Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Por que sentimos formigamentos?

Todo mundo já experimentou a sensação de ter os pés e as mãos dormente

Costumamos chamá-la de “formigamento” porque parece que milhares desses insetos estão percorrendo e mordendo nossa pele sem parar.

A dormência impede que os membros sintam qualquer outra coisa. Não se trata de uma sensação dolorosa, mas sim um tanto incômoda.

Mas basta esperar alguns minutos ou até sacudir a parte atingida para se livrar do desconforto. A sensação em si tem um nome mais pomposo para a Medicina: parestesia. E a variação praticamente inofensiva citada acima é descrita como “parestesia temporária”.

Mas o que está acontecendo no corpo?

Estrada bloqueada
Para entendermos o formigamento, é preciso lembrar que o corpo é formado por inúmeros nervos, que são como estradas biológicas cujo papel é transmitir informações entre o cérebro e o resto do organismo.

Quando você exerce demasiada pressão sobre uma das pernas ou um dos braços, algo fácil de ocorrer por causa da extensão desses membros, você acaba pinçando temporariamente os nervos que correm por ali. Ao mesmo tempo, também são comprimidos os vasos sanguíneos que suprem esses nervos.

Isso faz com que o cérebro deixe de receber as informações que espera virem desses agrupamentos de nervos, enquanto os próprios nervos param de receber o sangue oxigenado que vem do coração. Por isso, quando a pressão é aliviada e o sangue volta a circular nos membros, os nervos começam a disparar informações para o cérebro e a processar as que o cérebro envia.

Traumas mais intensos
Mas nem todo formigamento é temporário. A parestesia crônica pode ocorrer como parte de vários distúrbios neurológicos ou após algum trauma no nervo, como uma queimadura.

Pesquisadores da Universidade McGill e do Hospital Hotel-Dieu, em Montreal, no Canadá, trabalharam com 104 pacientes de queimaduras para entender a dor que perdurava após os acidentes. Muitos continuavam a sentir dor até mesmo um ano depois de sofrer as queimaduras.

Isso ocorre porque esse tipo de dano geralmente destrói nervos e seus receptores, e o tratamento para essas queimaduras envolvem enxertos de pele, que também danificam ou arranham as células nervosas.

Um estudo de 2010 feito pela Universidade de Toronto, no Canadá, reuniu dados de mais de 11 mil “efeitos secundários” relatados durante uma década após o uso de um tipo de anestesia local em consultórios de dentistas.

Entre os que sofreram algum tipo de parestesia, 89% tiveram a língua afetada. O restante sentiu o formigamento nos lábios. Em caso extremo, a parestesia durou 736 dias após o tratamento dentário.

Por isso, ao sentir o incômodo de uma dormência no braço ou na perna por alguns minutos, lembre-se que poderia ser pior.

Sem quais partes do corpo é possível sobreviver?

O corpo humano é formado por inúmeros órgãos responsáveis por garantir nossa sobrevivência. Mas alguns deles não são exatamente essenciais – e são até dispensáveis para a vida

É possível viver com apenas um dos rins com a ajuda da bexiga para filtrar os fluidos

O número de órgãos considerados "prescindíveis", que não são estritamente necessárias à vida, é até surpreendente.

As amígdalas , por exemplo, ainda que protejam as vias respiratórias de uma invasão bacteriana, perdem sua importância após os três anos de idade.

Além disso, por causa de sua função, elas podem ser infectadas facilmente – e é exatamente por isso que, quando as dores e infecções na garganta se tornam recorrentes, a medida aconselhada pelos médicos é a extração das amígdalas. A ausência delas não afeta a resposta imunológica do organismo.

Outro órgão desnecessário – e que muitas vezes nos causa problemas, como apendicite – é o apêndice . Ele não tem função específica no corpo humano e tudo indica que foi útil a nossos ancestrais para digerir alimentos duros, como cascas de árvores. Mas, atualmente, ele não serve para nada.

Alguns cientistas acreditam que, com a evolução da espécie, o apêndice tende a desaparecer. No entanto, esse órgão é rico em células linfoides que combatem infecções e poderia ter algum papel no sistema imunológico.

Ainda assim, tendo ou não uma função, ele pode ser retirado sem causar dano algum ao corpo humano.

Diferente do apêndice, a vesícula , esse pequeno saco verde em forma de pera que se esconde atrás do fígado, é, sim, útil. Ela se encarrega de armazenar a bile e ajuda a digerir os alimentos.

No entanto, quando começa a causar muitos problemas – principalmente nos casos de pedras na vesícula -, ela pode ser eliminada. Quando isso ocorre, é apenas necessário ter alguns cuidados a mais na alimentação – o consumo de comida picante ou gasosa, por exemplo, pode causar diarreia e inchaço.

Outros órgãos que não são estritamente necessários para a nossa sobrevivência são os reprodutores, tanto das mulheres, quanto dos homens: útero, ovários, testículos e próstata . Eles são essenciais para criar novas vidas, mas é possível viver sem eles.

Outro "mistério" que persiste por muito tempo é a existência dos mamilos nos homens. A exemplo do apêndice, os mamilos são partes ou órgãos chamados de "vestigiais", que ao longo da evolução da espécie foram perdendo sua função. Mas no caso dos mamilos, podem causar sérios problemas , pois seus tecido podem formar tumores tão fatais quanto aqueles que acometem mulheres nas mamas.

Danos menores
Com algumas consequências adversas, ainda é possível viver sem mais órgãos. Como as glândulas da tireóide (é possível viver sem elas com a ajuda de tratamentos hormonais), o baço (mas ficamos mais propensos a infecções) e várias veias (temos muito mais do que precisamos).

O próprio cérebro, apesar de ser essencial à vida, pode ter algumas partes retiradas sem grandes danos. Cirurgiões retiraram até metade do cérebro de centenas de pacientes por problemas que não poderiam ser corrigidos de outra forma e, ainda assim, essas pessoas sobreviveram, apesar de carregarem algumas sequelas.

A operação se chama hemisferectomia e não tem efeito na personalidade ou na memória. O que se perde é o uso de um dos olhos e uma das mãos – do lado oposto ao do hemisfério cerebral que foi tirado. Caso o lado ausente seja o esquerdo, também é possível que se tenha mais dificuldade para falar, até que o próprio cérebro se autocorrija.

Há também os casos de órgãos que existem em pares - os pulmões, por exemplo. É possível viver só com um deles, ainda que seja necessário uma preocupação com a respiração, que será mais restrita. Mas é possível ter qualidade de vida com um pulmão só, tudo depende do estado de saúde prévio à cirurgia para a retirada do órgão.

Os rins também existem em pares, mas é possível viver com um só. Sua função principal é "filtrar" os fluidos do corpo e um rim já dá conta de fazer isso, enviando as sobras para a bexiga.

O intestino grosso é outro que pode ter sua função desempenhada pelo intestino delgado após uma adaptação neste órgão. É possível também viver sem o estômago, conectando o esôfago diretamente ao intestino delgado.

Há também um osso da perna, a fíbula ou perônio, que não tem função de sustentação de peso do corpo, então também é de certa forma dispensável. Ela até pode ser utilizada como peça para reparar outros ossos.

Por fim, a última parte das vértebras: o cóccix. Ele é o único vestígio que nos resta de uma cauda. E pode nos causar muitas dores quando caímos e batemos essa parte ao final da coluna. Mas ele pode ser retirado sem maiores sequelas.

Terra/BBC Brasil

Erro médico: operário morre depois de overdose de quimioterapia

Após cirurgia para remoção de tumores, Robert recebeu dose exagerada de medicamentos

Depois de ser diagnosticado de maneira errada, como se tivesse apenas dores nas costas no lugar do câncer que realmente tomava conta de seu organismo, o operário Robert Trivett foi vítima também de outro um erro médico. O inglês, de 49 anos, morreu após ser submetido a uma overdose de quimioterapia.

Depois de chegar ao pronto-socorro de Bristol, na Inglaterra, se queixando de dores nas costas, Trivett foi atendido e ouviu dos médicos que sofria de lombalgia. Pouco tempo depois, no entanto, foi descoberto que ele sofria de uma forma agressiva de câncer, e que precisaria passar, com urgência, por uma cirurgia para remover dois tumores em suas costas. A operação correu bem, mas, no tratamento que veio em seguida, Trivett recebeu uma dose muito além da recomendada de quimioterapia, e acabou morrendo em consequência do erro apenas uma semana depois da sessão.

Sua mulher, Amanda Goodwin, 50 anos, condena o hospital e entrou na justiça pedindo indenização.

— Ele parecia bem, estava bonito. Eles acabaram com a minha vida. Ligaram dizendo que ele tinha morrido, que haviam feito tudo que podiam. A enfermeira estava chorando e eu gritava ao telephone.

Amanda alega que tudo que recebeu do hospital até agora foi uma carta com um pedido de desculpas pelo engano cometido com seu marido. Entre outras coisas, o comunicado diz que a organização está “levando a sério” o caso de Trivett. O hospital diz, ainda, que o caso do operário ficou, por engano, “abaixo do alto padrão” de atendimento oferecido aos pacientes, e que uma investigação será conduzida para descobrir como o erro ocorreu.

Foto: Reprodução/dailymail.co.uk

R7

Diástase Abdominal – O Que é, Tratamento, Exercícios e Cirurgia

Condição que se caracteriza pelo afastamento de determinados músculos abdominais, a diástase abdominal pode atingir até 30% das mulheres no pós-parto

Apesar desses números, no entanto, veremos a seguir que não são apenas as gestantes que sofrem com a doença que, se não tratada, pode causar de problemas estéticos a dores nas costas.

O que é?
Conhecida como diástase do músculo reto abdominal ou então diástase abdominal pós gravidez, a diástase se apresenta na forma de um estiramento causado pelo enfraquecimento da musculatura abdominal.

Durante a gestação, o útero em expansão provoca um alongamento dos músculos abdominais, o que pode causar uma separação das duas bandas musculares que se encontram na região central do abdômen. No local onde os dois músculos se separaram pode passar a haver um abaulamento – ou uma espécie de “espaço” onde a barriga se torna mais protuberante.

De maneira simplificada, é como se houvesse uma linha mais funda entre os seios e o umbigo que separasse o abdômen verticalmente em dois.

Em geral, a diástase tem início ainda durante a gestação, embora seja mais notável imediatamente após o parto. E apesar da separação entre os músculos começar a diminuir nos meses que se seguem ao nascimento do bebê, alguns centímetros de separação podem ainda estar presentes por muito mais tempo.

Causas
Uma das principais causas da diástase abdominal é a falta de fortalecimento dos músculos abdominais. E muito embora a gravidez seja um dos principais fatores de risco associados à diástase abdominal, a condição também pode ser causada por exercício abdominal intenso, rápido ganho de peso e levantamento excessivo de peso.

Outros fatores de risco para a diástase abdominal:
  • Múltiplas gestações;
  • Idade superior a 35 anos;
  • Já ter dado à luz a um bebê com peso acima da média;
  • Gestação de gêmeos.
Sintomas
Os sintomas da diástase abdominal mais frequentes costumam ser dores na região lombar e nas nádegas e o surgimento de uma protuberância no meio do abdômen quando se faz algum tipo de esforço (como ao tossir, sentar ou levantar).

Diagnóstico
Para saber se você tem diástase, deite no chão e flexione o tronco levemente até ficar em um ângulo de 45 graus. Quando estiver nessa posição, passe a mão sobre o abdômen e verifique a presença de um pequeno espaço separando os dois lados da musculatura abdominal.

Um espaçamento de um a dois dedos pode ser considerado normal e muito provavelmente retornará ao padrão pré-gravidez com alguns exercícios específicos. Já uma distância de 3 a 4 dedos entre os músculos pode ser indicativa de diástase abdominal mais severa, situação que irá necessitar de uma atenção especial.

O vídeo abaixo (em inglês) dá dicas de como fazer o autodiagnóstico da diástase abdominal pós-gravidez.


Embora ao medir o tamanho do espaçamento entre a musculatura abdominal você possa ter uma noção da gravidade do quadro, apenas um médico poderá de fato dar o diagnóstico final da sua condição através de um ultrassom ou tomografia. Vale lembrar que, como o corpo necessita de um certo tempo para retornar ao normal após o parto, recomenda-se fazer o teste acima somente seis meses após o nascimento do bebê.

Tratamento
O tratamento da diástase abdominal irá depender da severidade da condição. Nas situações de uma diástase leve – de até 2 dedos de espaçamento – é possível reverter o quadro com exercícios de fortalecimento feitos em casa ou procedimentos estéticos menos complexos, como a drenagem linfática, a carboxiterapia ou mesmo a tradicional acupuntura.

A drenagem linfática pode ser bastante útil para a mulher que está tentando recuperar a forma no pós-parto, pois ajuda a reduzir a retenção de líquidos e diminui o aspecto inchado da região abdominal.

Já para as situações em que o músculo encontra-se amplamente dividido, a opção pode ser o tratamento cirúrgico para realinhar a musculatura. Confira abaixo como funcionam os exercícios e a cirurgia para a diástase abdominal.

Exercícios
Um dos mitos mais comuns sobre a diástase abdominal é que ela não tem cura em nenhuma situação. Na verdade, não somente é possível minimizar o risco da doença como também existem maneiras de diminuir o espaço entre os músculos abdominais através de exercícios localizados (nos casos de diástase mais severa os exercícios podem atenuar, mas não revertem o quadro).

O fortalecimento do músculo abdominal mais profundo, conhecido como músculo transverso do abdômen, pode ajudar a prevenir a diástase abdominal e também diminuir o espaçamento entre os músculos.

Veja alguns exercícios para prevenir e tratar a diástase abdominal:

1. Fortalecimento Pélvico (exercício de Kegel)


how-diastasis-works-4
  1. Deite com as costas em um colchonete no chão e flexione os joelhos;
  2. Coloque as mãos espalmadas no chão e eleve a pelve, mantendo os pés e a cabeça no chão;
  3. Retorne à posição inicial e repita o movimento;
  4. Mantenha os músculos da região vaginal contraídos durante o exercício;
  5. Faça pelo menos 50 repetições por dia.
2. Rotação Invertida de Tronco


how-diastasis-works-5

  1. Deite com as costas no chão, estique os braços nas laterais e eleve as pernas a 900 do chão (como na figura 1 acima).Flexione os joelhos de maneira suave, sem movimentos bruscos;
  2. Traga as duas pernas para o lado direito do corpo, tocando o chão com a parte externa do pé direito;
  3. Volte novamente à posição inicial, alternando os lados durante as repetições;
  4. Durante todo o exercício lembre-se de manter os braços e o ombro no chão;
  5. Comece com 5 repetições diárias e vá aumentando à medida que seu condicionamento progredir e você estiver se sentido mais confortável com os exercícios.
3. Sentado Invertido


como-funcionam-os-exercicios-de-kegel1-1024x682
  1. Deite-se com as costas no chão;
  2. Flexione os joelhos e mantenha os braços esticados nas laterais do corpo;
  3. Ainda com os joelhos flexionados, eleve as pernas até que os joelhos estejam acima do nível do peito;
  4. Eleve os glúteos em direção à cabeça, sempre mantendo os ombros sobre o chão;
  5. Faça pelo menos 5 repetições diárias;
Outros exercícios
Os vídeos abaixo trazem outros exemplos de exercícios para a diástase abdominal que podem ser feitos antes, durante e a após a gestação:

1. Prevenção
http://www.befitmom.com/video/TvA3.mp4
2. Compressão abdominal
http://www.befitmom.com/video/TvA1.mp4
3.Compressão abdominal com elevação da pelve
http://www.befitmom.com/video/TvA2.mp4
4. Rolagem do tronco
http://www.befitmom.com/video/TvA6.mp4

carrosCirurgia
A cirurgia deve ser considerada somente como o último recurso para o tratamento da diástase abdominal, pois é um processo invasivo que necessita de anestesia e pode assim trazer riscos à paciente.

A técnica mais comum para a cirurgia de diástase abdominal consiste em uma incisão na porção inferior do abdômen, que promove o descolamento do tecido até a altura do umbigo – ou, em casos específicos, até um pouco acima.

Em seguida ao corte, o cirurgião plástico irá fazer uma reaproximação dos músculos retoabdominais, que serão fixados por uma pele que recobre a musculatura abdominal de maneira semelhante à uma cinta.

Durante o procedimento também é possível diminuir o volume do abdômen e redefinir a cintura, graças à realização da abdominoplastia associada à cirurgia de diástase abdominal.

O tempo de recuperação da cirurgia é bastante individual e irá depender do grau de diástase e do potencial de cicatrização de cada organismo, mas no geral são necessários alguns meses para que o corpo volte à sua forma pré-gestação.

Prevenção
Apesar de não ser possível evitar a diástase abdominal em 100% dos casos, um dos melhores tratamentos para a condição ainda é a prevenção.

Exercícios moderados que fortaleçam os músculos reto abdominais e um cuidado maior com a nutrição (a fim de evitar o excesso de peso) durante a gestação podem ajudar a minimizar os riscos do surgimento do problema.

Evitar a prática de exercícios de alta intensidade e deixar um intervalo de pelo menos dois anos entre as gestações também pode ajudar a diminuir o risco do surgimento da diástase abdominal.

Dicas
  1. Não tenha pressa de voltar à forma pré-gestação. O corpo necessita de tempo para normalizar a produção de hormônios e durante a amamentação fazer exercícios pesados ou então entrar em dieta pode colocar a saúde em risco;
  2. Ainda que já tenham se passado vários meses após o parto, evite fazer atividade física de alta intensidade. Dê preferência para exercícios leves de fortalecimento, que utilizem o peso do próprio corpo;
  3. Tenha como finalidade fortalecer e estabilizar os músculos reto-abdominais, para que o restante da musculatura abdominal fique alinhada e possa trabalhar de maneira adequada;
  4. Evite os exercícios abdominais convencionais, sobretudo aqueles que exigem rotação de tronco e quadril, pois eles poderão agravar ainda mais o quadro de diástase abdominal pós gravidez. Opte por atividades mais leves, como a natação e a caminhada, que ajudam a fortalecer a musculatura sem colocar o abdômen sob pressão;
  5. Outra dica para prevenir a diástase abdominal é tomar cuidado com a postura durante a gestação. Apesar dos desconfortos da gravidez, mantenha uma postura firme e tente prestar atenção à maneira como anda, senta e se deita;
  6. Algumas posturas da yoga, como “cachorro olhando para cima” (urdhva-mukha-svanasana), “gato-vaca (Gomukhasana) e “cobra” (bhujangasana) podem causar um distensão excessiva do abdômen e devem ser evitadas por quem tem diástase abdominal;
  7. Ao tossir ou realizar outra tarefa que exija grande esforço da musculatura abdominal, coloque a mão sobre a barriga e pressione levemente a musculatura para evitar que o abdômen se expanda;
  8. Embora não existam estudos que comprovem sua eficácia, uma cinta abdominal poderá ajudá-la a diminuir os ricos de diástase durante a gestação e também melhorar a recuperação muscular no pós-parto;
  9. Converse com seu médico sobre sua alimentação durante e após a gestação para prevenir o ganho excessivo de peso e facilitar a eliminação dos quilos extras da gravidez;
  10. Antes de se submeter à cirurgia para correção da diástase abdominal, procure profissionais certificados e com boas recomendações. Sempre que possível, recorra à opinião de pelo menos dois profissionais distintos antes de se comprometer a fazer um procedimento invasivo e com riscos à saúde.
Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite - (no G+) 

Referências adicionais:
http://www.mayoclinic.org/healthy-lifestyle/pregnancy-week-by-week/expert-answers/diastasis-recti/faq-20057825;
http://www.webmd.com/baby/guide/abdominal-separation-diastasis-recti; https://www.nlm.nih.gov/medlineplus/ency/article/001602.htm

Sete alimentos que roubam seu cálcio

O segredo é balanceá-los, sem deixar o consumo de lado

Garanta que seu organismo absorva todo o cálcio necessário para prevenir e controlar a doença. Café, chocolate e outros alimentos quase passam por vilões quando o assunto é garantir ossos fortes e saudáveis: diminuem a capacidade do organismo de absorver cálcio. A solução, entretanto, não é bani-los da dieta, já que muitos deles - como os grãos integrais - possuem outros nutrientes essenciais à saúde. Segundo a nutricionista Juliana Stein, é preciso saber balancear bem: "Para quem já tem doenças nos ossos, como osteoporose, pedimos para não misturar os alimentos fontes de cálcio com os que atrapalham a sua absorção". A clássica combinação de café com leite, por exemplo, deve ser evitada

Conheça esses alimentos e saiba como consumi-los com segurança para os ossos

Sal
Encontrado no sal, o sódio aumenta a excreção de cálcio pela urina. A nutricionista Juliana Stein, de São Paulo, recomenda que pessoas com osteopenia ou osteoporose eliminem o chamado sal de adição, aquele que acrescentamos à salada e a outros alimentos. Dica: use como tempero limão, azeite e especiarias.

Café
Misturar essa bebida com leite pode não ser tão indicado, dependendo das proporções de café e leite em sua xícara. "A cafeína, presente no café, tem efeito diurético, o que faz com que o cálcio seja eliminado pela urina", justifica Juliana Stein. Mas a nutricionista lembra que, para chegar a prejudicar a absorção, a quantidade de café ingerida ao dia deve ser superior a 300mg, o que equivale a três xícaras médias da bebida, aproximadamente

Refrigerante
Essa bebida é rica em fósforo, que inibe a absorção de cálcio pelo corpo. "O fósforo aumenta a liberação do paratormônio, hormônio que controla a quantidade de cálcio que temos nas células e nos ossos. Se ele está elevado, acaba mobilizando mais cálcio do osso pra corrente sanguínea, descalcificando os ossos", explica Sandra da Silva Maria, nutricionista da Gastro Obeso Center, em São Paulo.

Atenção especial aos refrigerantes de cola: além do fósforo, eles contam com cafeína, a mesma substância do café que aumenta a eliminação de cálcio pela urina.

Alimentos com ácido oxálico e fitatos
O ácido oxálico - encontrado em gérmen de trigo, nozes, feijão, espinafre, tomate e acelga -aumenta a eliminação de cálcio pelas fezes. O fitato age da mesma forma. Um exemplo de alimento com essas duas substâncias são os cereais integrais. No entanto, isso não significa que eles devem deixar de ser ingeridos, já que são ricos em fibras necessárias para o bom funcionamento do intestino. "Em casos de pessoas que já tenham doenças nos ossos, uma boa alternativa é ter uma alimentação com bastante frutas, vegetais e legumes, o que garantirá o pH ácido ao estômago - condição necessária para a boa absorção do cálcio", diz Sandra, que justifica: "Quanto maior a ingestão desses alimentos, maiores as chances de você consumir zinco, mineral que equilibra o pH do estômago".

Chocolate
Além de ter cafeína, o chocolate conta com o ácido oxálico que, como dito anteriormente, aumenta a eliminação de cálcio pelas fezes. "A quantidade de cafeína é a mesma, independente da quantidade de cacau", garante Sandra. Ela também alerta que o chocolate ou achocolatado em pó adicionado ao leite tem o mesmo efeito. Para comer essa delícia com menos culpa, a nutricionista aconselha o consumo de chocolates com maior teor de cacau, pois, apesar de prejudicar a absorção de cálcio, há, ao menos, maior ação antioxidante - o que não acontece com chocolates com menos cacau em sua composição

Gorduras
Existe um tipo específico de gordura que faz com que o cálcio seja liberado pelas fezes, em vez de ir para os ossos: os ácidos graxos saturados de cadeia longa, encontrados em manteiga e carnes gordurosas. A nutricionista Juliana Stein explica que, ao chegar ao intestino, esse tipo de gordura forma uma substância chamada oxalato, que se liga às moléculas de cálcio, formando um complexo insolúvel. "Esse complexo acaba sendo excretado nas fezes", conta.

Excesso de ferro
Embora aconteça raramente, é possível que o ferro em excesso faça com que o cálcio não seja absorvido. Isso acontece por causa de uma disputa entre esses dois minerais, como explica a nutricionista Juliana Stein. "Eles são absorvidos pela mesma 'porta' - chamada de glute, que encaminha as substâncias à corrente sanguínea - e competem entre si para serem absorvidos", diz. O cálcio costuma ganhar o páreo, mas perde quando o ferro está em uma quantidade muito maior. No entanto, lembram as nutricionistas Juliana e Sandra, isso é raro de acontecer, já que geralmente as dietas são mais ricas em cálcio do que em ferro.

Excesso de proteínas
"O organismo gasta muito cálcio para processar a proteína", diz a nutricionista Danielle Moreira, do Rio de Janeiro. Por isso, abusar nas fontes de proteínas pode aumentar a eliminação de cálcio pela urina, dificultando a sua absorção.

Mas como saber se você está passando dos limites na ingestão de proteínas? A nutricionista Juliana Stein explica que uma pessoa que não seja atleta precisa de 0,8 a 1g de proteínas diárias por quilo de seu peso. "Quem passa dessa 1g já tem a chamada dieta hiperproteica", afirma.

Minha Vida

Alguns bebês nascem com ambiguidade genital: entenda o que é e qual o protocolo recomendado

Unicamp traça panorama inédito do distúrbio da diferenciação do sexo no Brasil. Em 23 anos, o problema, considerado uma emergência médica, foi detectado em 408 crianças atendidas no hospital da instituição

Os órgãos sexuais não estão visualmente definidos ou têm anormalidades, provocando, inicialmente, nos pais uma dúvida sobre o sexo do filho. Trata-se da ambiguidade genital, considerada uma emergência médica e com indicação de cirurgia nas primeiras semanas de vida. O problema, porém, é pouco falado por pacientes e estudado por cientistas. O Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, começa a mudar esse cenário. A Faculdade de Medicina da instituição fez o maior estudo brasileiro sobre o tema. A equipe analisou dados de atendimentos feitos entre janeiro de 1989 e dezembro de 2011, levando em conta informações como frequência de diagnóstico, idade e definição final dos pacientes com distúrbio da diferenciação do sexo.

“Um estudo com essa casuística é pioneiro no mundo: são 408 casos estudados no período de 23 anos, em um único serviço, com a mesma conduta e os mesmos exames”, comemora o orientador do trabalho, Gil Guerra Júnior, que coordena o Grupo Interdisciplinar de Estudos da Determinação e Diferenciação do Sexo (Giedds) da Faculdade de Medicina da Unicamp. O cientista conta que o principal trabalho existente nessa área foi publicado no ano passado e envolveu 600 casos, mas relacionados a todos os países europeus. “Esse trabalho no Hospital das Clínicas é muito mais homogêneo e muito mais importante para analisar resultados a longo prazo”, compara.

Uma das autoras do estudo, Georgette de Paula conta que os casos recebidos pela instituição brasileira são de pacientes de todo o país. A tendência atual é fazer a correção cirúrgica precoce no intuito de amenizar e até eliminar os problemas psicológicos e sociais causados pela ambiguidade genital. “O desenvolvimento emocional, o cognitivo e a da imagem corporal da criança podem ser afetados profundamente tanto pela deformidade quanto pelas inúmeras cirurgias reconstrutivas. A American Academy of Pediatrics (Academia Americana de Pediatria) preconiza que, do ponto de vista do desenvolvimento emocional, o período entre 6 semanas e 15 meses é o mais adequado para o tratamento cirúrgico”, complementa.

As crianças atendidas no hospital da Unicamp foram classificadas em dois grupos: com evidente alteração genital e que o pediatra não tinha condições de saber se era menino ou menina, encaminhando a criança ao centro de referência; e com alteração tão sutil que família e médico não a percebiam inicialmente. Nesse caso, geralmente a ajuda era procurada tardiamente. Por vezes, o problema era descoberto somente na puberdade.

Falha cromossômica
Georgette explica que o ser humano recebe 44 autossomos (22 cromossomos do pai e 22 da mãe), mais dois cromossomos sexuais: um X da mãe (que é XX) e um X ou um Y do pai (que é XY). A junção dos cromossomos resulta no cariótipo 46,XX ou no 46, XY, uma menina e um menino, respectivamente. Qualquer erro na passagem dos cromossomos do pai e da mãe implica linhagens diferentes e anomalias. De forma mais rara, de 10% a 15% dos casos são de aberrações cromossômicas, com crianças que têm as linhagens masculina e feminina associadas.

“Entre os 408 casos de ambiguidade genital atendidos na Unicamp, mais da metade dos diagnósticos foi de pacientes de cariótipo 46, XY, com 250 casos (61,3%); 124 pacientes eram 46,XX (30,4%); e 34 com aberração de cromossomos sexuais (8,3%)”, conta a pesquisadora. A predominância de meninos ocorre porque a formação genitália masculina, interna e externamente, é muito mais complexa, tanto do ponto de vista genético quanto do hormonal. Desse modo, qualquer erro na produção e na quantidade de hormônios resultará em alguma alteração. A formação da genitália feminina, por outro lado, é mais simples, pois decorre da ausência dos hormônios masculinos.

Em uma genitália aparentemente masculina, há três características mais importantes de anormalidade: o pênis pequeno, a hipospádia (abertura do canal da urina abaixo da ponta do órgão genital) e os testículos não aparentes. Quando a genitália é aparentemente feminina, as principais alterações são: clitóris aumentado; grandes lábios fechados, como se formassem uma bolsa escrotal; e excesso de massa na região inferior da virilha, o que pode gerar ambiguidade ao aparentar um testículo.

Diagnóstico
A investigação médica, explica o pediatra Gil Guerra Júnior, começa com a avaliação clínica e os exames hormonais e citogenético (cariótipo), que geralmente são suficientes para a definição do sexo de uma pessoa. “Se necessário, realizamos cirurgias diagnósticas para observar a genitália internamente: se há útero, ovário, um duto diferente, testículos etc. Mais raramente, recorremos a biópsias para análise histológica. Com esses exames, chegamos a um diagnóstico preciso em mais de 90% dos casos e, por vezes, confirmamos com outros exames mais sofisticados, como os moleculares”, detalha o coordenador do estudo.

Com a confirmação do sexo da criança, é o momento da cirurgia, um procedimento complexo, principalmente para os meninos.“A dificuldade está em refazer o canal da urina para levar a abertura até a posição correta, o que pode exigir duas ou mais cirurgias. Sem isso, o menino não conseguirá urinar em pé e, mais tarde, virá a questão da condução do esperma na relação sexual”, diz Gil. Quando o pênis é pequeno, realiza-se um tratamento com reposição hormonal na infância para que o órgão chegue ao tamanho normal na puberdade. “Para a menina, a complexidade está em ampliar a vagina a fim de assegurar uma relação sexual adequada no futuro. Por vezes, é necessária nova abordagem na puberdade”, complementa.

O pediatra conta que a ambiguidade genital ainda é considerada pelos médicos uma doença rara, e que a pesquisa coordenada por ele ajuda a mudar esse cenário. “Um aspecto importante desse trabalho é mostrar ao pediatra, primeiro médico da criança, que a ambiguidade genital não é tão rara, bem como suas implicações. O pediatra deve tranquilizar a família, assegurando que aquela criança tem um sexo. Nunca dizer que ela não tem sexo ou que tem dois. E que, assim como, para os problemas do coração, por exemplo, para a ambiguidade genital, também existem exames e tratamento”, defende.

Correio Braziliense

Concurso Prefeitura de Guarapari - ES

No Espírito Santo, a Prefeitura de Guarapari publicou edital Nº. 001/2015 de concurso público para provimento de cargos e formação de cadastro reserva. Sob coordenação técnica do Instituto Brasileiro de Educação e Gestão Ambiental – IBEG, o concurso pretende recompor parte do quadro efetivo de servidores, ofertando 86 vagas para níveis fundamental, médio e superior, com salários de até R$ 4.315,16, para carga horária de 20 a 40 horas semanais.

Cargos
Agente de Combate às Endemias, Atendente de Consultório, Auxiliar de Veterinária, Auxiliar de Serviço Escolar, Auxiliar de Serviços Gerais, Caceteiro, Coveiro, Cozinheiro, Jardineiro, Telefonista, Vigia, Bombeiro, Capinteiro, Eletricista, Pedreiro, Pintor, Motorista, Técnico (Enfermagem, Higiene Dental, Laboratório, Informática, Segurança do Trabalho, Agrícola, Agrimensura e Edificações), Assistente Administrativo, Operador de Sistema de Vídeo Monitoramento, Fiscal (Meio Ambiente, Obras Privadas, Postura/Serviços e Vigilância Sanitária), Agente Municipal de Trânsito/Transporte, Operador de Máquinas, Motorista, Assistente Social, Fisoterapeuta, Fonoaudiólogo, Nutricionista, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional, Clínico Geral, Ginecologista, Infectologista, Médico do Trabalho, Psiquiatra, Veterinário, Enfermeiro, Farmacêutico, Odontólogo, Farmacêutico/Bioquímico, Arquivologista, Auditor, Bibliotecário, Contador, Jornalista, Turismólogo, Arquiteto, Engenheiro (Civil, Agrônomo, Segurança do Trabalho, Tráfego, Elétrico e Florestal), Biólogo, Oceanógrafo, Procurador Municipal e Fiscal de Rendas. Ficam reservadas 5% da vagas às pessoas portadoras de necessidades especiais.

Inscrição
A inscrição foi prorrogada e deverá ser feita via internet, pelo site www.ibeg.org.br, até o dia 17 de janeiro de 2016. A taxa de inscrição é de: Nível fundamental: R$ 45,00; Nível médio: R$ 55,00; Nível superior: R$ 70,00.

Prova
O concurso será realizado por meio de provas objetivas, análise de títulos e experiência profissional. O candidato deverá anexar a documentação relativa aos títulos e a análise curricular no sistema de inscrição, durante o próprio período de inscrição.

A prova objetiva foi alterada e está prevista para 13 de março de 2016, no horário das 9h às 12h e das 15h às 18h (a depender da vaga almejada), em locais a serem divulgados a partir do dia 23 de fevereiro de 2016.

O gabarito será divulgado a partir do dia 13 de março de 2016. Já o resultado final do concurso será informado na data provável de 06 abril de 2016.

Validade
O prazo de validade do concurso será dois anos, a contar da data da homologação do resultado pelo prefeito de Guarapari, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período, a critério da Prefeitura.

UNIVASF publica edital de processo seletivo

A Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF, publicou no Diário Oficial da União (18 de dezembro de 2015, a partir da pág. 50) o edital de processo seletivo n.º 45, para provimento de 15 vagas no cargo de Professor Substituto.

Os contratados farão jus a remuneração de até R$ 5.143,41, por jornada de 40 horas semanais.

Áreas de conhecimento
As vagas oferecidas são para docentes que possuam formação nas seguintes áreas: Embriologia, Histologia/Anatomia Humana, Ensino de Ciências, Estradas/Transportes, Expressão Gráfica/Informática, Física, Genética/Biologia Celular, Genética/Biologia Molecular, Histologia/Patologia, História do Brasil/Preservação Patrimonial/Bioarqueologia, Letras/Linguística/Ensino de Língua Portuguesa, Medicina do Idoso, Morfofisiologia Animal, Química, Saúde Mental/Atenção Psicossocial e Suinocultura, Zoologia, Cunicultura/Equideocultura.

Inscrições
As inscrições serão efetuadas exclusivamente via internet, através do preenchimento de formulário próprio disponibilizado no site www.concurso.univasf.edu.br, até às 18h do dia 11 de janeiro de 2016, observado o horário local.

O valor da taxa de inscrição varia de R$ 45,00 a R$ 80,00. A confirmação da inscrição será disponibilizada no site www.concurso.univasf.edu.br, a partir das 17h do dia 14 de janeiro de 2016.

Provas
Os candidatos farão prova didática e exame de títulos. O sorteio do ponto e a prova de aptidão didática serão realizados no Campus de Petrolina-PE ou Juazeiro-BA, na data provável de 29 de janeiro de 2016, em horário a ser divulgado posteriormente. O candidato que não comparecer ao sorteio do ponto estará automaticamente eliminado.

O sorteio da ordem de apresentação e a prova de aptidão didática serão realizados provavelmente no dia 30 de janeiro de 2016.

O processo seletivo terá prazo de validade de um ano, contado a partir da data da sua homologação, podendo ser prorrogado a critério da Administração, por igual período.

Concurso e processo seletivo Prefeitura de Rio Acima - MG

A Prefeitura de Rio Acima, Minas Gerais, torna público editais de concurso e processo seletivo. A finalidade é selecionar profissionais de ensino fundamental, médio e superior, visando a contratação de 262 novos servidores. Os vencimentos ofertados vão de R$ 747,40 a R$ 9.868,86, em jornada de trabalho de até 40 horas por semana.

O edital nº 001/2015 de concurso público, dispõe de 250 vagas distribuidas entre os cargos de Bioquímico, Cirurgião Dentista, Enfermeiro, Farmacêutico, Fonoaudiólogo, Médico do Trabalho, Médico Plantonista, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional, Pedagogo, Professor de varias disciplinas, Assistente Social, Segurança do Trabalho, Assistente Administrativo, Assistente de Atividades Escolares, Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Biblioteca Escolar, Fiscal de Posturas, Secretário Escolar, Técnico em Segurança do Trabalho, Técnico em Contabilidade, Técnico em Farmácia, Técnico em Laboratório, Almoxarife, Assistente de Seção, Encarregado de Secretaria, Guarda Municipal, Recepcionista, Vigia, Auxiliar de Serviços Gerais, Eletricista, Jardineiro, Lavadeira, Motorista II, Operador de Máquinas pesadas, Porteiro e Servente Escolar. No edital nº 001/2015 de processo seletivo, são ofertadas 12 oportunidades distribuidas entre os cargos de Enfermeiro, Médico e Técnico de Enfermagem.

Para se candidatar a uma dessas oportunidades, acesse o site www.idecan.org.br, a partir das 14h do dia 10 de fevereiro até às 23h59 do dia 10 de março de 2016.

O valor da taxa de inscrição para cargos de ensino fundamental é de R$ 40,00, ensino médio R$ 50,00 e ensino superior R$ 65,00 e R$ 95,00. Será disponibilizado um ponto de inscrição para o candidato, na sede da Prefeitura, que fica na Rua Antônio Carlos, s/n, Centro, Rio Acima/MG, nos horários de 12h às 17h.

Mediante aplicação de provas escrita objetiva, prática e análise de títulos, os inscritos serão selecionados, obedecendo os métodos de avaliação do cargo pretendido.

A prova objetiva está prevista para ser aplicada no dia 10 de abril de 2016, no município de Rio Acima/MG, sendo que o local e horário serão previamente informados no mesmo site acessado para realizar a inscrição.

O concurso público será válido por dois anos e o processo seletivo um ano, contado da data de suas homologações, podendo ser prorrogados uma vez, por igual período.

Prefeitura de Logradouro - PB abre concurso público

A Prefeitura de Logradouro, na Paraíba, tendo em vista o período de festividades de fim de ano, comunica através da empresa organizadora: Advise, o adiamento do inicio das inscrições para o dia 4 de janeiro de 2016 e para mudando para o dia 5 de janeiro de 2016 as inscrições para candidatos hipossuficientes.

-------------------------

A Prefeitura de Logradouro, na Paraíba, publicou edital n°001/2015 de concurso público, destinado ao provimento de 72 vagas em diferentes empregos para todos os níveis de escolaridade na Administração. Os salários oferecidos variam entre R$ 788,00 e R$ 2.000,00, dependendo do cargo, e o edital reserva ainda 5% das vagas para pessoas com deficiência. A jornada de trabalho será de 30 ou 40 horas por semana.

As oportunidades são para Auxiliar de Serviços Gerais, Vigia, Auxiliar de Laboratório de Análises Clínicas, Motorista, Técnico de Nível Médio, Técnico em Enfermagem, Assistente Social, Dentista, Enfermeiro, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico, Psicólogo, Nutricionista, Professor nas áreas de 1ª Fase, Ciências, Educação Especial, Educação de Jovens e Adultos, Educação Física, História, Inglês e Matemática.

As inscrições deverão ser realizadas a partir do dia 4 de janeiro de 2016 até 28 de janeiro de 2016, no site www.advise.net.br.

O valor da taxa de inscrição vai de R$ 45,00 a R$ 80,00.

A seleção dos inscritos terá etapas de prova objetiva e prova de títulos, conforme o cargo pretendido, a serem aplicadas provavelmente no dia 28 de fevereiro de 2016, em locais e horários a serem comunicados a partir de 22 de fevereiro de 2016.

No dia 29 de fevereiro de 2016 serão publicados os gabaritos provisórios das provas objetivas e no dia 11 de março de 2016 os gabaritos definitivos.

O resultado oficial da prova será publicado provavelmente em 21 de março de 2016.

O concurso será realizado pela empresa Advise Consultoria & Planejamnto Eireli e a validade será de dois anos, contados a partir da data da homologação do resultado final.

Concurso público da Prefeitura de São João de Pirabas - PA

De pose de 154 vagas efetivas para profissionais de todos os níveis de escolaridade, a Prefeitura de São João de Pirabas, no Pará, lançou o edital nº 01/2015 de concurso público. O evento é organizado pelo Centro de Extensão, Treinamento e Aperfeiçoamento Profissional LTDA (CETAP). A remuneração varia de R$ 788,00 a R$ 5.000,00, por jornadas trabalhistas de 20 a 40 horas semanais.

Os cargos disponíveis são de Auxiliar de Serviços Gerais, Auxiliar de Serviços Urbanos, Encanador, Merendeira, Vigia, Guarda Municipal, Motorista, Operador de Bomba D’água, Operador de Máquinas Pesadas, Agente Administrativo, Músico, Atendente de Consultório Dentário, Técnico em Edificação, Técnico em Enfermagem, Técnico em Informática, Técnico em Laboratório, Técnico em Radiologia, Administrador, Advogado, Assistente Social, Contador, Enfermeiro, Engenheiro Agrônomo, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico (Cirurgião Geral, Clínico Geral, Ginecologista / Obstetra e Pediatra), Nutricionista, Odontólogo, Psicólogo e Professor (Braile, Ciências, Educação Artística, Educação Básica, Educação Física, Ensino Religioso, Estudos Amazônicos, História, Língua Brasileira de Sinais, Língua Inglesa e Matemática).

As inscrições foram prorrogadas e serão efetuadas até 05 de janeiro de 2016, via endereço eletrônico: www.cetapnet.com.br, mediante pagamento de taxa no valor de R$ 50,00 para cargos de nível fundamental, de R$ 60,00 para cargos de nível médio e de R$ 80,00 para cargos de nível superior.

Será aplicada prova objetiva de múltipla escolha, provavelmente no dia 31 de janeiro de 2016. Também terá avaliação de títulos, com entrega de documentos entre os dias 7 e 9 de março de 2016.

Estima-se que o gabarito preliminar seja divulgado no dia da prova e que o resultado final seja publicado no dia 4 de abril de 2016.

O concurso público terá validade de dois anos, contados da data de homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período.

Hospital das Forças Armadas - HFA abre processo seletivo

O Hospital das Forças Armadas (HFA) comunica, por meio do extrato de edital 1/2015, a realização de processo seletivo público para provimento de duas vagas para Médicos especialistas em Ortopedia e Traumatologia, no Programa Avançado na área de Cirurgia do Joelho do Hospital das Forças Armadas para o ano de 2016.

As inscrições ficam abertas até 30 de janeiro de 2016, pelo site do HFA (www.hfa.mil.br), ou presencialmente, na Seção de Clínica de Traumato-Ortopedia do HFA, localizada na Estrada Contorno do Bosque s/nº - Cruzeiro Novo-DF.

Não será cobrada taxa de inscrição.

A prova objetiva ocorrerá na data provável de 14 de fevereiro de 2016 e a entrevista e análise de currículo em 12 de março de 2016.

A consulta ao conteúdo do edital e maiores informações poderão ser obtidas no site do HFA, pelo correio eletrônico (hfa.ortopedia@gmail.com) ou pelo telefone 61-3966-2352.

Dengue: Nota sobre o registro da primeira vacina

O governo federal estabeleceu prioridade na análise e pesquisa de novas tecnologias relacionadas ao combate do mosquito Aedes Aegypti e às doenças transmitidas por ele no Brasil – dengue, zika e chikungunya;

- Nesta segunda-feira (28), uma nova etapa dessa busca foi consolidada. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou o registro da vacina contra dengue do laboratório Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda (Dengvaxia - vacina dengue 1, 2, 3 e 4 - recombinante, atenuada). Vale destacar que o produto não protege contra os vírus Chikungunya e Zika;

- A comercialização ainda depende da definição de preço da vacina, tema que será analisado pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), órgão interministerial responsável pela definição de preços de medicamentos;

- A decisão de incorporação no SUS (Sistema Único de Saúde) será estudada com prioridade e levará em conta critérios como a relação custo x efetividade, eficácia e população alvo;

- O Ministério da Saúde tem apoiado e acompanhado o desenvolvimento de novas tecnologias para o combate ao Aedes Aegypit e aos vírus transmitidos pelo mosquito. No dia 11/12, por exemplo, a Anvisa aprovou o início de estudos da fase III da vacina contra dengue do Instituto Butantan. A Fiocruz também realiza pesquisa sobre vacinas contra dengue, além de outros laboratórios internacionais.

- O Ministério da Saúde reforça que, neste momento, somente o combate ao mosquito Aedes Aegypti é eficiente contra a multiplicação dos casos de dengue, Chikungunya e Zika.

Agência Saúde
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3580/ 2745

Conselho recomenda reduzir remédios para crianças com problema de aprendizagem

O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) divulgou resolução recomendando o fim da prescrição excessiva de remédios para crianças e adolescentes no tratamento de problemas de aprendizagem, comportamento e disciplina

De acordo com o documento, o uso excessivo desse tipo de medicamento apresenta riscos como a dependência física ou psicológica. A resolução estabelece que os jovens devem ter o direito de acessar tratamentos alternativos e não medicamentosos. A resolução destaca ainda que o consumo de metilfenidato, substância usada no tratamento de casos de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), aumentou muito nos últimos anos. 

O Brasil se tornou o segundo maior mercado mundial no consumo do metilfenidato, conhecido pelo nome comercial Ritalina, com cerca de 2 milhões de caixas vendidas em 2010. De acordo com levantamento da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, houve aumento de 775% no consumo do medicamento entre 2003 e 2012.

A resolução 177 define como excessiva medicalização “a redução inadequada de questões de aprendizagem, comportamento e disciplina a patologias, em desconformidade com o direito da criança e do adolescente à saúde, ou que configure negligência, discriminação ou opressão.”

Em outubro de 2015, o Ministério da Saúde também havia recomendado a adoção de práticas que dispensam o uso de remédios para prevenir abusos na prescrição do medicamento.

A resolução indica que as estimativas de prevalência de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças e adolescentes no Brasil são bastante discordantes, com valores de 0,9% a 26,8%, segundo informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Como o diagnóstico do TDAH não pode ser confirmado por exames laboratoriais, é possível que muitas pessoas estejam sendo medicadas sem necessidade.

O texto informa que os jovens devem acessar tratamentos “que levem em conta aspectos pedagógicos, sociais, culturais, emocionais e étnicos e que envolvam a família, a comunidade e os profissionais responsáveis pelos cuidados de crianças e adolescentes”.

Agência Brasil

Brasileiro ainda se expõe de maneira perigosa aos efeitos da radiação solar

Não é apenas no verão que o uso do protetor solar deve ocorrer. Esta deve ser uma prática diária, mesmo em dias nublados

A falta do protetor solar por prejudicar a pele de maneira grave. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, o câncer de pele não melanoma (não maligno), causado pelo sol, é o mais incidente no Brasil dentre todos os outros tipos desta doença com mais de 130.000 novos casos por ano. A proteção solar ainda não é um hábito comum dos brasileiros e o elevado índice de câncer de pele é uma prova disso.

Para verificar os hábitos de proteção dos brasileiros, uma pesquisa realizada pelo instituto IPUPO com 1278 pessoas, de ambos os sexos, entre 19 e 65 anos, nas cidades de Campinas, Porto Alegre, Recife e São Paulo, mostrou que a população ainda se expõe de maneira perigosa aos efeitos danosos da radiação solar.

Veja os resultados da pesquisa:
  • 71% da população ignora a proteção uva ao comprar o filtro solar;
  • 53% da população se expõe ao sol pela manhã por acreditar ser este o horário mais seguro;
  • 53% dos entrevistados não aplicam filtro solar diariamente;
  • 69% dos entrevistados não reaplicam filtro solar;
  • ­Somente 13% dos entrevistados recorrem ao dermatologista para indicação do melhor filtro a ser utilizado;
  • FPS 30 e 50 são os preferidos dos brasileiros;
  • 53% aplicam o filtro solar apenas no rosto;
  • 74% dos brasileiros não aplicam fotoprotetor em dias nublados;
  • Apenas 10% utilizam roupas para se proteger do sol.
“O principal objetivo da pesquisa foi coletar dados e alertar a população e a comunidade científica da necessidade de se melhorar os canais de informação da população em relação ao uso correto e escolha adequada dos fotoprotetores em função do tipo de pele”, afirma o Farmacêutico Lucas Portilho, Presidente do IPUPO.

O uso do filtro solar é, sem dúvida, uma ferramenta importantíssima, senão a mais importante e crucial, para prevenir o chamado fotoenvelhecimento, envelhecimento da pele causado e acelerado pela exposição aos diferentes tipos de radiação solar, e o câncer de pele. O uso adequado e consciente do fotoprotetor contribui para a manutenção de uma pele livre de sinais precoces do envelhecimento, como rugas, manchas e flacidez, e em casos mais avançados, da elastose solar.

“Estudos científicos já demonstraram que o excesso da radiação ultravioleta emitida pelo sol é a principal responsável pelo envelhecimento precoce da pele”, afirma Portilho, que já viajou o mundo estudando novas moléculas que protegem a pele da radiação solar. “Ninguém quer chegar aos 30 anos com rugas, manchas e flacidez. Por outro lado, é muito fácil chegar aos 50 e até aos 60 anos livre de rugas, basta usar filtro solar de modo adequado desde cedo, uma vez que os danos provocados pela radiação solar são acumulativos”, complementa.

Blog da Saúde

Corpo de Bombeiros alerta para o risco de afogamento

Com o verão, aumenta o número de idas à piscina, aos rios e lagos e à praia. Estas atividades exigem muito cuidado e atenção, principalmente com as crianças

De acordo com o 15° Grupamento do Corpo de Bombeiros de Sorocaba, a maior incidência de afogamentos nesta época ocorre com crianças e adolescentes, entre 12 e 19 anos. Isto ocorre por ser uma fase onde o espírito aventureiro é muito forte.

Para evitar o risco de afogamento, seguem algumas dicas de segurança:
  1. Em caso de piscina infantil, esvaziá-la sempre após o uso;
  2. Manter um adulto próximo a todo o momento;
  3. Colocar uma cerca de isolamento em volta das piscinas fixas;
  4. Evitar mergulhar e nadar próximo a regiões onde há barcos, pranchas e pedras;
  5. Aguardar pelo menos 1h após as refeições para entrar na piscina, para evitar uma congestão;
  6. Não ingerir bebidas alcoólicas em excesso.
Blog da Saúde

Anvisa registra primeira vacina contra dengue no Brasil

Foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (28/12) o registro concedido pela Anvisa para a vacina contra dengue produzida pela empresa Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

A Dengvaxia® - vacina dengue 1, 2, 3 e 4 (recombinante, atenuada) foi registrada como produto biológico novo, de acordo com a Resolução - RDC nº 55, de 16 de dezembro de 2010. O registro permite que a vacina seja utilizada no combate à dengue. Vale destacar que a vacina não protege contra os vírus Chikungunya e Zika.

Para validar a vacina, a primeira contra a dengue registrada no Brasil, a Anvisa observou a comprovação da qualidade, segurança e eficácia do produto, além da certificação de cumprimento das Boas Práticas de Fabricação e as respectivas autorizações sanitárias para o funcionamento da empresa fabricante. A análise de todos esses dados foi pautada na relação benefício x risco da vacina.

O dossiê de registro foi submetido pela empresa Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda em 31/03/2015, sendo priorizada a análise pela Anvisa em 27/04/2015. A avaliação do dossiê de registro foi realizada dentro dos padrões estabelecidos pela Anvisa e por organismos internacionais de interesse na área, como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o International Vaccine Institute (DVI). O assunto foi tratado com a maior brevidade possível, sendo mantidas todas as etapas necessárias e essenciais para comprovação da sua qualidade, segurança e eficácia.

A vacina contra dengue produzida pela Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. foi aprovada para a seguinte indicação terapêutica: prevenção da dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 em indivíduos dos 9 aos 45 anos de idade e que moram em áreas endêmicas. No momento não há dados suficientes para a comprovação da segurança de uso da vacina em indivíduos menores de 9 anos de idade, principalmente na faixa etária de 2 a 5 anos, bem como para os brasileiros maiores que 45 anos. O esquema de vacinação aprovado foi o intervalo de seis meses entre as doses.

A vacina apresentou uma eficácia global contra dengue confirmada contra qualquer sorotipo da dengue de 65,6% na população acima de nove anos de idade. A eficácia nessa população foi de 58,4% contra o sorotipo 1, 47,1% contra o sorotipo 2, 73,6% contra o sorotipo 3 e de 83,2% contra o sorotipo 4. Se considerarmos a forma da dengue que leva à hospitalização, a eficácia verificada da vacina foi de 80,8%. Ou seja, há uma proteção maior para casos de dengue considerados mais severos, que levam à internação dos pacientes.

Exigências
Durante a avaliação do dossiê de registro da vacina foram emitidas cinco exigências, sendo o último cumprimento de exigência apresentado à Anvisa em 21/12/2015, o que possibilitou a finalização da análise e publicação do registro sanitário da vacina. Destacamos ainda a participação da Anvisa e de outras autoridades reguladoras internacionais (Colômbia, Indonésia, Malásia, México, Filipinas e Tailândia) na reunião organizada pela OMS em parceria com a DVI - International Vaccine Institute - (IVI), que ocorreu no período de 28 a 30/07/2015, em que foram discutidos parâmetros técnicos e científicos relacionados aos dossiês da vacina contra dengue apresentados em cada país.

ANVISA

Dois novos medicamentos são registrados pela Anvisa.

Foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (28/12), o registro do medicamento novo Stivarga® (regorafenibe monoidratado), um comprimido revestido, antineoplásico, indicado para o tratamento de pacientes adultos com tumores estromais gastrintestinais (TEG ou GIST – gastrointestinal stromal tumor) metastáticos ou não ressecáveis, que tenham progredido ou experimentaram intolerância ao tratamento prévio com imatinibe e sunitinibe


Também foi publicado o registro do Cosentyx® (secuquinumabe) do medicamento biológico novo, um anticorpo monoclonal que se liga a uma citocina no sistema imune, a interleucina 17ª, indicado para o tratamento de psoríase em placas moderada a grave em pacientes adultos que são candidatos à terapia sistêmica ou fototerapia.


ANVISA