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sexta-feira, 4 de abril de 2014

ONU reconhece risco de câncer de tireóide entre crianças por Fukushima

Foto: Reprodução
Usina de Fukushima
Um novo estudo da ONU, apresentado nesta quarta-feira em Viena, na Áustria, aponta que é improvável que as taxas de câncer no Japão aumentem após o acidente nuclear de Fukushima em 2011, embora reconheça a possibilidade de um aumento do risco de câncer de tireóide entre as crianças mais expostas à radiação.
 
"Como cientista e como pessoa, diria que o risco é baixo. Sigam com suas vidas e não tenham medo", declarou o diretor do relatório, Wolfgang Weiss, ao ser questionado sobre a mensagem que este relatório pretende transmitir aos afetados pelo desastre.
 
O estúdio do Comitê Cientista da ONU sobre os Efeitos das Radiações Nucleares (UNSCEAR) destaca que não haverá mudanças "significativas" nas taxas de câncer, em doenças hereditárias e em nascimentos com más-formações causados pelo acidente nuclear de março de 2011, o mais grave dos últimos anos. Neste sentido, o presidente da UNSCEAR, o sueco Carl-Magnus Larsson, calcula um aumento de 0,1% entre a população que teve contato com as maiores níveis de radiação.
 
"Com base nesta avaliação, o Comitê não espera mudanças significativas nas futuras estatísticas de câncer que possam ser atribuídas à exposição da radiação do acidente", acrescentou o especialista no relatório. No entanto, segundo Weiss, isso não significa que não vá haver tumores relacionados com a radiação, mas sim que seu número será tão baixo que não será possível diferenciá-lo dentro das variações normais nas estatísticas.
 
Em relação à "teórica" possibilidade de um aumento do câncer de tireóide entre crianças, o analista alemão insistiu que não se pode excluir o risco e nem citar números concretos entre os menores que poderiam ser afetados. "Este é o nosso dilema. Não posso dizer mais, já que a ciência só chega até aqui", explicou Weiss durante a apresentação do relatório, que, por sua vez, assinala que menos de mil crianças receberam dose perigosas (de entre 100 e 150 miliGray) e que "poderia esperar um aumento do risco de câncer de tireóide dentro desse grupo".
 
Em função desse dado, Larsson assinalou hoje - via videoconferência a partir da Austrália - que, "em teoria", pode haver um "aumento do câncer de tireóide entre as crianças mais expostos" à radiação. Em todo caso, o relatório lembra que o câncer de tireóide é incomum entre menores e que "seu risco normalmente é muito baixo".
 
A UNSCEAR baseia suas conclusões na análise das exposições estimadas à radiação e segundo os atuais conhecimentos científicos. Além disso, o relatório destaca que a rápida evacuação da população local após a catástrofe, desencadeada por um terremoto e um posterior tsunami, conseguiu minimizar significativamente o impacto.
 
"As pessoas estão preocupadas - e com razão - pelo impacto em sua saúde e na saúde de seus filhos", reconheceu Larsson no relatório. Durante a apresentação, o especialista sueco acrescentou que o risco nunca pode ser excluído, mas que um possível aumento dos casos não será "perceptível". Em relação ao meio ambiente, o estudo da UNSCEAR indica que o impacto a longo prazo é "insignificante" para o ecossistema marinho da zona litoral próxima à usina nuclear.
 
Em novembro passado, as análises médicas detectaram 26 casos de menores com câncer de tireóide em Fukushima, enquanto outros 32 menores apresentaram sintomas desta doença. No entanto, os médicos japoneses apontam que ainda é cedo para saber se estes casos estão relacionados com o acidente nuclear de 2011.
 
Após o acidente nuclear de Chernobyl (Ucrânia) em 1986, o pior da história, cerca de 6 mil casos de câncer de tireóide foram confirmados em menores, mesmo que quatro ou cinco anos depois da catástrofe, fato que foi atribuído em sua maioria ao consumo de leite contaminado. Ao contrário do que ocorreu na antiga União Soviética, as restrições impostas em 2011 ao consumo de certos alimentos por parte das autoridades japonesas também teria contido o impacto do câncer de tireóide entre menores, apontaram os especialistas.
 
EFE / R7

Crianças de até 5 anos deverão ser vacinadas contra gripe

Foto: Reprodução
O Ministério da Saúde ampliou para cinco anos a faixa etária de crianças que deverão ser vacinadas contra o vírus da gripe
 
Até o ano passado, apenas as crianças de seis meses até dois anos eram imunizadas na campanha nacional.
 
Neste ano, a idade inicial foi mantida, mas a idade máxima foi ampliada para evitar complicações e mortes por gripe nessa faixa etária.

A novidade foi anunciada nesta quarta-feira, 2, pelo ministro da Saúde Arthur Chioro, durante lançamento da campanha nacional de vacinação, que será realizada no período de 22 de abril a 9 de maio.
 
A meta da pasta é imunizar 49,6 milhões de pessoas em todo o País, o equivalente a 80% do público-alvo. Além das crianças, deverão se vacinar idosos a partir dos 60 anos, mulheres que tiveram filhos há menos de 45 dias, pacientes com doenças crônicas, indígenas, trabalhadores de saúde, detentos e funcionários do sistema prisional.
 
Estadão

Gripe mal tratada pode evoluir para doenças graves

Thinkstock
Escolha da medicação é importante para o controle da gripe
Uso indiscriminado de remédios pode “abrir portas” para infecções perigosas
 
Bom dia! Você acordou com aquele mal-estar de gripe ou resfriado? O quadro pode parecer simples e corriqueiro, mas, você sabia que se não tratado corretamente, pode evoluir para doenças graves?
 
Antes de usar qualquer analgésico, o otorrinolaringologista Levon Mekhitarian Neto, avisa que a escolha adequada da medicação é importante para o controle da gripe.
 
— O uso indiscriminado de remédios pode potencializar os sintomas, mascarar a doença ou ainda interagir com outras medicações já em utilização pelo paciente.
 
De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de duas mil pessoas morrem ao ano em consequência de complicações causadas pela gripe sazonal no Brasil. Esse número pode ser ainda maior, uma vez que a notificação dos casos não acontece como a frequência que deveria.

O especialista explica que, a depender do tempo de evolução da gripe, a pessoa pode estar ‘tratando’, na realidade, uma complicação mais séria como otite, sinusite aguda, laringite e até mesmo uma pneumonia. As pessoas se preocupam com as doenças decorrentes da gripe, sem saber que a causa foi justamente a falta de tratamento adequado.
 
— Os sintomas são muito parecidos nas patologias que envolvem infecções respiratórias.
 
Gripe em idosos e crianças
No idoso, que tem a defesa do organismo mais debilitada, e na criança, com o sistema de defesa ainda em formação, os casos de gripe podem ser fatais.
 
— Os medicamentos homeopáticos são muito recomendados para esses casos, pois são auxiliares também na prevenção de quadros repetidos de infecção das vias aéreas superiores e no tratamento dos estados gripais.
 
Esse tipo de remédio, segundo o especialista, também não interage com outras medicações e não apresenta efeitos colaterais adversos, podendo ser utilizados mesmo em crianças pequenas.

R7

Zona oeste de São Paulo vive surto de dengue

Getty Images
De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, os tipos de
 habitação nos bairros favorecem os criadouros do mosquito
 aedes aegypti
Jaguaré é bairro com maior número de casos na região
 
Após bater o recorde histórico de número de casos no País e no Estado de São Paulo em 2013, a dengue agora preocupa moradores da zona oeste da capital paulista. Segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde, o bairro do Jaguaré já vive um surto da doença, com 169 casos em apenas três meses. Lapa é o segundo distrito da cidade com a maior incidência da doença: 98 casos desde o início de 2014. Nos dois distritos, o número de casos registrados nos três primeiros meses do ano já supera a soma de todos os registros de dengue notificados nesses locais nos últimos quatro anos.

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, os tipos de habitação nos dois bairros favorecem os criadouros do mosquito aedes aegypti. “Na Lapa, há muitas casas com jardins e piscina.
 
"Vemos moradores que ainda mantêm pratos de vasos de plantas. No Jaguaré, que tem moradias mais simples, há pessoas que acumulam água em tonéis, deixam caixas d’água destampadas"”, diz Vivian Ailt Cardoso, porta-voz da secretaria.
 
Moradora de um prédio da Lapa, a advogada Mariana Graziela Saloppa, de 33 anos, foi uma das vítimas da doença. “Comecei com uma dor abdominal, depois uma dor muito forte no corpo, mas nunca imaginei que fosse dengue.” Mariana disse ter passado quatro vezes pelo médico até ter o diagnóstico correto.
 
— “Me diziam que era virose”, conta. “Deveria haver uma campanha alertando os moradores sobre o risco maior da doença.”

A Prefeitura afirma que já fez visitas em moradias dos dois bairros para eliminar criadouros do Aedes. Afirmou ainda que, para matar os mosquitos adultos, fez aplicação de inseticida no Jaguaré e programou para a semana que vem a mesma medida para as ruas da Lapa. Apesar da alta na zona oeste, o número de casos registrados até agora na cidade é inferior ao do mesmo período de 2013 (751 contra 1,1 mil).

Recorde
Em 2013, a incidência da dengue bateu recorde em todo o País. Foram 731,5 casos por 100 mil habitantes. As autoridades consideram surto quando são registrados 300 casos por 100 mil habitantes.
 
O recorde anterior no País havia ocorrido em 2010, quando o mesmo índice chegou a 530,3. A marca se repetiu no Estado de São Paulo, onde foram notificados 479,6 casos por 100 mil habitantes, contra 458,9 em 2010.

Segundo o Ministério da Saúde, a disseminação do vírus tipo 4 da dengue foi o principal responsável pelos altos índices da doença. “Esse tipo começou a ser identificado em 2011, mas foi no ano passado que ele se espalhou. Como a maioria das pessoas nunca havia tido contato, houve esse aumento”, diz Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde.
 
Barbosa afirma que, embora os números tenham sido recordes, o índice de mortalidade foi inferior ao de 2010, pior ano até então. Foram 595 mortes em 2013, contra 656 três anos antes.
 
R7

Conselho de Farmácia dá curso com dicas de como tomar remédio da forma correta em SP

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O evento acontece entre a sexta-feira (4) e sábado (5) na avenida Paulista
 
Interessados em aprender sobre o uso de medicamentos, efeitos colaterais e dosagens poderão se inscrever e participar do evento 2º Saúde do Idoso Saúde Brasil”, em que farmacêuticos do CRF-SP (Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo) irão dar orientações. O evento será realizado no Club Homs da avenida Paulista nesta sexta-feira (4) e sábado (5) das 9h às 16h e será gratuito.
 
Para a assessora técnica do CRF-SP, Amouni Mourad, serão esclarecidas situações comuns vividas pelos idosos que fazem uso de medicamentos. Um dos exemplos é o de anti-hipertensivos que, se tomados à noite, podem ter seu efeito reduzido.
 
— Tomar medicamento na hora errada pode diminuir sua eficácia, os antidepressivos, por exemplo, são mais eficazes no período da manhã, já que é nesse período que a pressão costuma ser mais alta.
 
O Saúde do Idoso Saúde Brasil é um evento aberto ao público destinado a promover e multiplicar orientações em saúde nesta faixa etária. Além da população, profissionais de saúde como médicos, farmacêuticos e enfermeiros também participam recebendo instruções de como atender este público.
 
Serviço:
Local: Club Holms, av. Paulista, 735, Bela Vista, SP
Data: 4 e 5 de abril
Horário: 9h às 16h 
 
R7

Promotoria de SP vai investigar hospital anticrack

Se houve conflito de interesse, governo deverá recuar e cancelar o contrato
 
O MPE (Ministério Público Estadual) abriu, nesta quarta-feira (2), inquérito civil público para investigar se houve conflito de interesse na contratação da SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina) para administrar uma unidade de tratamento de viciados que será criada na Cracolândia, região central de São Paulo. A entidade é presidida pelo psiquiatra Ronaldo Laranjeira, que também ocupa o cargo de coordenador da política anticrack da Secretaria de Estado de Saúde, conforme revelou ontem o Estado.

Com a instauração do procedimento investigativo, secretaria e SPDM terão de informar à Promotoria, em até 20 dias, detalhes sobre o contrato e quais são os vínculos de Laranjeira com ambas as instituições. “Se houve conflito de interesse, o próprio governo deverá recuar e cancelar o contrato. Se eles não fizerem isso, a gente entra com uma ação civil pública”, diz o promotor da Saúde Pública Arthur Pinto Filho, responsável pela investigação.
 
Ao ser questionado nesta quarta sobre o assunto, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse não acreditar que tenha havido conflito de interesse na contratação, mas afirmou que a Procuradoria-Geral vai examinar a questão.
 
— “A entidade não tem fim lucrativo, o professor não ganha [salário] no Estado e não ganha nada por ser presidente da SPDM, então, em princípio, não [há conflito de interesse], mas o Procurador-Geral do Estado vai avaliar”.

Concorrência

O governador afirmou ainda que a SPDM foi a única a participar do chamamento público da secretaria para gerir a unidade. Segundo o edital, porém, as entidades tinham apenas cinco dias para manifestar interesse na concorrência e outros sete dias para apresentar todo o projeto de gestão da unidade, que vai contar com leitos de desintoxicação, moradia para dependentes químicos, centro de convivência, entre outros serviços.
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Segundo o promotor, o fato de a SPDM ter sido a única participante da concorrência reforça a hipótese de conflito de interesse. “Por que só ela participou da concorrência se existem tantas organizações sociais de saúde? E como conseguiram apresentar um projeto desse tipo em tão poucos dias? Isso pode ser um indício de que a SPDM teve acesso a informações privilegiadas.”
O promotor disse ainda que vai investigar por que o prédio ainda está abandonado se o contrato foi firmado em dezembro. “Quero saber se já foi feito algum repasse para a organização e, se houve, o que foi feito com esse dinheiro.” O contrato previa que a entidade receberia R$ 900 mil já em dezembro e cerca de R$ 1 milhão por mês a partir de janeiro. Procuradas, a Secretaria de Estado da Saúde e a SPDM informaram que estão à disposição para prestar todos os esclarecimentos ao Ministério Público.
 
Estadão

Má alimentação (déficit nutricional) afeta a saúde atual e compromete a futura

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Foto: Reprodução
Na grande maioria dos casos, quando as pessoas escutam falar em problemas relacionados a alimentação elas acabam pensando logo nos extremos, ou seja, quando as pessoas estão muito acima do peso ou quando as pessoas estão muito magras

Mas mesmo uma pessoa que esteja aparentemente em boa forma mas que não possui uma alimentação balanceada, pode ter sérios problemas no presente ou no futuro.

Nem sempre os problemas que estão diretamente relacionados com o equilíbrio nutricional acaba aparecendo no peso das pessoas, já que isso acaba dependendo de uma série  de outros fatores. O fato é que muitas vezes o cardápio que acaba consumindo diariamente pode não conter toda a game de nutrientes que o organismo necessita para se manter saudável, o que acaba sendo chamado de déficit nutricional
 
O que é déficit nutricional?
O déficit nutricional, que também pode ser chamado de deficiência nutricional, é um tipo de desnutrição que tem como principal característica a falta e a carência de elementos que sejam importantes para o corpo. Neste caso pode ser detectada a falta de um conjunto de vitaminas e nutrientes, mas o problema também pode ser direcionado para apenas um tipo de nutriente.
 
Em alguns momentos da vida as pessoas podem ter falta de nutriente de vitaminas de uma forma mais recorrente, como é o caso das mulheres que estão grávidas. Neste período os bebês acabam consumindo boa parte dos nutrientes do organismo das mães, e eles passam a fazer falta. Por isso é necessário uma reposição, que neste caso pode ser feito com a ajuda de suplementos alimentares.
 
Mas na grande maioria dos casos uma simples mudança na dieta e nos hábitos alimentares são suficiente para conseguir suprir os nutrientes que estejam faltando no organismo

Dicas para evitar o déficit nutricional
Nada substituí a variedade de alimentos na dieta como o melhor tratamento para acabar com a falta de nutrientes e vitaminas. Portanto, invista sempre me um prato colorido, com diversas verduras, legumes e vegetais diferentes, além de sempre comer porções de carboidratos e proteínas.
 
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Exercícios podem ser insuficientes para vida saudável, alerta especialista

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Recomendações são diferentes para cada perfil
Médico afirma que é necessário reduzir o "comportamento sedentário"
 
O hábito de frequentar a academia ou de realizar caminhadas periódicas durante a semana pode não ser suficiente para uma vida saudável quando associado a hábitos sedentários durante o restante do dia, como passar longos períodos sentado. O alerta, dado pela médica especialista em reabilitação e assessora do Programa Agita São Paulo, Sandra Matsudo, se aplica à necessidade de manter o que Matsudo chama de "balanço energético".
 
— Academia é bom, vai melhorar o condicionamento, mas é preciso lembrar de diminuir o comportamento sedentário nos outros dias em que não se está na academia.
 
A especialista destaca que a população não sedentária pode ser dividida em duas categorias: de atividade física moderada (que realiza caminhadas pelo menos 5 dias da semana 30 minutos por dia) e as de atividade física vigorosa (frequentadores de academia com treinos mais intensos).
 
Segundo ela, as recomendações para cada perfil são diferentes, variando de 75 minutos semanais para as atividades mais intensas até 150 minutos semanais para as atividades mais moderadas. No entanto, Matsudo alerta que estas indicações se referem ao "mínimo que uma pessoa precisa para garantir saúde e minimizar o risco das doenças crônicas" e que é preciso estender essa atividade para o dia a dia.
 
Ainda de acordo com Matsudo, muitas pessoas acreditam que, por terem cumprido essa carga horária, não precisam realizar mais nenhuma atividade no resto do dia ou no resto da semana.
 
"É preciso lembrar que o tempo que passamos sentados é um fator de risco independente do que façamos em termos de atividade física", ressalta a médica, destacando que, guardados os devidos limites de cada pessoa, quanto mais atividade física é feita, maior é o ganho em saúde.
 
— Ou seja, se eu vou à academia três vezes por semana, ou caminho cinco dias da semana, e o resto do meu dia permaneço sentado, o risco de morte por doenças ligadas ao sedentarismo aumenta exponencialmente independentemente da atividade física.
 
A ideia, segundo ela, é diminuir o tempo sentado e incluir pequenas atividades diárias, seja substituindo alguns maus hábitos (como o de deixar o carro estacionado muito próximo do destino ou de usar o elevador para subir um ou dois andares), seja criando pequenos intervalos de dez minutos a cada hora sentada.
 
— O importante é ter uma mudança de posição para gastar um pouco mais de energia e com isso ter um aumento de gasto energético várias vezes ao longo do dia", indicou a médica durante a entrevista.
 
No lugar de mandar um e-mail para o seu colega que está do lado, vá conversar com ele. Faça reuniões em pé. Ninguém vai ganhar a São Silvestre com estes hábitos, mas são pequenas mudanças que vão fazer diferença em termos de saúde.
 
EFE / R7

Cientistas descobrem que correr faz você viver menos

Correr demais diminui expectativa de vida
Correr demais diminui expectativa de vida
Cientistas norte-americanos descobriram que pessoas que praticam corrida vivem menos. A afirmação foi feita por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Cardiovascular da Rede de Saúde Lehigh Valley, na Pensilvânia.
 
Segundo os dados, aqueles que correm muito têm a mesma expectativa de vida de pessoas que são completamente sedentárias.
 
Mais de 3800 corredores foram estudados, entre homens e mulheres com idade média de 46 anos. Quase 70% dos participantes disseram que corriam pelo menos 32 km por semana.
 
Os pesquisadores levaram em conta medicações usadas pelos envolvidos e pressão arterial, colesterol ou consumo de tabagismo de cada um. Mesmo assim, eles descobriram que nenhum desses fatores poderiam ser usado para explicar o motivo pelo qual as pessoas que corriam tinham menos expectativa de vida.
 
Dr. James O´Keefe, um dos envolvidos no processo de estudos, afirmou que o desgaste causado pela corrida nos corpos das pessoas seria uma causa evidente para gerar o problema. Ele aconselha aos praticantes correrem cerca de duas horas e meia por semana, em um ritmo moderado.
 
Gadoo

Libéria detecta novo caso suspeito de ebola sem relação com a Guiné

Vírus Ebola
País vizinho, Guiné sofre epidemia de febre hemorrágica. Possível caso foi detectado em caçador que morreu
 
A Libéria detectou um novo caso suspeito de febre ebola que, ao contrário dos anteriores, não está vinculado à Guiné, país vizinho que sofre com uma epidemia de febre hemorrágica, informou o ministério da Saúde.
 
O possível caso detectado é o de um caçador da região de Nimba (leste), que morreu de febre hemorrágica, mas que 'não esteve em contato com nenhuma pessoa suspeita de ser portadora do vírus ebola e que nunca foi à Guiné', afirmou uma fonte do ministério, Bernice Dahn.
 
"É um caso isolado", afirmou ainda, explicando que um total de 14 casos suspeitos foram registrados na Libéria, dois deles positivos para ebola.
 
Com exceção do caçador, todos os outros casos foram detectados na região de Lofa (norte).

G1

Vítima de bomba no Afeganistão, menina aprende a pintar com prótese

Shah Bibi Tarakhail perdeu o braço em explosão no Afeganistão e aprendeu a pintar com prótese que ganhou em hospital de Los Angeles, nos Estados Unidos (Foto: Damian Dovarganes/AP)
Foto: Damian Dovarganes/AP
Shah Bibi Tarakhail perdeu o braço em explosão no Afeganistão
 e aprendeu a pintar com prótese que ganhou em hospital de
Los Angeles, nos Estados Unidos
Shan Bibi, de 7 anos, perdeu olho, braço e o irmão em explosão. Levada aos EUA, ela desenvolveu talento para a pintura abstrata
 
Os médicos e terapeutas que atendem a menina Shab Bibi Tarakhail, de 7 anos, sabiam que a prótese de braço que eles lhe deram mudaria sua vida. O que não imaginavam, no entanto, é que algumas semanas depois de receber o membro artificial Shan Bibi conseguiria pegar um pincel e começar a construir uma nova vida, mergulhando no universo da pintura abstrata.
 
Shan Bibi está internada no Hospital Shriners para Crianças, em Los Angeles, nos Estados Unidos, desde que há menos de um ano saiu de casa para brincar com o irmão, no Afeganistão, e encontrou um objeto diferente no chão. Na noite anterior, o local foi palco de uma batalha violenta entre os combatentes talibãs e soldados dos Estados Unidos.
 
"Ela pegou o que parecia ser uma pedra, jogou no chão, e o objeto explodiu", explica Ilaha Omar, membro da Fundação para Crianças de Guerra, que levou Shan Bibi para ser tratada no hospital de Los Angeles.
 
A explosão da granada destruiu seu olho direito, decepou o braço direito, a deixou com várias cicatrizes no rosto. E matou o irmão de Shan Bibi.
 
Menina de 7 anos participou de sessão de pintura com o artista Dayvd Whaley,na Galeria Michael, em Beverly Hills (Foto: Damian Dovarganes/AP)
Foto: Damian Dovarganes/AP
Menina de 7 anos participou de sessão de pintura com o artista
 Dayvd Whaley,na Galeria Michael, em Beverly Hills
O médico que desenvolveu a prótese no braço disse à Associated Press que a menina estava assustada assim que chegou, mas rapidamente se sentiu confortável com as pessoas ao seu redor e, em pouco tempo, desenvolveu grande habilidade para mexer com o braço mecânico.
 
Foi no hospital que Shan Bibi começou a pintar. Ela usa a mão esquerda para encaixar o pincel e com a prótese espalha as tintas pelas telas que recebe para colorir.
 
"Ela tem uma facilidade para combinar as cores e persegue as melhores alternativas até conseguir o que quer", afirma o artista Davyd Whaley, que fez uma sessão de pinturas com Shan Bibi na Galerie Michael em Beverly Hills, na Califórnia.
 
A menina vai voltar nas próximas semanas ao seu país, mas deve retornar aos Estados Unidos ainda este ano para receber uma prótese ocular.

G1

Médico pode escolher forma de parto, mas deve dialogar, diz especialista

Assunto veio à tona depois que mulher foi obrigada a fazer cesariana. Médicos devem esclarecer quais são os riscos envolvidos na escolha
 
As condições apresentadas pela gestante e pelo bebê no momento do parto podem tornar necessário que o médico determine a melhor técnica a ser adotada: cesariana ou parto normal. Porém, a melhor forma de tomar a decisão é por meio do diálogo entre o profissional e a gestante. Esta é a opinião de especialistas ouvidos pelo G1. O assunto se transformou em polêmica depois que, nesta segunda-feira (31), a Justiça do Rio Grande do Sul determinou que uma mulher, grávida de 42 semanas, fosse submetida a uma cesariana contra a sua vontade.
 
Adelir Carmen Lemos de Góes, de 29 anos, queria ter um parto normal Porém, ao ser atendida no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, na cidade de Torres, foi informada de que deveria fazer uma cesariana. A gestante não concordou e saiu do hospital depois de assinar um termo de responsabilidade. A equipe médica, então, acionou a Justiça e conseguiu uma decisão que a obrigou a se submeter ao procedimento.
 
Para o obstetra Carlos Henrique Esteves Freire, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a decisão da médica de determinar a realização da cesariana parece ter sido acertada no caso de Adelir. Isso porque, além da posição desfavorável do bebê, que segundo a equipe médica estava sentado, a gestante já tinha tido outros dois filhos por cesariana.
 
“Se há duas cesarianas anteriores, há uma indicação quase absoluta de cesariana”, diz Freire. Sobre a posição do bebê, ele cita um estudo publicado em 2000 pela revista científica “The Lancet” que concluiu que a cesariana é a melhor alternativa nessas situações. O estudo envolveu a análise de 2.088 casos de gestantes cujos fetos estavam sentados.
 
“O que pode acontecer é o corpo sair e a cabeça ficar presa. Se há uma técnica que pode se antecipar e evitar a complicação, é preciso optar por ela”, diz Freire. Ele acrescenta que, em casos como esse, a comunicação entre o médico e a gestante é importante. “Eu conversaria com a gestante e tentaria convencê-la ao explicar os prós e os contras de cada método.”
 
Segundo a advogada Sandra Franco, presidente da Academia Brasileira de Direito Médico e da Saúde, em princípio não se pode obrigar uma mulher a se submeter a um procedimento médico com o qual ela não concorde, “levando-se em conta sua autonomia e sua dignidade”.
 
Porém, como o caso envolve possíveis riscos ao bebê, esse direito à autonomia do paciente pode ser relativizado. “Se o procedimento foi necessário para garantir o direito do nascituro à vida, e se houve resistência imotivada da mãe, entendo como acertada a decisão desse magistrado que considerou o direito à vida do feto como princípio maior a ser observado”, afirmou Sandra.
 
Sobre a presença da Polícia Militar, que acompanhou Adelir de sua casa até o hospital, pode ter havido um exagero, segundo Sandra. “Entendo que a presença dos policiais era necessária para o cumprimento do mandado, do ponto de vista legal. No entanto, se considerarmos que se tratava de uma mulher gestante, com uma gravidez de risco, a medida extrema poderia, ao contrário do que se pretendia, causar um grande estresse nessa gestante.”
 
Para o obstetra Alberto Jorge Guimarães, que defende os conceitos de parto humanizado, a decisão sobre a forma como uma criança irá nascer deve levar em consideração tanto o que a mulher sonha para seu parto quanto a avaliação de que essas escolhas podem trazer riscos.
 
“O médico não pode simplesmente retirar o bebê da mulher, mas pode e deve, com seu conhecimento técnico, deixar claro quais são os possíveis desfechos dessa decisão, que inclusive pode levar ao óbito fetal”, diz Guimarães.
 
Ele considera que o caso revela a falência do sistema de saúde no que diz respeito à relação de confiança entre médico e paciente. “Quando a situação vai parar na Justiça, acho um extremo do médico e pode ter sido um extremo da mãe também”, diz.  “O ideal é que se estabeleça relação de confiança e de respeito. Se a relação for respeitosa, e o papel de cada um estiver bem estabelecido, acho que o desfecho tende a ser de parceria.”
 
G1

Anvisa determina inutilização de lotes falsificados de cosméticos

Foto: Reprodução
Resolução tira de circulação produtos de selagem para cabelos
 
Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União determina a apreensão e a inutilização, em todo o território nacional, dos lotes de nº PF01H1301, relativo ao produto Plástica dos Fios Shampoo Pré Selagem 1L e PF02H1301, referente ao Produto Plástica dos Fios Selagem térmica 1L.
 
A Anvisa também determinou a apreensão e a inutilização do lote PF03H1301, associado ao produto Plástica dos Fios Máscara Selante 1L.
 
A medida vale para todos os produtos, independentemente da data de fabricação e validade.
 
De acordo com o texto, a própria empresa detentora do registro dos produtos, BR Beauty Cosméticos, Comércio, Importação e Exportação Ltda, informou que os lotes associados à linha de produtos Plástica dos Fios são falsificados.
 
A resolução entrou em vigor nesta quinta-feira.
 
Agência Brasil

Anvisa proíbe venda de suplementos proteicos para atletas

Foto: Reprodução
Laudo apresentou resultados insatisfatórios para ensaios de carboidratos e proteína nos produtos
 
Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União, proíbe a distribuição e a comercialização, em todo o território nacional, do produto Suplemento Proteico para Atletas sabor Chocolate Brigadeiro, marca Body 100% Whey - Body Nutry de Alimentos, data de validade 15/05/2015, fabricado por Indústrias Body Nutry de Alimentos Ltda.
 
De acordo com o texto, laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz apresentou resultados insatisfatórios para ensaios de carboidratos e proteínas. Foram detectadas quantidades de carboidratos superior e de proteínas inferior, em mais de 20%, em relação aos valores declarados no rótulo do produto. Também foi detectada a presença de Theobroma cacao (cacau), amido de Zea mays (milho) e fécula de Manihot utilissima (mandioca), ingredientes não declarados na lista de ingredientes do produto.
 
Outra resolução da Anvisa, publicada também hoje no Diário Oficial da União, proíbe a distribuição e a comercialização, em todo o território nacional, do produto Suplemento Proteico para Atletas sabor Baunilha, marca Super Whey 100% Pure - IntegralMedica (validade 1º/03/2015), fabricado por Integralmédica SA Agricultura e Pesquisa.
 
De acordo com o texto, laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz apresentou resultado insatisfatório para o ensaio de carboidratos, por ter sido detectada quantidade superior, em mais de 20%, em relação ao valor declarado no rótulo do produto.
 
As resoluções entraram em vigor nesta quinta-feira.

Agência Brasil

Descubra como controlar a caspa, dermatite que afeta homens e mulheres

Descubra como controlar a caspa, dermatite que afeta homens e mulheres Júlio Crespaldi/Morguefile
Foto: Júlio Crespaldi / Morguefile
De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia,
problema atinge de 2% a 5% da população
Funcionamento inadequado das glândulas sebáceas faz com que a pele se renove em poucos dias
 
Quando o assunto é saúde capilar, a caspa é, sem dúvida, umas das maiores preocupações entre homens e mulheres. Esse problema atinge de 2% a 5% da população, segundo estudos da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Trata-se de uma dermatite seborreica que é causada por uma inflamação no couro cabeludo e é decorrente do excesso de produção de glândulas sebáceas.
 
Essa afecção dermatológica se manifesta com descamações semelhantes a flocos esbranquiçados com tamanhos diferentes no couro cabeludo. A caspa pode ser leve e apresentar-se somente após a lavagem dos fios. Se for moderada, aparece em maior quantidade e fica em diferentes áreas da pele. Já a grave consiste numa descamação mais intensa e costuma envolver todo o couro cabeludo.
 
— A caspa normalmente aumenta durante o inverno. Isto ocorre como forma de compensar o ressecamento da pele, o que é muito comum na estação. Desta forma, as glândulas sebáceas produzem uma quantidade maior de secreção oleosa, resultando na formação de partículas brancas que se juntam ao cabelo. Assim, o excesso desse sebo no couro cabeludo é um dos fatores que facilitam o surgimento de inflamação e erupções cutâneas— descreve a dermatologista Helua Mussa Gazi.
 
A especialista explica que o funcionamento inadequado das glândulas sebáceas faz com que a pele se renove em dias, sendo que o ideal seria a renovação uma vez por mês. Com isso, provoca a descamação por meio de pontinhos esbranquiçados ou escamas que são notórias tanto nos cabelos como nas roupas.
 
— Embora não exista uma causa específica para o surgimento de caspas, os distúrbios hormonais, a alimentação inadequada, mudanças bruscas no clima, o estresse e a aquisição de alguns tratamentos químicos para os fios contribuem para o agravamento das mesmas— informa ela.
 
A caspa pode variar desde fina até grandes crostas no couro cabeludo, sendo que a coceira também é um sintoma muito frequente. Segundo Helua, não existe cura definitiva para o problema, porém alguns medicamentos controlam efetivamente a dermatite seborreica.
 
— É recomendado o uso de xampus à base de enxofre, ácido salicílico, piritionato de zinco, cetoconazol, ciclopirox olamina e sulfacetamida sódica. Mas, dependendo do caso, o médico poderá solicitar o uso de medicações de aplicação local associada a medicação via oral— esclarece a médica.
 
Veja algumas recomendações da Dra. Helua para prevenir ou controlar as caspas:
 
- No surgimento de caspas, procure um dermatologista para que as mesmas não se agravem;
 
- Evite alimentos ricos em gorduras saturadas, açúcares e lipídeos que aumentam as chances de inflamações;
 
- Opte por banhos com a água em temperatura ambiente ou fria, pois a água quente acelera a produção de óleo que se acumula no couro cabeludo;
 
- Se possível, lave os fios todos os dias para retirar os resíduos e a sujeira;
 
- Lave bem os fios e retire completamente o xampu e o condicionador para evitar a produção de glândulas sebáceas;
 
- Evite a ingestão de bebidas alcoólicas, pois elas inibem a atividade de algumas vitaminas do complexo B que atuam na raiz dos cabelos.
 
Zero Hora

Veja como cuidar da saúde mental e controlar a ansiedade

Veja como cuidar da saúde mental e controlar a ansiedade Andréa Graiz/Agencia RBS
Foto: Andréa Graiz / Agencia RBS
Estima-se que 23% da população brasileira tenha algum
tipo de distúrbio ansioso
Taquicardia, boca seca, tremedeira e sudorese são algumas reações físicas desencadeadas pelo estado de alerta
 
Quem nunca teve um branco na hora de uma prova ou não conseguiu dormir por causa de uma pendência no trabalho? Essas pequenas preocupações afetam o cérebro e o corpo, e muitas vezes podem até virar doença. Além disso, esse estado de atenção provocado pela ansiedade ainda pode desencadear reações físicas como falta de ar, taquicardia, boca seca, tremedeira, sudorese. Sem falar nos problemas psicológicos: insônia, insegurança, irritabilidade, tristeza. São mais de 30 sintomas que podem aparecer de repente.
 
Segundo o neurologista Leandro Teles, a ansiedade não deve ser ignorada, principalmente quando vem acompanhada de problemas de atenção e memória.
 
— A partir do momento em que o cérebro identifica que estamos preocupados, a amígdala e o hipotálamo interpretam como se o corpo estivesse em perigo e liberam hormônios, como a adrenalina e os glucocorticoides, os quais aumentam o batimento cardíaco e a respiração. Daí surgem problemas de taquicardia e falta de ar— explica o médico.
 
O estado de atenção que a ansiedade provoca ainda inibe o sistema digestivo, deixando a boca seca. A maioria das pessoas fica ansiosa a maior parte do tempo sem nenhuma razão aparente. Entretanto, em alguns casos, essa ansiedade pode ser tão intensa que pode interferir no seu dia a dia. Essa sensação de medo, receio e apreensão é tão desconfortável, que, para evitá-la, as pessoas deixam de fazer coisas simples, como usar o elevador.
 
No Brasil, estima-se que 23% da população tenham algum tipo de distúrbio ansioso ao longo da vida.
— As chances de morrer de problemas cardíacos pode ser até quatro vezes maior para quem tem a síndrome do pânico, estresse pós-traumático, fobias, transtorno obsessivo compulsivo e ansiedade generalizada. Mas a boa notícia é que todos têm cura— revela Teles.
 
Existem alguns medicamentos como os benzodiazepínicos ou ansiolíticos, que atingem as áreas do cérebro responsáveis pela ansiedade. Esses remédios são ideais para momentos específicos, por exemplo, para quem tem medo de andar de avião. Entretanto, eles não adiantarão se a pessoa não parar de ter pensamentos catastróficos e não tentar se manter calma.
 
Veja algumas atitudes que, de acordo com o especialista, podem ajudar a controlar a ansiedade:
 
- Pratique atividades físicas regularmente;

- Mantenha uma alimentação balanceada;

- Tente reduzir o estresse diário;

- Se precisar, aposte em massagens e terapias para relaxar;

- Mantenha o controle da respiração para reduzir as reações do sistema nervoso;

- Ocupe a cabeça com bons pensamentos;

- Procure ter uma boa noite de sono

Zero Hora

Pessoas abaixo do peso têm mais chance de morte que obesos

Pessoas abaixo do peso têm mais chance de morte que obesos Miro de Souza/Agencia RBS
Foto: Miro de Souza / Agencia RBS
Causas mais comuns para o baixo peso incluem desnutrição,
consumo de álcool ou drogas e tabagismo
Análise mostrou que indivíduos magros demais são mais propensos ao óbito precoce
 
Estar abaixo do peso coloca as pessoas em maior risco de morrer do que a obesidade, relatou uma nova pesquisa.
 
A ligação entre baixo peso e maior risco de morte está confirmada tanto para adultos como para fetos. A relação permanece mesmo quando fatores como tabagismo, consumo de álcool ou doença pulmonar são considerados.
 
O estudo foi liderado pelo médico-pesquisador do Hospital St. Michael, Joel Ray, o qual observou 51 relatórios sobre a relação entre o IMC e as mortes por qualquer causa, além de dados sobre o peso de recém-nascidos e natimortos em Ontário, no Canadá.
 
Ele descobriu que adultos que estão abaixo do peso - ou seja, com um IMC abaixo de 18,5 - tem 1,8 vez mais risco de morrer do que aqueles com um IMC adequado, entre 18,5-24,9. A chance de morte é 1,2 vez maior para as pessoas que são obesas - IMC de 30-34,9 - e 1,3 vez maior para aqueles que estão com obesidade grave - IMC de 35 ou superior.
 
Os cientistas acompanharam os participantes, em média, por cinco anos, para eliminar do estudo aqueles que estavam abaixo do peso em decorrência de cânceres ou doenças pulmonares crônicas como insuficiência cardíaca. As causas mais comuns para estar abaixo do peso incluem desnutrição, consumo de álcool ou drogas, tabagismo, baixa renda ou saúde mental debilitada.
 
— O IMC reflete não apenas a gordura corporal, mas também a massa muscular. Se quisermos continuar a usar o índice em cuidados e iniciativas de saúde pública, temos de perceber que um indivíduo robusto e saudável é alguém que tem uma quantidade razoável de gordura corporal e também óssea e muscular suficiente. Se o nosso foco for os males do excesso de gordura corporal, então precisamos substituir o IMC por uma medida mais adequada, como a circunferência da cintura— explica Ray.
 
Zero Hora

Consumir dois refrigerantes diet por dia aumenta risco de problemas cardiovasculares em mulheres, revela estudo

Consumir dois refrigerantes diet por dia aumenta risco de problemas cardiovasculares em mulheres, revela estudo Júlio Cordeiro/Agencia RBS
Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS
Desenvolvimento de várias doenças atingiu de 6% a 8%
das participantes
Pesquisa analisou dados de quatro grupos definidos pela ingestão das bebidas
 
Mulheres saudáveis no período pós-menopausa que bebem dois ou mais refrigerantes diet por dia podem ser mais propensas a ter um ataque cardíaco, AVC ou outros problemas cardiovasculares, segundo um estudo apresentado no American College.
 
Em comparação com mulheres que nunca ou raramente as consomem, aqueles que ingeriam duas ou mais bebidas por dia tinham 30% mais chance de sofrer um evento cardiovascular e 50% mais probabilidade de morrer de doenças relacionadas. Pesquisadores analisaram a relação entre o consumo de refrigerantes dietéticos e os fatores de risco cardiovascular de 59.614 participantes.
 
— Nossos resultados mostram a existência de uma associação entre bebidas dietéticas e síndrome metabólica. Estávamos interessados no tema porque havia uma relativa falta de dados sobre o assunto — afirma o cientista Ankur Vyas da Universidade de Iowa.
 
As informações sobre o consumo feminino de refrigerantes dietéticos foram obtidas através de questionários que perguntavam a respeito dos hábitos alimentares e da ingestão desse tipo de bebida no último trimestre. A equipe dividiu as mulheres em quatro grupos baseados na quantidade ingerida: dois ou mais refrigerantes diet por dia, de 5 a 7 bebidas dietéticas por semana, de uma a 4 por semana, e zero a três bebidas dietéticas por mês.
 
Após oito anos de acompanhamento, o desenvolvimento primário de uma série de patologias — doença incidente coronária, insuficiência cardíaca congestiva, ataque cardíaco, procedimento de revascularização coronária, acidente vascular cerebral isquêmico, doença arterial periférica e morte cardiovascular — ocorreu em 8,5% das mulheres que consumiam dois ou mais refrigerantes diet por dia, em comparação com 6,9% naquelas que ingeriam cinco a sete bebidas por semana, 6,8% para as que ingeriam de uma a quatro bebidas por semana, e 7,2% no grupo classificado entre zero a três refrigerantes por mês.
 
A associação persistiu mesmo depois que os pesquisadores ajustaram os dados para explicar as características demográficas e outros fatores de risco cardiovasculares, incluindo índice de massa corporal, tabagismo, uso de terapia hormonal, atividade física, consumo de sal, diabetes, hipertensão, colesterol elevado e ingestão de bebidas adoçadas. As mulheres que consumiam dois ou mais refrigerantes diet por dia eram mais jovens, mais propensas a ser fumantes e tiveram uma maior prevalência de diabetes, hipertensão arterial e índice de massa corporal.
 
— Com base nesse estudo, ainda é muito cedo para incentivar as pessoas a mudar seu comportamento. No entanto, temos a responsabilidade de fazer mais pesquisas para ver o que está acontecendo e ainda definir a relação existente entre os fatores, se é que ela realmente existe. Isso pode ter grandes implicações para a saúde pública — enfatiza Vyas.
 
Vyas adverte que este estudo em particular só se aplica às mulheres na pós-menopausa. A idade média analisada durante a pesquisa foi de 62,8 anos. Para serem incluídas como voluntários, as mulheres não deveriam ter histórico de doença cardiovascular na família e permanecer vivas durante 60 ou mais dias após a de coleta dos dados.

Zero Hora

As 10 fobias mais estranhas do mundo

Foto: Reprodução
Coulrofobia: medo de palhaços
Parece que não, mas tem gente que tem medo até de mulher bonita; veja outras fobias estranhas e como se curar delas
 
O medo acompanha o ser humano desde que o mundo é mundo. Em excesso, no entanto, pode ser caracterizado de fobia. Além das mais comuns, que são de altura, de sangue, de lugares fechados, de insetos ou do escuro, por exemplo, existem fobias pouco comuns, como... ter medo de trabalhar.
 
1. Ritifobia: medo de ter rugas
 
2. Eisoptrofobia: medo de espelhos
 
3. Alodoxafobia: medo de ouvir opiniões
 
4. Geumafobia: medo de sabores
 
5. Bromidrofobia: medo de odores do corpo
 
6. Falacrofobia: medo de ficar careca
 
7. Cronofobia: medo da passagem de tempo
 
8. Coulrofobia: medo de palhaços
 
9. Caliginefobia: medo de mulheres bonitas
 
10. Ergofobia: medo do trabalho
 
Sim, a ergofobia é um medo excessivo do trabalho. As pessoas que sofrem desse mal tendem a ser chamadas de preguiçosas, mas, no fundo, é um medo irracional que a envolve e clama por tratamento.
 
Há também quem tenha medo de ficar careca. É a falacrofobia. Outros têm coulrofobia, mais conhecido por medo de palhaços. E o medo excessivo de ter rugas também tem nome: ritifobia.
 
Parece brincadeira, mas as fobias não são frescuras. O medo é irracional – de algo que não oferece real perigo - e incapacitante. Se a pessoa quiser se livrar dele, provavelmente precisará de psicoterapia.
 
A terapia cognitivo comportamental é uma técnica psicoterápica muito usada no tratamento desses medos. O psicólogo consegue expor a pessoa ao objeto fóbico e fazer com que ela se ‘acostume’ ao objeto. A exposição, claro, é gradativa para que o fóbico não passe mal.
 
A hipnose é também uma técnica usada – com bastante eficácia – para o tratamento das fobias. O método consegue fazer a pessoa vivenciar as situações que causam medo de uma forma imaginária, mas com as mesmas sensações reais. Sob as sugestões do hipnólogo, ela aprende a lidar com o medo e controlar o estresse que ele causa. O problema é que nem todos são suscetíveis à hipnose. Estima-se que de 10% a 15% da população conseguem ser hipnotizadas.
 
iG

Pais 'amamentam' em campanha de conscientização nos EUA

Divulgação/Project Breastfeeding
Campanha visa conscientizar pais sobre necessidade de dar apoio
 a suas mulheres
Fotos de homens de peito nu com bebês e frase 'se pudesse, eu faria' visam alertar pais da necessidade de ajudar mães na amamentação
 
Um fotógrafo americano lançou uma campanha que visa conscientizar homens sobre a necessidade de dar apoio às suas mulheres durante o período em que elas estão amamentando.
 
O Project Breastfeeding (Projeto Amamentação), criado por Hector Cruz, traz fotos de homens, muitos deles sem camisa, segurando bebês contra o peito, como se os estivessem amamentando.
 
As imagens vêm acompanhadas da frase "If I Could, I Would" (Se eu Pudesse, Eu Faria).
Cruz afirma ainda querer reduzir estigmas associados à amamentação.
 
No vídeo promocional da campanha, o fotógrafo diz: "Nossa missão é desestigmatizar a amamentação em público, educar homens e conferir poder às mulheres".
 
"A campanha começou como uma forma de desestigmatizar o ato de amamentar em público. Somos um dos poucos países do mundo que têm leis para proteger mulheres (que amamentam em público)."
 
Divulgação/Project Breastfeeding
As imagens vêm acompanhadas da frase "If I Could, I Would"
 (Se eu Pudesse, Eu Faria)
"Mas por meio do apoio e das várias mensagens que recebemos, por eu também ser um pai, evoluiu para algo muito maior. Evoluiu para se tornar uma maneira de dar educação aos pais e ajudá-los a entender como o papel deles é crucial na amamentação de suas esposas e companheiras. O projeto está ajudando homens a serem melhores pais e melhores maridos", acrescenta.
 
Cruz afirma que "vocês (as mulheres) fazem um trabalho incrível, mas sem nossa ajuda, o processo fica tão mais difícil".
 
De acordo com Cruz, a ideia surgiu em uma manhã, quando ele acordou e notou que sua mulher estava sentindo dores, após ter amamentado sua filha, Sofia.
 
"Foi então que eu me perguntei, se eu pudesse, eu faria? Foi preciso vencer julgamentos internos. Estereótipos masculinos. E eu respondi que sim, se pudesse, eu faria."
 
Além da campanha com fotos, o Project Breasfeeding, que conta com contas no Facebook e Twitter e também está procurando angariar fundos para criar workshops voltadas para pais, com conselhos sobre como melhor dar auxílio às suas mulheres e companheiras quando elas estiverem amamentando.
 
BBC Brasil / iG

Maioria das adolescentes grávidas sofre violência dentro de casa, indica estudo

Nelson Batista
Relatos de adolescentes grávidas revelam violência psicológica
Depoimentos de jovens atendidas no hospital universitário da USP revela rotina de agressões por membros da própria família. Medo e angústia passam a ser significado da maternidade
 
Relatos de 36 adolescentes grávidas atendidas ao longo de três meses no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP) revelam a rotina de vítimas de violência psicológica. O trabalho faz parte da pesquisa “Compreendendo e Analisando as Adolescentes Grávidas Vítimas de Violência Intrafamiliar em São Paulo”, conduzida pela professora Dora Barrientos, do curso de Obstetrícia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH-USP).
 
"Ela (mãe) chorou, me xingou, só não me deu na cara. Mas foi horrível. Ela (mãe) me expulsou tem uns dois meses. Por causa da criança... Simplesmente ela pegou a minha roupa que 'tava' no quarto andar e jogou da janela. Simplesmente", afirmou a adolescente R, em seu relato.
 
Entre as 61 jovens entrevistadas para a pesquisa, 36 foram vítimas de violência. A maioria - 29 - sofreu violência psicológica, doze sofreram violência institucional, cinco violência física, quatro foram vítimas de violência moral e três, de violência sexual. No caso da violência psicológica, a mãe, o pai e o companheiro foram os principais agressores.
 
"Ele (tio) sempre foi agressivo, mas depois da minha gravidez ele piorou… ele me agride com palavras, fala que bem feito que engravidei, vou ser mãe solteira e ‘mateus que pariu que o balance’. Fica mandando minha mãe me expulsar de casa, essas coisas assim", disse outra entrevistada para a pesquisa.
 
“A violência psicológica, mesmo não deixando marcas visíveis, afeta significativamente aquele que vivenciou este tipo de violência. As mulheres por estarem grávidas se encontram em um estado ainda mais suscetível e vulnerável, momento em que precisam de maior cuidado e dedicação por parte da família e do companheiro”, diz a pesquisadora. Segundo ela, as adolescentes têm dificuldade em se reconhecer como vítimas de violência psicológica.
 
De acordo com o estudo, o apoio que a jovem recebe da família e do pai biológico da criança está intimamente ligado ao significado que ela dá à maternidade. “O medo da reação dos pais, a falta de apoio familiar e o abandono do parceiro podem gerar uma insatisfação da adolescente frente à gestação, manifestando-se por desprazer, insegurança, medo e angústia”, afirma Barrientos.
 
"Isso, ela (mãe) falou pra mim ir embora de casa. Que quando minhas irmãs engravidaram, todas elas eram de menor e ela mandou embora, aí ela tem que continuar a tradição, como diz ela", revelou outra menina.
 
As jovens entrevistadas eram paulistas, tinham idade média de 17 anos e renda média per capita de R$ 474,95. Quase a totalidade (95%) era branca ou parda, 90%, solteira, 54,1% com nível médio de escolaridade e 62,5% residiam em moradias próprias, com acesso a serviços básicos como água, luz, esgoto e coleta de lixo.
 
iG

Hospital Balbino celebra aniversário comemorando resultados e com novos planos para 2014

Exibindo Hospital Balbino_fachada horizontal.jpg
Foto: Divulgação
Hospital Balbino: Fachada horizontal
O Hospital Balbino (RJ) acaba de completar 39 anos. Com quase quatro décadas de história, tornou-se referência na Região da Leopoldina e, nos últimos anos, tem passado por reformulação em sua estrutura, com o objetivo de se adaptar ao atual  mercado da saúde.
 
As mudanças começaram com a troca na Direção Médica. Claudia Bichara Vieira,  cardiologista com formação executiva, assumiu o cargo há um ano. Como primeiras medidas, reorganizou o fluxo da emergência e criou o Serviço de Pronto Atendimento (SPA). Com isso, o hospital ganhou em eficiência no atendimento de urgência e evoluiu na captação de novos clientes.
 
Além disso, o Serviço de Urologia da unidade foi ampliado e deu origem ao Centro de Tratamento do Cálculo Renal, que funciona 24 horas e conta com toda a estrutura necessária, desde o primeiro atendimento até a cirurgia, incluindo o acompanhamento ambulatorial.
 
Outra grande conquista da nova gestão médica é a Unidade Coronariana, composta por seis leitos destinados a pacientes portadores de doenças cardiovasculares. Inaugurado há apenas 4 meses, o novo serviço já atingiu a sua meta de taxa de ocupação (85%) e ainda aumentou em 32% o volume de atendimentos do setor de hemodinâmica, através da realização de procedimentos diagnósticos.
 
Para 2014, os serviços que estão em foco são: o centro cirúrgico de alta complexidade, o ambulatório e o centro de diagnóstico por imagem. Nesse sentido, o Hospital Balbino pretende ampliar as especialidades cirúrgicas atendidas na unidade, através da captação de equipes médicas externas, que poderão utilizar a estrutura do Centro Cirúrgico. Além disso, há uma meta de crescimento para as
internações cirúrgicas, estimada em 20%.
 
Em relação ao ambulatório, a diretora médica, revela que o serviço possui capacidade para atender até o dobro do volume de atendimentos feitos atualmente, e que esse crescimento será alcançado com a vinda de novas equipes médicas.
 
Já para o centro de diagnóstico por imagem, a proposta dela é investir no arsenal tecnológico, modernizando equipamentos e, principalmente, ampliando a capacidade do tomógrafo.
 
Atendimento diferenciado
Tornar o hospital mais acolhedor. Esta também é uma das principais metas da direção médica para o futuro do Hospital Balbino. Segundo Cláudia Bichara, é preciso humanizar cada vez mais a relação do profissional de saúde com o paciente. “Queremos cultivar essa filosofia entre os médicos e os enfermeiros, pois se o cliente se sentir bem recebido e atendido naquilo que precisa, estaremos
agregando valor ao atendimento e, hoje, isso é um diferencial no mercado”, comenta.
 
Investimento em acreditação
Em junho de 2012, o Hospital Balbino conquistou o certificado de acreditação da Organização Nacional de Acreditação (ONA), em nível 1 (segurança do paciente). Com isso, os protocolos assistenciais da unidade foram formalizados e os indicadores de qualidade passaram a ser aferidos e monitorados com maior precisão. Agora, a instituição pretende subir mais um degrau na escala de acreditação da ONA. Para agosto deste ano, já está programada uma nova visita do institutocertificador para avaliação do nível 2, que diz respeito à gestão dos processos. Segundo diretora médica, esta nova etapa visa a manutenção da segurança do paciente através da continuidade das ações que se iniciaram no nível 1. “Resumidamente, o que o hospital precisa mostrar é que garante a qualidade através da consolidação dos processos, assegurando que tudo o que está sendo feito terá continuidade”, disse.
 
Incentivo ao colaborador
O futuro do Hospital Balbino também passa por seus colaboradores. Claudia Bichara ressalta que, ainda este ano, o Departamento de Recursos Humanos irá investir na saúde dos seus colaboradores, através de projetos de qualidade de vida, com foco no combate à obesidade e à hipertensão arterial. Na área profissional, estão sendo previstos novos treinamentos e a adoção de políticas de fidelização do colaborador. “A proposta é que o colaborador faça carreira aqui. Para isso, nós precisamos oferecer a ele a garantia de trabalhar com dignidade e com possibilidade de crescimento, inclusive com investimento em seus estudos”, afirmou.

ASSESSORIA DE IMPRENSA
SB Comunicação, tel. (21)3798.4357
Cristina Miguez, tel. (21)98214-8996
Viviane Romero, tel. (21)96804-8079

E-book aponta a importância da medicina preventiva para a saúde suplementar brasileira

Material faz parte de projeto da empresa catarinense de TI HBSIS, que atua no setor através da solução HB.Prever

Com taxas de sinistralidade cada vez mais altas (no terceiro semestre de 2013 chegou a 85,695%), as operadoras de planos de saúde buscam cada vez mais soluções que reduzam custos assistenciais. Para tanto, a medicina preventiva tem conquistado cada vez mais adeptos, que veem no setor uma forma de incentivar a promoção da saúde, diminuindo os gastos com tratamentos.

A HBSIS, empresa catarinense de TI, aposta na área de medicina preventiva e desenvolveu a solução HB.Prever. Além de acompanhar os resultados e índices das pessoas monitoradas, o HB.Prever classifica os participantes em grupos de risco, auxilia na mensuração de resultados e organização das ações de promoção da saúde.

Para disseminar as vantagens da tecnologia para o setor e disponibilizar dados concretos aos gestores, a HBSIS decidiu criar conteúdos didáticos gratuitos. Lançou na última semana, um blog destinado à área (blog.hbprever.com.br), em que é possível baixar o primeiro e-book da empresa.

Com o tema “Três dicas para melhorar a saúde suplementar através da medicina preventiva”, o material fala sobre a situação atual do setor e quais as vantagens da tecnologia nas ações de promoção à saúde, como uma gestão planejada e eficaz, além de um atendimento personalizado.

“Atuamos neste setor desde 2008 e percebemos que há uma carência de informações a respeito da medicina preventiva, área ainda muito nova dentro da saúde suplementar brasileira”, conta o gerente de marketing da HBSIS, Odair Behnke. “O conteúdo que estamos produzindo é destinado a clientes e prospects. Nosso principal objetivo é mostrar que a prevenção pode sim trazer resultados concretos”, enfatiza

Sobre a HBSIS
Focar os profissionais nas decisões e estratégias de negócios, deixando que a tecnologia faça seu papel no processo de controle e monitoramento de informações. Este é o objetivo da HBSIS, empresa de Blumenau (SC) especializada em soluções de TI. Hoje são cerca de 250 profissionais atuando nos produtos HB.Prever (solução para a área de saúde), HB.Conselhos (solução para a área de conselhos profissionais), HB.MDM (solução para a área de logística e distribuição) e Outsourcing de TI.

 
HBSIS lançou na última semana o primeiro e-book voltado para a área de medicina preventiva
Clique para ver maior | Imagem: Reprodução

Sabrina Hoffmann Melz
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