas que oferecem a licença ampliada, o projeto pretende incentivar um maior número de instituições a conceder esse benefício. Atualmente, 10,5 mil empresas aderiram. De acordo com o presidente da SBP, Eduardo Vaz, esse tempo é fundamental para que as mulheres possam se dedicar à amamentação.

Pré-natal
Durante o evento, Padilha anunciou que o governo federal vai liberar R$ 45 milhões para a qualificação do pré-natal em mais de 2 mil municípios. Os recursos serão aplicados em ações que orientarão as gestantes sobre os benefícios da amamentação e qualificar o atendimento prestado pelo SUS.

A estratégia faz parte do programa Rede Cegonha, criado em 2011 para ampliar o acesso aos serviços de pré-natal e fortalecer o vínculo entre mães e bebês, com medidas como a amamentação na primeira hora de vida. A campanha mostrará a importância do aleitamento exclusivo até o sexto mês e incentivará o ato até os 2 anos de idade ou mais.

Fonte Estadão

Saúde abre leitos de UTI para melhorar atendimento no DF

Brasília – O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou ontem (2) da entrega de 27 novos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) no Hospital de Base, em Brasília. Foi inaugurado também um centro de atendimento a pacientes com problemas neurocardiovasculares com 11 leitos e sala de videomonitoramento.

As ações fazem parte do SOS Emergências, estratégia lançada no ano passado para ampliar a capacidade de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, 12 hospitais integram o programa. A meta é chegar a 40 unidades de saúde até 2014.

O ministro explicou que as 11 câmeras instaladas na emergência do Hospital de Base têm como objetivo monitorar a qualidade do atendimento. Ele lembrou que a unidade atende também a população do Entorno do Distrito Federal e faltam leitos para todos os pacientes.

“Quase não temos macas no corredor do pronto-socorro, mas, hoje, há nove pacientes em leitos inadequados”, disse. Segundo o ministro, um ano e meio atrás a média era de quase 100 pessoas dos corredores.

O secretário de Saúde do Distrito Federal, Rafael Barbosa, informou que duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) devem ser entregues este mês. As unidades deverão desafogar emergências como a do Hospital de Base. Até o final do ano, o Distrito Federal passará de duas para 14 UPAs em funcionamento.

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, destacou que o governo enfrenta um sistema de saúde “com passivo de abandono, descaso e desleixo”. Segundo ele, quase 6 mil profissionais de saúde estão sendo chamados para reforçar o quadro de funcionários para melhor os serviços.

Fonte Agência Brasil

Rio Grande do Sul registra mais quatro mortes pelo vírus Influenza H1N1, mas vê tendência de queda

Curitiba – A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul informou a ocorrência de mais quatro mortes de pacientes com o vírus Influenza H1N1, o que eleva para 52 o total de mortes da doença no estado desde janeiro.

Dos 52 pacientes mortos no Rio Grande do Sul, 25 tinham outras doenças associadas, além da influenza A (H1N1) - gripe suína. Das últimas quatro mortes, duas ocorreram no dia 24 de julho. As outras duas, nos dias 25 e 30 do mesmo mês.

O maior número de mortes no estado foi verificado na 25ª semana do ano, entre os dias 17 e 23 de junho, quando 11 pessoas morreram. Esse número caiu para dez nas duas semanas seguintes e para oito na 28ª semana. O número de casos confirmados da doença vem caindo desde junho.

"Observa-se uma discreta tendência de queda [das mortes] a partir da 28ª semana [de 8 a 14 de julho]", diz trecho de boletim epidemiológico divulgado hoje pela secretaria gaúcha. "Ressalte-se que os dados são preliminares e podem sofrer alterações."

Em Santa Catarina, onde 72 já morreram em 2012, não há novas mortes desde 23 de julho. O Paraná, que contabiliza 33 óbitos, divulgará o seu próximo boletim na segunda-feira (6).

Na semana passada, o Ministério da Saúde divulgou números que indicavam uma curva decrescente das mortes provocadas pela doença no país.

Levantamento do ministério apontou que metade dos pacientes mortos em Santa Catarina recebeu o antiviral oseltamivir, conhecido pelo nome comercial Tamiflu, mais de seis dias após o surgimento dos sintomas. O antiviral, que reduz as chances de evolução da doença para um quadro grave, é mais eficaz nas primeiras 48 horas da doença. Técnicos do ministério estão no Rio Grande do Sul estudando as mortes ocorridas no estado.

Na Região Sul, cujo clima frio facilita a circulação do vírus, as 157 vítimas da doença neste ano equivalem a 19,9% das 789 mortes ocorridas em 2009. O fim da pandemia de influenza A (H1N1) - gripe suína foi decretado em agosto de 2010 pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os médicos brasileiros estão orientados a receitar o oseltamivir a todos os pacientes com síndrome gripal residentes nos estados onde há maior circulação do vírus Influenza H1N1. A recomendação é que isso seja feito mesmo antes de resultados de exames laboratoriais ou sinais de agravamento da doença. A síndrome gripal é caracterizada pelo surgimento simultâneo de febre e tosse ou dor de garganta, dor de cabeça, dor muscular ou nas articulações.

Fonte Agência Brasil

Saiba mais sobre: Conjuntivite

Centella asiática

Nome científico
Centella asiatica L.

Nomes alternativos
Centelha, pata-de-cavalo, pata-de-burro, cairuçu-asiático, gotu-kola.

Descrição
Planta rasteira, natural de clima quente e muito abundante nas áreas pantanosas da Índia, Irã, Paquistão e Sri Lanka. Tem as folhas largas, flores brancas ou avermelhadas e pequenos frutos.

No Brasil, é encontrada mais facilmente nos terrenos arenosos do litoral. É muito utilizada na medicina tradicional africana, ayurveda e chinesa.

Parte utilizada
Folhas.

Uso medicinal
Usó tópico no tratamento de ferimentos, lesões, queimaduras na pele, prevenção de queloides, como acelerador dos processos de cicatrização após uma cirurgia. Por via oral, para tratar úlceras estomacais e duodenais de fundo nervoso.

Modos de uso
Como alimento (salada, chá) ou para uso externo em forma de pó, extrato e cataplasma. Também encontrada em cápsulas ou fitoterápicos como Bioslim, Mustela e Voltaliv.

Cuidados e contraindicações
Não deve ser utilizada por pessoas alérgicas à planta.

Efeitos colaterais
Inflamação da pele de contato pela aplicação tópica.

Fonte iG