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sábado, 27 de setembro de 2014

OMS publica declaração contra violência obstétrica

Reprodução: Projeto retratos da violência obstétrica
Uma em cada quatro mulheres brasileiras sofre algum tipo de violência no atendimento ao parto
 
Nesta semana, a Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou em seis idiomas uma declaração contra a violência obstétrica. O documento em português pode ser lido aqui. “No mundo inteiro, muitas mulheres sofrem abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto nas instituições de saúde.
 
Tal tratamento não apenas viola os direitos das mulheres ao cuidado respeitoso, mas também ameaça o direito à vida, à saúde, à integridade física e à não-discriminação. Esta declaração convoca maior ação, diálogo, pesquisa e mobilização sobre este importante tema de saúde pública e direitos humanos”, diz a abertura da publicação intitulada Prevenção e eliminação de abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto em instituições de saúde. No Brasil, uma em cada quatro mulheres sofre algum tipo de violência no atendimento ao parto segundo pesquisa da Fundação Perseu Abramo.
 
Em abril deste ano, a história de Adelir Carmem Lemos de Góes - retirada de casa em trabalho de parto pela polícia e um oficial de justiça para passar por uma cesariana em um hospital de Torres, no Rio Grande Sul – mobilizou mulheres em todos os cantos do país e culminou com o Projeto de Lei 7633/14, do deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), que tramita na Câmara e pede prioridade à assistência humanizada ao parto. O Brasil é campeão mundial de cesarianas: a média nacional é de 52% sendo que a recomendação da OMS é de 15% dos partos.
 
No projeto, a definição de violência obstétrica passa pelo “abuso de medicalização e patologização dos processos naturais do trabalho de parto, que causem a perda de autonomia e da capacidade das mulheres de decidir livremente sobre seus corpos e sua sexualidade”. A incidência de episiotomia (corte entre a vagina e ânus) nos partos via vaginal no Brasil é de 53,5% e a recomendação da OMS é não ultrapassar os 10%. Por aqui ainda é comum o uso de ocitocina sintética para agilizar o trabalho de parto e o corte dos pelos pubianos (tricotomia). Além disso, as mulheres têm seus bebês em centro cirúrgico, deitadas em posição ginecológica.

Lançamento de filme coloca supremacia da cesárea em xeque


Enquanto isso, iniciativas individuais ou coletivas não param de surgir no país para romper o silêncio de mulheres que foram vítimas de violência. De autoria da fotógrafa Carla Raiter e da produtora cultural Caroline Ferreira, o projeto '1:4: retratos da violência obstétrica' materializa a violência obstétrica em imagens. A continuação do documentário brasileiro ‘O Renascimento do Parto’ é um outro exemplo (saiba mais aqui).

Partos normais oferecem menos riscos que cesarianas


Mudança
A OMS exige políticas para promover a assistência obstétrica respeitosa e sugere que algumas medidas sejam tomadas pelos governos no mundo inteiro para evitar e eliminar o desrespeito e os abusos contra as mulheres durante a assistência institucional ao parto. São elas:

1. Maior apoio dos governos e de parceiros do desenvolvimento social para a pesquisa e ação contra o desrespeito e os maus-tratos

2. Começar, apoiar e manter programas desenhados para melhorar a qualidade dos cuidados de saúde materna, com forte enfoque no cuidado respeitoso como componente essencial da qualidade da assistência

3. Enfatizar os direitos das mulheres a uma assistência digna e respeitosa durante toda a gravidez e o parto

4. Produzir dados relativos a práticas respeitosas e desrespeitosas na assistência à saúde, com sistemas de responsabilização e apoio significativo aos profissionais

5. Envolver todos os interessados, incluindo as mulheres, nos esforços para melhorar a qualidade da assistência e eliminar o desrespeito e as práticas abusivas.

Leia mais:
 
 
Saúde Plena

Corrida: por que meus dedos incham?

Pés e mãos inchados fazem parte da sua rotina de treinos longos? Saiba o motivo do incômodo e aprenda a evita-lo
 
Alguma vez você já reparou que depois de corridas mais longas, como a meia-maratona e os 42 km, os seus dedos da mão e do pé estavam inchados? Fique tranquilo, pois isso é comum, especialmente quando você corre em dias quentes.
 
Uma das razões para que isso aconteça é o desequilíbrio eletrolítico. O sal que corre em seu sangue deve ser mantido em equilíbrio para evitar o inchaço em seus tecidos. Por isso, quando você perde muito sal através do suor ou, o oposto, quando você inclui muito sódio na dieta, as extremidades do seu corpo ficam mais rechonchudas.
 
Mas o inchaço também pode ser sinal do aumento da demanda cardiorrespiratória e, consequentemente, da frequência cardíaca e da vasodilatação. Outra possibilidade é o aumento da resistência ao retorno venoso, ou seja, o sangue tem dificuldade para retornar ao coração, o que provoca o edema das extremidades do corpo. Aliás, preste atenção à posição dos seus braços durante a corrida. O mau posicionamento dos membros superiores (abaixo do nível do coração) também pode gerar piora do retorno venoso.
 
Em casos mais raros, o inchaço das mãos e dos pés pode ser sinal de hiponatremia, resultado da ingestão de quantidades excessivas de água, causando uma baixa na concentração de sódio no sangue. Outros sinais de hiponatremia são náuseas e vômitos.
 
Como evitar o problema?
Se você perceber que seus dedos estão inchados durante ou após a corrida, tire anéis, afrouxe o relógio e certificar-se de que seus tênis e meias de corrida não estão muito apertados.
 
Movimentar as mãos e os braços durante a prática esportiva também é ótimo. Balance os braços em círculos durante as passadas e estique os dedos da mão para facilitar a passagem sanguínea. Por vezes, elevar os braços acima do nível do peito também pode ser uma boa solução quando os dedos incham.
 
Após a corrida mantenha os membros inferiores elevados e, caso o incômodo persista, use compressa gelada tanto nas mãos quanto nos pés. Mas observe se o edema é igual dos dois lados do corpo e fique atento a qualquer sinal de dor. Se você perceber algo diferente, procure um médico para avaliação, pois o caso pode ser mais grave.
 
(Fonte: Dr. Roberto Ranzini, ortopedista e médico do esporte, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), médico do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital Alemão Oswaldo Cruz – São Paulo).
 
O2por minuto

Discriminação aumenta em quatro vezes chance de depressão ou ansiedade

Entre os que relataram ter sofrido algum evento discriminatório,
 a prevalência de sofrimento psíquico atingiu cerca de 50%
Estudo realizado com alunos de universidade brasileira reforça conceito de que discriminação faz mal para a saúde
 
A discriminação tem consequências físicas e psíquicas muito mais duradouras para suas vítimas do que constrangimentos pontuais. Um estudo realizado com estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) mostrou que aqueles que sofreram discriminação possuem 4,4 vezes mais chance de apresentar sofrimentos psíquicos como ansiedade, depressão ou dificuldade de concentração para atividades cotidianas.
 
No estudo realizado pela estudante de odontologia e bolsista do Pibic (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica) Vitória Cordeiro de Souza, 1.023 dos 19.963 estudantes matriculados na UFSC responderam a um questionário que perguntava tanto sobre experiência de discriminação quanto transtorno psíquico.
 
“Se fala da discriminação no Brasil como particularmente velada ou ocultada, mas não foi isso o que apareceu no estudo. A discriminação ocorre de um modo explícito. Todas as questões que a gente abordou não eram sutis, elas não geravam dúvidas. Este conceito que temos de uma nação tolerante me parece mais uma fábula”, disse professor de Saúde Pública da universidade e coordenador das pesquisa João Luiz Dornelles Bastos.

Como enfrentar uma crise de ansiedade

 
Entre os que relataram ter sofrido algum evento discriminatório, a prevalência de sofrimento psíquico atingiu cerca de 50%. O estudo da UFSC não limitou a discriminação a uma situação específica. O questionário apontava 18 motivos para ter sido discriminado e também deixava espaço para que o respondente escrevesse o motivo. Entre os alunos que responderam o questionário, a maioria era branca.
 
“O diferencial desta pesquisa é que ela é mais abrangente. A pessoa não sofre discriminação um dia porque é negra, outro porque é pobre e no outro porque é mulher. Essas coisas acontecem simultaneamente”, explica Bastos.
 
Entre os principais motivos de discriminação apontados pelos estudantes da universidade estavam roupa, posição social, local de moradia, cor e raça, idade e comportamentos específicos. Os resultados da pesquisa foram apresentados no Congresso Mundial de Epidemiologia, no Alasca (EUA).
 
Racismo
A discriminação é apontada como um fator de risco para doenças, especialmente as mentais. Estudos mostram que há também agravos em hipertensão, colesterol. “O que vemos é que a discriminação é um determinante na saúde das pessoas. É um causal”, diz Bastos.
 
No caso da discriminação racial, o que se percebe é que ela concentra uma pressão muito grande e em todos os momentos da vida do indivíduo. O psicanalista Marco Antônio Chagas Guimarães, que não participou do estudo da UFSC, destaca que o racismo promove um acúmulo de pressão que não pode ser escoado como ocorre com a população branca. “Esses eventos são diários e 24 horas por dia, seja quando entra no elevador, na escola, no ónibus”, disse.
 
Guimarães afirma que o atendimento de pacientes negros tem mostrado que as repercussões psíquicas de racismo são humilhação, baixa estima, timidez excessiva, irritabilidade, ansiedade intensa, estados fóbicos, hipertensão, depressão, obesidade, agressividade, uso de álcool ou outras drogas.
 
Guimarães afirma que episódios como o ocorrido com o goleiro Aranha, do Santos, que denunciou para o juiz da partida torcedores do Grêmio que o chamavam de macaco, são de extrema importância para o combate ao racismo. “É claro que tem uma raiva, mas ele soube utilizar esta raiva de uma maneira madura. Outra coisa é que ele teve voz. Quantas crianças sofrem racismo desde sempre e não conseguem ter voz para se defender disto”, afirma
 
Racismo institucionalizado no sistema de saúde
De fato, o racismo faz mal a saúde. Seja por conta das consequências físicas e emocionais ou por conta do racismo perpetrados nos usuários do sistema de saúde. “O racismo é estruturante das relações sociais brasileiras e isto aparece nos atendimentos de saúde e de qualquer instituição”, explica.
 
Bastos destaca três estudos importantes realizados nos últimos 15 anos no País que comprovam que pacientes negros tendem a sofrer discriminação no próprio posto de saúde.
 
O primeiro, realizado no Rio de Janeiro pela pesquisadora da Fiocruz Maria do Carmo Leal, em 2011, mostrou que gestantes negras recebiam 50% menos anestesia que gestantes brancas. Outra pesquisa, realizada em Pelotas (RS), mostrou que mulheres negras eram menos submetidas a exames de Papanicolau que brancas. “O exame é importante para a detecção de câncer do colo uterino e deve ser feito com frequência”, disse.
 
Um terceiro estudo, realizado em 2005 por Etenildo Dantas Cabral, da Universidade de Pernambuco (UFPE), com dentistas do Recife, concluiu que os profissionais tenderam a recomendar a extração dentária com maior frequência em pacientes negros.
 
O estudo consistia em mostrar para dentistas os dados de um paciente hipotético com muitas caries e perguntar se eles recomendavam a extração do dente ou o tratamento. Três meses depois, o mesmo caso era mostrado para os dentistas, mas a foto do paciente era alterada para a de um homem negro.
 
O resultado mostrou que 9,4% dos dentistas preferiram extrair o dente do paciente negro. No entanto, nenhum dentista decidiu extrair o dente do branco.
 
“Não existe uma questão biológica para esta diferença. O que os estudos mostram é que ninguém quer ter contato com esta mulher negra, ou que a decisão de extrair ou tratar um dente tem relação com a cor do paciente”, diz Bastos.
 
iG

Brasileiros estão em 5º na lista dos mais satisfeitos com a vida

Estudo considerou aspectos como saúde, satisfação com trabalho e relações pessoais
 
O Brasil é o quinto país do planeta onde as pessoas estão mais satisfeitas com a vida. Segundo uma nova pesquisa que mede o bem-estar das pessoas pelo mundo, 39% dos brasileiros gosta da vida que leva.
 
O levantamento “Global Well-Being Index” foi realizado pela consultoria Gallup and Healthway e entrevistou mais de 133 mil pessoas em 135 países. Foram levados em consideração os quesitos propósito, social, financeiro, comunidade e físico. O primeiro do ranking foi o Panamá, onde 61% das pessoas consideraram ótimos três ou mais fatores.

Especialistas comentam a importância do bem-estar psicológico para a felicidade

 
“A impressão que eu tenho é que se trata mais de uma forma de ver a vida. Apesar dos problemas sociais e estruturais, as pessoas estão felizes”, diz a doutoranda em antropologia Claudia Fioretti Bongianino, que mora no Panamá.

15 coisas que você precisa saber sobre a felicidade

 
Costa Rica e Dinamarca ficaram em segundo e terceiro lugares. No fim da lista está a Síria: 99% consideraram sofríveis três ou mais dos quesitos. O penúltimo país em nível de bem-estar é o Afeganistão.

Levantamento constata que os brasileiros não relacionam felicidade ao consumo

 
Essa percepção tem efeito amplo. “Pessoas com mais bem-estar se recuperam mais rapidamente, são mais capazes de cuidar de suas necessidades básicas, de contribuir para o sucesso de suas comunidades, empresas ou países”, afirma o relatório da pesquisa.
 
O Tempo

Você é hipocondríaco? Veja o que está por trás da mania de doença

Getty Images
Transtorno hipocondríaco atinge 5% da população brasileira
O temor infundado em portar doenças graves e incuráveis pode causar estresse e ansiedade; conheça os tratamentos
 
O cenário é clássico: alguém espirra, a pessoa ao lado já pensa que contraiu todos os germes que foram para o ar e começa a tomar remédios por conta própria para tentar evitar que a morte, então certa, se concretize. Aquele que está gripado também pode pensar que o espirro fragilizou algum vaso no seu cérebro e que sofrerá um AVC hemorrágico em breve. E o pior, se o espirro for acompanhado de tosse, o autodiagnostico de tuberculose é claro como o dia. No entanto, a resposta dos médicos para atitudes assim é uma só: hipocondria.
 
Cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem com o temor de que estão com doenças sérias e desconfiam do diagnóstico do médico que pediu exames e comprovou que não era nada sério. A doença, chamada de transtorno hipocondríaco, cresceu com a internet, já que cada hipocondríaco têm muitas vezes mais acesso a informações sobre doenças, o que o leva a acreditar que é portador de todas elas. É como uma dor imaginária: ela não está presente, mas como a pessoa está altamente sugestionável, acaba apresentando até mesmo os sintomas.
 
Ansiedade descontrolada
Relacionado com o transtorno de ansiedade e até mesmo com o transtorno obsessivo compulsivo (TOC), a hipocondria gera uma ansiedade desordenada no organismo, causando angústia em quem sofre com a doença. A psiquiatra Giulia Miranda Rosa Santoro, da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), explica que a doença não tem grau, mas sim associações com outras patologias.
 
“É preciso ver se junto disso a pessoa é ansiosa, se está passando por problemas familiares, sociais ou econômicos, se está desenvolvendo algum outro tipo de doença”, explica a especialista. Além disso, uma personalidade emocionalmente dependente, como a médica define como ser “mais teatral”, pode ser uma das explicações para a hipocondria. “Às vezes ela está deprimida e sente uma série de coisas, que na verdade fazem parte do quadro de depressão”.
 
A boa notícia é que a doença tem tratamento. Giulia explica que a base é a psicoterapia. “Tem de fazer a terapia, mas é preciso também avaliar se a pessoa não tem outros problemas. Se for depressão ou ansiedade com sintomas obsessivos compulsivos, é preciso entrar com medicação”, explica a médica.
 
A médica ainda relembra que a depressão não envolve somente tristeza, mas sim outros sintomas corporais, como cansaço, pensamentos negativos, além de outros sinais.
 
Apoio de medicamentos
O psiquiatra Luís Gustavo Buzian Brasil, da Clínica Maia, explica que os remédios ajudam a controlar a ansiedade, deixam a pessoa mais calma e tranquila e com capacidade de absorver informações. Buzian ressalta que a terapia vai dar o mecanismo para a pessoa lidar com essa ansiedade depois, e que é de extrema importância seguir as recomendações. “O tempo de tratamento depende do comprometimento do paciente”, explica.
 
Para aqueles pacientes que não são comprometidos ou que não buscaram ajuda ainda, a preocupação médica é a prática da automedicação. De praxe, ninguém deveria tomar remédios sem recomendação médica. Sabe-se que muitos escorregam nesse preceito quando estão resfriados, com dor de cabeça ou alguma outro problema mais simples. Se para essas pessoas que esporadicamente desobedecem o médico a automedicação faz mal, imagine para quem visita a farmácia com a mesma frequência da padaria, pedindo remédios para males que ele mesmo se diagnosticou.
 
“Isso pode causar outro tipo de problema, como uma intoxicação e problemas gástricos”, alerta Buzian. “Muitos se automedicam por não confiar no médico, sempre estão buscando novas opiniões, afirmando ‘tenho alguma coisa!’”, diz.
 
“Mesmo os médicos falando que ela não tem doença, a pessoa acredita que tem, e procura outro médico, porque tem certeza de que tem alguma doença”, comenta a médica da ABP.

Pesquisa mostra que um em cada cinco médicos receita placebo

 
Não se sabe exatamente como a doença surge
O motivo de a doença surgir, no entanto, ainda é nebuloso para a medicina. Como a maioria das outras doenças psiquiátricas, ela tem fundo genético, que em parte colabora com a doença, mas o próprio ambiente em que a pessoa se encontra acaba por agravar o quadro.
 
“Se a pessoa vive cercada de indivíduos com saúde comprometida ou se está em um quadro depressivo, pode absorver as informações erradas com característica negativa”, alerta o médico.
 
Como em um espelho, ela vai enxergar em si mesma sintomas e características que não tem. “Se é uma dor de cabeça, vai pensar logo na consequência mais drástica, como um tumor cerebral”, diz o psiquiatra da Clínica Maia.
 
“Ninguém nasce 100% hipocondríaco. Tudo depende da história da pessoa, da genética, hereditariedade e história de vida dela”, explica Giulia.
 
Há mais hipocondríacos na vida adulta e entre as mulheres, mas os homens não escapam da doença.
 
O primeiro passo para quem tem medo de que algo terrível aconteça com relação à saúde, portanto, é procurar o psiquiatra para o tratamento. Depois isso, os anos provavelmente transcorrerão com mais leveza.

iG