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sábado, 17 de maio de 2014

Pênis e pulmão: veja 12 remédios estranhos contra ressaca

Foto: Getty Images
Itália (Sicília): pênis seco de touro
Site lista as receitas ao redor do mundo que misturam ingredientes nada comuns e prometem acabar com os sintomas da bebedeira

Se você é daquelas pessoas que não abre mão de uma bebida com os amigos e está sempre de ressaca no dia seguinte, agradeça que não mora na Mongólia porque lá a bebedeira é curada com um copo de suco de tomate misturado com olhos de ovelha em conserva.

Confira:
 
Mongólia: o segredo da cura da ressaca do país asiático é um caprichado suco de tomate com olhos de ovelha em conserva. Segundo um estudo japonês de 2012, suco de tomate ajuda o fígado a expulsar o álcool do corpo
 
Foto: Getty Images
Hungria: fezes de pardal no conhaque
Hungria: fezes de pardal no conhaque. Essa mistura é no mínimo perigosa porque introduz parasitas, bactérias e doenças das fezes do pássaro. O conhaque, por sua vez, vai apenas piorar os efeitos do álcool
 
Itália (Sicília): pênis seco de touro. Com altos níveis de proteína, hormônios, vitaminas e minerais, o ingrediente foi inclusive pedido por atletas nas Olímpiadas de 2008, em Pequim, para dar mais vigor aos competidores
 
Namíbia: Leite de Búfalo. A bebida mistura baunilha, creme de leite, dois tipos de destilados e licores cremosos. Apesar de rico em proteína, o creme vai "forrar" o estômago e a nova dose de álcool vai só adiar uma nova ressaca
 
Grécia Antiga: pulmões de ovelha e dois ovos de coruja cozidos. Apesar de parecer nojento, os pulmões de ovelha parecem rica fonte de proteína e aminoácidos que ajudam a quebrar as moléculas de álcool mais rapidamente e aliviar o trabalho do fígado
 
Foto: Getty Images
 A Universidade de Newcastle concluiu em 2009 que o
sanduíche de bacon é a melhor cura para a ressaca 
Reino Unido: café inglês tradicional com bacon, ovos, salsicha, torrada, tomates e cogumelos: tudo frito. Chouriço, batatas fritas e feijão são opcionais. Muita proteína, gordura e sal ajudam o fígado a se recuperar. A Universidade de Newcastle concluiu em 2009 que o sanduíche de bacon é a melhor cura para a ressaca
 
Estados Unidos: suco de tomate, um ovo cru, uma colher de sopa de molho inglês, sal, pimenta do reino e pimenta vermelha. Suco de tomate é rico em vitamina C e frutose; o ovo contém protéina e aminoácidos que ajudam o fígado a se livrar de toxinas
 
Roma Antiga: um canarinho frito. A carne do pássaro contém proteína, carboidratos e gordura que ajudam a elevar os níveis de glucose do sangue e fazer qualquer um se sentir melhor
 
Foto: Getty Images
Filipinas: um ovo cozido de pato já com embrião
Filipinas: um ovo cozido de pato já com embrião. O ovo é uma grande fonte de cisteína, substância que quebra as toxinas que causam o enfraquecimento do fígado por causa do álcool
 
Peru: "suco de peixe". Suco de laranja, de limão, alho e gengibre misturados nos restos de caldo de peixe. Limão e laranja contém frutose e ácido cítrico: a primeira ajuda a metabolizar o álcool mais rápido e acelerar a velocidade com que a bebida é removida do corpo
 
Nova Zelândia: torta salgada com um copo de leite com chocolate. Reconfortante e rico em proteína que traz aminoácidos necessários ao corpo para tirar o álcool do organismo
 
Escócia: salsicha cozida no Irn-Bru (um refrigerante cafeinado típico da Escócia). Provavelmente é melhor para prevenir a ressaca, já que alimentos gordurosos retardam a digestão reduzindo a absorção do álcool pelo corpo
 
Terra

Mau hálito pode não ter cheiro: confira dez curiosidades

Foto: Shutterstock
Quando a halitose é frequente pode ocorrer a chamada
fadiga olfatória, quando as  células do nariz se
 acostumam com o mau cheiro que vem da boca e a
pessoa passa a não senti-lo mais
O presidente da Associação Brasileira de Halitose dá dicas que podem afastar de vez o problema
 
Quem sofre de mau hálito ou conhece alguém que tenha esse problema sabe bem como é desagradável. A halitose pode levar a pessoa à depressão ou ser um indicativo de outras doenças muito mais graves no corpo. Para entender melhor esse mal, que atinge cerca de 30% dos brasileiros, Marcos Moura, cirurgião-dentista e presidente da Associação Brasileira de Halitose, conta 10 curiosidades sobre o assunto. 
 
Alteração salivar é a maior causa de mau hálito
Essa é a principal causa de mau hálito. A saliva funciona como um detergente bucal, eliminando bactérias nos intervalos entre as higienizações boca. Quando o volume de saliva diminui, a boca fica seca e com mais bactérias causadoras do mau hálito. 
 
Fadiga olfatória – o mau hálito “sem cheiro”
Quando a halitose é frequente pode ocorrer a chamada “fadiga olfatória”, quando as células do nariz se “acostumam” com o mau cheiro que vem da boca e a pessoa passa a não senti-lo mais. E quando não se sabe que tem o problema, fica mais difícil tratá-lo. 
 
Mau hálito pode causar depressão
Muitas vezes quem tem mau hálito acaba, por vergonha, se afastando do convívio social. Isso prejudica seus relacionamentos afetivos e profissionais, podendo levar a pessoa à depressão. 
 
Estresse causa mau hálito
O estresse eleva o nível de adrenalina no sangue deixando a boca seca e sem saliva. Isso, conforme já dissemos no item um, gera um aumento de bactérias causadoras do mau hálito. 
 
Refeições ricas em proteínas exigem o dobro de atenção com o hálito
As bactérias causadoras do mau hálito são chamadas proteolíticas e fermentam as proteínas ingeridas. Portanto, quanto mais proteínas, mais fermentação. Assim, deve-se ter uma dieta balanceada e sempre que se consumir muita proteína, redobrar a atenção com a higiene bucal, nunca se esquecendo do trio básico: escovação, fio dental e raspadores de língua.
 
Ficar muito tempo de estômago vazio causa a halitose sistêmica
O organismo precisa produzir energia a partir dos alimentos consumidos. Portanto, quando o estômago está vazio, queima gordura. Durante essa queima, há a liberação de compostos orgânicos voláteis que são absorvidos pela corrente sanguínea e via pulmonar e, quando exalados, produzem o mau hálito, ou seja, uma halitose que não vem da boca e é chamada de sistêmica. 
 
Prisão de ventre causa mau hálito fecal
Os compostos mau cheirosos das fezes não eliminadas são absorvidos pela corrente sanguínea e eliminados também via pulmonar, é um hálito classificado como fecal.
 
Água é a melhor amiga do hálito
Cerca de 90% da saliva é água, sem ingeri-la, a produção vai diminuindo e a boca fica seca. Por isso, beba em média 2 litros de água por dia.
 
Enxaguante bucal com álcool e bebidas alcoólicas provocam halitose 
O álcool consumido frequentemente descama as células da mucosa bucal.  Essas células possuem proteínas que, uma vez descamadas, depositam-se sobre a língua e formam a saburra lingual, responsável em grande parte pelo mau hálito.
 
Respirar pela boca – um costume inimigo do hálito
A entrada e saída de ar pela boca acaba por ressecá-la e também colabora para a descamação da mucosa bucal, causando o mau hálito. 
 
Terra

Fazer 2 refeições por dia pode ajudar contra diabetes tipo 2

Fazer 2 refeições por dia pode ajudar contra diabetes tipo 2
Reprodução
Comer apenas o café da manhã e o almoço pode ser uma forma mais efetiva de tratar a diabetes tipo 2 do que fazer pequenas refeições ao longo do dia, dizem cientistas
 
Pesquisadores do Instituto de Medicina Clínica e Experimental de praga testaram os dois métodos com dois grupos de 27 pessoas.

O primeiro grupo fez duas refeições maiores por 12 semanas, comendo pela última vez até às 16 horas. O segundo se alimentou com seis porções menores ao longo de todo o dia, como é frequentemente recomendado a pacientes com diabetes.
 
Depois, os grupos inverteram suas dietas. Em ambos os casos, todas as refeições do dia somavam 1.700 calorias. Quando comeram duas vezes, os voluntários perderam mais peso e tiveram uma maior redução do nível de açúcar no sangue. Segundo os cientistas, estes resultados corroboram com "evidências anteriores" de que refeições em menor número e porções maiores traziam mais benefícios.
 
Causa e efeitos
A diabetes tipo 2 é causada quando o corpo não produz uma quantidade suficiente do hormônio insulina, que regula o açúcar no sangue. Na falta dele, o nível de açúcar fica elevado demais, o que pode causar problemas cardíacos e acidente vascular cerebral, o AVC, danos nos nervos, sensibilidade a luz e problemas renais. Segundo a Federação Internacional de Diabetes (FID), há 371 milhões de adultos diabéticos no mundo, dos quais 13,4 milhões são brasileiros, a maioria deles do tipo 2.
 
O número é especialmente alarmante no caso brasileiro, porque ele supera com muita antecedência o número previsto pelo FIS de 12,7 de diabéticos no país em 2030. Mudar os hábitos alimentares pode ajudar não só estas pessoas, segundo o estudo realizado em Praga, como quem deseja perder peso.
 
"Os pacientes com menos refeições tinham medo de passar fome de noite, mas eles sentiram menos fome porque os deixamos comer até ficarem satisfeitos", diz a pesquisadora Hana Kahleova.
 
"Mas, quando comiam seis vezes ao dia, eles não ficavam satisfeitos. Isso foi surpreendente." O pesquisador Richard Elliot, do instituto Diabetes UK, diz que o estudo reforça resultados de pesquisas anteriores que apontam para um novo tipo de dieta para este tipo de paciente. "No entanto, antes será preciso realizar um estudo mais duradouro antes de mudar a indicação nutricional dada a pessoas com diabetes", disse Elliott.
 
BBC Brasil

Remédio sonoro: música diminui dor e ansiedade em pacientes com câncer

Foto: Reprodução
 Música diminui dor e ansiedade em pacientes com câncer
Uma nova pesquisa provou o poder da música do tratamento do câncer: cantar, tocar um instrumento ou mesmo apenas ouvir música pode reduzir a ansiedade e a dor, e aprimorar o humor e alguns sinais vitais (como a pressão arterial) em pacientes com câncer, melhorando sua qualidade de vida global
 
Cantar ou tocar música também pode trazer um novo “sentimento de poder” aos pacientes que se sentem vítimas do câncer.
 
Segundo os pesquisadores, as terapias baseadas em música podem ser um complemento útil à medicação e outros tratamentos padrões de câncer. “Eu acredito fortemente que a beleza da música pode trazer uma esperança renovada aos pacientes e seus entes queridos, e energizá-los”, diz a pesquisadora Joke Bradt.
 
Durante anos, pesquisadores têm estudado terapias baseadas em música como um tratamento para uma ampla gama de doenças crônicas, dolorosas e emocionalmente angustiantes, como o câncer. A nova pesquisa revisou sistematicamente 30 estudos que incluíram 1.891 adultos e crianças com câncer.
 
Em 17 dos estudos, as pessoas ouviram música pré-gravada. Nos outros, as pessoas participaram de várias terapias baseadas em música que em alguns casos incluíam cantar, tocar piano ou criar ritmos ao lado de um terapeuta. Todos os estudos incluíram um grupo de controle que recebeu tratamento padrão de câncer.
 
No geral, tanto as sessões com musicoterapeutas e música pré-gravada reduziram os níveis de ansiedade dos pacientes e aumentaram sua qualidade de vida (medida por meio de questionários) melhor do que os tratamentos padrões.
 
Em alguns estudos, a musicoterapia também melhorou a dor e o humor (embora não os níveis de depressão), bem como a pressão arterial, a frequência cardíaca e a frequência respiratória.
 
Bradt diz que não há provas suficientes para determinar que tipo de intervenção musical foi mais eficaz. No entanto, ela acredita que as terapias musicais provavelmente serão mais bem sucedidas quando adaptadas aos gostos musicais e capacidade das pessoas de participar no processo de fazer música.
 
“Não é como quando você vai ao médico com dor de cabeça, e ele prescreve um tipo específico de medicamento que vai ajudar com a dor de cabeça de qualquer pessoa”, explica.
 
Robert Zatorre, um neurocientista cognitivo que estuda o efeito da música sobre o cérebro, diz que as qualidades musicais como ritmo e volume também devem impactar o humor e os níveis de estresse dos pacientes.
 
“Há muito tempo sabe-se que a música pode influenciar o humor”, diz Zatorre. “É por isso que existem canções de ninar; para acalmar os bebês que não conseguem dormir”.
 
Porém, mais estudos serão necessários para avaliar os custos e benefícios da implementação da musicoterapia tanto em pacientes com câncer quanto em outras populações.
 
Também, como os resultados medidos nesses estudos são subjetivos, outras pesquisas são necessárias para confirmar que a música, e não outros fatores, é o que está influenciando os resultados.
 
No entanto, o estudo é muito promissor. “O custo envolvido com a terapia de música é muito pequeno comparado a outros tipos de intervenções”, diz Zatorre. “Se ela funciona bem em comparação com drogas, por exemplo, é outra questão, mas seus efeitos colaterais são mínimos; sendo assim, vale a pena. A pior coisa que pode acontecer quando alguém não gosta de uma música é desligá-la”, conclui.
 
CNN

Remédio contra medo de altura

Reprodução
O cortisol pode ajudar as “terapias de exposição” a diminuir
o medo de altura
Pílulas de cortisol podem ajudar pessoas a perder o medo de altura
 
Cientistas descobriram que este hormônio, que controla nossa reação diante de perigo, pode ajudar o cérebro a se “reprogramar” e ficar permanentemente menos ansioso diante de situações de altura. Testes em 40 pessoas com acrofobia, medo de lugares altos, mostrou que a combinação de cortisol e terapia diminuiu dramaticamente o medo. De acordo com os pesquisadores, o estudo pode ajudar a tratar outras fobias.
 
Metade dos pacientes recebeu a droga e a outra metade tomou placebo uma hora antes de passarem por uma simulação virtual de elevador. Seu medo foi medido durante até cinco dias, um mês depois do último teste, por meio de um questionário sobre acrofobia e por sensores que colhiam seu suor.
 
Em comparação àqueles que receberam pílulas falsas, os pacientes que tomaram cortisol se mostraram menos ansiosos e suaram menos. O efeito, aparentemente, durou mais de um mês.
 
A neurocientista Dominique De Quervain, da Basel University, na Suiça, acredita que o cortisol pode ajudar as “terapias de exposição” a diminuir o medo de altura. Estas terapias envolvem exposições controladas a situações de medo para que a pessoa, gradualmente, se livre dele, ou consiga lidar melhor com certas situações.
 
Para os pesquisadores, “os pacientes que receberam cortisol mostraram uma diminuição significativa na ansiedade durante a simulação virtual da situação que causava fobia. Os resultados indicam que a administração de cortisol pode ajudar as psicoterapias”. Eles disseram que os resultados mostram que o medo pode ser controlado com o uso de drogas.
 
A acrofobia dispara uma sensação de pânico em lugares altos e não é a mesma coisa que vertigem, que causa tontura. Reações comuns das pessoas com fobia são vontade de sair do local imediatamente, engatinhar ou ajoelhar.
 
O cortisol é um hormônio secretado pela glândula adrenal. Algumas doenças como artrite, asma e algumas doenças de pele são tratadas com cortisol sintético, geralmente chamado de cortisona ou corticosteróides.
 
The Telegraph /  Hypescience

Por que temos medo de aranhas?

Eu não sei você, mas eu, só de pensar em aranhas, já tenho vontade de sair correndo
 
Antes de você achar que é frescura minha, tenho números que mostram que eu não estou sozinho. De acordo com a Associação Americana de Psiquiatria, fobias afetam mais de uma em cada dez pessoas nos EUA. E, entre esses indivíduos, até 40% das fobias estão relacionadas a aranhas, ratos, cobras e morcegos.
 
Particularmente interessado em aranhas, o especialista em aracnídeos Chris Buddler resolveu pesquisar de onde vem a aracnofobia e porque temos tanto medo de aranhas.
 
Uma picada multiplica o medo?
Os psicólogos acreditavam que uma das razões pelas quais as pessoas temem aranhas é por causa de alguma experiência direta que já tiveram com elas, alguma vez na vida. Isso é conhecido como ponto de vista do “condicionamento” da aracnofobia.
 
Em 1991, Davey, da City University London, publicou um estudo para entender mais sobre este ponto de vista. Ele entrevistou 118 estudantes de graduação sobre os seus medos de aranhas. O resultado foi que cerca de 75% das pessoas da amostra tinham medo moderado ou severo de aranhas. Dentre este percentual, a maioria era do sexo feminino.
 
Davey também constatou um efeito familiar. Aquelas pessoas com medo de aranhas relataram ter um membro da família com temores semelhantes, mas o estudo foi incapaz de separar os fatores genéticos dos ambientais. O que foi realmente surpreendente é que Davey descobriu que a aracnofobia não é resultado de um “trauma específico” com aranhas – o que significa que o ponto de vista do “condicionamento” não tem fundamento algum. Ou seja: não estamos condicionados a sentir medo de aranhas, nem se elas já nos picaram algum dia.
 
Então o que faz aranhas serem assim tão temidas?
 
A ameaça que representam, talvez?
 
Davey pesquisou a fundo essa questão também, e descobriu que o que nos apavora não é tanto o medo de sermos mordidos, mas o movimento das aranhas – aquele jeitinho todo especial que elas andam. Segundo Davey, medo de animais podem representar um conjunto de respostas adaptativas que foram selecionadas durante nosso processo de evolução.
 
Uma crítica que esse trabalho de pesquisa de Davey geralmente recebe é que talvez o “condicionamento” não possa ser descartado com tanta facilidade, porque um trauma relacionado a uma aranha pode ocorrer durante a infância, e ser profundamente enterrado na memória, fugindo do nosso controle consciente. Tanto que, em 1997, Peter Muris e seus colegas da Universidade de Maastricht (Holanda) fizeram um experimento para analisar essa questão mais a fundo e constataram que se você der às crianças uma lista de coisas que poderiam ser assustadoras para elas, a grande maioria marca alternativas como “não respirar”, “ser atropelado por um carro”, “bombas”, “incêndios” ou “assaltantes”.
 
Curiosamente, se você deixar uma opção em branco para elas dizerem o que mais temem, tanto meninos quanto meninas marcam “aranhas” como seu principal medo. Ser sequestrado, predadores e o escuro aparecem em segundo, terceiro e quarto lugar, respectivamente.
 
Não é estranho? De todas as coisas que as crianças poderiam marcar na opção aberta, a mais relacionada foram justamente as aranhas. Em contraste com o trabalho de Davey, Muris descobriu, então, que as crianças que têm medo de aranhas podem relacioná-las a acontecimentos específicos – que talvez nem elas se lembrem quais são. Ou seja: talvez o “condicionamento” seja a resposta para aracnofobia.
 
Genes vs. Ambiente
Mas antes de estabelecer que a hipótese do “condicionamento” é a razão principal para o medo que sentimos de aranhas, era preciso garantir que fatores genéticos não estavam envolvidos na questão também. Por isso, John Hettema e sua equipe – ambos do Instituto Virgínia de Psiquiatria e Genética Comportamental, nos Estados Unidos – conduziram estudos idênticos em DNA de gêmeos, para desmembrar os fatores genéticos relacionados ao medo.
 
Irmãos gêmeos têm exatamente o mesmo DNA, mas tendem a viver em ambientes diferentes na vida adulta – o que permite aos pesquisadores descobrirem como os genes afetam seu comportamento. Hettema, então, gravou as respostas dos gêmeos de “medo relevante” (onde mostrou imagens de aranhas e cobras para eles) e comparou com respostas de “medo irrelevante” (quando os gêmeos foram expostos a imagens de círculos e triângulos).
 
A análise dos resultados revelaram que as influências genéticas são “substanciais”, o que significa que a aracnofobia também pode ser hereditária, e que você não precisa necessariamente ter uma experiência ruim com aranhas para ter medo delas
 
Técnicas de intimidação
Tudo leva a crer que, para a infelicidade geral de todas as nações, a aracnofobia veio para ficar. No entanto, podem existir algumas técnicas simples para reduzir o medo que sentimos de aranhas, como a desenvolvida por Paul Singer, da Universidade de Nova York (EUA), em 2013. De acordo com seu estudo, expor pessoas a imagens de aranhas por um curtíssimo período tempo pode ajudá-las a lidar melhor com o problema. A ideia é que a pessoa não tenha tempo de conscientemente reconhecer a imagem, mas essa exposição seria suficiente para ter um efeito em seu subconsciente – onde está uma parcela de culpa do problema.
 
Enquanto outras conclusões a respeito da aracnofobia não aparecem, esse pode ser um bom começo para lidar com o medo.

Hypescience

Supermercado britânico vai oferecer teste gratuito de HIV

Resultado de exame de sangue fica pronto em até um minuto (Foto: BBC)
Foto: BBC
Resultado de exame de sangue fica pronto em até um minuto
Exame que fica pronto em até um minuto será realizado por agentes em sala privada; iniciativa visa 'normalizar' realização de testes de doenças sexualmente transmissíveis
 
Um supermercado na Grã-Bretanha vai começar a oferecer testes de HIV gratuitos que podem acusar o resultado em até um minuto.
 
O serviço vai estar disponível a partir de segunda-feira em um dos estabelecimentos da rede de supermercados Tesco na cidade de Slough, no sudeste do país.
 
Os clientes poderão fazer o teste pela saliva, cujo tempo de espera é de 20 minutos, ou pela coleta de uma gota de sangue da ponta do dedo. Mais rápido, o resultado deste exame fica pronto em até um minuto.
 
O projeto 'É hora de testar' é uma iniciativa da instituição de caridade Thames Valley Positive Support (TVPS) e tem o objetivo de 'normalizar' a realização dos testes de doenças sexuais transmissíveis.
 
Os exames serão realizados por agentes de saúde em uma sala privada dentro do supermercado que ganhou o nome de 'sala de comunidade'. Enquanto esperam o resultado, os pacientes poderão discutir com o agente suas dúvidas a respeito de sua saúde sexual.
 
Rotina
'Nós temos feito testes nos nossos próprios estabelecimentos, mas agora queremos atingir mais pessoas da comunidade', afirma Sarah Macadam, diretora da TVPS.
 
'A ideia é tornar normal a realização desses testes, e a melhor forma é oferecê-los nos locais que fazem parte da rotina das pessoas', acrescentou Macadam.
 
A cidade de Slough é um dos locais com maior número de casos do vírus HIV no sudeste do país.
 
No futuro, a instituição espera levar os testes para centros de lazer, academias de ginástica e outros estabelecimentos comerciais.
 
BBC Brasil / G1

Vídeo publicado por Nicolelis mostra paciente andando com exoesqueleto

Miguel Nicolelis afirma que vídeo mostra oitavo voluntário do projeto 'Andar de Novo' caminhando com exoesqueleto (Foto: Reprodução/Facebook/Miguel Nicolelis)
Foto: Reprodução/Facebook/Miguel Nicolelis
Miguel Nicolelis afirma que vídeo mostra oitavo voluntário do
 projeto 'Andar de Novo' caminhando com exoesqueleto
Cientista lidera equipe que pretende fazer paraplégico dar 1º chute da Copa. Segundo ele, este é o oitavo paciente que caminha com equipamento
 
O cientista Miguel Nicolelis divulgou, nesta sexta-feira (16), imagens de um voluntário caminhando com o auxílio do exoesqueleto em sua página no Facebook. O teste faz parte do projeto "Andar de Novo", liderado pelo cientista brasileiro, que pretende fazer com que um jovem com paralisia nas pernas dê o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014.  Veja o vídeo.

O exoesqueleto é um equipamento desenvolvido a partir de uma colaboração internacional entre a Universidade de Duke, nos Estados Unidos, O Instituto de Tecnologia de Lausanne, na Suiça, o Insittuto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), além da Universidade da Califórnia, Davis e a Universidade de Kentucky, também nos Estados Unidos.
 
O objetivo do equipamento é possibilitar que um paraplégico caminhe, ao controlar os movimentos do robô por meio de comandos emitidos pelo cérebro. Os sinais elétricos emitidos pelo cérebro devem ser captados por uma touca, como em um eletroencefalograma. A mensagem é, então, decodificada e transmitida ao robô, que deve obedecer às ordens cerebrais.
 
Os testes do equipamento estão sendo feitos na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), em São Paulo. Segundo declarações de Nicolelis, oito pacientes estavam sendo treinados para usar o exoesqueleto.
 
No dia 28 de abril, Nicolelis anunciou em seu Facebook que três pacientes do projeto já haviam dado os primeiros passos e chutes usando o exoesqueleto. As imagens divulgadas nesta sexta-feira mostram o oitavo paciente testando a máquina.
 
"Momento histórico: oitavo voluntário caminha pela primeira vez com o exoesqueleto e desfruta da sensação de andar novamente", declarou o cientista pela rede social.
 
G1

Abuso de álcool aumenta risco de sofrer assalto e estupro, diz estudo

Lei obriga exibição de fotos de acidentes em rótulos de bebidas alcoólicas, em Goiânia, Goiás (Foto: Luísa Gomes/G1)
Foto: Luísa Gomes/G1
Pesquisa mostra que abuso de álcool aumenta risco de violência
Segundo levantamento, álcool também propicia a prática de violência.  Quem bebe tem maior chance de se envolver em brigas e andar armado
 
O consumo de álcool faz com que o indivíduo fique mais propenso a praticar atos de violência e também o torna mais vulnerável a comportamentos violentos praticados por outras pessoas, segundo pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
 
Os dados levantados indicam que quem bebe tem maior probabilidade de se envolver em brigas com agressão física, de andar armado e de ter ficha na polícia. Ao mesmo tempo, o abuso da bebida também aumenta o risco de as pessoas sofrerem assalto e estupro.
 
As informações fazem parte do 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), pesquisa feita pela Unifesp que divulgou, nesta sexta-feira (16), os dados relativos à violência urbana e ao uso de álcool no Brasil. Os dados foram apresentados no Seminário Internacional “Álcool e violência: a influência da indústria do álcool”, realizado pela Associação Paulista Para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) em São Paulo.
 
Para o levantamento, foram entrevistados 4.607 participantes com 14 anos ou mais de 149 municípios brasileiros em 2012.
 
“Existe uma associação muito grande entre álcool e violência tanto no caso dos agressores quanto no caso das vítimas”, diz a pesquisadora Clarice Madruga, uma das autoras do levantamento. De acordo com o estudo, quem abusa do álcool tem duas vezes mais risco de ser assaltado. “A intoxicação alcoólica faz com que a pessoa se exponha mais, tenha um comportamento de risco, não evite lugares em função da segurança.”
 
Entre as mulheres que consomem álcool em excesso, há um risco 3,6 vezes maior de estupro. A pesquisadora enfatiza que isso não significa que haja responsabilidade da vítima em relação ao estupro. O que os dados mostram, segundo Clarice, é que se a pessoa beber moderadamente, sem excessos, ela pode diminuir sua vulnerabilidade em relação a esse tipo de violência.

Agressores alcoolizados
Segundo a pesquisa, em 50% dos casos de violência entre parceiros, o agressor estava sob o efeito de álcool. Do total de entrevistados, 6% afirmaram ter sido vítimas de violência doméstica.
 
Entre os participantes, 21,7% relataram ter sofrido algum tipo de violência durante a infância. Dentro desse grupo, 20% dos casos foram praticados por agressores que estavam sob o efeito de álcool.
 
Além disso, 33,6% dos bebedores afirmaram já ter batido alguém enquanto estavam embriagados.
 
O envolvimento em brigas também é maior entre os bebedores problemáticos. Se, entre os homens com menos de 30 anos, 6% afirmam já ter se envolvido em brigas com agressão física, entre os homens da mesma idade que apresentam problemas com álcool, 27% relatam esse tipo de envolvimento.
 
Os homens que consomem álcool também andam armados com maior frequência. Se essa parcela é de 5% entre os homens em geral, ela sobe para 9% entre os homens bebedores.
 
O estudo também constatou que, entre os usuários problemáticos de álcool, a parcela dos que têm ficha na polícia é de 5,7%, porcentagem maior do que o observado na população em geral, em que 1,4% das pessoas são fichadas.
 
G1

Dormimos duas horas a menos por noite do que há 60 anos, aponta estudo

Foto: Reprodução
A maioria de nós é indiferente aos riscos para a saúde de
negligenciar o sono
Pesquisadores afirmam que descaso com a quantidade de sono aumenta chances de desenvolver doenças
 
A vida moderna nos tornou extremamente arrogantes pelo fato de ignorar a importância do sono, segundo cientistas. A maioria de nós é indiferente aos riscos para a saúde de negligenciar o sono.
 
A falta de sono coloca o relógio biológico fora de sincronia e pode causar problemas de saúde graves, como câncer, doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e obesidade. Um projeto que envolve pesquisadores das universidades de Oxford, Cambridge, Harvard, Manchester e Surrey concluiu que a população mundial e os governos não estão levando o problema a sério. Os especialistas constataram que, em média, dormimos duas horas a menos por noite do que há 60 anos.
 
Eles alertaram que a vida moderna — e, particularmente, o nosso apego aos computadores e gadgets, como tablets e smartphones — significa que muitos estão indo contra os seus relógios biológicos, que são programados para descansar à noite. De acordo com o professor e neurocientista Russell Foster, nossa atuação contrária a essa condição biológica pode levar a sérios problemas de saúde a longo prazo.
 
— É uma questão que afeta toda a sociedade, mas é particularmente grave entre os adolescentes — ressalta ele.
 
Quase todos os seres vivos têm um mecanismo interno conhecido como o ritmo circadiano, ou relógio biológico, que sincroniza as funções corporais para o padrão de 24 horas — um dia — de rotação da Terra. Nos seres humanos e outros mamíferos, esse mecanismo é regulado pelos sentidos — o mais importante, a forma como o olho percebe a luz e a escuridão e a forma pelas quais a pele sente as mudanças de temperatura.
 
Nosso relógio biológico controla nossos ritmos diários, incluindo o nosso sono, vigílias e metabolismo. Mas as pressões da vida moderna fazem com que trabalhemos cada vez mais em um fluxo inverso, arriscando desenvolver problemas de saúde a longo prazo.
 
O professor Charles Czeisler explica que os smartphones, tablets e computadores possuem altos níveis de luz que nos atingem no ponto preciso e certeiro para interromper o relógio do corpo humano.
 
— A luz é o sincronizador mais poderoso do relógio biológico interno. A exposição a ela, especialmente à noite, irá redefinir os nossos ritmos circadianos para uma hora mais tarde, adiando a liberação do hormônio melatonina, que promove o sono, e fazendo com que se torne mais difícil levantarmos de manhã — esclarece Czeisler.
 
Outro estudo, publicado no Journal of the Royal Society Interface, sugere que forçar o corpo a trabalhar durante a noite também pode causar danos ao cérebro semelhantes à doença de Alzheimer.Já cientistas norte-americanos descobriram que ratos que foram mantidos acordados à noite sofreram perturbações na atividade elétrica dos neurônios, situação normalmente observada em indivíduos com demência.
 
Investigação paralela constatou que mulheres que dormem menos de seis horas por noite têm 65% mais chances de ter níveis elevados de colesterol total e 71% mais chances de ter níveis elevados de LDL — o chamado colesterol "ruim" que entope artérias em torno do coração.
 
Zero Hora

Pílula influencia no prazer sexual feminino, diz estudo


Pílula influencia no prazer sexual feminino, diz estudo Stock Photos/Divulgação
Foto: Stock Photos / Divulgação
Pesquisas anteriores já haviam indicado que os contraceptivos
hormonais sutilmente alteram as preferências das mulheres
Mulheres que conheceram seu parceiro enquanto faziam uso da pílula relataram maior satisfação
 
A satisfação sexual das mulheres pode ser influenciada pela mudança no uso do contraceptivo hormonal, mostra nova pesquisa da Universidade de Stirling. O estudo, publicado no periódico Psychological Science, foi realizado em parceria com cientistas das universidades de Glasgow, Newcastle, Northumbria e a Charles University.
 
A equipe analisou uma amostra de 365 casais e investigou como os níveis de satisfação — em ambos os aspectos sexuais e não-sexuais dos relacionamentos — foram influenciados pelo uso da contracepção hormonal feminina.
 
— Nossos resultados demonstraram que as mulheres que haviam conhecido seu parceiro enquanto faziam uso da pílula relataram maior satisfação sexual do que aquelas que tinham começado ou parado de tomar o anticoncepcional durante o curso da relação — diz o pesquisador Craig Roberts, da Divisão de Psicologia da Stirling.
 
Pesquisas anteriores já haviam indicado que os contraceptivos hormonais, como a pílula, sutilmente alteram as preferências das mulheres e que muitas vezes as que já usam o medicamento podem achar o mesmo parceiro menos atraente fisicamente quando param de fazer uso do contraceptivo.
 
— Nossas evidências suportam estes resultados anteriores, mas, fundamentalmente, elas também observam o impacto que uma mudança no uso de contraceptivos hormonais durante um relacionamento pode ter sobre a satisfação sexual de uma mulher com seu parceiro, seja fazendo uso ou abdicando dela — explica Roberts.
 
De acordo com o autor, a pílula tem sido uma força social tremendamente positiva no que diz respeito ao empoderamento das mulheres e ao controle sobre suas vidas. Entretanto, também há controvérsia em torno da questão de os contraceptivos hormonais alterarem a libido das mulheres e a satisfação sexual.
 
Zero Hora

Anvisa estuda liberar uso controlado de produtos à base de maconha

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Agência deve reenquadrar canabidiol de substância proscrita para de uso controlado, princípio ativo é usado em remédio
 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta sexta (16) que está discutindo o reenquadramento da substância canabidiol, derivada da maconha e que atualmente integra a lista de substâncias proscritas no país.
 
“Um novo enquadramento seria necessariamente para uma categoria de produto controlado, semelhante à que já se adota para outros medicamentos de uso controlado no país”, informou a agência, por meio de nota.
 
Ainda de acordo com a Anvisa, o tema será debatido e deliberado pela diretoria colegiada em reunião pública. A próxima reunião está prevista para acontecer no dia 29 de maio.
 
O assunto ganhou repercussão depois que o juiz Bruno César Bandeira Apolinário, da 3ª Vara Federal do Distrito Federal, autorizou uma mãe a importar um remédio com princípio ativo do canabidiol. O medicamento não tem venda permitida no Brasil e era importado ilegalmente por Katiele Fischer para tratar crises convulsivas da filha de 5 anos.
 
Com base na melhora da menina com o tratamento alternativo e com o aval dos médicos, o magistrado decidiu proibir a Anvisa de impedir a importação do medicamento, mas destacou que a decisão vale apenas para o caso da família Fisher.
 
Agência Brasil

Cromoterapia

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Através da Cromoterapia pode-se reestabelecer o equilíbrio
 e a harmonia ao nosso corpo
A cromoterapia consta na relação das principais terapias alternativas ou complementares reconhecidas pela OMS desde 1976, de acordo com a Conferência Internacional de Atendimentos Primários em Saúde de 1962, no Cazaquistão. Não é reconhecido pela comunidade científica, mas hoje existem alguns estudos sérios sobre a influência das cores na saúde humana
 
A própria natureza é um recurso natural de cromoterapia que temos para manter nosso corpo equilibrado e em harmonia, através da luz Solar. O sol irradia uma diversidade de raios eletromagnéticos de diferentes comprimentos de onda, sendo que apenas alguns deles são visíveis para o olho humano sob a forma da luz natural. Os raios que não são visíveis ao olho humano, como infravermelhos, raios x, ultravioletas e outros, podem ser sentido através do corpo e podem ser benéficos ou prejudiciais.
 
Através da Cromoterapia pode-se reestabelecer o equilíbrio e a harmonia ao nosso corpo. Ela pode ser usada em conjunto com outras terapias. Há várias opções de técnicas e aplicações, assim como também você encontrará algumas diferenças sobre as cores que são infinitas.
 
Aqui vamos falar das sete cores baseado no espectro solar e nos chakras:
 
Vermelho (chakra básico): Energia e Vitalidade – paixão, entusiasmo, agressividade, força, energia, amor, liderança, masculinidade, perigo, fogo, raiva, revolução. Físico: Rins, bexiga e coluna vertebral.
 
Laranja (chakra sacro): Alegria e Otimismo – equilíbrio, generosidade, entusiasmo, alegria, energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo. Físico: Órgãos sexuais, útero, ovários, próstata. Útil para letargia, cálculo biliares, enfisema.
 
Amarelo (chakra plexo solar ou umbilical): Estimulo e Regeneração – concentração, disciplina, comunicação, ativa o intelecto, positividade. Físico: Baço, fígado, estômago, vesícula biliar (sistema digestivo). Usado para problemas com o fígado, estômago.
 
Verde (Chakra Coração): Alivio e Tranquilidade – esperança, cura, natureza, paz, natureza, fertilidade, riqueza. Físico: Coração, pulmões, fígado e sistema circulatório. Costuma ser usado para doenças cardíacas, úlcera e sífilis.
 
Azul (Chakra Laringe): Calma e Harmonia – confidência, conservadorismo, monotonia, dependência, tecnologia, liberdade, saúde, purificação, amabilidade, paciência, serenidade. Físico: Garganta e pulmões. Trata dor de garganta, laringite, bócio e rouquidão.
 
Azul Índigo (Chakra Frontal): Intuição, Anestesia – respeito, dignidade, devoção, piedade, sinceridade, espiritualidade, purificação e transformação. Físico: Sistema nervoso autônomo hipotálamo, alivia perturbações auditivas e perda de olfato e no auxilio da catarata.
 
Violeta (Chakra Coronário): Curativo, Inspirador, Espiritualidade devoção, purificação, elevação, resplandecência, transmutação. Físico: Alivia dor de cabeça, epilepsia, distúrbios mentais e meningite.
 
Temos, além das cores básicas, uma gama de outras cores, assim como o preto e branco que não são considerados propriamente cor, já que na ausência de luz não há cores, apenas o preto e se todas as cores refletem no branco não há branco.
 
Preto: Trata-se da cor da autonegação. Tristeza e luto, mas também elegância e refinamento.  O uso em excesso estimula a melancolia, depressão, tristeza, confusão, perdas e medo.
 
Branco: O branco representa a pureza, espiritualidade, paz, atrai o isolamento, frieza. Ótima para qualquer ambiente, contudo se o local for totalmente branco pode se resultar em sensação de tédio, monotonia e solidão.
 
 
A Cromoterapia está conectada aos cinco sentidos, tudo tem cor. As cores podem influenciar nossos dias. Nas roupas, decoração da casa, nos objetos pessoais até nos alimentos somos influenciados pela cor, portanto fiquem atentos às cores da sua vida.

Universo Jatobá

4 erros de quem quer emagrecer com o treinamento

treino-sem-arte
Aumentar o volume dos exercícios nem sempre é uma boa estratégia
É comum as pessoas entrarem na musculação para perder gordura – contudo, é preciso fazer as coisas certas para alcançar o objetivo
 
Não é a primeira vez que falaremos aqui sobre emagrecimento – e não é, portanto, a primeira vez que diremos que para esse objetivo é necessário fazer ajustes na nossa nutrição. Se não pensarmos na alimentação, dificilmente alcançaremos o objetivo de perder gordura.
 
“Ok, mas, além da alimentação, o treinamento deve ter alguma eficiência para alcançar esse resultado”, você pode pensar. E é verdade, a musculação pode ser uma ótima aliada para quem está nessa empreitada. No entanto, é preciso saber como utilizá-la a seu favor.
 
Então hoje decidimos ilustrar 4 dos piores erros que você pode estar cometendo sem saber ao tentar emagrecer por meio da malhação.
 
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1# Aumentar o volume de treinamento
Não é possível cortar, desenhar ou definir uma musculatura. O que você consegue manipular é seu volume (se ela cresce ou diminuí) e também um pouco da concentração de nutrientes que ali existe. Portanto, esse negócio de fazer mil séries de mil repetições na cadeira extensora para cortar a musculatura do quadríceps é besteira.
 
Aumentar o volume do treino é um dos primeiros pensamentos que as pessoas têm para alcançar um gasto energético maior com os exercícios (o que provocaria perda de gordura).
 
Apesar de ser verdade que aumentar o volume aumenta o gasto energético, esse é pior momento para intensificar o treinamento, já que provavelmente você estará em dieta e estará fornecendo menos nutrientes para o seu corpo do que o normal.
 
Por isso, a sugestão é que mantenha volume de seu treino próximo ao que usava no período de ganho de massa muscular (antes de adotar a dieta) ou mesmo diminua um pouco.
 
2# Fazer mais repetições
Esse é outro pensamento recorrente: “Poucas repetições fazem o músculo crescer e muitas repetições fazem o músculo definir”. Mas isso não está certo.
 
Novamente, seu músculo só reconhece estímulo para aumentar e, caso o estímulo seja péssimo, diminuir. Por isso, se você fez todo um trabalho com X repetições e muda drasticamente, pode ser que essa nova estratégia não seja a ideal para que você mantenha sua massa magra.
 
Uma sugestão é manter aproximadamente o número de repetições. Pode ser também que você se preocupe em pegar mais leve pois acredita ser esse um momento de maior propensão a lesões. Mas não encane com isso. É verdade que  a chance de lesão aumenta se você estiver muito magro e de dieta há muito tempo. Contudo, se você pegar leve no treinamento seu corpo vai pensar que não precisa de tanta massa muscular – e o que você não precisa seu corpo se desfaz.
 
3# Aeróbio em jejum
É muito popular entre fisiculturistas o aeróbio em jejum. Essa estratégia já se mostrou ligeiramente mais eficiente em algumas pesquisas do que o aeróbio comum quando o objetivo é perda de gordura corporal. Mas você não deveria utilizá-la. E o motivo é simples.
 
Logo ao acordar – e principalmente se você não consumir nenhum alimento – seu corpo está com o cortisol muito elevado, o que facilita sim a queima de gordura, mas também facilita a perda de massa muscular. Ou seja, você vai acabar sacrificando massa magra no processo, o que é totalmente desnecessário.
 
Além disso, a intensidade do exercício aeróbio nessa condição deveria ser baixíssima justamente para tentar prevenir a perda de massa magra. Agora, imagine quantas calorias você gastará realizando um aeróbio de intensidade muito baixa, algo como andar devagar. Você vai perceber que não compensa.
 
4# Aeróbio sempre devagar
Conforme já falado no item anterior, realizar exercício aeróbio em baixa quantidade gera pouca perda de calorias – e essa perda é importante no processo de emagrecimento.
 
Por isso, a sugestão são os exercícios intervalados de alta intensidade (ou  high intensity interval training), que o próprio nome já descreve a atividade. Eles apresentam um maior gasto energético, além de um maior efeito sobre o metabolismo nas 24 horas seguintes ao treino. Ou seja, você vai acabar gastando mais energia.
 
El Hombre

20 alimentos que diminuem o colesterol

Colocá-los na dieta ajuda a reduzir, sem o uso de remédios, as taxas dessa gordura prejudicial ao coração e aos vasos sanguíneos

Quem está com as taxas de colesterol altas no sangue pode se beneficiar de algumas escolhas alimentares que ajudam a combater esse problema muito comum entre a população mundial – e um dos grandes responsáveis por doenças cardiovasculares como o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC).
 
As comidas que reduzem o colesterol fazem isso de diferentes maneiras. Algumas contêm fibras solúveis, que retiram o colesterol do corpo antes mesmo que ele entre na circulação. Outras são ricas em substâncias químicas que bloqueiam a absorção dessa gordura na parede dos vasos sanguíneos.
 
Reduzir o colesterol na corrente sanguínea por meio da alimentação requer uma dupla estratégia, ensinam os especialistas da Associação Americana do Coração: assim como o poupador não deve aplicar todo dinheiro em apenas um investimento, não adianta nada consumir apenas um alimento. É preciso cortar ou reduzir drasticamente os produtos que aumentam o colesterol e passar a consumir, de forma equilibrada, o maior número possível de alimentos que ajudam a reduzir as taxas dessa gordura no sangue.
 
Manter um peso saudável e praticar exercícios regularmente são fundamentais – quilos em excesso aumentam o LDL, enquanto o sedentarismo reduz as quantidades de HDL, que atua como um protetor do coração.
 
Conheça 20 alimentos que ajudam a reduzir o colesterol no sangue:
 
- Abacate: rico em ácido oleico, substância que protege contra o acúmulo de LDL (o colesterol ruim) e ajuda a manter as taxas de HDL no sangue
 
- Alho: rico em uma substância chamada saponina, que reduz o colesterol ruim (LDL)
 
- Aveia: ela contém uma fibra que auxilia na redução do colesterol LDL. Consumir 3g dessa fibra pode reduzir em até 20% o colesterol total
 
- Berinjela: ela contém (principalmente na casca) antocianinas, substâncias que reduzem colesterol total, frações e ainda os triglicérides
 
- Cebola: além de reduzir o colesterol, ela tem ação anti-inflamatória, o que impede a formação de coágulos nos vasos sanguíneos
 
- Cevada e outros grãos integrais: eles contêm bons níveis de fibras, selênio e beta-glucano, uma substância que ajuda a baixar o colesterol LDL, o mau colesterol
 
- Chia: rica em fibras e ômega 3, uma dobradinha poderosa contra o colesterol
 
- Feijão: rico em fibras solúveis, adicioná-lo à dieta proporciona reduções significativas do colesterol total e do LDL
 
- Laranja, limão e outras frutas cítricas: são ricas em fibras solúveis e ainda contêm altas doses de vitamina C, uma dupla poderosa contra o colesterol alto
 
- Linhaça: fonte de ômega 3 e ácido linoleico, reduz o colesterol e a glicose no sangue
 
- Maçã: ela é rica em fibras solúveis e contém altas doses de flavonoides e antioxidantes que reduzem o colesterol no sangue
 
- Morango e frutas vermelhas: lotados de antioxidantes, que inibem a oxidação das partículas LDL (o colesterol ruim)
 
- Nozes em geral: ajudam na redução do colesterol porque são ricas em gorduras poli-insaturadas. Na circulação sanguínea, elas reduzem o LDL
 
- Óleos vegetais de canola e girassol: são ricos em fitoesteróis, substâncias que barram a absorção de gordura da dieta, o que favorece a redução do colesterol
 
- Peixes ricos em ômega 3 (salmão, atum, bacalhau, etc): essa substância auxilia no controle e na redução do colesterol e dos triglicérides
 
- Quiabo: aqui, é a grande quantidade de fibras solúveis que ajuda a reduzir o colesterol no sangue
 
- Quinua: além de alto teor de fibras, contém saponina, uma substância que reduz o colesterol produzido no fígado
 
- Soja e derivados: rica em vitamina E, ela aumenta os níveis de HDL, o bom colesterol
 
- Tomate: o licopeno presente nesta fruta não se limita a ajudar a prevenir o câncer de próstata, mas também reduz o colesterol na corrente sanguínea
 
- Uva e suco de uva: aqui o dono do “milagre” se chama resveratrol, presente tanto na fruta quanto no suco integral dela
 
iG

BH: Para fugir do trânsito, 40% dos brasileiros recusaram emprego

A-GVVPQ
 Brasileiros entrevistados reclamam que os problemas no
 trânsito aumentam tensão e violência
Especialista defende a descentralização de serviços para resolver problema
 
Além do estresse e demais problemas causados pelos engarrafamentos, a percepção de que a mobilidade urbana piora com o tempo interfere nas escolhas profissionais dos brasileiros. Uma pesquisa do instituto Expertise em todo o país mostrou que 40% dos entrevistados já recusaram ou desistiram de uma vaga de emprego por considerar que o tempo gasto no deslocamento entre casa e trabalho era grande demais. Além disso, 1/3 dos brasileiros já mudou ou pensa em mudar de endereço pela mesma razão. Um especialista ouvido pela reportagem defende a descentralização de serviços e empregos como alternativa.
 
O estudo mostra ainda que 56% dos entrevistados gastam mais de uma hora por dia se deslocando. Entre aqueles que usam ônibus ou metrô, o tempo médio é de três horas diárias.

A arquiteta Nívea Guarçoni, 28, mora na região hospitalar da capital e recusou uma boa oportunidade de trabalho na região do Barreiro. “Ia ser muito bom. Tinha acabado de me formar e ia ter carteira assinada. Fui para a entrevista de carro, fora do horário de pico, e gastei mais de uma hora. Meu horário seria das 8h às 18h, quando o trânsito é muito mais intenso. Por isso, abri mão”, conta. Hoje, ela consegue ir a pé para seu novo emprego. “Qualidade de vida é fundamental. Gosto de ter tempo para fazer as coisas que gosto e não desperdiçar horas no trânsito”.

Já a analista Maria Inês de Almeida, 55, fez a trajetória inversa. Após conquistar uma vaga que almejava em um banco, no bairro Santo Agostinho, na região Centro-Sul, decidiu morar mais perto do trabalho. “Vou a pé e gasto sete minutos. E para o colégio dos meus filhos, demoro cinco. Esse apartamento caiu do céu. Não consigo nem calcular quantas horas livres já ganhei”.

Análise
Para o arquiteto e urbanista Sérgio Myssior, os problemas de mobilidade não serão solucionados só com investimentos em transporte. “O ideal é um reordenamento do uso do solo, ou seja, que se criem possibilidades para que as pessoas possam morar, trabalhar e ter serviços como saúde, educação e lazer em raios menores. Teríamos um sistema de transporte mais simples, menos oneroso e mais eficiente”.

Outro problema, segundo ele, é a baixa atratividade do transporte coletivo. “Hoje, ele não tem capilaridade, abrangência, conforto nem eficiência. Não seduz o usuário do carro, pelo contrário”.
 
Pesquisa

 Dados
O estudo foi realizado pela Expertise Inteligência em abril de 2014 com 1.256 entrevistados de todas as regiões do país, de ambos os sexos, diferentes faixas etárias e todas as classes sociais.
 
Metas da administração pública
 
BHTrans
Para melhorar a mobilidade urbana na capital, os principais objetivos da autarquia até 2030 são “incentivar o transporte público e meios não motorizados, promover a segurança e a inclusão social e contribuir para a qualidade ambiental”.

Setop
As principais ações da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas são “a ampliação e conservação da malha rodoviária e da frota intermunicipal, a construção de pontes intermunicipais e a ampliação do metrô”.

O Tempo

Alimentos que ajudam a amenizar sintomas da depressão

Reprodução
A banana é rica em triptofano
- Abacate

- Amendoim

- Arroz

- Banana

- Carnes magras

- Chocolate

- Couve

- Feijão

- Girassol (sementes)

- Granola

- Grão integrais

- Lentilha

- Linhaça (sementes)

- Melancia

- Mel

- Oleaginosas

- Ovos

- Peixes

- Soja e seus derivados

iG

Índice de transtorno de ansiedade e depressão em SP é igual a de país em guerra

Thinkstock/Getty Images
2,2 milhões de paulistanos têm depressão
19,9% da população da região metropolitana de São Paulo tem transtorno de ansiedade e depressão atinge 11%, diz estudo
 
A região metropolitana de São Paulo tem índices de depressão e transtornos de ansiedade semelhantes ao de áreas de guerra como o Líbano e a Síria. Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP e que integra uma base de dados internacional identificou que 19,9% da população sofre de algum transtorno de ansiedade. Já em relação à depressão, os dados mostram que ela atinge 2,2 milhões, ou 11% dos 20 milhões de pessoas que moram na grande São Paulo.
 
“É preocupante. É uma cidade muito estressada, muito violenta. Acreditamos que o nível de violência tenha relação a ansiedade e a depressão”, disse. Wang Yuan Pang, pesquisador do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e coordenador da pesquisa São Paulo Megacity, que integra um estudo da Organização Mundial da Saúde realizado concomitantemente em vários países.
 
Wang afirma que 54% dos entrevistados relataram ter vivido pelo menos um evento violento traumatizante, que pode ir desde ser vítima de um assalto, a presenciar a morte de alguém, ou tentativa de homicídio, ou sofrer estupro.
 
Além do alto índice, outra preocupação dos pesquisadores é o fato de não haver serviço suficiente para atender a demanda. “ A gente não tem pessoal suficiente para atender esta população” disse. No estudo, os problemas de saúde mental foram divididos em três níveis de acordo com a gravidade.
 
Apenas um terço destes 10% de pessoas na categoria grave - aqueles que tentaram suicídio, apresentaram transtorno bipolar, ou são dependentes químicos com sinais fisiológicos -de fato receberam tratamento.
 
A taxa de depressão está entre as maiores do mundo. Países da África, menos desenvolvidos que a região metropolitana de São Paulo, têm índices de depressão de 4%, 6%, de acordo com Wang. Mas são os casos mais sérios de transtornos de ansiedade que deixaram os pesquisadores alarmados, aqueles que englobam casos como fobias e até síndrome do pânico.
 
Só a síndrome do pânico, um grave transtorno de ansiedade, atinge 1,1% da população, ou 220 mil pessoas só na região metropolitana de São Paulo. De acordo com Wang, no entanto, ela é mais percebida do que a depressão, por exemplo, porque é mais difícil de esconder. “Ela é extremamente incapacitante. O indivíduo não consegue sair de casa, pegar o metrô cheio."
 
O estudo também mapeou os locais onde há mais casos de ansiedade e depressão. Percebeu-se que as áreas periféricas, onde há menos segurança e saneamento - as chamadas áreas de privação social - , são justamente aquelas com menos casos de depressão e transtornos de ansiedade. “Não quer dizer que as pessoas são mais felizes, não é isso. O que acontece é que nessas áreas periféricas há um alto número de migrantes, que se mudam para São Paulo para trabalhar. Quem não está saudável, com boa saúde mental, não aguenta e volta. Nessas áreas os problemas são outros: há muitos casos de alcoolismo e uso de drogas.”
 
iG