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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Fobias podem ser empecilho social

O suor, taquicardia, sensação de desmaio e medo paralisante são alguns sintomas que podem determinar a diferença entre medo e fobia. O diretor, Mário Quirino afirma que a diferença está no nível de consciência. “O medo é uma característica negativa, instintiva e natural. É consciente. Já, a fobia é inconsciente. Um registro distorcido que gera pânico. A pessoa trava e entra em desespero. É preciso observar se o medo impede de fazer coisas normais, como entrar em elevador, ficar em locais altos ou viajar de avião. Quando o medo começa limitar a pessoa, é hora de procurar ajuda profissional”, alerta Quirino.
 
Um ponto importante está no cuidado que os pais devem ter para não passar seus medos aos filhos. As crianças não fazem aquilo que os pais falam, mas, sim, o que eles fazem. É um espelho do comportamento adulto. “Os pais devem alimentar a coragem, determinação e habilidade dos filhos. Isso reforçará o sistema de crenças da criança e o autoconhecimento”, observa Quirino.
 
Os profissionais que precisam lidar com o sentimento diário da aversão em seu cotidiano, encontraram uma forma de contornar o medo dessas pessoas, sem subjulgar suas reações. A atriz e palhaça Gyuliana Duarte é um exemplo. Desde 2007, ela trabalha em hospitais com o grupo Doutores da Alegria. “Apesar de o nosso trabalho ser direcionado às crianças, já houve situação em que uma funcionária do hospital tinha coulrofobia (medo de palhaço). Percebendo o problema, nossa reação foi não forçar o relacionamento e sim respeitar. Mas tínhamos ao mesmo tempo o objetivo de fazer com que ela perdesse este medo de palhaço.
 
Para iniciar nosso dia de trabalho tínhamos que passar ao lado de sua mesa e sempre a gente dava um sinal que iríamos passar por lá. Com a nossa frequência de trabalho, ela foi se acostumando com nossa presença e acabou entrando nas propostas de jogos que rolavam naquele pequeno trajeto de sua mesa. Dessa forma, criamos uma relação de confiança para ela saber que não aproximaríamos sem autorização. Depois de um tempo, ela conseguiu conviver normalmente conosco e, inclusive, um dia nos assustou ao sair de trás de um livro com um nariz de palhaço pronta para nos receber para mais um dia de trabalho.” explica Gyuliana.

O dentista também é motivo de pânico para muitas pessoas. A Sociedade Americana de Odontologia estima que três em cada dez adultos tenham medo de ir ao dentista. O implantodontista José Bernardes das Neves explica que isso acontece porque a consulta, geralmente, gera um desconforto ao paciente, por requerer muito tempo com a boca aberta e a utilização de materiais que causam estranhamento e, até, gastura. “Às vezes o paciente tem medo do profissional fazer movimentos bruscos e provocar dor repentina. Outras pessoas temem o material que utilizamos como pinças, brocas, alicates e o famoso motorzinho. Os instrumentos aumentam a ansiedade e a pessoa já antecipa a sensação de dor”, explica o especialista.
 
Ele alerta ainda que isso é motivo de preocupação entre os profissionais da odontologia, porque quando o medo impede a realização do tratamento, as consequências são drásticas para a saúde bucal da pessoa. “As pessoas passam anos adiando a consulta e, quando, finalmente, chegam ao consultório, constatamos que acumularam diversos problemas, exigindo um tratamento mais longo e complicado”.
 
A chamada odontofobia também deve ser trabalhada com uma relação de confiança entre dentista e paciente. Hoje, os alunos da odontologia são orientados a identificar e lidar com pacientes traumatizados, desenvolvendo métodos para acalmá-los. “Sempre explico para o paciente o que pretendo fazer antes de começar o tratamento, combinando alguns sinais para o caso de sentir dor ou medo. Isso o tranquiliza. Em caso de cirurgia de implante, se o paciente preferir, podemos fazer sedação endovenosa no consultório em vez da anestesia local. Assim a pessoa fica mais relaxada, com uma certa sonolência. Nos casos de fobia mais grave, a cirurgia pode ser feita no hospital com anestesia geral”, esclarece o implantodontista.
 
Fonte Corposaun

Cuidado, a osteoporose não apresenta sintomas!

Como o próprio nome indica, a osteoporose significa porosidade óssea, ou seja, é caracterizada pela descalcificação progressiva dos ossos. Isso acontece quando a quantidade de massa óssea diminui de forma substancial, tornando o osso oco e fino, sendo extremamente mais sensível a fraturas.
 
Segundo Dr. Del Roy, coordenador da área de ginecologia do Hospital Sepaco, essa descalcificação faz parte do processo comum de envelhecimento. As mulheres são mais afetadas por conta de fatores como a passagem pela menopausa e questões biotípicas, além disso, possuem ossos mais finos e leves que os homens, consequentemente, sofrem mais com este processo.
 
“A progressão da osteoporose ocorre de forma lenta, sendo praticamente imperceptível até que esteja em estágio avançado, onde as fraturas podem ocorrer, até mesmo, de forma espontânea”, explica o especialista.
 
Os principais fatores que podem ser relacionados como facilitadores da osteoporose são: idade avançada, histórico familiar da doença, biótipo físico esguio, baixa ingestão de cálcio, histórico de diabetes e baixa exposição à luz solar.
 
Além disso, questões como a passagem pela menopausa, o hábito de fumar, ingerir altas quantidades de bebidas alcoólicas ou café e sedentarismo são fatores de risco.
 
As fraturas decorrentes da fragilidade dos ossos costumam ocorrer, com maior frequência, nos chamados pontos fracos do esqueleto, que devido à localização e ao esforço exigido tornam-se mais suscetíveis aos traumas. Estes pontos são: coluna vertebral – a grande maioria das fraturas nesta área ocorre na região torácica e não lombar da coluna; punho – por auxiliar no apoio e ser utilizado como meio de defesa na hora de quedas costuma ser bastante afetado; quadril – estas fraturas são de difícil cicatrização, podendo levar a invalidez; e fêmur.
 
Dr. Del Roy afirma ainda que a melhor forma de prevenção é a realização de exames preventivos com frequência. Segundo o especialista, ingerir alimentos ricos em cálcio, como leites e derivados, verduras de coloração escura, carnes magras e brancas, cereais e azeite virgem, entre outros, ajuda na reposição do cálcio perdido ao longo da vida.
 
Porém, para que o cálcio ingerido tenha realmente efeito no organismo é de extrema importância praticar atividades físicas leves e ficar exposto ao sol da manhã, que auxilia na produção da Vitamina D, responsável pela fixação do cálcio no osso.
 
A osteoporose não tem cura total, contudo, a medicina moderna já é capaz de controlar o problema, amenizando seus efeitos nos pacientes. É necessário realizar os exames recomendados por um médico para que o problema seja detectado ainda no começo, garantindo melhores resultados ao tratamento.
 
Fonte Corposaun

Alergias no verão: no calor, rinite e asma são as mais comuns

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O que tem preocupado os especialistas é o aumento dos
casos de alergia no país e no mundo
Verão é época de se proteger contra as alergias. Entre as manifestações alérgicas, as mais frequentes são a respiratória, como a rinite e a asma, e a alimentar.
 
“A rinite se caracteriza pela inflamação das vias aéreas superiores, que provoca espirros intermináveis, coceira no nariz e na garganta, coriza e obstrução nasal. Já a asma é uma inflamação crônica dos brônquios, que estreita a passagem de ar e dificulta a respiração. Os sintomas são tosse seca, chiado no peito, sufocamento e falta de ar”, explica Fátima Rodrigues Fernandes, alergista do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo.
 
Dados da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia), mostram que a asma atinge 10% da população brasileira, e a rinite, cerca de 35%. De acordo com um estudo do ISAAC (International Study of Asthma and Allergies), coordenado por Dirceu Sole, presidente da ASBAI, a rinite atinge aproximadamente 26% das crianças e 30% dos adolescentes brasileiros.
 
Alergia é diferente de intolerância alimentar
A alergia alimentar pode se manifestar ainda na infância, geralmente relacionada ao leite de vaca, mas é comum surgir também na idade adulta. Apesar de gerar alguma confusão, alergia é diferente de intolerância alimentar. Fátima Rodrigues Fernandes, alergista do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, explica que “a primeira está diretamente relacionada ao sistema imunológico, enquanto a segunda é causada por uma deficiência nas enzimas que causa os sintomas”.
 
O que tem preocupado os especialistas é o aumento dos casos de alergia no país e no mundo. Para Fátima, isso pode ser atribuído aos novos hábitos da sociedade. “Hoje, vivemos mais em ambientes fechados, pouco ensolarados, propícios para o acúmulo de ácaros, insetos e outros alérgenos. Outro fator, é o elevado nível de poluentes, que facilitam a sensibilização alergênica, além de funcionar como irritantes e desencadeantes dos sintomas.”
 
O alergista Fábio Castro concorda e afirma que “a própria evolução contribui para esse aumento dos índices de alergia. Hoje, por exemplo, comemos muito mais alimentos industrializados. Sem contar o estresse e os males da vida moderna”.
 
Automedicação também é problema
Já um problema que muita gente parece desconhecer é a alergia causada pela automedicação, principalmente de analgésicos e antiinflamatórios. Os sintomas mais comuns são urticária e angio-edema – inchaço súbito que pode afetar olhos, lábios, orelhas, pés, mãos e até a região genital. O maior perigo é quando esse inchaço atinge a garganta, o que pode causar sufocamento por edema de glote e levar à morte se não tratado a tempo.
 
Fonte O que eu tenho

Cefaleia em salvas atinge mais os homens e deixa indivíduo inquieto

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A cefaleia em salvas é mais comum em homens, ao contrário
 da enxaqueca
A cefaleia em salvas é uma forma de cefaleia primária que carrega algumas características clínicas muito particulares. É uma dor que tem este nome porque, em geral, as crises de dor se distribuem em um período de tempo (como uma salva de tiros, por exemplo).
 
Em outras palavras, o paciente pode apresentar inúmeras crises de dor durante dois ou três meses do ano e depois ficar meses ou anos sem ter nada, voltando a ter sintomas no futuro, novamente com dores restritas a um período do ano.
 
Nesse período em que o paciente pode apresentar dores (a chamada salva), ele experimenta crises de dor unilateral, em geral periorbitária, muito intensa, como se o olho estivesse sendo furado com um ferro em brasa. As dores são intensas a ponto de serem chamadas de cefaleias do suicídio.
 
As dores duram de 15 minutos a 3 horas e cessam espontaneamente, podendo recorrer em dias alternados até oito vezes ao dia. Durante o período da salva, é muito típico o paciente relatar dores desencadeadas por uso de álcool.
 
Outro aspecto interessante é que acompanham as dores sintomas de ativação do sistema nervoso autônomo do lado da dor, e o paciente pode ter durante uma crise queda da pálpebra, constrição da pupila, entupimento ou coriza nasal, edema palpebral e vermelhidão na fronte.
 
Também é típico que o paciente fique extremamente inquieto durante uma crise, ao contrário do paciente com enxaqueca, que prefere ficar parado, longe de luz e som.
 
A cefaleia em salvas é mais comum em homens, ao contrário da enxaqueca. Atualmente, a diferença é de três homens para cada mulher, mas deve-se ressaltar que há algum tempo a prevalência era de mais de dez homens para cada mulher.
 
Esse aumento relativo do número de mulheres com cefaleia em salvas provavelmente se deve às mudanças do estilo de vida das mulheres, mais vulneráveis a estresse, jornadas de trabalho e com aumento de tabagismo entre elas.
 
O tratamento é voltado a aliviar as dores na hora da crise (com medicamentos ou com inalação de oxigênio a 100%) e usar medicamentos preventivos durante a salva. É necessário que um médico acompanhe o tratamento, naturalmente.
 
Fonte O que eu tenho

Concurso Governo da Bahia

O Governo da Bahia realiza seleção para preenchimento de vagas para a Secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos - SJCDH

Inscrições:
De 23 a 29 de Janeiro de 2013, na 4 Avenida do CAB, nº 400, Centro Administativo da Bahia, Salvador – BA

Seleção:
Haverá analise curricular, eliminatória e classificatória.

Cargos:
Assistência Social e Medicina.

Remuneração:
De R$ 2.281,14 a R$ 3.829,09