Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



terça-feira, 23 de outubro de 2012

Hospital das Forças Armadas realiza processo para selecionar 37 residentes

A prova objetiva terá a duração de três horas e será aplicada na data provável de 25 de novembro de 2012, no turno matutino
 
O Hospital das Forças Armadas (HFA) lançou edital de abertura de Processo Seletivo Público destinado a selecionar 37 profissionais, para vagas de Médico nos programas de Residência Médica (PRM) da instituição, em 2013. O concurso será organizado pelo Cetro Concursos Públicos, Consultoria e Administração.
 
As oportunidades são nas áreas de Anestesiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica, Cirurgia Vascular, Clínica Médica, Coloproctologia, Gastroenterologia, Medicina Intensiva, Obstetrícia e Ginecologia, Oftalmologia, Ortopedia e Traumatologia, Otorrinolaringologia, Pneumologia, Psiquiatria, Radiologia e Diagnóstico por Imagem e Urologia.
 
A inscrição poderá ser efetuada via Internet, no endereço eletrônico da Cetro Concursos (www.cetroconcursos.org.br), no período entre 09 horas do dia 22 de outubro e 23 horas e 59 minutos do dia 09 de novembro de 2012, observado o horário oficial de Brasília.
 
A prova objetiva terá a duração de três horas e será aplicada na data provável de 25 de novembro de 2012, no turno matutino. Os locais e o horário de aplicação da prova objetiva serão divulgados no endereço eletrônico da Cetro Concursos, na data provável de 19 de novembro de 2012.
 
Fonte SaudeWeb

Aposentado terá fundo para saúde

Criação do fundo - inicialmente chamado de "prev-saúde" - tem como objetivo garantir aos consumidores uma poupança adicional que pode ser usada a partir da aposentadoria
 
O governo federal prepara uma mudança no mercado de fundos de previdência complementar, segundo informou a Agência Estado. A partir do próximo ano, bancos poderão oferecer aos clientes um novo fundo que funcionará como uma espécie de plano de saúde complementar. A ideia é garantir recursos que só poderão ser utilizados pelo poupador, quando se aposentar, para contratar serviços de assistência médica e hospitalar.
 
De acordo com a reportagem, a criação do fundo – inicialmente chamado de “prev-saúde” – tem como objetivo garantir aos consumidores, segundo avaliação dos técnicos responsáveis pela proposta, a mesma coisa que os planos de previdência complementar garantem aos seus clientes: uma poupança adicional que pode ser usada a partir da aposentadoria, dando mais fôlego financeiro para o indivíduo.
 
No caso da previdência, os fundos complementares garantem um aposentadoria superior àquela oferecida pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). No caso da saúde, o poupador terá dinheiro para garantir atendimento complementar ao que é oferecido pelo governo pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
 
O projeto do Ministério da Previdência Social já passou pelas instâncias técnicas do Ministério da Fazenda, e hoje está em análise na Receita Federal, que será a última a se pronunciar sobre o projeto.
 
*Com informações da Agência Estado
 
Fonte SaudeWeb

Pfizer pretende comprar NextWave Pharmaceuticals por até US$ 680 milhões

A companhia a ser adquirida é especializada em medicamentos usados no tratamento de distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade
 
A farmacêutica americana Pfizer anunciou nesta segunda-feira (22) que pretende comprar a NextWave Pharmaceuticals, especializada em medicamentos usados no tratamento de distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade, por até US$ 680 milhões.
 
Em comunicado, o laboratório lembra que, no segundo trimestre, fez um pagamento de US$ 20 milhões para firmar um acordo de opção e fusão firmado com a NextWave. “Hoje, a Pfizer está exercendo a opção de compra”, informa.
 
O acordo prevê o pagamento inicial de US$ 255 milhões, ao encerramento da transação, e de um adicional de até US$ 425 milhões, de acordo com “determinadas metas de venda”. A expectativa é a de que o negócio seja concluído no quarto trimestre.
 
Fonte SaudeWeb

Lançamento de Aplicativo de Oncologia: Controle de náuseas e vômitos

A MSD acaba de lançar o aplicativo mobile ONCOLOGIA: Controle de náuseas e Vômitos - Para iPhone, iPad e Android.

Leia o conteúdo escrito na foto abaixo:

MSD Online
Fonte MSDonline

Falta de acessibilidade os hospitais afeta usuários com mobilidade reduzida

Apesar de o Brasil ter cerca de 45,6 milhões de brasileiros com pelo menos um tipo de deficiência, ainda falta a promoção de condições para inclusão das pessoas com limitações de mobilidade nos edifícios hospitalares. Para Ubiratan da Silva Ribeiro de Souza, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Ufrj, associado à ABDEH, prover a acessibilidade nos ambientes de saúde é respeitar acima de tudo a dignidade da pessoa, sendo uma questão de direitos humanos, e isso é fundamental quando se projeta um estabelecimento de saúde.  

Segundo mostra estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo Demográfico de 2010, no Brasil há cerca de 45,6 milhões de brasileiros com mobilidade reduzida, ou seja, quase 24% da população. Desses, 35.791.488 apresentam problemas visuais, 13.273.969 dificuldade motora, 9.722.163 perda auditiva e 2.617.025 com deficiência mental/intelectual. Por conta desta realidade, a inclusão de pessoas com deficiência deve acontecer em todos os lugares, inclusive nos hospitais.

De acordo com Fábio Bitencourt, presidente da ABDEH - Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar, ao projetar um estabelecimento de saúde é preciso pensar na promoção de condições à acessibilidade. “A humanização nas edificações hospitalares inclui proporcionar ao paciente e as equipes de saúde autonomia para sua locomoção. Para isso, cabe aos arquitetos pensar em alternativas, com base nas normas técnicas NBR 9050 da ABNT, RDC 50 da Anvisa, entre outros órgãos reguladores, para prover condições de inclusão de pessoas com mobilidade reduzida”, ressalta.

Já Ubiratan da Silva Ribeiro de Souza, doutor em arquitetura e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Ufrj, associado à ABDEH, afirma que a questão da acessibilidade nos hospitais não diz respeito apenas ao paciente, mas sim a todos os usuários, que de alguma maneira vão interagir com o ambiente de saúde. “É muito limitado pensar que basta apenas utilizar rampa e a adaptar o banheiro para atender aos requisitos de acessibilidade de pessoas com deficiência. Na verdade, ao projetar um edifício, deve-se levar em conta como oferecer condições de acesso e de uso, de forma independente e autônoma, àqueles usuários com limitações de mobilidade”.

Outro ponto destacado pelo professor é que mesmo nos hospitais que adotam rampa, corrimão e escadas adaptadas aparentemente adequadas existem problemas em atender às especificações técnicas. “Um dos erros comuns encontrados é a adoção de inclinação de 10% nas rampas quando o correto é de no máximo 8%. A não adoção de corrimão com duas alturas, uma de 92 cm e a outra de 70 cm, que se destina a cadeirantes e a usuários de baixa estatura é outro equívoco”, explica. Além disso, há falta de piso antiderrapante e tátil (que serve de orientação para pessoas com deficiência visual), inscrições em braile e sinalização visual e sonora.

Ubiratan da Silva também expõe que a identificação visual das fachadas e das portas, as calçadas adequadas e o impedimento da entrada de cães guias de cegos são outros empecilhos para os usuários com deficiência nos hospitais. “Infelizmente, muitos profissionais da saúde, gestores e projetistas não têm clareza dos direitos, garantidos por lei, das pessoas com mobilidade reduzida. O conhecimento das normas técnicas e da legislação é necessário tanto para os arquitetos, quanto para todos envolvidos na área. Na atualidade, percebemos que os novos projetos vêm buscando atender a esses aspectos que proporcionam conforto e segurança aos usuários”, esclarece.

Para o especialista, hoje, grande parte dos hospitais ainda está longe de atender a legislação vigente para proporcionar ambientes acolhedores e humanizados que promova condições de inclusão das pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida. “É preciso entender que proporcionar condições de acessibilidade a todos os usuários dos espaços de saúde, elevando o nível de usabilidade, não se trata de um favor ou benesse, mas sim, de um direito fundamental que é o respeito à dignidade humana. A utilização plena dos edifícios pelas pessoas com mobilidade reduzida, sejam os pacientes e seus acompanhantes, sejam os profissionais de saúde, não deve ser vista como algo especial, mas, sim, como um direito universal”, afirma.


Fonte Márcia Brandão MTB 59.938